Memories - Romanogers Fanfic
62 Inesperado
Notas iniciais
♫ Would you know my name — Você saberia meu nome
if I saw you in Heaven? — Se eu te visse no paraíso?
Would it be the same — Seria o mesmo
if I saw you in Heaven? — Se eu te visse no paraíso?
I must be strong and carry on — Eu devo ser forte e seguir em frente
'Cause I know — Porque eu sei
I don't belong — Que não pertenço
here in Heaven — Aqui no paraíso
Would you hold my hand — Você seguraria minha mão
if I saw you in Heaven? — Se eu te visse no paraíso?
Would you help me stand — Você me ajudaria a ficar em pé
if I saw you in Heaven? — Se eu te visse no paraíso?
I'll find my way — Encontrarei meu caminho
through night and day — Pela noite e pelo dia
'Cause I know — Porque eu sei
I just can't stay — Que não posso ficar
here in Heaven — Aqui no paraíso ♪
Eric Clapton — Tears in Heaven
Um grupo de pessoas pararam para socorrer Natasha, Steve a segurava no colo e Natasha começou a mover a cabeça e gemer alguma coisa, que não dava para compreender.
S: Ela está acordando.
— Vamos leva-la para a enfermaria.
Steve carregou Natasha, seguindo a enfermeira pelos corredores, até o elevador. Steve deixou Natasha na maca e suspirou, ele não estava preocupado demais porque ela já estava voltando a si, e ele ainda está sofrendo muito por ter perdido Lily, e sabe que Natasha deve ter passado mal devido ao choque da notícia.
A enfermeira se aproximou de Steve.
— Preciso que um de vocês assine o atestado de óbito.
Steve respirou fundo. Ao ouvir essa frase, era como passar por todo trauma novamente, ele seguiu a enfermeira para fora do quarto e antes de assinar o atestado, ele perguntou se poderia ver o corpo de Lindsay. A enfermeira disse que sim e o acompanhou novamente até o necrotério.
Ao chegar na porta, Steve congelou de novo e seu coração se apertou, ele não sabia se conseguiria se mover.
— O senhor não precisa fazer isso agora. Por que não aguarda até o funeral para vê-la?
Steve fez negativo com a cabeça.
S: Preciso... Preciso ficar um pouco com ela.
— Tudo bem, eu preciso voltar. Lá dentro você encontrará o médico legista e ele vai te mostrar o corpo dela, quando puder me procure para assinarmos o atestado.
S: Ok, obrigada.
Steve finalmente entrou no necrotério e foi recebido pelo médico legista que disse que lamentava e que não era aconselhável para Steve estar ali, mas Steve estava decidido, ele passou apenas algumas semanas com Lindsay, ele precisava se despedir, antes dela ser enterrada para todo os sempre.
— Por aqui.
Steve entrou na sala e viu várias portas de metal e sentiu um calafrio de imaginar a filha dentro de um compartimento como se fosse um pedaço de carne congelada, ele colocou a mão na boca por causa do forte cheiro de formol e algumas lágrimas escaparam sem que ele pudesse conter.
S: Ela está aí dentro?
— Sim. Infelizmente todos são colocados aqui, é um pouco desumano, eu sei, mas... Não era para a família entrar aqui e ver isso.
S: Tudo bem.
— Ao menos ela se foi tranquilamente.
O médico puxou a porta do compartimento do corpo de Lindsay e puxou a esteira com o corpo pra fora. Steve virou de costas na mesma hora, ele não queria ver, não mesmo.
— Essa doença... Ela é imprevisível e silenciosa às vezes. Muito triste perder um filho para um câncer.
Steve olhou para o médico e franziu a testa.
S: O que disse?
— Como assim?
S: O que disse sobre câncer?
— O senhor... Ham... Espera um minuto.
O médico puxou uma prancheta e leu o prontuário de Lindsay Romanoff Rogers.
— Isso mesmo... Por que está surpreso?
S: Você se enganou, ela não tem câncer, não tinha.
— Foi o que identificamos como causa da morte.
S: Isso não pode estar correto.
Steve olhou para o bebê na esteira, a pele pálida, os lábios roxos do frio. Steve começou a tremer na mesma hora, ele sabia que aquela não era Lindsay, mas também podia ser só impressão porque bebês se parecem muito. Mas havia uma forma de saber.
S: Doutor, você pode virar o corpo dela de bruços?
— Sim.
O médico virou e Steve observou as costas do corpo, o coração dele acelerou.
S: Essa não é minha filha.
— Como não? Senhor... Se acalme.
S: Não é minha filha! Onde ela está?
— Senhor, está tudo bem. É normal essa reação, claro que ela é sua filha. Eu sei o quanto é difícil aceitar.
Steve agarrou o colarinho do médico e o ergueu do chão.
S: Onde está minha filha?
Steve reparou que o médico não sabia o que estava acontecendo, ele começou a relembrar sobre aquela manhã... Steve ligou para Natasha, a pediu em casamento, Steve saiu com John para tomar café da manhã e Anne ficou com Lindsay e Chloe no quarto. Os dois retornaram e Chloe alguns minutos depois teve uma terrível crise de falta de ar e Steve viu ela desfalecer nos braços dele. Ela estava morta. Steve pensou. Cho entrou para levar Lindsay para ser socorrida e Steve não viu Cho mais depois disso, apenas um dos médicos veio informar que Lindsay não tinha resistido. Steve tentava se lembrar se Anne estava com ele no quarto quando ele recebeu a notícia, ele acha que ela não estava e nem a filha, mas não tem certeza.
Steve colocou o médico de volta no chão e correu para fora do necrotério e subiu as escadas até o quarto deles. Ele entrou no quarto, quase derrubando a porta e viu John no quarto, falando no telefone com alguém e ele parecia preocupado.
S: Onde está Anne?
John: Steve, eu estou com ela no telefone. Eu não sei onde ela se meteu com a nossa filha. Ela não quer me dizer.
S: Me deixe falar com ela.
John passou o telefone celular para Steve.
S: Anne? Anne? É o Steve.
Steve ouviu o telefone ser desligado.
S: John... Anne sumiu com a Lindsay.
John: Que?
S: John... você tem algo a ver com isso?
John: Não! Sua filha morreu, do que está falando?
S: Venha comigo.
Steve levou John até o necrotério e mostrou o corpo da bebê.
John: Essa... Essa é Chloe.
John se desesperou na mesma hora e começou a chorar.
S: Onde Anne está?
John não conseguia falar, apenas chorar.
— Houve uma troca de bebês? Eu vou chamar a polícia.
S: Faça isso!
Steve olhou para John e não estava com nenhuma pena, ele não está confiante de que ele não esteja envolvido.
S: Lindsay está viva?
John: Eu não sei.
Steve saiu do necrotério e ligou para Maria Hill e para Tony Stark, que imediatamente tomaram providências para identificar Anne e fazer buscas de reconhecimento facial por todo o país. Não se sabe aonde Anne foi, se está longe ou perto.
Steve foi correndo até a enfermaria, onde encontrou Natasha puxando todos os tubinhos conectados ao corpo dela, e a enfermeira brigando com Natasha por isso.
S: Natasha!
Natasha olhou para Steve e franziu a testa ao ver o estado de Steve.
S: Eu fui ao necrotério.
Natasha fechou os olhos e baixou a cabeça.
N: Steve, não...
S: Me escute.
Steve se aproximou de Natasha e segurou nos ombros dela, Natasha abriu os olhos já com lágrimas, olhando para Steve.
S: Aquele corpo não era da Lindsay.
N: Steve... O que?
Natasha estava confusa.
S: Me escute, eu vi e eu chamei o John, ele confirmou que aquele bebê é a Chloe.
N: Chloe morreu?
S: Sim.
N: Por que você parece animado com isso?
S: Não com isso, Natasha. O corpo de Lindsay não está lá, o de Chloe estava no lugar dela. Anne sumiu do hospital, carregando supostamente a filha dela, mas não é a filha dela... Pense bem, só pode ser...
N: Lindsay!
Natasha franziu a testa, olhando Steve, ela não sabia se devia acreditar e ter esperanças, ou se não devia se iludir como Steve está iludido.
N: Você tem certeza?
S: Sim. Você quer ir lá ver? Eu te mostro.
Natasha levantou as pressas e correu com Steve até o necrotério, ao chegar lá o médico legista já estava com dois policiais reportando sobre o incidente da troca dos bebês.
Natasha se aproximou do corpo do bebê e só de olhar para o rosto, sabia que não era a filha dela, ela imediatamente começou a chorar, de alívio e em seguida de nervoso.
Natasha virou o corpo do bebê para ter certeza que não era apenas o psicológico dela querendo que aquela não fosse a Lindsay, mas ao notar as costas do bebê e não identificar a marquinha de nascença, ela finalmente pôde respirar fundo e ter esperanças de que Lindsay ainda estivesse viva.
Vinte minutos depois, Cho chegava acompanhada de Maria Hill.
Cho: Steve...
N: Como isso foi acontecer? Como ela roubou a nossa filha?
S: Natasha, agora não. O que precisamos saber é se quando você levou Lindsay pro centro cirúrgico, ela saiu viva da cirurgia?
Cho fez negativo com a cabeça.
Cho: Eu não a operei, não chegou a ser necessário, ela entrou para o CTI e fizemos tratamento com medicação, ao qual ela respondeu na hora. Não acreditamos que ela tenha passado mal da insuficiência cardíaca e sim de algum problema que não identificamos, mas agora que soube do sequestro, desconfio que Anne induziu Lindsay a passar mal.
N: Meu Deus, eu vou arrancar a pele dela com uma gilete.
S: Cho, Lindsay está viva?
Cho: Sim, quando eu deixei o hospital ela estava, eu não pude ir falar com você porque fui chamada em outro hospital urgente, mas solicitei as enfermeiras e médicos para lhe avisar, mas...
S: Não temos tempo para saber de quem é a culpa agora, precisamos achar Lindsay.
N: Ela precisa do oxigênio. Como ela vai ficar sem oxigênio, Steve?
Cho: Precisamos achar ela o mais rápido possível, mas garanto que a respiração dela estava melhor.
H: Meus agentes estão procurando por Anne. O marido dela, o tal de John... Você disse que ele estava aqui.
S: Ele estava bem aqui.
— Ele saiu transtornado, provavelmente foi respirar um ar.
S: Ou fugiu.
H: Você tem o celular dele?
S: Não.
Cho: Eu tenho as informações deles, venham comigo.
Cho passou todas as informações que o hospital tinha do casal. Imediatamente uma equipe da SHIELD e do FBI, invadiu a casa de Anne e John. Eles fizeram uma busca, mas não acharam Anne e nem Lindsay.
H: Manterei o FBI na casa, fazendo levantamento sobre os hábitos desse casal, eles são os mais indicados em desvendar perfis patológicos e vão nos indicar onde procurar.
Natasha encostou no braço de Steve.
N: Nós precisamos procurar ela.
S: Sim.
H: Olha, por que vocês não vão pra casa com as crianças? Sabe que eu não irei descansar até achar a Lindsay.
N: Hill...
H: Assim que tivermos qualquer pista, eu entro em contato. Prometo.
Cho: Hill tem razão, vocês não sabem nem aonde procurar.
N: Eu não posso.
H: Natasha, Nick precisa mamar, Sara e James devem estar aterrorizados.
N: Eu sei. Eu não tenho cabeça pra isso agora.
H: Ao menos Lindsay está viva, confie em mim para trazê-la de volta pra você. Já falhei com você alguma vez?
Natasha suspirou e fez negativo com a cabeça.
S: Eu vou acompanhar Hill, Natasha. Você vai pra casa com as crianças.
Steve virou Natasha para ficar de frente pra ele, ele acariciou o rosto dela.
S: Não chore mais, ela está viva.
N: Ela está? Você não sabe.
S: Eu sei, eu posso sentir. Eu a trarei pra casa. Pra você.
N: Para nós.
Steve finalmente foi capaz de dar um pequeno sorriso, depois de toda essa tribulação, ele beijou a ponta do nariz de Natasha, e em seguida encostou os lábios nos dela, demoradamente, até um lábio se encaixar entre outro e se entreabrirem para permitir que suas línguas se tocassem e acariciassem. Steve segurou a nuca de Natasha e a massageou de leve, quase que na mesma intensidade com a qual beijava Natasha. Os dois finalizaram o beijo, dando dois selinhos, sendo o último mais demorado. Natasha ficou na ponta dos pés e abraçou o pescoço de Steve, que envolveu a cintura dela e acariciou as costas dela, apertando o corpo de Natasha contra si.
H: Desculpa, gente, mas precisamos ir.
Steve e Natasha afastaram os rostos e se entreolharam, Steve mais uma vez acariciou o rosto dela e tornou a dar um selinho.
S: Você ainda quer se casar comigo?
N: Steve... Isso não é hora...
S: É sim. Me diz.
Natasha suspirou e fez positivo com a cabeça. Steve deu mais um longo selinho em Natasha e seguiu Hill e seus agentes para fora do hospital.
...
Fora do hospital, já no carro...
H: Steve, o FBI nos passou o perfil da Anne. Eles notaram uma mudança no comportamento dela desde a perda do primeiro filho.
S: Como detectaram isso?
H: Estão com o diário dela, e ela tem demonstrado severa depressão, mesmo depois do nascimento da filha Chloe. O casamento em ruínas e a inevitável morte da filha, causou o break emocional nela.
S: Imaginava que ela estava depressiva, de tanto que a vi chorar e ter acessos de raiva por coisas simples com enfermeiros e John, mas ela parecia tão dócil com Chloe e Lindsay, não achei que ela seria capaz de uma coisa dessas.
H: Bem, vamos saber mais ao chegar na casa deles.
John e Anne morava distante do hospital, Steve e Hill levaram mais de duas horas para chegar no endereço deles. Assim que chegaram, o chefe da operação do FBI veio recebe-los.
— Capitão, estamos com nossos melhores investigadores no caso.
S: Tenho certeza que todos estão fazendo o seu melhor.
— Prendemos um homem que estava rondando a casa, depois o identificamos como o marido de Anne.
S: Onde ele está?
— Dentro da casa, sendo entrevistado por um dos agentes.
Ao entrarem na casa, Steve notou a decoração que era bem depressiva para uma casa que ia receber crianças.
S: Eu não entendo... Por que Anne levou Lindsay? Nós os ajudamos, pagamos o hospital pra ela.
— Ela projetou em Lindsay a filha dela, ela sabia que Lindsay ainda tinha possibilidade de sobreviver, enquanto que a filha dela, não tinha nenhuma. Sua filha tinha o que ela queria que Chloe tivesse: Chances de sobreviver.
S: Ela vai machuca-la?
— Não, ela está num surto psicótico, ela se vê como mãe da Lindsay e acha que fugir com ela é proteger a vida dela.
S: Ela não pode ficar sem oxigênio. Precisamos achar ela.
Quando já tinha escurecido, dois agentes apareceram na sala.
— Senhor, temos um possível local.
— O marido de Anne, disse que Anne planejava levar Chloe para navegar no lago Albert assim que ela nascesse, antes de saber da doença dela. Os dois costumavam fazer passeios de barco nesse lago e foi o local que John a pediu em casamento e que Anne anunciou sua primeira gravidez.
— Vamos.
Hill e Steve correram de volta para o carro, os agentes do FBI correram para seus respectivos carros, e levaram John com eles. Hill avisou a SHIELD para se direcionarem ao lago.
Todos chegaram no lago uma hora depois, pois também ficava distante, Steve avistou uma pequena embarcação atracada no meio do lago.
S: Eu vou até lá.
— Não recomendamos. Ela pode te reconhecer e lembrar que aquela não é filha dela.
S: Essa é minha intenção.
— Se ela não a ver como filha, lembrará que a dela está morta e pode machucar Lindsay.
H: Steve, eles são profissionais, deixa eles agirem.
S: É a minha filha com uma louca naquele barco!
O FBI, providenciou um barco no píer e embarcou junto com John. O barco se aproximou do barco de Anne, mas manteve uma certa distância. O chefe do FBI anunciou no alto falante a presença deles.
Anne se assustou ao ouvi-los e se levantou. O chefe do FBI notou o bebê enrolado em uma manta.
— Anne, John está aqui. Só queremos saber se a bebê está bem. Você pode nos dizer se ela está bem?
A: E-ela está. Eu a salvei. Ela está segura como o Nicholas.
— Acreditamos em você, Anne. Precisamos leva-la para o hospital, está muito frio aqui pra ela.
A: SEM HOSPITAIS! Eles não sabem de nada, eles a estavam deixando doente! Eu posso salvá-la. Ela está a salvo.
O chefe do FBI olhou para John e desligou o alto falante.
— John, precisamos que você converse com ela, mas em momento algum mencione o nome de Chloe ou Lindsay, nem tente convencê-la de que aquela não é Chloe.
John concordou com a cabeça, ele pegou o alto falante.
John: Anne? O que está fazendo?
A: Protegendo nossa filha, John. Por que você está com eles?
John: Eu não estou, eles... Eles só querem ter certeza que a bebê está bem. Você a machucou?
A: Eu jamais ia machucar nossa filha. John... Eu estou com medo.
John: Eu sei. Não precisa, eu estou aqui, eu vou te ajudar.
A: Não! Você precisa ir embora, eu disse pra você seguir sua vida.
John: Eu sei disso, mas eu não pude.
A: Por que?
John: Porque eu amo ela. A bebê... Eu não podia ficar sem ela.
A: Você a quer também?
John: Sim, sim, claro que a quero. Nós vamos nos aproximar, somente para que eu possa descer, ok?
A: Okay...
A embarcação do FBI se aproximou e se posicionou ao lado da embarcação de Anne que correu segurando a bebê para a ponta do barco.
A: Se isso for um truque... Eu me jogo com ela.
John: Não é... É só eu. Viu? Só eu.
John largou o alto falante, ergueu as mãos no alto e entrou no barco de Anne.
John: Querida, o que está fazendo?
A: Protegendo ela.
John: Por que não me deixa segurá-la?
A: Não...
John: Anne, sou eu... Eu a amo, jamais faria mal a ela.
John se aproximou mais de Anne, mas os agentes mandaram ele parar, porque Anne dava pequenos passos para trás e estava muito perto da borda.
John: Devíamos viajar. Ir para as Bahamas, como você sempre quis.
A: Sim.
John: Eu, você e a bebê.
A: Só nós três?
John: Só...
A: Eles vão me machucar.
John: Ninguém vai te machucar. Eu prometo.
John estendeu a mão para Anne, Anne deu a mão para John.
Do píer, Steve e Hill observavam, sem saber o que estava acontecendo ou o que falavam.
S: Eu não posso mais esperar.
H: Steve, ela está ali. Vamos confiar no trabalho deles.
Anne abraçou John.
John: Deixa eu pegá-la.
John pegou a bebê do colo de Anne e nesse momento, os agentes do FBI entraram no barco e imobilizaram Anne que chorava e gritava que John era um traidor.
John estranhou a leveza da manta, ele descobriu o bebê um poucoe se espantou ao ver que na verdade, era apenas uma boneca. John entregou para o chefe do FBI.
— Droga!
Steve viu a embarcação do FBI se aproximar do píer e correu para ver Lindsay. O chefe do FBI desceu e mostrou a boneca para Steve.
S: Onde está minha filha?
— Não sabemos.
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