Maybe I'm Amazed
4 Capítulo 4
Notas iniciais
E esse capítulo vai honrar, finalmente, o "lemon" marcado ali em cima, muaha. Ops.
Aproveitem :)
p.s. desculpem pelos erros, não revisei o texto jdsf
O beijo se prolongou por alguns estantes. John foi pego em tamanha surpresa que não conseguiu fechar os olhos, que estavam arregalados. Os lábios do detetive eram macios, e logo Sherlock tentava empurrar sua língua para dentro da boca de John, que logo abriu-a, brigando com a língua do moreno por espaço.
John sentiu o detetive querendo se aproximar de seu corpo, já com uma mão em suas costas, e de repente separou seus lábios da boca do outro, tentando recuperar o fôlego.
- O que foi, John? Fiz algo errado? — perguntou o moreno, aflito.
- Não, nada errado. Não se preocupe. É só que... é diferente, sabe? Eu nunca tive nenhum tipo de contato íntimo com um h-homem antes... Não sei o que fazer. — respondeu Watson, da melhor forma possível, tentando não magoar Sherlock.
- Ah... ok. E eu aqui sem experiência nenhuma, querendo fazer tudo depressa demais. Uhm, ok. Eu acho que vou indo então, John. — novamente o moreno disse o nome de Watson daquele jeito que só ele conseguia, como um miado. O loiro derreteu-se na hora.
- Não! — exclamou, e levantou depressa, puxando a manga de Sherlock. — Fique. Nós teremos que começar de algum jeito, certo? — ainda não era o que John realmente queria dizer. Tomou coragem e recomeçou a falar: — Durma aqui hoje, comigo.
- O que está sugerindo, senhor Watson? — perguntou Sherlock, maliciosamente.
- Oh! — o loiro corou, não acreditando no que o amigo dissera. — Eu... eu quis d-dizer... não foi isso o que eu quis d-dizer... apenas pedi para d-dormir aqui... Oh. — John enrolou-se, todo envergonhado.
Holmes jogou a cabeça para trás e gargalhou, até sentir o estômago doer. John apenas olhava para o parceiro, deliciando-se com aquela risada que o levava ao paraíso, fazia-o esquecer de tudo, apenas lembrando da existência dos dois, ali em seu quarto, sozinhos, com os sentimentos jogados em cartas brancas.
- Tudo bem, então. — o detetive parara de rir de repente, lembrando John que eles ainda estavam no início, que eles estarem sozinhos ali não adiantaria de nada, eles teriam que esperar para irem aos "finalmentes". John mal sabia o que aguardava-o. — Irei pegar algumas coisas minhas, e já retorno. — O detetive selou os lábios do loiro novamente, se virou e saiu.
Watson sentou-se na cama, pensando em tudo o que tinha acontecido desde que Karen saíra. John nunca sentira-se mais feliz por ter um encontro falho. Lembrou do primeiro beijo dado pelo detetive. Macio, no começo, ficando bruto quando os dois se separaram. Ele queria mais, mas não queria assustar o detetive. Todas aquelas desculpas de que ele nunca tivera um contato íntimo com outro homem e não sabia como proceder eram todas, bem... apenas desculpas. Há tempos John fantasiava com momentos íntimos com o amigo, mas nunca tivera coragem de botá-los em palavras. Era sua oportunidade, mas como o loiro mesmo sabia, ele era ótimo em desperdiçar oportunidades.
- Voltei. — anunciou Sherlock, com uma muda de roupa limpa nos braços, e que braços, e sua escova de dente na mão. O moreno depositou suas coisas no criado-mudo livre do lado direito da cama de John, deitando-se no colchão macio e puxando uma coberta sobre si.
Não disse mais nada, apenas puxou o outro com um braço, fazendo com que ele se deitasse ao seu lado, e deu-lhe mais um beijo. Um beijo dado de repente, irregular, sem começo nem meio, e que nenhum dos dois queria que tivesse um final. Mas sentiam que o momento da pausa para pegar oxigênio chegara, e ambos sentaram-se na cama, puxando o ar sofregamente para dentro.
- Bom, acho que agora deveríamos dormir. Já passa das 2h da madrugada... — Disse John, deitando-se novamente e se ajeitando no travesseiro. Sherlock fez o mesmo, chegando mais perto do loiro para abraçá-lo. Este sentiu algo cutucando seu quadril, e ficou vermelho instantaneamente. Sentiu a ereção de Sherlock novamente o cutucando. O beijo também deixara o doutor excitado, mas não àquele ponto.
- John — sussurrou o parceiro, com uma voz rouca, no ouvido do loiro — eu preciso de você... agora. — a voz e o hálito quente do detetive eram demais para qualquer um aguentar. O loiro sentiu um calor conhecido tomar conta de seu pênis, que logo ficou no mesmo estado que o do moreno, precisando de um alívio.
Sherlock puxou a coberta, jogando-a no chão, e subiu em cima de John, que estava estourando de excitação. Então eles começaram a se beijar louca e fortemente, espasmos tomando conta do corpo dos dois, enquanto o detetive se mexia incontrolavelmente sobre o quadril do outro, fazendo com que esse ficasse ainda mais excitado.
John tateou o peito do detetive, parando nos mamilos, acariciando-os, e então lambendo e mordiscando-os, enquanto gemidos curtos e roucos escapavam da boca de Sherlock. O loiro, enquanto cuidava do peito do mais alto com a boca, ia levando suas mãos até a calça de Sherlock, puxando-a e liberando sua nada pequena e pulsante ereção. Sem pensar duas vezes, John enlaçou o pênis do amigo, passando o dedo médio na ponta, e então fazendo movimentos pequenos de vai e vem, aumentando a velocidade a cada gemido do detetive, que se contorcia de prazer em seu colo.
Enquanto cuidava da ereção do parceiro com as mãos, levou a boca até o rosto de Sherlock, mordendo seu queixo, passando para o lábio inferior, depois para a orelha. Enquanto isso o detetive não parava de soltar seus gemido que deixavam John ainda mais excitado, se é que isso era possível. Shelock levou as mãos até a parte de trás do loiro, primeiro massageando com movimentos irregulares. John soltou um gemido baixo, mas que levou o moreno a loucura.
- John! Mais r-rápido, John! — Sherlock gemia deliciosamente no ouvido do loiro, que obedeceu o parceiro prontamente. Espasmos mais fortes e incontroláveis tomavam conta do corpo do moreno, que gritou o nome de John uma última vez, bem no momento em que gozava.
- Agora é sua vez, doutor. — Sherlock sussurrou para o doutor, com algum gemidos retantes, o que levou o doutor ao paraíso. — Mas eu queria saber, John... se posso experimentar uma coisa, que há tempos queria fazer com você... — Sherlock fez uma cara de cachorro caído da mudança que ninguém poderia rejeitar.
- Tudo bem, faça o que quiser. Só te peço que faça logo, por favor! — John exclamou, já não aguentando-se de tesão.
Sherlock não disse mais nada, apenas ia conduzindo John a fazer o que ele queria. Se moveu até ficar atrás de doutor, que pelas indicações do moreno, estava sentado. O detetive se posicionou atrás de John, colocando as mãos em sua cintura, levantando o loiro, fazendo com que este ficasse apoiado nos joelhos e mãos.
John, percebendo as intenções do parceiro, e aprovando, tentou relaxar ao máximo para facilitar a entrada do detetive, que já introduzia um de seus dedos no orifício quente do loiro, que gemia em resposta. Logo Sherlock atreveu-se a colocar o segundo dedo, fazendo movimentos curtos e leves. Sentiu que uma nova ereção viria, causada principalmente pelos gemidos e pela visão que tinha de John, de quatro a sua frente, esperando sua investida.
O moreno retirou os dedos, sentindo liberdade para dessa vez introduzir seu pênis, já ereto novamente. Primeiro massageou a entrada de John, para então introduzir levemente apenas uma pequena parte de seu membro, ficando assim por alguns minutos, para o loiro poder se acostumar com a invasão. Logo Sherlock havia introduzido metade, enquanto levava sua mão livre ao membro ereto de John, massageando-o.
Depois de toda essa preparação, o moreno começou a fazer movimentos leves de vai e vem, fazendo John gemer palavras ininteligíveis, de vez em quando gritando o nome do parceiro. Sherlock também sentia um prazer imensurável. Atendendo os pedidos de John, aumentou a velocidade, dando estocadas regulares no membro de John, enquanto movimentava-se com seu próprio membro dentro do loiro. Os dois sentiam que o clímax estava perto, gemendo cada vez mais, chegando a gritar algumas vezes.
E então uma explosão de prazer máximo aconteceu dentro dos dois, ao mesmo tempo, escurecendo suas visões e pensamentos. Aconteceu ali mesmo, dentro de John, que gemia em resposta ao seu próprio êxtase. Sherlock desabou sobre John, que apenas conseguia pensar como aquilo fora bom, prazeroso ao extremo, o melhor prazer que já tinha sentido em toda sua vida.
Estavam tão cansados, sem forças nem para levantar, que dormiram ali mesmo, abraçados, como sempre sonharam.
Notas finais
Críticas, construtivas de preferência, são sempre bem-vindas!
Espero que tenham gostado.
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