Medo de Amar - Brutinha
28 Finalmente chegou a hora..
Notas iniciais
Tava um sol lindo, forte, ótimo pra pegar um bronzeado, o resto do povo foi todinho pra água e eu fiquei na areia deitada virada pro mar, de camisa e biquíni.
O Bruno saiu da água e veio ficar comigo.
– Você num vai pra água loira? – Ele sentou do meu lado pingando água em mim.
– Não moreno. – Ele tava jogando água em mim de propósito. – Bruno, você ta me molhando.
– Opa, foi mal. – Ele sorriu cínico.
– Ta. – Ele continuou a jogar água em mim. – Bruno. – Me sentei. – Você esta me molhando.
– Espera que eu vou resolver seu problema. – Ele me pegou no colo.
– Bruno, me coloca no chão. – Falei autoritária, ele me levou pra água. – Não Bruno, minha camisa, Bruno!
– Ah loira, a camisa não é problema. – Ele entrou com tudo na água.
– Bruno! – Me debate, ele ria.
– Relaxa. – Ele me pôs na água e me abraçou. – Linda.
– Nem vem. – O empurrei. – Você me trouxe a força pra água. – Fiz bico e virei de costas.
– Ah minha loira. – Ele me puxou pela cintura e me beijou. – Linda. – Ele disse parando o beijo.
– Lindo. – Sorri.
– Deixa eu fazer uma coisa contigo?
– O que?
– Você confia em mim né? – Fiz que sim com a cabeça. – Vem. – Ele me deitou na água.
– Bruno. – Falei tremula.
– Calma, confia em mim e relaxa. – Ele estava com as mãos nas minhas costas. – Fecha os olhos. – Obedeci.
Ele me pôs pra boiar, foi deixando a água me levar lentamente e indo junto comigo, quando percebi suas mãos não estavam mais nas minhas costas mas ele estava do meu lado me observando enquanto eu boiava livre pelo mar.
– Não é ótima essa sensação? – Ele falou quando abri os olhos.
– É incrível. – Sorri, ele me puxou pra perto e me abraçou.
– Eu te amo minha loira linda. – Ele falou e eu sorri. – Linda e gostosa. – Ele falou quase num sussurro e eu sorri envergonhada agora.
O tempo de repente virou, o céu começou a nublar, o sol sumiu completamente.
– Bruno, vamos sair do mar, ta fazendo frio. – Falei batendo o queixo.
Só foi eu falar e começou a chover fortíssimo.
– Espera. – Ele me puxou pela cintura quando eu ia sair correndo do mar. – Dizem que beijar na chuva é romântico. – Ele me deu um beijão, cheio de desejo.
A chuva estava muito grossa, depois de um tempo nos beijando saímos do mar rindo e correndo pra pegar nossas coisas, os outros tinham corrido pro carro assim que começou a chover.
Chegamos ao carro do Bruno.
– Moreno, vem cá. – Falei puxando ele e o encostando na porta do carro, lhe dei um beijão.
– Nossa! – Ele falou ofegante. – Vamos sair dessa chuva. – Entrou no carro e eu também.
Ele dirigiu até o meu prédio enquanto ouvíamos musica e cantávamos feitos loucos, eu estava feliz, o moreno me fazia tão bem.
Saímos do carro correndo e entramos no prédio rindo.
– Olha só sua louca, estamos encharcados.
– Culpa tua. – Falei entrando em casa.
O Bruno tava todo molhado, chegava pingava, eu também claro. Fui direto pro armário pegar uma toalha pra ele se secar.
– Tomar amor, se enxuga pra não pegar um resfriado. – Ele tava se enxugando com roupa e tudo. – Tira essa roupa molhada amor.
– Tirar? – Ele olhou assustado.
– É, se você não tirar num vai adiantar nada se enxugar né. – Ele tirou a camisa e a bermuda ficando só de sunga.
Meu Deus do céu, que Deuso é esse na minha frente.
– Tira essa camisa você também amor. – Eu tava com a minha camisa abotoada, á tirei ficando apenas de biquíni. – Nossa, que isso hein. – Dei risada. – Que corpão em moça.
– Bobo. – Sorri envergonhada. – Se enxuga moreno, pra num pegar um resfriado.
– Ta mamãe. – Lhe dei língua e fui pra cozinha colocar as roupas no cesto de roupa suja.
– Vou fazer algo pra comermos, to com fome.
– Eu também loira. – Eram 17hrs já.
Fiz arroz e carne frita pra nós dois, depois ficamos no sofá namorando do jeito que estávamos.
Estávamos nos beijando loucamente, a mão do Bruno percorria o meu corpo só de biquíni, nos beijávamos cada vez mais intensamente.
Me levantei e o puxei na direção do meu quarto e ele me olhou assustado.
– Tem certeza? – Ele perguntou.
– Vem. – O puxei pra dentro do quarto e voltamos a nos beijar, ele me deitou lentamente na cama, ele parece que tava inseguro do que fazer, eu só tinha certeza de uma coisa, se não fosse agora não seria nunca. Ficamos nos beijando por um tempo, eu me virei e fiquei por cima dele, sua mão percorria minhas costas, seu dedo parou no nó da parte de cima do biquíni.
– Posso? – Ele perguntou cuidadoso e eu fiz que sim com a cabeça, logo ele desatou o nó e tirou a parte de cima do meu biquíni encarando meus seios.
– Eu confio em você. – Sussurrei em seu ouvido e sorri.
– Eu te amo. – Ele sorriu e se virou ficando por cima de mim.
A mão dele acariciava meus seios fazendo eu me arrepiar por inteiro, sua boca percorria meu pescoço carinhosamente, o Bruno me deixava louca, eu sentia que poderia confiar nele.
Os beijos foram esquentando e logo estávamos nus, completamente nus.
– Você é ainda mais linda desse jeito. – Ele falou e eu sorri super envergonhada.
Ele não demorou muito e logo começou a penetrar em mim, apesar de não ser mais virgem no começo doeu um pouco mais depois fui me acostumando, ele começou bem devagar e conforme ia ficando melhor ele ia aumentando a freqüência dos movimentos.
Eu gemia e chama pelo seu nome quando ele aumentava a velocidade, ele dava gemidos roucos o que me levava á loucura.
– Ah Bruno! – Gemia um tanto alto e ele sorria satisfeito
Quando chegamos ao ponto máximo do prazer o Bruno deitou-se ofegante do meu lado.
– Eu te amo. – Ele falou sorrindo.
– Eu te amo também. – Foi a primeira vez que eu o disse ‘eu te amo’.
Adormecemos abraçados, nem ligamos pro fato de estarmos molhados ainda da praia, dormimos.
Acordei na era tarde da madrugada, estava sentindo muito frio.
– Bruno. – O sacudi.
– Oi loira. – Ele falou sonolento e sorrindo.
– Eu to com frio. – Mesmo com o calor do corpo dele, estava quase batendo o queixo.
– Vesti uma roupa. – Ele se sentou e eu me levantei. – Você é ainda mais linda assim. – Ele sorriu e eu fiquei envergonhada.
Peguei uma camisola e corri pro banheiro, tomei um banho rápido e voltei pra cama, o Bruno estava com a sunga da praia.
– Ta com frio não moreno? – Perguntei me deitando do lado dele de novo.
– Um pouco. – Ele passou o braço em volta de mim. – Vem aqui. – Deitamos de novo, dessa vez nos enrolamos, estava fazendo frio demais.
Não demorou muito pra eu pegar no sono de novo, acordei já era 10 pras 6hrs.
Me levantei, tomei banho, coloquei o uniforme do colégio, deixei um bilhete pro Bruno caso ele acorda-se e fui na casa dele buscar as coisas da faculdade dele e uma roupa.
– Fatinha? – Ju perguntou sonolenta, certamente tinha acordado ela.
– Julinda. – Entrei. – Vim pegar uma roupa pro teu irmão e as coisas da .. – Parei a frase quando percebi que o Gil estava só de cueca saindo do quarto da Ju. – Você dormiram juntos? – Ju sorriu envergonhada e Gil fez que sim com a cabeça.
– Não conta nada pro Bruno ainda. – Ela falou envergonhada.
– Ta. – Prolonguei a palavra e fui pro quarto do Bruno, peguei as coisas dele e voltei pra sala. – Bom vou indo, Ju no colégio tenho que te contar algo.
– Até imagino o que seja. – Ela sorriu e eu sorri envergonhada.
– Tchau! – Sai batendo a porta.
Entrei no meu AP e o moreno ainda tava dormindo, eram 6hrs30 agora. Deixei as coisas dele lá no quarto e fui fazer café da manhã pra nós dois.
Fiz uma mesa de café da manhã tipo aquelas de hotel, tava distraída quando senti os braços do Bruno em envolver.
– Bom dia minha loira gostosa. – Ele falou beijando meu pescoço. – Uau, você que fez isso?
– Uhum. – Sorri. – Especialmente pra você. – Virei e lhe dei um selinho.
– Tenho que ir lá em casa pegar minhas coisas da facul.. – O interrompi.
– Ta tudo lá no meu quarto, fui lá buscar pra você. – Sorri.
– Você é a melhor namorada do mundo. – Ele me abraçou e me girou no ar.
– Ta, agora vai tomar banho pra tomarmos o café da manhã que eu fiz.
– Ta. – Ele me soltou entrou no banheiro.
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