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8 Chapter Seven ― O Elo que nos Une (+18)
Notas iniciais
Chapter seven
O Elo que nos Une.

A história que vos contei outrora, não fora a última de Elsa e Jack. Espero que não fiquem confusos quanto á data de cada acontecimento. Disse outrora que não contaria em ordem cronológica não seria levada em consideração.
Embora seja difícil de acreditar, como os humanos mesmo dizem, a ordem do fator, não altera o resultado. Digo sobre a impossibilidade de tal frase, pois ela me parece bastante apropriada a se dizer agora, com a próxima história que irei vos relatar.
Tenho como prova a História de Elsa e Jack DunBroch Frost. A prova de que amor e desejo, dependendo da ordem com que são colocados, podem sim alterar o resultado.
• • •
Londres, Inglaterra ― Século XX (1935).
O relógio marcava exatamente cinco de uma tarde de Agosto quando encontrei Elsa. A garota estava usando um vestido azul claro antigo e longo e limpava a janela de vidro de uma enorme mansão.
A casa estava em silêncio total e a jovem cantarolava baixo uma canção de ninar quando ouviu seu nome ecoar pelas paredes de madeira da enorme casa. Reconhecera a voz de sua patroa e engoliu em seco.
Deixando os utensílios de limpeza no lugar onde estavam correu para encontrar Elinor, a mulher para quem trabalhava. Respirou fundo ao chegar à enorme porta do escritório dela espiando suas vestes para ver se estavam de acordo.
Passou rapidamente as mãos sobre os cabelos platinados e suspirou antes de bater três vezes na porta. Ouviu um “entre” abafado, mas firme e assim o fez. Ao adentrar na enorme sala seus olhos se moveram para a figura severa que se encontrava sentada em uma mesa no fundo da sala.
― Sente-se, Alberich. ― Ralhou séria apoiando o queixo sobre as mãos unidas e indicando com os olhos à cadeira a sua frente.
Elsa engoliu em seco. Elinor tinha a fama de ser uma mulher extremamente controladora e severa, basicamente a soberana da casa dos Frost. E a loira tinha que admitir, ela fazia jus a sua fama.
Dona de enormes – mas enormes mesmo— cabelos negros, pincelados com alguns fios brancos, Elinor Frost DunBroch tinha a voz forte e mandona bem como a expressão de severidade digna de uma governanta.
Descendente de um clã escocês ela sem dúvidas era a mulher mais assustadora de toda Londres. E bem, Elsa estava diante dela agora, rezando para que não a condenasse por algo que nem sequer sabia ter feito.
― Queria falar com você já faz alguns dias. Agora que estamos aqui, serei direta.
Elsa engoliu em seco, afirmando lentamente com a cabeça. Elinor suspirou e levantou-se da mesa andando pelo escritório, rondando a moça.
Até eu começava a temer aquela mulher.
― Tenho-lhe uma proposta a fazer. Além de trabalhar para mim, trabalhará para meu filho do meio, Jack.
Aquilo fora uma surpresa e tanto para Elsa e para mim. A loira esperava até mesmo um mandato de demissão, e não uma proposta tão tentadora. Bem ela podia encarar aquilo como uma promoção certo?
Eu não esperava ouvir o nome de Jack tão cedo.
Mas tinha algo errado. Jack Frost morava naquela casa. De uma maneira ou de outra apesar de tê-lo visto somente duas ou três vezes, ele morava ali e de certa forma ela trabalhava para ele mesmo que indiretamente.
― But... Senhora Elinor, por qual motivo deverei trabalhar para ele? Quero dizer, ele já não mora aqui? Mesmo que raramente o veja, limpo seu quarto às vezes então...
― Não é esse tipo de serviço que meu filho deseja. ― Cortou-a. Elsa ficou confusa. ― Meu filho deseja uma amásia.
A loira arregalou os olhos. Suas mãos suaram frio e ela sentiu suas pernas fraquejarem por baixo do longo vestido que usava. Ela seria uma... Concubina?
A história do concubinato me era bastante conhecida. Por eras vi as mulheres de todo mundo sendo obrigadas a servirem de escravas sexuais para homens ricos e cheios de poder.
Fato:
Eu não conseguia aceitar que Jack se tornara um desses homens.
― Don't you worry, apesar de tudo, seu salário será aumentado em porcentagem. Não se preocupe. ― Elinor apressou-se em dizer quando Elsa demonstrou confusão.
― I am so sorry, mas eu não- Começou, mas Elinor a cortou.
― You do not understand, Elsa. Você não entendeu.― Disse unindo as mãos rente ao corpo e andando em direção à loira. ― Não estou lhe dando a opção de escolher. Você trabalha para mim e para minha família e tem de seguir nossas ordens.
Elsa segurava ao máximo as lagrimas que ameaçavam rolar de seus olhos. Ela não conseguia entender o que estava acontecendo. Não podia nem sequer contestar, precisava sustentar sua irmã mais nova e só tinha aquele emprego.
Dizer não para Elinor não era uma opção. Ninguém dizia não a ela. Nesse momento a loira só tinha uma escolha: aceitar.
― Você começa amanhã. ― Sentou-se novamente e começando a olhar alguns papéis.
Elsa apenas afirmou com a cabeça, entendendo que aquele era um sinal para sair da sala. Então o fez. Quando fechou à porta atrás de si, e sentiu suas pernas fraquejarem.
Com as costas apoiadas na superfície de madeira ela sabia que aquele era seu único apoio. Apoiou uma das mãos sobre o peito e apertou o pano que cobria seu colo. Fechou os olhos com força já sentindo as lágrimas começarem a rolar.
Precisava sair dali o mais rápido possível.
Passando correndo pelo jardim dos fundos da casa dos Frost, ignorando os gritos de protesto de alguns outros funcionários que ali trabalhavam, Elsa chegou ao pequeno casebre que tinha por ali, onde dividia o espaço com algumas empregadas com quem trabalhava.
Abriu a porta e rapidamente entrou batendo-a com força em seguida. Com as costas apoiadas sobre ela, lentamente sentiu suas pernas fraquejarem obrigando- a se sentar.
Abraçou os joelhos e escondendo a cabeça entre eles chorou como nunca antes. Era tão injusto. A sua vida inteira trabalhara naquela casa para sustentar sua irmã mais nova a jovem Anna, aguentando a indelicadeza de Elinor e seus filhos mauricinhos.
Naquela tarde descobri mais sobre Elsa. Em um desabafo para Rapunzel e Merida, ela contou sua vida. Seus pais morreram quando era jovem por volta dos deis anos, deixando-a sozinha para cuidar de Anna. Elas não tinham nenhuma família, e foram encontradas por Toothiana uma moça que as levara para um abrigo onde trabalhava.
Naquele tempo ela estudou com as voluntárias que também ensinaram sua irmã a ler e a escrever. Quando completou dezesseis anos, não era mais considerada uma criança então não pôde mais ficar no abrigo.
Teve que sustentar-se sozinha e logo o problema aumentou quando Anna também teve que ir embora. Toothiana as ajudaram por um período, mas infelizmente falecera em um acidente, deixando apenas uma velha casa para que as duas morassem.
Anna era muito jovem ainda para trabalhar tinha apenas dezoito anos então Elsa era a única que trabalhava.
Elsa estava alheia a tudo a sua volta, mas a realidade a puxara de volta de seu choro. Nem percebera quando o relógio marcou seis horas. Uma hora inteira desabafando com suas amigas, que tentaram de qualquer forma livrá-la daquele sofrimento.
Ela foi chamada por Elinor e com um abraço de despedida das amigas, subiu até o escritório onde há pouco estivera. Elinor fora curta e grossa, a levando até um pequeno quarto no corredor do andar de cima, próximo aos quartos dos herdeiros Frost.
Quando abriu a porta Elsa se viu num cômodo escuro iluminado fracamente por uma pequena lâmpada no alto teto de madeira. Era quarto pequeno com alguns armários de madeira acomodados na parede e um sofá no centro com uma mesinha.
No fundo duas portas brancas estavam fechadas. Elsa olhou para Elinor enquanto a mesma abria um dos armários e tirava de lá um conjunto de roupa.
A loira soube que aquelas seriam as roupas que vestiria enquanto concubina. Suspirou enquanto via Elinor tirar mais algumas roupas e colocava-as sobre o sofá.
Ao todo foram quatro vestidos de cores diversas e um conjunto de peças intimas.
― Escolhi os modelos que mais agradam Jack. Experimente-os e veja qual fica melhor em você. Tome um banho se vista e dê um jeito nesse rosto. No armário da esquerda tem alguns itens para se pintar. Jack quer você ás sete. Do not be late. Não se atrase.
Elinor nem ao menos dera tempo para que Elsa dissesse alguma coisa e rumou para a porta de saída. Abriu-a mais antes de se retirar virou para a loira com um olhar severo.
― Ah, porta da esquerda é o banheiro, aquele é a qual irás usar.
Elsa se limitou a sacudir a cabeça e ouviu a porta bater forte. Respirou fundo e se dirigiu até os vestidos dispostos sobre o sofá. Eram todos lindos.
Todos aparentavam ir até no máximo seus joelhos. Rosa, azul escuro, verde e vermelho. Eram as cores de cada um. Ao lado as roupas intimas brancas estavam dobradas e ela se assustou ao ver o tamanho do espartilho e da cinta. Não sabia se algo tão pequeno entraria em seu corpo.
Um saiote pequeno com rendas na barra se dispunha no braço do sofá. A calcinha de algodão sobre ele fez Elsa corar ligeiramente. Era tão pequena!
Decidiu tomar banho antes de experimentá-los. Lavou os cabelos loiros percebendo só agora que batiam na sua cintura. Conteve-se para não chorar. Era tudo que menos precisava agora.
De todos os vestidos, o azul escuro fora o que mais gostou. O tecido que ela julgava ser de seda, fez contraste com seus olhos claros e tinha uma textura maravilhosa.
Vestiu as peças intimas envergonhada, ao encontrar uma meia calça bege ali no meio. O espartilho entrou em sua cintura, mas era tão pequeno que a deixou finíssima e com dificuldades para respirar. A cinta não ajudou muito, pois a apertou mais ainda.
Colocou o vestido, vendo que o mesmo ia até um pouco acima dos joelhos deixando mais da metade de suas pernas à mostra junto com a meia calça que era tão fina que quase não aparecia.
O decote era tão vergonhosamente grande que deixava a parte do seu colo aparecer volumosamente devido ao espartilho apertado. O vale entre seus seios se ressaltava.
Penteou os cabelos deixando-os soltos. A franja era um pouco grande então a acomodou de lado destampando os olhos. Passou um pouco de cor nas pálpebras dos olhos e nas bochechas. Pintou seus lábios com um batom vermelho escuro e se olhou no espelho.
Nunca se vira tão linda. Nem tão desavergonhadamente sensual. Suspirou olhando para a mesinha no centro da sala vendo alguns vidros de perfume importados.
Deu de ombros e pegou um borrifando-o três vezes no pescoço. Olhou para o relógio de pêndulo amadeirado ao lado se um dos armários e viu que marcava dez para as sete e saiu do quarto, torcendo para que nenhum empregado estivesse fazendo hora extra.
Exceto os empregados do turno da noite, que chegavam ás sete, todos os outros saíam às seis e meia. Suspirou aliviada lembrando-se que Rapunzel prometera ficar com Anna até que ela chegasse.
Passou pelo corredor ignorando a porta do escritório de Elinor. Subiu um pequeno lance de escadas, as sapatilhas de pano em seus pés sem fazer ruído.
Cruzando a segunda sala de estar da família passou por dois corredores antes de parar na terceira porta a direita, onde era o quarto de Jack.
A porta azul se estendia intacta a sua frente. Elsa ignorou as batidas descompassadas de seu coração e deu três batidas na porta fechando os olhos e rezando para que algum milagre acontecesse e não tivesse ninguém ali.
Para sua infelicidade uma voz grave e abafada respondeu um singelo “entre” que mais lhe pareceu uma ordem. Elsa respirou fundo antes de girar as maçaneta branca e entrar.
O cômodo enorme estava escuro apenas a luz fraca da noite entrava por uma das janelas de vidro. Os olhos da moça demoraram a acostumar-se com a penumbra enquanto ela movia-os pelo quarto procurando aquele que outrora falara.
Quando pode finalmente enxergar em meio à escuridão percebeu movimentos no canto esquerdo do quarto. Um arrepio percorreu seu corpo quando fixou o olhar lá.
Parado casualmente no batente de uma das portas estavam os orbes azuis mais lindos que já vira lhe olhando fixamente como se pertencessem a um caçador. Elsa sentiu seu coração bater forte quando o viu sorrir galanteador para ela.
― Então foi você a escolhida.
O par de lábios sensuais sussurrou. O brilho de seus olhos aumentou. Elsa engoliu em seco. Não tinha mais volta.
[+18]
Elsa acenou com a cabeça antes de abaixá-la e fitar o chão, envergonhada. Estava tão nervosa, que segurava a barra de seu vestido com força. Sentia seu coração quase saltar pela boca.
Jack desapoiou-se do arco da porta e lentamente andou em sua direção. Ela deu um passo para trás sentindo a porta já em suas costas, mas ele não parou. As bochechas dela estavam vermelhas, certeza.
Quando ele estava a centímetros dela parou. Levou uma de suas mãos até o queixo dela, onde com o dedo indicador levantou a cabeça dela para que a olhasse nos olhos.
Estremeceu com o toque gelado dele. Não teve coragem de olhá-lo nos olhos, fazendo força contra seus dedos impedindo-o de olhá-la. Desse modo ela acabou olhando para o peito dele.
Ele estava usando uma camisa branca, de mangas compridas que iam até os seus cotovelos. Dois botões estavam abertos, dando a ela uma pequena visão de sua pele extremamente branca.
Ele impôs uma força maior sobre o dedo forçando-a a olhar para cima, para seus olhos. Elsa dessa vez não lutou, olhando fundo nos olhos azuis dele. Um sorrisinho pintou seus lábios ao ver as bochechas coradas da moça.
― Mamãe escolheu bem. ― Colocou uma mecha do cabelo loiro dela atrás da orelha. ― Pensei que fosse me mandar àquela ruiva.
O sorriso dele aumentou e Elsa não pode conter a repulsa, por mais belo que o homem fosse. Ele falava de Merida.
Jack pousou sua outra mão na cintura dela puxando-a até que se descorasse da porta e seus corpos estivessem juntos.
― Worried? Preocupada?― Perguntou desviando os olhos das esferas azuis de Elsa e mirando seus lábios vermelhos. Ela não respondera a sua pergunta, apenas fechou os olhos esperando o toque de seus lábios, que não tardou a vir.
Uma olhada rápida nos olhos fechados dela, e Jack cobriu a distancia selando seus lábios com volúpia. A mão que ainda permanecia no queixo de Elsa dedilhou o pescoço alvo seguindo para sua nuca, enquanto aprofundava o beijo.
Pediu passagem com a língua e Elsa concedeu involuntariamente, apenas seguindo seus instintos e acompanhando os movimentos de Jack. Sentia a língua dele explorar cada canto de sua boca e perguntava-se aquilo não era um pecado.
Sabia que se ele não a estivesse segurando firme, desabaria no chão. Nunca sequer fora beijada, tão menos naquela intensidade. Tentava ao máximo acompanhar os movimentos rápidos e precisos dele e se perguntava se estava fazendo tudo certo.
Tudo que menos precisava era que ele descobrisse que ela nunca tivera feito algo assim. Ele foi parando o beijo aos poucos ao notar a falta de ar dela, dando pequenos selinhos sobre seus lábios.
Quando se afastou, Elsa não conteve o impulso de abrir os olhos. Arrependeu-se ao ver o sorrisinho pervertido brincando nos lábios vermelhos de Jack tanto devido ao osculo quanto ao batom que ela usava.
Ele limpou o canto de seus próprios lábios com o polegar, os olhos brilhando como duas pedras preciosas bem polidas. Apoiou as duas mãos sobre a cintura dela apertando firme antes de puxá-la mais ainda pressionando os lábios sobre o pescoço alvo dela.
Elsa arfou, levando em um movimento involuntário as duas mãos até os cabelos brancos do rapaz se perguntando que sentimento era aquele que surgia em seu corpo, quase como borboletas no estomago.
Jack sorriu contra sua pele sensível arrepiando-a por inteiro. Com uma empurrada fraca ele a pressionou na porta continuando com as carícias em seu pescoço vez ou outra subindo até sua clavícula fazendo-a fechar os olhos tanto de prazer quanto de vergonha.
Elsa não sabia ao certo afirmar se ele estava sendo carinhoso ou não, afinal não tinha com o quê comparar. Mas sabia que mesmo quando parava para pensar no que estava acontecendo sentia repulsa, aquilo era bom.
Por isso resolveu não pensar. Não era fácil, mais era a única maneira de fazer aquilo. Pensava que talvez, com o tempo fosse se acostumar. O que ela não sabia era que se acostumar fosse a prejudicar futuramente.
Elsa soltou uma exclamação quando Jack subitamente desceu as mãos de sua cintura depositando-as sobre suas coxas apertando-as. Com maestria ele subira seu vestido até a metade das coxas sem que ela nem mesmo percebesse.
Depois de massagear sua coxa esquerda com a mão, dedilhou o caminho de volta para sua cintura abraçando-a e a pegando no colo. Insegura Elsa envolveu suas pernas na cintura dela com medo de cair no chão.
Jack se direcionou até a cama deitando Elsa sobre os lençóis macios beijando seus lábios com vontade. Os dedos ágeis moveram-se até o decote de seu vestido desfazendo o laço que ali estava abrindo a parte superior.
Soltou-se dos lábios de Elsa já inchados e seguiu uma trilha de beijos até seu busto coberto apenas pelo espartilho e a cinta. Bufou quando sentiu seus lábios tocarem o incomodo pano.
Sentou-se na cama puxando ela para seu colo e movendo as mãos até as suas costas onde desfez o trancado de fitas tirando-lhe a cinta e logo em seguida desabotoou o espartilho.
As bochechas de Elsa permaneciam coradas quando ele deixou-a nua da cintura para cima. Envergonhada demais para se conter, ela abraçou-o deitando-se novamente na cama e o puxando para cima dela na tentativa de não deixa-lo ver sua vergonha.
Jack sorriu contra a pele arrepiada dela e beijou-lhe o pescoço antes de descer para seus seios. Elsa suspirou pesado ao sentir a respiração quente dele atingir o vale entre seus seios.
Jack desceu uma das mãos pela lateral do corpo de Elsa enquanto com a outra jogava seu cabelo loiro para o lado dando espaço para beijar sua área sensível.
A mão atrevida dele parou em cima da intimidade coberta de Elsa onde fez uma leve fricção, mas que fez Elsa arquear as costas dando total liberdade para que ele abocanhasse um de seus seios.
A loira gemeu envergonhada, agarrando os fios do cabelo de Jack e fechando os olhos. Ele beijava seu seio e massageava o outro com a mão. Sugava e lambia como se fosse um doce do qual ele amava. Apesar de estar experimentando-o pela primeira vez.
Elsa prendia os gemidos entre os lábios sentindo seus seios rijos à disposição de Jack. Em determinado momento ele sugou o seio de Elsa com tanta força que a loira se contorceu sobre seu colo, acidentalmente provocando um toque entre sua intimidade e a ereção de Jack que já sobressaia sobre a calça.
Incapaz de conter o gemido Elsa enterrou o rosto na curva do pescoço de Jack ouvindo um grunhido escapar pela garganta do homem. Ele a deitou na cama novamente retirando sua calça e cueca deixando seu membro excitado para fora.
Elsa corou intensamente desviando os olhos daquele lugar puxando-o para si, na tentativa de fazê-lo continuar sem que percebesse a sua vergonha. Mas ele percebera é claro.
Desceu uma trilha de beijos molhados pela barriga da loira parando em sua calcinha retirando-a vagarosamente, passando pelas coxas até os pés onde a deixou na beirada da cama.
Elsa sentiu o impulso de fechar as pernas, mas se conteve. Não era a hora da síndrome da garota virgem. Sentiu novamente os lábios de Jack sobre os seus e a mão dele escorregou para sua intimidade levemente molhada.
Ele massageou seu ponto mais sensível fazendo Elsa se contorcer sob seu corpo. A loira agarrou o lençol com mão direita sentindo um formigamento na região de seu baixo ventre.
Seus gemidos foram abafados pelos lábios molhados de Jack quando ele a penetrou com um dos dedos fazendo movimentos lentos dentro dela. Elsa jamais sentira algo assim.
Sabia que suas bochechas estavam vermelhas. Entretanto o prazer era tão intenso, as sensações eram tão novas que ela limitou-se a não perceber sua vergonha. A mente dela se nublou completamente quando sentiu o formigamento se intensificar e seu corpo se preencher com espasmos fortes.
Os movimentos de Jack se intensificaram e ele soltou os lábios de Elsa deixando-a gemer enquanto a estimulava com o dedo. A intimidade da loira se contraiu em seu dedo e ele soube que ela chegaria ao ápice.
Elsa arfou a pulsação descontrolada e gemeu alto enquanto sentiu um liquido quente escorrer de sua intimidade. Suas pernas se amoleceram e a loira relaxou o corpo a respiração acelerada.
Sentiu Jack deitar sobre seu corpo e a beijar lentamente pegando seus dois braços pelo pulso e prendendo-os cada um dos lados de sua cabeça. Arregalou os olhos entre o beijo quando sentiu o membro rijo dele tocar a entrada se sua intimidade.
Fechou os olhos novamente tentando se concentrar no beijo, mas foi impossível quando o sentiu entrar lentamente dentro dela. Uma fina dor, extremamente incômoda se fez presente e ela gemeu de dor entre os lábios dele.
Quando se sentiu completamente dentro dela Jack se controlou para esperar que ela se acostumasse. Quando a ouviu respirar fundo se retirou estocando-a com força.
Elsa gemeu alto entre a dor e o prazer. Ele começou com movimentos lentos e logo a dor de Elsa fora substituída pelo prazer de tê-lo dentro de si.
Ela gemeu sobre a pele do pescoço dele enquanto ele aumentava o ritmo das estocadas, prendendo os próprios gemidos no fundo da garganta.
Elsa sentia seu corpo todo formigar. Jack a deixara em um estado tão grande de torpor que ela nem se preocupava mais com os ruídos que escapavam altos de sua boca.
Sentia a fina camada de suor no seu corpo fazendo-a grudas sua pele na de Frost. Os seios rijos pressionados contra o peito forte do homem e ela ouviu um rosnado baixo vindo do fundo da garganta dele inundar o quarto.
As estocadas continuavam fortes e Elsa já sentia novamente o seu corpo se convulsionar sob o de Jack. Aquele mesmo formigamento na região de seu baixo ventre só que dessa vez mais intenso.
E com um grito de puro prazer e êxtase Elsa explodiu mordendo o ombro esquerdo dele apreciando a sensação intensa que percorria em cada célula de seu corpo.
Mais algumas estocadas e Jack despejou seu próprio prazer misturando-se dentro de Elsa. Ele continuou sobre ela suas mãos ainda apertavam firmes os pulsos dela contra a cama.
Retirou-se de dentro dela e deitou-se ao seu lado olhando para o teto assim como ela as respirações aceleradas o prazer fluindo dentro de seus corpos.
[FIM +18]
Elsa suspirou e fechou os olhos tentando controlar as batidas de seu coração depois do ato. Não sabia o que estava sentindo ao certo; sua mente parecia implorar para que ela chorasse devido ao acontecimento.
Pedia que ela se sentisse suja por ter feito algo apenas por dinheiro... Mesmo na melhor das intenções. Sentia-se vendida. Mas mesmo assim, seu coração palpitava intensamente.
Nunca se sentira tão completa. Tão extasiada, tão... Mulher.
Sua mente estava de cabeça para baixo. Seu coração também. E ela temia sobre sua razão. Sentiu a mão fria de Jack dedilhar sua barriga e puxá-la de encontro ao seu corpo.
Jack a confundiu ainda mais, a puxando para seus braços, envolvendo-a num abraço caloroso, terno, como se ela fosse uma boneca de porcelana que quebraria em um simples toque.
Amor e desejo.
Desejo e amor.
Anos depois, ambos se descobriram apaixonados e Jack tomou-a como esposa, cobrindo-a de todo o carinho do mundo devido ao amor que sentia por ela e a culpa de tê-la feito sofrer.
Desejo e amor. Amor e desejo.
A história poderia ter sido completamente diferente, mas não fora. Pois a ordem dos fatores altera sim o resultado.
Mas mesmo com esse grande impasse na história do dois, ambos continuaram se amando.
Até as próximas vidas.
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