Memórias Impagáveis.
2 Capítulo 2 - Meu auto controle não é forte.
Notas iniciais
Obg *-*
Hen-hen-hen-HENTAI! PERVERTIDO! — Amu gritava e batia em Ikuto fazendo-o acordar rapidamente, o garoto estava com uma das mãos na bunda de Amu e a outra em seus seios. Ela empurra Ikuto para fora da cama com muita força e Utau bateu na porta preocupada.
- Amu? O que aconteceu? — Utau batia na porta e chamava por Amu.
— A porta está aberta Utau entre. — Amu percebeu que a porta estava trancada, levantou e abriu para ela e chutou Ikuto que levantava do chão ainda.
— Podem me dizer o que aconteceu? — Utau seria apoiou sobre o arco da porta e cruzou os braços, esperando uma explicação dos dois.
— P-p-pergunte para esse Hentai. — Amu gaguejou olhando para Ikuto, ele apenas desviou o olhar e bocejou sem nem sequer dar uma explicação para a irmã.
Utau saiu pela porta rindo pelos corredores provavelmente deve ter pensado coisas erradas sobre eles. Ikuto parecia confuso ainda olhava pela porta onde a loira havia passado a alguns segundos.
— O que foi Ikuto? — Amu perguntava preocupada, ele estava se recuperando da queda que teve pois havia batido a cabeça no guarda-roupa.
— Porque Utau não tentou fazer nada contra você? — Ikuto perguntou passando a mão em sua cabeça ainda dolorida pela queda.
— Você acha que ela iria esperar por você para sempre? Ela já tem namorado, ela não te contou não? — Ela ria sem nem perceber que era o proprio caso. Ikuto agarrou Amu para perto do seu corpo deixando-a impedida de sair. — I-I-Ikuto pare... — Amu corada susurrava perto do ouvido dele.
— Então, com quem a Utau está namorando? — Ikuto mordeu a orelha dela abraçando ela mais forte.
— C-c-com meu amigo o ex-jack da época que eu era guardiã, o Kukai. — Amu tentava se soltar de Ikuto. — Porque? Está com ciumes? — Amu ria descontroladamente.
— Não mesmo, pelo menos agora podemos terminar o que estavamos fazendo ontem. — Ikuto sorria maliciosamente e tocou seus lábios nos de Amu fazendo ela ficar mais vermelha.
— Ikuto, sai daqui ! Eu vou me trocar. — Amu conseguiu se soltar de Ikuto e jogou nele a pequena almofada mandando ele sair.
Amu pov.
Ikuto me beijou? Porque ele faz isso comigo? Dói tanto! Ele é tão volúvel que qualquer uma que passar ele provavelmente me esquecerá rapidamente, apaixone-se por mim ame só a mim esqueça qual mulher que for, se não assim não serei capaz de viver sem você comigo seja só meu e fique aqui, te esperei por tantos e tantos anos.
Ikuto pov.
A Amu e tão delicada e tão fragil que parece um anjinho. Ela estava tão vermelha e tão perfeita que fui incapaz de me controlar quero tanto ela junto a mim, porque não possuia ela logo de uma vez? Queria que ela me amasse também, eu a esperei por tantos anos que eu poderia me matar a qualquer momento.
Normal pov.
Utau havia ido para escritorio trabalhar deixando os dois sozinhos em casa. Um garoto pervertido-apaixonado, e uma inocente-apaixonada sozinhos...?
Amu preparava o café mesmo sem saber cozinhar quase nada ovos fritos era sua especialidade, ela arrumava a mesa mais rapido possivel e chamar Ikuto para tomar o café da manhã.
— I-Ikuto o café está pronto desça logo. — Amu bateu na porta e rapidamente foi levada pela cintura para dentro do quarto.
— Não quero café vou pular para sobremesa mesmo. — Ikuto beijava e mordia o pescoço de Amu sobre a cama ela estava mais vermelha que o normal, (se é que pode) se pudesse permanecia ali para sempre aos beijos e agarros com Ikuto mas não poderia deixar de pensar que ela poderia se machucar. As coisas estavam ficando muito quentes ali, Ikuto passava a mão em sua barriga por baixo de sua blusa e a beijava deslizando suas mãos em suas coxas e pernas, ela gemia e queria manda-ló parar mas seu auto controle não era forte.
— I-I-Ikuto p-pare... — Amu susurrava baixinho, ele havia percebido o modo que estavam ali ele não conseguia mais se controlar seu era tão grande a vontade e queria ter ela só pra si. Ikuto soltou Amu rapidamente e desceu as escadas deixando Amu imóvel em sua cama de olhos fechados e corada.
— Estarei te esperando lá embaixo Amu. — Ikuto disse friamente sem olhar aos olhos da garota.
Atrás dele ela o acompanhava e sentou na cadeira na sua frente, tomavam o café da manhã calados Amu até queria tocar em algum assunto mas Ikuto parecia pertubado com algo...
Ikuto pov.
Idiota idiota idiota! Ela parece ainda tão inocente você é uma babaca Ikuto! Você quer que ela se assuste e se afaste? Você não seria capaz de sobreviver sem ela do seu lado idiota ela já faz parte de todo o você, você a ama mais do que a sua vida e a si próprio.
Normal pov.
Amu não estava mais com fome tomou apenas um suco e se levantou da mesa indo em direção ao seu quarto, botou os fones no ouvido e ligou o som ao máximo nada melhor que uma ótima musica para péssimo dia. Mesmo tão fechada gostaria de ficar com Ikuto o dia todo, por ser tão fechada ela havia pegado tanto medo de se aproximar e se machucar, que queria se afastar mas já não conseguia Amu já havia virado completamente dependente de Ikuto para viver.
A tarde passava e nenhum deles se comunicava, cada um no seu quarto não desceram nem se quer 1 minuto com medo de se encontrarem. Ikuto tinha medo muito medo que Amu estivesse brava e se afastasse dele.
— Eu esperei anos e anos por ela, não vou desistir com certeza ela será só minha não me importo se ela me odiar, nunca irei sair do lado dela. — Ikuto falava baixinho para que Amu não escutasse pois seu quarto e do lado do dela.
Amu batia as pernas na cama e jogava almofadas na parede ela estava impaciente, carente, precisando de Ikuto mas medo de se machucar falavamais alto dentro dela.
Ikuto se preocupava cada vez mais com Amu de tantos ruidos saindo do quarto dela, ele correu para o quarto de Amu ela estava chorando tanto que os olhos estavam vermelhos. Ela odiava ficar sozinha por muito tempo tinha medo de solidão, desde que ele foi embora. Ikuto a abraçou e beijou, ela ficava mais calma cada vez mais que ele a abraçava.
— O que aconteceu? Você está chorando! Não se preocupe por favor, eu estou aqui com você. — Ikuto enxugava as lágrimas que caiam, ele deitou Amu junto a si e continuava a abraça-lá até que ela adormecesse em seus braços.
Ikuto pov.
Tão quentinha, tão perfeita que se eu pudesse ficava assim o tempo todo. Meu amor por ela é tão grande que nem mesmo ela pode imaginar.
Amu em meus braços, dormia tão calma com leve sorriso e suas bochechas vermelhas.
Continua...
Notas finais
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