Medo de Amar - Brutinha

29 Consequências..


Notas iniciais
Ooooi babys, já viram que o contador de acesso ( não sei como falar) já foi incluído? Pois é, eu vi isso hoje e.e Fiquei muito feliz com a quantidade de comentários do ultimo capítulo, posso falar que vocês são as melhores? Éé, cês são as melhores, sério mesmo.

O Bruno me deixou no colégio as 7hrs em ponto.

– JUUU! – Já cheguei gritando.

– Aconteceu. – Ela falou envergonhada.

– Você perdeu? – Sorri animada.

– Uhum – Ela tava toda envergonhada.

– Ain amiga! – A abracei.

– E tu? O que tinha pra me contar? – Ela perguntou sorrindo.

– Aconteceu. – Dei de ombros e sorri envergonhada.

– O que aconteceu? – Lia chegou.

– Ju e Gil. – Falei.

– Fatinha e Bruno. – Ju falou ao mesmo tempo que eu.

– Hã? – Lia perguntou confusa.

– A Ju e o Gil ‘dormiram’ juntos. – Falei entre aspas.

– AAH Ju! – Lia a abraçou. – Parabéns amiga.

– A Fatinha e o Bruno tiveram a primeira vez deles também. – Ju falou quase num sussurro e eu sorri envergonhada.

– Fatinha! – Lia me abraçou e Ju veio junto também. – Tenho uma coisa pra conta também. – Lia sorriu.

– Você também? – Perguntei e ela fez que sim com a cabeça.

– Nós três no mesmo dia? – Ju falou animada.

– Olha que química a nossa. – Entramos no colégio abraçadas e rindo.

A aula passou tão devagar, minha cabeça começou a doer e eu quase desmaiei no banheiro, deve ter sido minha pressão que caiu.

O diretor me deixou ir pra casa por conta da minha dor de cabeça, cheguei em casa troquei de roupa, me deitei e me enrolei toda, estava sentindo frio agora, e minha garganta e meu corpo começou a doer.

Quando a tarde estava caindo escutei batidas na porta e despertei.

– Fatinha! – Era o Bruno, me levantei devagar e abrir a porta.

– Oi moreno. – Sorri fraco.

– Ju me disse que você foi liberada do colégio mais cedo por que estava se sentindo mal.

– Foi, acho que a pressão baixou um pouco. – Caminhei de volta pra cama.

– Será que é só isso? – Ele sentou do meu lado na cama e pôs a mão na minha testa. – Meu Deus, minha loira, você esta queimando em febre.

– Que nada amor, é só uma febrinha. – Falei simples.

– Não é, ta muito alta, por aqui tem termômetro? – Apontei pra gaveta no criado-mudo.

Ele pegou o termômetro e mediu minha febre.

– Loira ta muito alta. – É realmente estava alta demais.

– Relaxa daqui á pouco passa.

– Deve ter sido aquela chuva ontem. – Ele falou se deitando e me puxando pra perto de se.

– Deve ter sido. – Me aconcheguei em seus braços.

– Vou ficar aqui contigo até mais tarde. – Ele falou fazendo carinho nos meus cabelos.

Eu adormeci logo, logo, estava me sentindo muito mal, meu corpo tava todinho doendo, minha garganta tava ruim, deveria ser gripe por conta da chuva que tomei ontem.

Acordei e a Ju estavam na sala.

– Ju? – Falei sonolenta saindo do quarto.

– Fatinha. – Ela sorriu. – Ta melhor?

– Não, minha cabeça ta doendo. – Olhei pro fogão e tinha algo no fogo. – O que você ta tentando fazer ai?

– Uma sopa pra você.

– Ta conseguindo? – Falei irônica.

– Eu sei fazer algumas coisas, ta? – Eu ri.

– Cadê moreno? – Perguntei deitando no sofá.

– Foi comprar remédio de febre pra você e pegar umas roupas dele lá em casa, ele disse que vai ficar aqui enquanto você ta doente.

– Mais e você?

– Gil vai dormir comigo esses dias, já acertei tudo com ele. – Sorriu.

– Se aproveitando que o moreno vai dormir aqui né? – Sorri maliciosa e o Bruno abriu a porta.

– Eu o que ai? — Ele disse.

– Nada. – Ju falou assustada e eu ri fraco.

– Minha loira. – Ele caminhou até a mim e me deu um selinho.

– Moreno. – Sorri fraco.

– Como você ta? – Ele se sentou do meu lado e pôs a mão na minha testa. – A febre não ta abaixando Ju, to ficando preocupado.

– Relaxa moreno, é só uma gripe.

– Assim espero. – Ele tirou o remédio do saco e pegou um copo d’água. – Toma esse remédio.

– Ta. – Prolonguei a palavra tomei o remédio que era ruim, era muito amargo, eu fiz careta. – É ruim. – Coloquei a língua pra fora fazendo careta.

– É muito bom, quando a Ju ficava com febre eu dava a ela e passava. – Ele me deu um beijo na testa.

– Sua sopa ta ficando pronta Fat. – Ju falou e Bruno riu.

– Você ta fazendo uma sopa pra Fatinha? Capaz dela ficar mais doente, isso sim.

– Bruno! – Ela deu um soco no braço dele. – Eu sei fazer sopa.

Eles foram pra cozinha pro Bruno provar a sopa e eu peguei no sono no sofá.

Acordei já eram 18hrs.

Ju tinha ido embora e o Bruno tava sentado no chão encostado no sofá estudando, tampei os olhos dele.

– Minha loira. – Ele tirou minha mão e se ajoelhou ficando de frente pra mim.

– Moreno. – Lhe dei um selinho.

– Sua febre baixou. – Ele colocou a mão na minha testa. – ta com fome? – Fiz que não com a cabeça. – Mais vai comer, nem que eu tenha que te dar na boca, eu ri.

– Na boca?

– É, a sopa que a Ju fez ta até gostosa. – Ele se levantou e pôs um pouco no prato. – Abre a boca. – Ele se sentou no sofá.

Ele me deu a sopa todinha na boca, e eu vou confessar, eu gostei de ser mimada assim pelo Bruno, era muito bom, depois deixei o estudar e fui ver um pouco de TV.

Comecei a sentir falta de ar e dores nos pulmões mais não comentei nada com o Bruno, ele percebeu que eu estava respirando forte demais.

– Loira ta tudo bem? – Ele se virou pra mim e eu fiz que sim com a cabeça. – Você ta respirando forte demais amor.

– To bem. – Forcei um sorriso.

– Ta mesmo? – Ele pôs a mão na minha testa. – Você ta ardendo em febre de novo, acho melhor levar você ao medico amor

– Não precisa. Só é uma gripe. – Me levantei pra ir no banheiro e vi tudo ficar escuro.

Notas finais
Bom amores, é só isso. Por favor, comentem, se der favoritem, e recomendem também, ajuda.