Memórias Impagáveis.
3 Capítulo 3 - Medo por trás da solidão.
Notas iniciais
Amu pov.
Seus braços e pernas envolvia quase todo meu corpo, me deixando totalmente imóvel e bastante corada. Não que eu sentia "apenas" vergonha de estar agarrada a ele, e pelo simples fato que eu...que eu... estava muito mais apaixonada por Ikuto do que antes.
Ele dormia bem próximo ao meu rosto que eu sentia sua leve respiração, ele dormia tão serenamente que peguei no sono novamente.
Normal pov.
Amu pela primeira vez em dias não acordava com Ikuto ao seu lado, ela arrumou gentilmente o quarto e encontrou um bilhete na escrivaninha.
" Amu eu e Utau passaremos o dia fora e voltaremos só a noite, ela esta ocupada com o escritório e com a gravação das musicas. E Eu com as aula de música poderia se virar sozinha hoje? Beijos até anoite..."
Amu dobrou o bilhete e jogou ao lixo da cozinha e foi preparar o seu café. Ficar sozinha em casa não era um atrativo muito bom, ela havia de entrar na faculdade apenas o ano que vem e não tinha nenhum trabalho a vista ainda. Mesmo só e livre de afazeres ela se sentia um pouco ruim, Amu odiava ficar sozinha por muito tempo pois há 5 anos atrás, quando Ikuto foi muito repentino para ela. Ver Ikuto desaparecer e aparecer como mágica era de costume como se fosse rotina, mas por anos ela não achava nada de normal e sim... um grande choque para ela. Naquele tempo, Amu se dividia entre seu atual grande amigo Tadase e Ikuto, seus sentimentos eram tão novos que mal conseguia distinguir, depois que ele foi embora o coração dela sentiu um grande aperto e um espaço imenso de vazio e mal sabia o porque daquilo.
O dia de Amu passava como uma eternidade, a garota já estava ficando aflita de solidão se remexia pela cama tentando ao menos cochilar por alguns minutos até que alguém chegasse, não obteve nenhum sucesso. Ela se levantava e caminhava pela casa várias e várias vezes dando pequenas voltas entre a sala e a cozinha, Amu já estava ficando atordoada e com medo, escutava vozes e alguns barulhos saindo por todos os lados da casa, seguia-os aflita com o coração nas mãos.
A garota ficava com ainda mais medo a cada segundo, ouvia as "tal" vozes que chamavam pelo seu nome. Eram vozes masculinas bem parecidas com a de Ikuto, Tadase, Kukai, Kairi...
Amu atordoada correu as escadas mais rapido possível para seu quarto, batendo sua cabeça na parede ao lado a porta. A pancada foi tão grande que ela desmaiou e escorria sangue por toda a sua cabeça e no carpete.
— Cheguei! Amu você já esta dormindo? — Ikuto chamava pela garota subindo as escadas em direção ao quarto dela. Ao ve-lá ao chão desmaiada com sangue escorrendo, a pegou rapidamente e levou para o hospital sem pensar em nada a não ser, na garota de cabelo rosa que tanto amava e se preocupava.
— Hum...? Onde... estou? — Amu acordou sonolenta com Ikuto dormindo ao seu lado fazendo-a corar violentamente. Médico de Amu entrou na sala para dar diágnostico e a alta, Ikuto acordou com leve barulho da porta. Ao perceber que Amu já estava acordada lhe fez milhões de perguntas.
— Amu? Você já esta bem? O que aconteceu? Me conte. — Ikuto aflito e atordoado fazia inumeras perguntas para a garota.
— Ela já está bem, deveria estar correndo e bateu a cabeça em algo muito forte. — O tal medico respondeu as inumeras pergunta dele de uma só vez. Amu se agarrou em Ikuto fortemente, ela já estava bem calma e feliz por te-ló ao seu lado. Ele fazia este efeito a ela, talvez seja pelo seu amor pelo garoto, ela já havia se tornado totalmente dependente dele desde do primeiro dia que o viu. Só não se conformava por um orgulho bobo.
— Bonito Amu, deixando as pessoas BASTANTE preocupadas. — Utau estava escorada no arco da porta e feliz ao ve-lá bem, fazendo Amu corar e se soltar de Ikuto rapidamente. Ela soltou uma pequena risada e levantou-se, pois já havia ganhado alta do hospital.
Ikuto a carregava no colo do hospital até o carro e do carro até em casa, e de casa até seu quarto. Ele estava tão preocupado e aflito que nem se quer, deixava-a sozinha por nem se quer 1 minuto.
— Ikuto, eu sei me cuidar sozinha sabia? — Amu estava deitada ao lado de Ikuto em sua cama, como uma flor ele a segurava. Frágil, delicada e sensível.
— Diz isso para o corte em sua cabeça então. — Ikuto agarrou Amu contra o seu peito e estrelaçou suas pernas nas dela, para que ela não se movimentasse e dormisse em seus braços. Ikuto despreocupado porém cansado também adormeceu rapidamente também.
Amu acordara novamente sozinha com outro bilhete encima da comoda, dizendo o mesmo que o outro. Amu tentou sair na rua para que não houvesse o mesmo epsódio novamente, ela realmente tinha um certo "trauma" pelo menos isso ela se conformava. Todos os seus amigos, como eram férias, estavam todos viajando para visitar seus familiares. Não adiantava, Amu sentia a mesma coisa novamente e voltou para casa, tentou cochilar, comer, ouvir musica, mas nada. Tentou ficar calma por um tempo até começar ouvir as estranhas vozes, ouvia pequenos barulhos, até lá estava ainda um pouco calma até que um copo cai da mesa, Amu se assustou pra caramba e desmaiou no tapete da sala batendo seu corpo de leve na quina so sofá.
— AMU! — Gritou Ikuto ao ver Amu no chão novamente. Pegou ela em seus braços e colocou-a de leve no sofá.
— Ah... Oi Ikuto — Amu ainda sonolenta passava a mão em sua cabeça dolorida.
— Amu o que está acontecendo com você? — Ikuto preocupado ajudava Amu se levantar. — Logo logo terá um problema! Me conte os problemas por favor.
Amu pov.
— Não, eu estou otima. — Menti, não queria preocupar Ikuto ainda mais. Ele parecia chegar tão cansado do trabalho! Eu só traria problemas contando toda a verdade a ele.
— Descanse então por favor! — Ikuto me levou até minha cama e me beijou corei rapidamente e adormeci ali, em seus braços.
Normal pov.
Já havia acontecido pela 5 vez naquela semana Amu desmaiar de uma hora para outra, pelo menos era o que eles pensavam. Insistiam para que ela contasse para eles, mas ela sorria falsamente e trocava de assunto o mais rápido possivel.
Naquele dia aconteceu na mesma hora que Ikuto chegou em casa, Amu desmaiou em sua frente quase batendo a cabeça no espelho da sala. Ele exigia explicações, já não era normal acontecer isso todos os dias que ela ficava sozinha.
— Amu me conte! Eu exijo. Isso não é normal você sabe! Não queria resolver as coisas tudo sozinha por favor. — Ikuto implorava para que ela contasse, sem mais forças para mentir e dizer que estava tudo bem, ela desabou em seus braços e chorou.
— M-me desculpe! Só por favor, não me deixe mais sozinha em casa! Me leve com você sejá lá o que for só...não...me...deixe. — Amu implorava e chorava aos braços de Ikuto. Ele o abraçou e a beijou com ternura.
— Não, nunca mais. — Ikuto sorriu normalmente e levou-a para seu quarto sem desgrudar os seus lábios que pareciam mortos de vontade pelos de Amu.
Ikuto por cima de Amu, segurava sua cintura e beijava gentilmente seu pescoço, Amu a essas alturas estava totalmente vermelha ela poderia ter pedir para que ele parasse, mas a vontade de te-ló só pra si fez que ela se calasse.
Amu pov.
Ikuto continuava a me torturar com beijos, mordidas e chupões em todas as partes do meu corpo, algumas partes ficaram roxas mas nem me importava, se fosse ele o dono daquelas marcas. Eu poderia empurra-ló encima de mim o mais rapido possível, mas meu sentimento tão grande por ele falou mais alto. Parti para cima dele lhe dando varios beijos em seu pescoço e ombros, mas Ikuto me dominou novamente me beijando, sua língua pedia parar explorar eu cedi rapidamente, suas mãos me envolveram ainda mais perto dele ao ponto de escutar sua respiração e coração. Sua mão deslizava pelas minhas pernas e barriga até chegar aos meus seios, ele arrancou minha blusa que mal pude ver eu estava dominada por aqueles olhos cor sáfira perfeitos.
Ikuto pov.
Aqueles olhos cor de mel me encantavam fazendo que eu me rendesse para eles, eu queria explorar todo aquele corpo perfeito que tanto esperei, estava quase a possuí-ló.
Amu não parecia estar se sentindo bem seu rosto estava vermelho muito vermelho mesmo, seu corpo estava mais quente do que o normal ela estava com febre.
— Amu... Você está quente demais e vermelha! Está com febre ou gripada me espere eu já volto. — Me soltei de Amu e olhei ao seus olhos que me olhavam atenciosamente, por mais que eu queria ter ela só para mim aquela noite, sua saúde estava tão pessima quanto a minha alguns anos atrás.
Voltei com um pano molhado ao quarto dela, ela dormia tão perfeitamente me aproximei dela e a beijei levemente. Coloquei o pano molhado em sua cabeça e me aninhei junto a ela na cama, mexia em seu longo cabelo rosa até que eu caisse no sono por completo.
Em seus olhos pude perceber, que o mundo que eu procurava estava ali dentro...
Continua...
Notas finais
Pelo menos espero que sim.
Comentem erros, criticas, elogios o que for, pois me ajuda demais.
Fale com o autor