Memories - Romanogers Fanfic

38 Lidando com a falta de você


Notas iniciais
Capítulo dedicado a Ceci que deixou uma linda recomendação pra fic. Amei ♥

No momento que Natasha pisou em seu apartamento depois dos dias na casa de Steve, ela sentiu na hora como a vida dela é vazia. Mas na verdade, sempre foi assim e sempre foi bom assim, do que ela pode se lembrar, mas algo parece errado dessa vez.

Natasha ficou quase cinco minutos parada perto da porta. Ela fechou a porta e largou a mochila no chão. Natasha foi até a geladeira, atrás de alguma bebida alcóolica e só tinha leite, suco e água.

Natasha revirou os olhos, lembrando que quando fez as compras só pensou na alimentação das crianças. No momento que Natasha ia fechar a geladeira, sentiu algo passar por cima do pé. Natasha olhou pra baixo e viu o gato intruso novamente. Natasha queria chutá-lo, mas não ia machucar o gato que Sara tanto gosta.

N: Eu não quero você. Por que não entende isso? Vai embora! Vai!

Natasha apontava pra janela e notou que ela estava fechada.

N: Mas como é que você entrou aqui dessa vez? Mas que coisa!

O gatinho se sentou e ficou ouvindo Natasha reclamar da presença dele, ele soltou um pequeno miado no final do discurso de Natasha, que a fez bufar e revirar os olhos.

N: Problema seu. Não vou comprar ração pra você.

Natasha ligou a TV da sala, sentou no sofá e o gato a seguiu, ficando ao lado do sofá. Natasha ergueu a sobrancelha olhando o gato.

N: Ótimo, tenho uma sombra agora.

Natasha recostou no sofá e mudou os canais tentando achar algo que gostasse. Não encontrou nada, acabou deixando numa luta de UFC e pegou no sono meia hora depois.

...

S: Sara, está na hora de dormir.

Sara: Mamadeira.

S: Vai pra cama que eu já levo lá pra você.

Sara desceu do sofá e foi para o quarto. Ela trocou de roupa, vestindo a camisola e deitou na cama. Quando Steve chegou no quarto dez minutos depois com a mamadeira, Sara já estava dormindo. Steve a cobriu e apagou a luz do quarto. Steve olhou para a porta do quarto de James e se aproximou.

S: James?

Steve não ouviu barulho de TV e nem do James.

S: James está acordado? Filho, você precisa comer, por favor. James?

Steve bateu na porta de leve e falou o mais calmo possível, mas James não estava respondendo. Steve foi na cozinha, pegou biscoitos e um copo de leite. Steve voltou na porta do quarto de James e deixou o prato com biscoitos e leite no chão perto da porta.

S: Eu vou deixar um lanche aqui, caso você sinta fome, Ok?

Steve suspirou com o silêncio e foi pro quarto. Steve deixou a porta entreaberta e ficou observado o corredor. Cinco minutos depois, James abriu a porta e puxou o prato com biscoitos e o copo de leite pra dentro do quarto e fechou a porta.

Steve deu um pequeno sorriso de satisfação e foi se deitar, mas custou muito a dormir, pensando em todos os acontecimentos dos últimos dias, como as crianças iam ficar sem a babá, como ele ia ficar sem a Natasha, como os Vingadores vão ficar sem ele.

...

Natasha sentiu algo molhando o pé dela e franziu o nariz e tremeu a sobrancelha, tentando acordar. Em seguida ela sentiu cócegas e soltou um riso baixo. Mas espera, quem está molhando o meu pé e fazendo cócegas?

Natasha acordou, já se sentando e botando a mão na calça à procura de sua arma, ela olhou para os pés e viu o gato em cima do sofá. Natasha ficou vermelha de raiva. Gato filho de uma...

N: Juro que você vai acabar morto senão sumir.

Natasha levantou com raiva e abriu a janela, ela apontou pra fora e o gato a olhou. Ele soltou um miado e Natasha continuou apontando pra fora.

N: Xispa.

Natasha suspirou, pegou o gato no colo e o botou pra fora, ela notou que alguns flocos de neves estavam caindo. O gato miou mais alto.

N: Você tem esses pêlos todos, vão te aquecer do frio. Não adianta me olhar assim. Eu não ligo nem um pouco pra você.

Natasha fechou a janela e tornou a se deitar no sofá. O gato continuou parado na janela olhando Natasha sem fazer nada, mas Natasha fica incomodada sabendo que a estão observando. Ela fechou os olhos com força e tornou a se sentar, ela olhou para a janela.

N: Se acha que me comove, está enganado.

Natasha desligou a TV e foi para o quarto, onde poderia dormir tranquila sem o gato a observar. Natasha deitou no colchão e se cobriu com um lençol. Ela tentou dormir, mas não conseguia, estava muito frio. Natasha puxou o edredom para cima do corpo e se sentiu melhor. Agora sim. Natasha pensou.

Natasha se virou no colchão tentando achar uma melhor posição para dormir e já estava irritada por não encontrar, mas enfim achou uma boa posição quando botou o outro travesseiro em cima do dela. Natasha respirou fundo e se sentiu bem.

Algo está errado. Esse cheiro fez Natasha se sentir bem demais. Natasha virou o rosto pro travesseiro e puxou o ar com toda força, sentindo melhor o cheiro no travesseiro. Eu conheço esse cheiro. Natasha sentia um conforto enorme sentindo esse cheiro, dava vontade de dormir com o rosto enfiado no travesseiro para sentir aquele perfume, mas esse perfume não é dela, e se não é dela só pode pertencer a única pessoa que dormiu naquele colchão com ela.

Natasha abriu os olhos imediatamente, ela se sentou, pegou o travesseiro e arremessou contra a parede. Não! Natasha não quer nada associado ao Steve, não é só ele que tem que esquecer ela, ela também tem que esquecer ele.

Natasha tentou dormir mais uma vez, ela cochilou e chegou a ter um pequeno sonho com Sara e James... No sonho, Sara e James estavam alimentando o gatinho e Sara o carregava pra cima e pra baixo nos braços, mas de repente o gato ficava mole nos braços de Sara e ela perguntava o que tinha de errado com ele, James ficou aterrorizado gritando que o gato estava morto e Natasha olhava sem saber como agir. Natasha abriu os olhos na hora e sentiu seu coração acelerado.

N: Eu não acredito que tive filhos!

Natasha se levantou e pegou o lençol da cama.

N: Não acredito que estou fazendo isso.

Natasha coçou a cabeça e foi até a sala. Ela olhou pela janela e o gato estava deitado no peitoril coberto de neve. Natasha revirou os olhos.

N: Eu não ligo.

Natasha foi até a janela e a abriu. Ela pegou o gato que estava totalmente gelado e o enrolou no lençol. Natasha o deixou no canto da sala perto do aquecedor.

N: Só porque está nevando! Não se acostume! Não gosto de animais e principalmente de você.

O gato soltou um miado fraco e tornou a dormir. Natasha voltou pro quarto e olhou para o travesseiro jogado no chão. Natasha pegou o travesseiro de volta e o cheirou. Droga, esse cheiro faz muito bem pra ela.

Se ninguém souber disso, então não tem nenhum problema dormir com ele. Natasha concluiu se deitando novamente abraçada com o travesseiro com o cheiro de Steve.

...

Na manhã seguinte, Steve dormiu até quase dez horas da manhã, porque demorou a pegar no sono. Ele bocejou e se levantou se sentindo menos pior do que no dia anterior. Steve abriu a porta do quarto e notou o silêncio vindo dos quartos das crianças. Aproveitou que ainda estavam dormindo e foi tomar banho.

Ao sair do banho, Steve olhou para o celular na esperança de ter alguma chamada perdida ou mensagem da Natasha, para ao menos perguntar dos filhos. Hoje seria o dia dela ficar com eles, mas ele não vai ligar pra ela pra não parecer que ele está sufocando ela de alguma forma.

Steve saiu do quarto e checou a porta de James, estava destrancada. Steve abriu e o viu dormindo e o copo vazio ao lado da cama. Steve também checou Sara e foi para a cozinha preparar o café da manhã.

O celular de Steve tocou e ele logo achou que era Natasha, ele correu até o quarto e ficou desapontado que era Tony Stark telefonando.

T: Dorito, tá de férias?

S: Bom dia, Tony. Eu liguei avisando que estou sem babá.

T: Perdeu aquela babá gostosa?

S: Tony mais respeito por favor, ela se chama Cindy.

T: Bom, você já arrumou outra?

S: Não, não é tão simples.

T: Eu sei, eu sei, achar alguém de confiança e que as crianças se deem bem, mas deixa eu te falar de um projeto novo. Você conhece o JARVIS... Sabe que ele é como uma babá pra mim, há anos.

S: O que quer dizer, Tony?

T: Eu tenho um programa similar que pode tomar conta das crianças.

S: Quer que eu deixe um computador tomar conta dos meus filhos?

T: Um computador não, O computador. Ou então pode ser o próprio JARVIS, temos várias salas, reformamos uma, pintamos desenhos nela como Galinha Pintadinha e eles vão se sentir numa creche.

S: Tony...

T: Pera! Você nem ouviu tudo. JARVIS pode interagir com eles, ensinar várias matérias, contar histórias, trazer comida.

S: Tony...

T: Fraldas? Eles trocam as fraldas deles.

S: Eles não usam mais fraldas, Tony. Obrigado pelo que está tentando fazer, mas preciso cuidar disso primeiro.

T: Você sabe que precisamos de você. Eu sozinho estrago uma coisa todo dia. Sabe aquela vingadora adolescente rebelde?

S: America Chavez?

T: Isso. Então... Perdemos ela.

S: Como perdemos? Ela acabou de entrar.

T: Bem... Não tenho tato para lidar com os cadetes como você.

S: Mas isso é pra ser feito pelo Sam ou Clint.

T: Estão fora em missão. Tá vendo, papai Steve, seus filhinhos aqui precisam de você também.

S: Tony, sinto muito. Se a Natasha ficar com eles hoje, eu vou aí e tento adiantar algumas questões, mas terei que trabalhar de casa e meio expediente durante a semana.

T: Que dona de casa. Sempre soube que você era a mulher dessa relação.

S: Tony!

Sara: Papai?

S: Tony, preciso ir.

T: Tá bom, papito. Te esperamos aqui.

Steve desligou o telefone e passou a mão na cabeça de Sara.

S: Bom dia.

Sara: Mamadeira?

S: Já está pronta sua mamadeira, princesa.

Steve pegou Sara no colo e a levou até a cozinha, ele entregou a mamadeira pra ela e James apareceu no corredor. Steve o olhou.

S: Bom dia.

James não respondeu, ele olhou em volta e depois olhou para Steve.

J: Minha mãe vem hoje?

S: Eu não sei, James.

James ameaçou voltar pro quarto, mas Steve teve uma ideia.

S: James? Eu vou chamar ela pra vir buscar vocês, ok?

James parou na porta e ficou olhando Steve.

S: Mas você tem que comer todo seu cereal primeiro.

Steve puxou a tigela de cereal e botou na mesa de jantar. Ele pôs Sara sentada na cadeira e James se aproximou da mesa, ele se sentou e começou a comer o cereal.

Steve não promete o que não pode cumprir, mas ele não pode ligar para Natasha agora. Então ele decidiu telefonar para Hill.

H: Agente Hill.

S: Hill, é o Steve.

H: Diga, Rogers.

S: Você pode entrar em contato com a Natasha e perguntar se ela vai ver os filhos dela hoje?

H: Ah... Gente, sério? Precisa chegar a esse ponto?

Hill notou que Steve estava sem graça pelo silêncio. Hill suspirou.

H: Só um minuto.

Hill deixou Steve na espera e ligou para Natasha que demorou a atender o telefone.

N: Hill?

H: Olha seu ex-marido quer saber se você vai ver as crias hoje.

N: Hã?

H: James e Sara... Dois ruivinhos baixinhos que saiu pela sua...

N: Hill, eu quero vê-los mas... Você terá que busca-los pra mim.

H: Vê se tenho cara de delivery.

N: Por favor, Hill. Eu não posso encontrar com Steve.

H: Que palhaçada, uma horas vocês vão ter que se ver. Vocês trabalham juntos.

N: Eu trabalho pra você.

H: Tá, mas vive lá com os Vingadores. Olha Natasha, só dessa vez.

N: Eu diria que te amo, mas você não acreditaria.

H: Não mesmo.

Hill desligou o telefone e se dirigiu para o carro. Ela foi até o prédio de Steve, ao chegar no andar dele, tocou a campainha.

Sara: Mamãeeee!!! É a mamãe, é a mamãe!

James e Sara olharam para a porta super animados e ansiosos, enquanto Steve sentiu seu corpo todo gelar. Steve olhou pelo “olho mágico” e viu que era Hill, novamente uma ponta de decepção surgiu no coração dele. Steve abriu a porta.

H: Bom dia, estão prontos?

Sara: Maria.

J: Achei que fosse a minha mãe.

H: Mas eu vim aqui levar vocês pra ela.

S: Eles acabaram de acordar.

James largou a colher e já ia correr pra se arrumar, mas Steve o impediu.

S: Eu disse que teria que comer tudo. Sara pode ir se arrumar que já terminou a mamadeira.

H: Mamadeira? Quantos anos ela tem?

S: Três.

H: Ela já tá velha pra isso.

S: Ela é novinha, não pôde mamar no peito por muito tempo porque Natasha se acidentou, então ela tem algumas carências, até o médico dela disse que é normal ela querer mamadeira ainda.

H: Bem não entendo nada de crianças, se você diz...

S: Irá entender quando tiver os seus.

Hill começou a rir histericamente e parou de rir quando viu que Steve estava sério sem entender a risada.

H: Ai meu Deus, você estava falando sério? Oh não, não, Rogers. Eu jamais terei essas coisas.

S: Você quer dizer crianças.

H: Isso. Coisas.

Steve riu e fez negativo com a cabeça. James terminou de comer e se levantou.

S: Sara tomou banho ontem, mas você não, você só vai depois que tomar banho.

J: Você disse que era só o cereal!

S: Mas mudei de ideia.

James franziu a testa foi para o banheiro. Hill checou a hora no relógio.

H: Rogers, eu tenho mil compromissos hoje.

S: Eu vou apressar eles. Senta e fique à vontade.

H: Vou esperar em pé mesmo, tenho pressa.

Steve foi checar Sara e ela já estava vestida, só faltava o sapato e o cabelo. O único penteado que Steve consegue fazer nela é rabo de cavalo, e Sara odeia.

Sara: Ah não.

S: Você quer ir como, Sara?

Sara ergueu os ombros e Steve suspirou.

S: Olha vai assim e lá você pede sua mãe para pentear você, ok?

Sara fez positivo com a cabeça. Steve arrumou a mochila dela e a levou na sala. Sara foi até Hill e abraçou as pernas dela. Hill estava de braços cruzados e olhou pra baixo para ver Sara. Hill ergueu a sobrancelha e franziu a testa.

H: Que que isso?

S: Um abraço, Hill.

H: Ah... Ta... Ok... Bom... Chega. Chô...

Hill empurrou Sara com um dedo, como se tivesse pavor dela. Sara e Steve começaram a rir.

Sara: Você é engraçada.

H: E você é pequena.

S: Eu vou ver o James.

Steve apressou James a sair do banheiro e a se vestir logo. James agora estava de bom humor, ele se arrumou depressa.

S: Você tem trabalho de casa?

J: Tenho.

S: Então leva pra fazer lá.

J: Mas eu não sei sozinho.

S: Sua mãe vai ajudar. Ela é boa com números.

James saiu do quarto e foi na sala. Steve o seguiu e viu Sara cantando uma música e rodopiando em volta de Hill.

H: Como que você desliga ela? Sério!

S: Sara, se comporte, tá legal?

Sara: Tá legal, papaizinho.

Sara correu até Steve e pulou para abraçar ele. Steve a abraçou e beijou a testa de Sara. Ele olhou pra James.

S: Até mais tarde.

James não respondeu, foi para a porta e abriu, esperando Hill passar. Hill saiu com dificuldade porque Sara não parava de rodar em volta das pernas dela, rindo bastante como se fosse a coisa mais divertida do mundo. James olhou para Steve mas não acenou, saiu e fechou a porta.

Hill desceu com James e Sara pelo elevador, ela os colocou no banco de trás do carro e foi para o do motorista. Hill ligou o carro e deu partida. James se aproximou do banco de Hill e ficou olhando pra ela. Hill olhou de lado para James.

H: O que?

J: Você é da polícia?

H: Polícia? Não exatamente.

J: Ah... Isso aqui é de verdade?

Hill olhou para o que James tinha acabado de pegar e freou o carro bruscamente, fazendo o carro de trás quase bater na traseira dela. Hill quase teve um ataque cardíaco, ela pegou a pistola da mão do James.

H: James, nunca, nunca, nunca mexa em nada nesse carro.

J: Desculpe. Então é de verdade?

H: Bem, sim. E não conte isso pros seus pais. Nunca.

Hill tornou a dirigir, o carro de trás passou na frente dela, buzinando e esbravejando com ela. Hill abaixou o vidro do carro.

H: Ah cala sua boca!

— Aprende a dirigir sua vadia.

H: Eu vou mostrar a vadia! Seu filho da ***.

Sara e James abriram a boca. Hill fechou o vidro do carro.

Sara: Você falou palavra feia.

J: Meu pai não vai gostar.

H: É só uma palavra. Não significa nada.

J: Mas o papai diz que é feio.

H: Ah seu pai é cheio das moralidades. Eu já ouvi ele falar palavrão.

Sara: Mamãe fala toda hora.

H: Sim, tá vendo? Não tem nada demais.

J: Então eu posso falar?

H: Por que não? Qual você sabe?

J: Ah...

H: Pode falar.

J: Merda.

Sara tapou a boca, olhando James.

H: Muito bem!!! E você Sara? Sabe algum?

Sara olhou para Hill pelo retrovisor e ficou pensativa.

J: Ela não sabe nenhum, ela é bebê.

Sara: Sei sim, pôlla, caialho, merda, cú, puta...

H: OH MEU DEUS, Sara!

Hill e James ficaram chocados. Hill começou a rir em seguida.

H: Olha vamos combinar que eu não ensinei isso pra vocês, ok?

J: A gente ouve a mamãe falar isso.

H: Sabia! Pode culpar a mãe de vocês.

Sara: Tia?

H: Tia? Me chamo Maria Hill. Ou me chama de Maria ou de Hill.

Sara: Maria, você pode cantar?

H: Não, não posso.

Sara: Então vamos brincar de adivinhar?

H: Não.

Sara: Vamos fazer alguma coisa?

H: Não.

Sara: Mas... Aqui tá chato, vamos brincar de alguma coisa.

H: Que tal brincar de silêncio?

J: Silêncio?

H: Sim. Vamos ver quem consegue ficar mais tempo sem falar.

James e Sara franziram a testa confusos.

H: Prontos? Valendo!

Notas finais
Atenção: Nunca, sob nenhuma circunstância deixe seus filhos com Maria Hill.