Mask
5 Capítulo quatro
Notas iniciais
Bom, não sei se tem muita gente on agora, mas terei que postar porque jájá to saindo.
Esse capítulo vai ter romance e por incrível que pareça é a primeira vez que escrevo um romance já que escrevo melhor um hentai ... Então deixem suas opiniões ou me dêem alguma diquinha de fazer melhor, hihi.
O capítulo de hoje é pequeno de propósito para deixar vocês mais curiosos. MUAHAHA. :9
Boa leitura.
CAPÍTULO QUATRO
Acordei sentindo uma baita dor de cabeça. Não, dor de cabeça não: enxaqueca.
Abri meus olhos e fui capaz de distinguir as cores do meu quarto e... Meu irmão do meu lado da cama dormindo.
- Matt – Falei sacudindo ele – Acorda.
- Celly? – Perguntou esfregando os olhos.
- Quem mais seria? – Perguntei cética – E como você veio parar aqui? O que aconteceu comigo?
- Ow! Calma. Sou só um para muitas perguntas.
- Então comece do início – Falei exasperada.
-Tá! Eu explico.Bom... Eu estava com Dice já em um...
- Motel – Falei na lata
- Não! Calma, também não sou assim.
- Me explica como você é então.
- Você quer as perguntas ou que eu explique isso?
- Por Deus, termine logo!
- Eu estava no quarto dela, sabe? Eu ia te livrar da tortura.
Puta que pariu. Isso só significa que...
- Por favor, me diga que você comeu ela – Falei implorando
- Não. Eu não comi. Mas a culpa foi sua já que simplesmente bebeu de tudo na festa e fez com que eu interrompesse.
- Como você soube? – Perguntei incrédula.
- Melissa me ligou quando viu você no jardim bêbada.
Diz se eu não tenho uma sorte da peste?
- Mel te ligou e você foi me buscar, certo? – Perguntei me lembrando de ouvir uma voz masculina, mesmo sem saber o que dizia, e alguém me carregar.
- Sim e te trouxe.
- Mas porque você dormiu aqui?
- Bom... – Começou falando encabulado, passando as mãos pelo cabelo – Você pediu para eu não sair de perto de você. E assim eu não saí.
Minha nossa! Me perguntem se eu me lembro disso que direi: nem morta que ousaria dizer isso a ele.
- Você ficou – Falei incrédula. Ele nunca demonstrou nenhuma forma de carinho por mim... Até agora. Deus, o que ta acontecendo entre a gente?
- Sim, eu fiquei. – Falou ele agora fitando os meus olhos e engolindo em seco.
Naquele momento percebi que nossos rostos estavam com uma distância curtíssima, fazendo com que minha respiração ficasse acelerada e um arrepio se alastrasse em minha pele.
Senti suas mãos quentes sobre a pele do meu braço deixando-o arrepiado. Sem estar em mim, abaixei minhas pálpebras aproveitando aquele momento.
Momento? Celly! Acorda! É seu irmão e não o Kurt.
O pior... É que em algum lugar dentro de mim sabia que era o meu irmão. E já em outro... Bom. Provavelmente não sabia.
Abrindo os meus olhos, olhei, involuntariamente, os seus lábios que estavam entreabertos.
Lambi meu lábio inferior seco e fitei novamente os seus olhos que se encontravam enegrecidos. Mas... Por quê?
Senti seu rosto se aproximar cada vez mais. Sua respiração quente já se misturava com a minha...
...E aí me acordei.
Ele não é o Kurt.
Ele é seu irmão.
Como se uma água fria fosse jogada em cima do meu rosto sai do transe. Afastei o meu rosto e como por reflexo, olhei em direção ao meu corpo.
Puta merda.
Eu estava de pijama... E detalhe: não me lembro de ter trocado de roupa.
- Matt?
- Sim? – Perguntou piscando os olhos rapidamente, como se também tivesse saindo do transe, e olhou para o meu rosto confuso.
- Como... Como eu vim parar nesse pijama?
- Ah... Isso? Bom, eu meio que tirei seu vestido.
Eu corei violentamente.
- Eu.Juro.Que.Irei.Te.Matar! – Falei sibilando.
Ele gargalhou.
- Eu não vi nada do que já não tenha visto antes.
- COMO É QUE É? VOCÊ JÁ ME VIU NUA? – Gritei descontrolada.
- Hey, você também já me viu – Falou ainda rindo
- Mas foi sem querer – sibilei.
- E quem disse que eu te vi nua por querer? Eu tenho um bom gosto sabia? – Falou com deboche.
- Ah, agora você tem um bom gosto? Então aqui vai a pergunta de um milhão de reais: porque você pegou a Dice se tem um bom gosto?
Ele riu alto.
- Ciúmes, maninha?
- Você sabe que não.
- Eu sei de nada – Falou irônico, mas senti um certo desapontamento em seu olhar.
Desapontamento?
- Desapontado pela minha resposta, maninho? – Perguntei arqueando uma sobrancelha.
Surpresa perpassou em seu rosto.
- Porque estaria?
É Celly, porque ele estaria?
- Quer saber? Esquece.
- Ok...
Pausa tensa.
- Matt... – Tentei ter uma conversa civilizada de novo.
- Sim? – Perguntou agora se sentando na cama.
- Sobre a promessa...
- Ah, sim. Ia lhe perguntar agora: o quê é exatamente essa promessa?
Como uma cobra prestes a dar o bote, eu retruquei maliciosa:
- Me ajudar a seduzir um garoto.
Notas finais
AAAH. Mas no próximo capítulo as coisas esqueentam! :99
Que os jogos da sedução comecem!
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