Notas iniciais
Razões do meu viver! Quanto tempo! Cara, tava ficando louca já, 12 dias e o Nyah fora do ar, pode isso? Que saudade de vocês! Sentiram saudades da Lê?! Uuhauhsa Gente, noticia ruim para você as, vou finalizar a fic em breve, mais não desanimem, to pensando em escrever outra, uma amiga pediu que eu fizesse uma JuDrigo, eu até tentei, porém não tive ideias, daí pensei em fazer outra BruTinha mesmo, me deem a opinião de vocês, ta?! Se vocês preferirem JuDrigo, eu vou me esforçar, e vou conseguir (: Bom, chega de papo né?! Vamos ler 0/

Narrando: Bruno

– Oi Maria de Fátima. – A dra° disse ao ver a Fatinha entrando no quarto.

– Oi. – Ela respondeu respirando fundo.

– E ai, qual tempo do intervalo das contrações? – A Silvia perguntou.

– 8 minutos. – Eu respondi.

– Me deixa checar a dilatação. – A dra° falou indo em direção a Fatinha, que respirava fundo, e assim ela fez com o auxilio de uma enfermeira. – Esta com 8 de dilatação, Fatinha, eu quero que você relaxe o máximo que conseguir, Bruno, como é a sua primeira vez acompanhando o nascimento do seus filhos eu vou lhe pedir que ajude a Fatinha no que ela precisar, e tende a acalmar, ok? – Ela disse com calma.

– Tudo bem, vou ficar aqui com ela.

– Ótimo, Fatinha, relaxe e guarde suas energias, você vai precisar, afinal são dois. – Ela sorriu. – Quando vocês precisarem de qual quer coisa chamem a enfermeira, ela me avisara quando chegar a hora.

– Tudo bem Silvia. – Disse me aproximando da Fatinha deitada na cama, a dra° sorriu e saiu do quarto nos deixando a sós. – Ta nervosa amor?

– E como estou, nervosa e ansiosa, quero ver o rostinho dos meus tesouros. – Ela disse com um sorriso bobo nos lábios.

– Eu to nervoso também, nunca presenciei uma coisa assim, com certeza vai ser o momento mais emocionante da minha vida. – Disse e lhe dei um beijo na testa. – Obrigado por me proporcionar um momento assim meu amor.

– Obrigada por estar comigo, me fazendo feliz e completa. – Ela disse e eu lhe selei.

– Agora tenta descansar, por que como a medica disse, você vai precisar de força e energia, afinal são dois. – Disse afagando seus cabelos.

A porta do quarto começou a se abrir devagar e nós olhamos em direção a mesma esperando para ver quem entraria.

– Posso entrar? – Era a Mel.

– Claro, vem cá princesa. – A chamei, e ela correu pros meus braços, a peguei no colo e coloquei sentada ao lado da Fatinha.

– Ta chegando a hora dos meus irmãozinhos chegarem. – Ela tinha um sorriso bobo nos lábios.

– Pois é meu amor, quando nós imaginaríamos estar vivendo um momento desses? – Fatinha disse. – Até 1 ano atrás seu papai era um belo adormecido. – Ela deu de ombros rindo.

– Nunca eu ia imaginar isso, nem nos meus melhores sonhos. – Mel sorriu e levou a mão de leve a barriga da Fatinha. – Caramba, como ta dura! – Fez cara de espanto. – Ta doendo muito mamãe?

– Só as vezes meu amor. – Sorriu.

– Filhota, nós precisamos deixar sua mãe descansar. – Disse e ela fez bico. – Que tal você fazer cafuné nela pra ela tirar um cochilo? – Disse e ela voltou a sorrir.

Mel se acomodou bem pertinho da Fatinha e começou a afagar os cabelos dela, que caiu no sono após alguns minutos de carinhos.

Após a Fatinha dormir, tirei a Mel da cama, que deu um beijo no topo da cabeça da mãe, e a levei para ficar com os avos.

– Cadê a Fatinha? – Meu pai perguntou.

– Tirou um cochilo após uma certa mocinha fazer cafuné nela. – Brinquei com os cabelos da Mel. – Liguem pra Ju e digam a ela que daqui a pouco o parto vai acontecer, mais é para ela continuar na festa. E vocês, se possível, vão em casa trocar essas roupas. – Disse.

– Tudo bem meu filho, nós vamos e voltamos logo, antes dos bebês nascerem.

– Vão sem pressa, eu to aqui com a Fatinha.

– Papai, cuida da minha mãe e dos meus bebês viu? – Mel disse e eu lhe dei um beijo no topo da cabeça.

– Pode deixar meu amor. – A abracei. – Vou voltar pro quarto.

– Ta filho, boa sorte para vocês, já voltamos. – Minha mãe me abraçou e eu voltei pro quarto.

A minha loira dormia tranquilamente, seus lábios formavam um pequeno sorriso, sua barriga estava mais baixa e mais endurecida. Me sentei na poltrona ao lado da cama.

15 minutos a Fatinha acordou fazendo careta.

– O que foi amor?! – Me levantei da poltrona num pulo.

– Preciso fazer xixi, acho que esta na hora. – Ela disse e eu ri nervoso.

– Serio? Ta sentindo dor? – Lhe dei um beijo na testa. – Vou chamar uma enfermeira pra checar.

– Ta bem.

Assim eu fiz, chamei a enfermeira, e junto com ela veio a dra° Silvia, ela checou a dilatação da Fatinha.

– 10 cm, ta na hora. – A dra° disse. – Fatinha, você sabe o que fazer né? Respeite as vontades do seu corpo, se sentir vontade de empurrar, empurre, se sentir vontade de gritar, grite, ok?

– Tudo bem. – Fatinha parecia mais calma que eu.

– Enfermeira, a leve para sala de parto, já chego lá. – A Dra° saiu do quarto.

A enfermeira chamou um enfermeiro, e pediu que eu o ajudasse a por a Fatinha na maca para a levar pra sala de parto, e assim eu fiz. E fomos encaminhados para sala de parto, chegando lá, a dra° já nos esperava.

– Maria, o que você ta sentindo? – A medida perguntou após a Fatinha ser acomodada na cama para o parto.

– Desconforto e vontade de empurrar. – Ela disse trincando os dentes e colocando força.

– Respira fundo, inspira pelo nariz e expira pela boca. – A medida falou. – Bruno, repita com ela.

– Ta bem. – Disse e assim fiz, dei a mão a Fatinha e começamos a fazer aquilo.

A medida se posicionou entre as pernas da Fatinha, e a auxiliou a fazer força quando sentisse vontade, e assim ela fazia, sempre com meu auxilio, alguns minutos depois dela repetir aquele gesto a medida disse que o bebe estava “coroando” e então ela continuou, só que dessa vez pondo mais força, alguns minutos depois a Fatinha repetir aquilo, sempre com minha ajuda e auxilio da dra°, escutamos um choro ecoar pela sala.

– A princesa de vocês nasceu. – A dra° disse entregando a pequena para a enfermeira. – Fatinha, segura essa emoção para ver sua princesa, o seu príncipe ainda precisa nascer, ok? – A dra° disse sorrindo.

– Tudo bem. – Ela respirou fundo. – Mais não estou sentindo vontade de empurrar ainda. – Ela disse e eu tirei alguns fios de cabelos da testa dela.

– É normal, quando sentir vontade, empurre. – A medica disse e se virou para a enfermeira, que cuidava da nossa Isadora, que chorava um pouco ainda. – Bruno, vem aqui. – Ela me chamou, e assim eu fiz.

– Oi coisinha linda do papai. – Disse ao ver a pequena nos braços da enfermeira. – Daqui a pouco a mamãe vai pegar você e seu irmãozinho no colo. – Disse passando o dedo levemente pelo rostinho dela.

– Quer pegar ela papai? – A enfermeira perguntou e eu olhei pra Fatinha, que sorria.

– Ainda não, vou pega-la junto com a Fatinha. – Disse e voltei a atenção para minha loira. – Ela é linda, loirinha como você. – Disse.

A Isadora tinha fios loiros e os olhos negros como os meus, os cabelos dela eram loiros como os da Fatinha e não cor de mel.

A Fatinha começou a sentir vontade de empurrar novamente, e eu me aproximei dela, a ajudando como da primeira vez, tudo se repetiu da mesma forma, a medica auxiliava, e a Fatinha obedecia, com a minha ajuda , 5 minutos a medica anunciou o nascimento do bebê, porem sua feição de feliz mudou para preocupada ao pegar o bebê nos braços.

– O que foi?! – Perguntei ao perceber. – Porque ele não chorou? – Respondi.

– Bruno, calma. – A medica disse. – Espera um minuto. – Ela se virou para a enfermeira, que estava com o bebê nos braços.

Foram longos minutos de espera, elas conversaram e depois a medica nos voltou a atenção.

– O coração dele parou durante o parto da Isadora. – A dra° disse apreensiva.

– O que?! – A Fatinha meio que gritou, fazendo força para se levantar, mais caiu deitada novamente. – Como assim?! Você disse que não havia nenhum problema com os bebês!

– E não tinha Maria, estava tudo bem nas ultrassons, os bebês estavam ótimos, eu não sei explicar o que aconteceu. – A dra° disse com calma. – O coraçãozinho dele parou de bater.

– Não! Não! – Fatinha disse em meio as lagrimas. Eu não conseguia falar nada, olhava para a enfermeira de costas mexendo no bebê.

Um silencio tomou conta do ambiente, os procedimentos pós-parto foram feitos enquanto a Fatinha segurava nossa pequena Isadora nos braços, a menina inocente não sabia de nada, apenas nos olhava quieta. As lagrimas rolavam pelo rosto da Fatinha e pelo meu também. Aquele havia sido um dos momentos mais felizes e mais tristes da minha vida. A Fatinha foi levada para o quarto após derem banho nela, eu estava sem chão, ainda não havia ido na sala de espera ver a Mel e os meus pais. No quarto havia dois berçinhos, um com forro rosa, e outro azul, no rosa se encontrava a Isadora, dormindo tranquilamente, a Fatinha estava deitada na cama, com o olhar distante.

– Por que isso aconteceu Bruno? – Ela disse por fim, eu estava ao seu lado, afagando seus cabelos, foi a sua primeira palavra desde que saiu da sala de parto.

– Eu não sei. – Disse baixo. – Isso não podia ter acontecido.

– Por que meu Deus?! – Ela olhou pro teto, como se falasse com Ele.

– Meu amor, pode parecer meio idiota o que eu vou dizer, mais nós temos que focar na Isadora e na Mel agora, elas vão precisar de nós, principalmente a Isadora, com o tempo esse sentimento de perda vai ser preenchido. – Eu disse e ela esboçou um pequeno sorriso.

– Com você ao meu lado vai ser mais fácil. – Ela disse e eu lhe dei um beijo no alto da cabeça.

– Eu vou estar junto contigo para sempre, na alegria e na tristeza. – Eu disse.

– Eu te amo, e amo as nossas filhas, e vou focar nelas agora. – Ela suspirou, encostando a cabeça no travesseiro e relaxando o corpo.

Notas finais
Tão querendo me matar né?! kkk Com toda razão, fui má, e sem coração, mas... Enfim, não deixem de comentar, digam que estavam com saudade de mim, digam que me amam! kkkk Enfim, vejo vocês no próximo, beijo ♥