Notas iniciais
Oooi minhas princesas, tudo bem com vocês? Comigo ta tudo otimo, ultimo capítulo teve monte de comentários e varias visualizações. Quero falar uma coisa pros leitores fantasmas: Por favor apareçam, comentem, eu sei que vocês existem, e ficaria mais feliz ainda se comenta-sem, serio.

Acordei e estava no hospital, com uma marcara de oxigênio, e um tubo abaixo do meu seio direito, com soro na veia. Abri o olho e tinha duas enfermeiras no quarto.

– Ela acordou. – Uma comentou com a outra.

– Vou chamar a Dra. – Ela saiu do quarto e logo voltou com a medica.

– Oi Maria de Fátima. – Ela falou simpática.

– Oi. – Sorri fraco.

– Como é que você esta se sentindo?

– Desconfortável. – Falei me referindo á agulha e ao tubo.

– Você ta fraca e precisa de soro, e o tubo, bem você precisou fazer drenagem no pulmão.

– Por quê? – Perguntei confusa.

– Seu pulmão tava formando pus, o caso é grave, mais não foi preciso cirurgia ainda, só a drenagem.

– Por quê? O que eu tenho nos pulmões? – Estava confusa.

– Você esta com pneumonia num caso avançado.

– Pneumonia?

– Sim, você pegou uma bactéria, creio eu que foi por causa da chuva que você tomou.

– Cadê o Bruno?

– O Bruno esta lá fora com a Juliana e a Lia. – Ela disse. – E eu sou a doutora Raquel, a mãe da Lia.

– Mãe da Lia? – Olhei confusa. – A Lia nunca falou da mãe.

– Ela não gosta muito desse assunto. – Ela desviou o olhar. – Vou chamar o Bruno e elas pra te verem. – Eu sorri e ela saiu junto com as enfermeiras.

Minutos depois Bruno, Ju e Lia entraram.

– Meu amor. – Bruno caminhou até a cama e me deu um selinho.

– Oi moreno. – Sorri. – Lia, por que nunca falou da sua mãe? – Olhei pra Lia.

– Ela te falou que era minha mãe? – Fiz que sim com a cabeça. – Longa historia, conto depois. – Concordei com a cabeça.

– Loira como você ta? – Bruno tava fazendo carinho nos meus cabelos.

– To melhor agora moreno. – Sorri. – Que dia é hoje?

– Quarta de manhã. – Ju respondeu.

– Vocês estão perdendo aula?

– O Mathias nos liberou pra vim te ver. – A mesma respondeu.

– Ah. – Olhei pro Bruno. – Como vim parar aqui?

– Sua pressão baixou e você desmaiou, tive que te trazer pra cá.

– Ah, quando vou ter alta?

– Quando seu quadro estiver melhor loira, mas, fica tranqüila, vou ficar aqui contigo. – Ele me deu um beijo na testa e eu sorri.

3 dias depois recebi alta por que os meus pulmões pararam de produzir pus, eu estava tomando bastante antibióticos e outro remédios, e tinha que ficar de repouso, e blá, blá, blá.

Bruno tinha me levado pra casa dele, tava ficando lá com ele e a Ju, nem pro colégio eu podia ir ainda, tava dando febre ainda.

– Loira? – Bruno falou sentando na cama.

– Hum?

– Tava dormindo foi? – Ele perguntou.

– Não. – Me sentei.

– Ta se sentindo bem? – Fiz que sim com a cabeça.

– Você ta se saindo super bem, sabia?

– Em que? – Ele perguntou confuso.

– Melhor namorado que você não existe. – Lhe dei um selinho e levantei.

Tava me sentindo bastante fraca, fui na cozinha pegar meus remédios e vê se consigo comer algo, claro eu estava totalmente sem fome, mais teria que comer mesmo assim se não voltaria pro soro.

– Fatinha. – Ju entrou na cozinha enquanto eu lutava pra engolir todos aqueles comprimidos.

– Ta difícil aqui. – Fiz bico e ela riu da minha situação.

Tomei o remédio e fui me deitar no sofá, meu corpo tava dolorido, a cabeça pesada e eu estava sentindo muito frio, ás vezes sentia calor, mais o frio era insuportável, e olha que estava fazendo sol.

Bruno entrou na sala e me viu deitada toda encolhida.

– Loira que foi? – Ele se sentou do meu lado e pôs a mão na minha testa. – Meu amor, você ta ardendo em febre.

– Não é pra tanto amor, é só uma febrinha. – Falei tentando ser otimista, mais eu tava me sentindo muito mal de verdade, tava com dificuldade pra respirar.

– Você ta sentindo alguma coisa amor? Você ta pálida.

– To sentindo um pouco de falta de ar. – Falei com dificuldade.

– Ju corre aqui! – Bruno chamou Ju preocupado.

– Oi maninho. – Ela falou saindo do quarto. – Caraca, por que a Fat ta pálida assim? – Ela perguntou se ajoelhando na minha frente.

– Ela disse que ta com falta de ar.

– Bruno, melhor levar ela pro hospital.

– Pega lá nos documentos dela e minha carteira Ju. – Ele falou me pegando no colo, estava fraca demais pra reagir e queria poupar o pouco de ar que eu tava conseguindo.

Ju desceu e fomos pro hospital, quando cheguei lá a Dra° Raquel me examinou e mandou que as enfermeiras aplicassem alguma coisa na minha veia, não consegui escutar o resto.

Só me lembro dela dizendo que o caso estava se agravando, daí eu apaguei.

Notas finais
Vish, a Fat ficou doente por conta da chuva que ela tomou #MelhorasFat! Comentem hein!