Medo de Amar - Brutinha - Segunda temporada.

60 Entrando em trabalho de parto.


Notas iniciais
Booooooooooooooa tarde meus amores! Olha quem apareceu 0// Sentiram minha falta?! Antes que eu me esqueça, quero desejar a mãe de todas vocês um feliz dia das mães, tudo de bom para elas ♥♥ Ah, sobre o capítulo, tentei falar o máximo possível sobre o momento mais não sei se me sair bem, como já disse antes, sou muito leiga quando se trata de gravidez e.e

Narrando: Fatinha

O casamento da Ju corria muito bem, ela chegou ao altar com um sorriso imenso nos lábios, o Gil sorria do mesmo jeito, era tanta felicidade que eles não sabiam como conter, o Olavo “entregou” a Ju pro Gil e foi pro lado da Marta.

O padre começou as falas do casamento e eu senti mais uma contração, e me contorci, trincando os dentes.

– Amor, ta tudo bem? – Bruno disse no pé do meu ouvido.

– Contração amor. – Respondi baixo.

– Qual foi o tempo do intervalo? – Ele perguntou acariciando minha barriga, olhei pro relógio e respondi.

– 25 minutos amor.

– Você não acha melhor irmos pro hospital?

– Não Brunito, é o casamento da sua irmã, você precisa ficar aqui. – Levei a mão até minha barriga, a acariciando também. – Meus amores, agüentem mais um pouco, daqui a pouco o casamento da tia de vocês acaba.

– Você tem certeza loira? Se não der para agüentar, pelo amor de Deus me fale. – Bruno me puxou ainda mais pra perto.

– Ta tudo bem, agora fica quieto. – Disse voltando a atenção para Ju e Gil.

Eles já estavam na parte do “Eu aceito” quando eu senti novamente outra contração, mais forte e mais intensa, e não pude deixar de dar um pequeno gemido.

– Fatinha, ta tudo bem? – Marta que estava próxima de nós ouviu.

– Ta sim. – Disse olhando pra Ju que sorria tão concentrada no momento que não havia escutado nada.

– Amor, dessa vez veio mais rápido, qual tempo? – Bruno perguntou.

– 15 minutos. – Respondi olhando pra minha barriga. – Henrique e Isadora, esperem o casamento da tia Ju chegar ao fim. – Sussurrei para minha barriga.

– Contrações Fatinha? – Marta se aproximou de mim mais um pouco. – Por que você não disse que já tinha começado?

– É o casamento da Ju, nada pode estragar. – Respondi como se não fosse obvio.

– Meu Deus, você ta brincando com coisa seria. – Marta me repreendeu.

– Marta, por favor é o casamento da sua filha, eu não quero atrapalhar nada e nem criar tumulto. – Coloquei a mão na barriga, ela estava bastante endurecida.

– Querida, qual quer coisa avisa por favor. – Ela acariciou minha barriga e voltou ao lado do Olavo.

– Tudo bem Marta. – Respondi voltando a atenção para Ju. Eles já estavam trocando as alianças, e eu soltei um suspiro aliviado.

– Os noivos podem se beijar! – O padre disse e Gil envolveu Ju pela cintura e a beijou ternamente e todos aplaudimos.

– Ae Ju! Agora somos as três casadas! – Lia abraçou a amiga que derramava lagrimas de emoção.

– Parabéns maninha, e Gil, cuida dela hein! – Bruno disse e abraçou a Ju e depois o Gil.

– Pode deixar Bruno, vou cuidar muito bem dela. – Gil a abraçou por trás.

– Ei Fatinha, vai me dar um abraço não?! – Ju falou e eu sorri, caminhando devagar até ela. – O que houve? – Ela perguntou preocupada.

– Parabéns amiga! – A abracei, em meio ao abraço senti outra contração, e dessa vez dei um pequeno grito.

– Meu Deus, o que foi Fatinha?! – Ela se afastou um pouco e o Bruno me apoiou com os braços.

– Calma amor, respira, qual o tempo?

– 10 minutos Bruno. – Disse sentindo os olhos encherem de lagrimas. – Meu Deus, que dor, com a Mel foi diferente! – Disse com os dentes trincados.

– O que ta acontecendo?! – Ju bateu o pé no chão.

– Seus sobrinhos resolveram que queriam lhe presentear com o nascimento deles.

– O QUE?! – Ju gritou chamando a atenção de quem estava próximo. – Meu Deus, que presente!! – Ela se aproximou de mim pondo a mão na minha barriga.

– Amor, vamos pro hospital, 10 minutos é muito pouco tempo.

– Vamos, mais antes liga para a medica pra ver se ela esta de plantão. – Respondi.

– Enquanto isso senta aqui. – Bruno me ajudou a sentar. – E Ju, vai atender os convidados que querem falar contigo.

– Ta bom. – Ela se virou, puxando o Gil para falar com os convidados.

– Alô? Dra° Silvia? – Bruno disse. – É o Bruno, marido da Fatinha, ela ta entrando em trabalho de parto. – Se calou por uns instantes. – Ta bom, estamos indo pra ai. – Se calou novamente. – São de 10 minutos e estão bastante intensas. – Me olhou. – Ta bom, estamos indo.

– E ai? – Perguntei.

– Ela ta indo pro hospital. – Bruno me ajudou a levantar. – Pai você pode nos levar? – Pediu pro Olavo que assentiu na mesma hora. – Mel você quer vir conosco?

– Quero sim, quero ta lá pra ver meus irmãozinhos. – Mel sorria totalmente feliz.

– Mãe, e você?

– Eu vou, claro que vou. – Ela respondeu de imediato.

– Ju! – Bruno a chamou.

– Nós estamos indo pro hospital, mais fica aqui e curti a sua festa de casamento, quando eles nascerem eu ligo dando noticia. – Eu disse.

– Não, eu quero ir. – Ela fez bico.

– Jujuba, fica aí, é o seu casamento, eu vou ficar mal se você sair daqui agor... – Não consegui terminar a frase, senti outra contração.

– Meu Deus, vamos logo! – Marta disse. – Filha fica ai, qual quer coisa nós ligamos. – Marta abraçou a Ju e saiu na frente com a Mel, e Bruno e Olavo me ajudaram a sair da igreja, me ajudaram a entrar no carro, Bruno foi na frente com o Olavo, e Mel e Marta atrás.

– Mamãe, ta doendo muito? – Mel me olhou meio assustada.

– Ta sim meu amor. – Disse respirando fundo.

– Comigo foi assim também? Eu fiz você sentir muita dor?

– Não meu amor, você foi mais tranqüila, ta doendo tanto por que são dois querendo sair. – Disse encostando a cabeça no vidro do carro e acariciando a barriga.

– Maninhos, vão com calma. – Ela disse acariciando minha barriga também. – Não machuquem a mamãe. – Ela falou bem próxima a minha barriga e eu senti outra contração. – Caramba, a barriga ficou mais dura! – Ela disse assustada, e eu não pude deixar de rir.

– Aí, socorro. – Disse em meio a risada. – Bruno o tempo diminuiu, são 8 minutos agora.

– Agüenta mais um pouco, estamos chegando. – Olavo respondeu.

– Ta. – Respirei fundo novamente.

Logo chegamos ao hospital e eu fui colocada numa maca para ser levada pro quarto, a maca era elevada de forma que eu ficasse meio sentada, cheguei no quarto e a Silvia, minha obstetra, já estava lá.

Notas finais
Gente, comentem ta? Por favor não só leiam o capítulo, digam o que estão achando, ta? Mais tarde tem outro! Xoxo ♥.♥