Mask

4 Capítulo três


Notas iniciais
Obrigada pelos reviews queridos e por não abandonar a estória *-* HEUSHESHESHEUS. bom, o cap hoje é do tamanho normal e outro essencial para vocês finalmente conhecerem o Kurt! wee, Quero dedicar o capítulo para Thayna por me dar opiniões para pôr nesse capítulo. Boa leitura.

CAPÍTULO TRÊS

Esperei minha carona chegar, enquanto estava sentada no sofá.

Não antes de jogar o casaco daquela coisa no lixo. (Yeah, ela deixou o casaco dela aqui. Rá acho é pouco!).

E todas as vezes meu pensamento ia em direção à festa.

Eu pensava e repetia: fique calma... Ele vai notar você. Ele vai.

Não você não perdeu nada. Eu te explico o porquê fiquei pensando nisso.

Lembra do que citei sobre a promessa do meu irmão? Que queria que ele me ajudasse a conquistar um garoto? Pois é. Há dois anos eu não tiro meus olhos de Kurt. A beleza dele junto com a sua auto-estima me fascinaram de um jeito terrível.

Agora tadinha de mim... Sempre passo despercebida por ele.

Sim, isso é extremamente irritante. E sabe o quê mais?

Eu sou que nem ele: linda e popular. Agora ele dar uma de gostosão para cima de mim? É ruim heim. E o pior não é isso...

É que eu amo um desafio.

E quando o meu irmão perguntou se eu estava vestida para um garoto e eu disse que talvez, eu não mentira. Eu realmente estava vestida para um boy: o Kurt.

Porque só aquele garoto na face da terra não me notou?

Bom, ele e meu irmão. Mas irmão é irmão não é? (N/A: Será?)

Matt sabe como seduzir muito bem. Já o vi indo para cama com mais de uma menina ao mesmo tempo. Nem me pergunte como!

Mas se quero saber técnicas de sedução (mais do que já tenho) acho que ele seria ideal para isso.

Já comecei a ficar inquieta. A minha amiga já era para ter chegado há muito tempo.

Cerca de 30 minutos depois a campainha toca.

- Ah finalmente Sra.Stavro! – Falei depois de ter aberto a porta e me deparar com Mel.

- Pega leve Louie, o meu pai fez um maior drama para eu sair daquela casa.

Mel é aquela garota que eu digo que tem 3 vidas: uma dela, outra que o povo inventa e outra que o pai dela acha.

O pai dela pensa que Mel é uma santa e que nunca fez nada de errado. Às vezes dá raiva porque em comparação a ela eu que sou uma santa. E o que aquele cãozinho acha de mim? Que eu sou uma má influência para ela.

Diz se não tenho vontade de mandar ele tomar naquele canto?

- Relaxa eu entendo. Só não digo que está perdoada porque nessa sua demora me dei de cara com a Suze do Paraguai – Disse fazendo cara de nojo.

Ela riu.

- A Dice falou o quê dessa vez, Celly?

- Que nunca me notou você acredita? – Funguei.

- Isso é uma pergunta retórica? Porque se não for sinto lhe dizer, mas acredito. – Disse Mel rindo.

Amiga boa a minha.

- Ok, vamos? – Perguntei antes de dar uma resposta das boas para ela- Só mais uma coisa: Táxi ou motorista?

- Com Jeff é claro. – Falou como se fosse óbvio. – Dinheiro hoje só com bebida.

Viu que não sou a má influência?

Euri.

- Achei que você ia falar isso mesmo.

- Mas... Agora eu posso te perguntar uma coisa? – Perguntou Mel cautelosa

- Dependendo do que for...

- Você vai ficar atrás do Kurt na festa, não é?

Respirei fundo. Não adiantava esconder nada de Mel, ela sabe melhor do que eu sobre mim.

- Você sabe que sim.

- Caramba Celly, você tem que desistir desse menino! Você não sabe o quanto eu queria estar no seu querido corpo pelo fato de conseguir qualquer menino em um piscar de olhos. –Falou exasperada.

- Todos menos um.

- Essa sua idéia de desafio é horrorosa. – Falou Mel balançando sua cabeça em negação

- Ele será meu nem que eu tenha que seduzir ele das piores formas. – Disse séria.

- Merda você ta séria. E isso significa que você tem alguma coisa em mente. – Falou não como uma pergunta e sim como afirmação — Me conta.

Jeff, o motorista de Mel, buzina impaciente.

- Jeff está impaciente – Disse Mel compartilhando dos meus pensamentos – Vamos, lá no carro você me conta.

Caminhamos para o carro e lá contei tudo a ela. Menos a parte que eu vi Matt nu e que... O achei bonito, digamos de passagem.

Contei sobre a promessa e de como eu queria que aquela promessa fosse feita.

E claro, ela não aprovou, embora também não tenha ficado contra. Ela sabe que farei de tudo para agarrar Kurt.

Chegamos na casa que seria a festa e já fomos direto procurar bebida.

- Hey Mel, quem é a aniversariante? – Perguntei enquanto bebia minha Vodka, depois de ter comprado.

Ela riu.

- Sabe que nem sei?

Acompanhei os risos com ela até me deparar com ele.

Oh, meu adorado Deus.

Com cabelos desgrenhados castanhos e com uma camisa justa vermelha e uma calça jeans escura, Kurt estava sentado e envolto com um bando de vadias metidas a líderes de torcidas.

- Hm, sabe Mel, acho que vou dar uma volta.

- Resumindo: vou atrás de Kurt.

- Exato.

Ela balançou a cabeça com exasperação sacudindo seus cachos loiros de um lado para o outro.

- Vá lá então.

Saí caminhando até onde ele estava. Se eu não agarrasse esse menino, não me chamo mais Marcelly Louie.

- Oi Kurt – Falei me inclinando a ele deixando meu decote muito a vista.

- Oi – Falou sem ao menos se virar pra mim.

Ah filho da mãe. Tentei novamente.

- Quer dar uma volta? – Perguntei empurrando uma loira abusada que estava quase se sentando no colo dele.

- Não obrigado. Com licença? Estou meio ocupado.

- Ah, ta. Tudo bem. Eu também estou. Fique tranqüilo – Falei dando um sorriso torto e antes de me virar, bati de propósito no seu copo fazendo com que a bebida virasse na roupa dele.

- Filha da mãe! – Kurt gritou se levantando, derrubando as vadias que se encontrava no colo dele.

E assim, me virei com a cabeça erguida levando comigo a dignação que me restou.

Depois desse belíssimo fora, corri para o jardim e lá bebi todo o tipo de álcool que uma pessoa pudesse ser capaz de digerir.Mas não chorei. Nunca sequer pensaria em chorar por um menino. São todos canalhas. Essa é uma lei da natureza que nem Newton poderia discordar.

Depois de um tempo eu já não estava mais me agüentando. Eu ia apagar.

Mas antes de sucumbir à escuridão senti um forte par de braços me erguer e uma voz masculina sussurrar em meu ouvido:

- Vamos para casa, meu amor.

E com aquelas doces palavras, que depois viriam a ser apagadas da minha lembrança, eu apaguei.

Notas finais
Quem será que carregou Celly? Hm.
UEHUSHEUS, o 4 capítulo já está pronto (e liindo) e o 5 já está quase acabado. Mereço reviews para continuar postando? *-*
Beeijos.