Mais do que se pode ver
52 Capitulo 52 - Privado e pessoal
Notas iniciais
— Mas que merda! – Rachel gritou assim que terminou de ler o e-mail, dando um soco na mesa de centro onde o notebook estava apoiado, e levantando, começando a andar pela sala de sua assistente – O que essa mulher quer dessa vez, afinal?
— Não sabemos, Rachel. Ela não tentou entrar em contato com a gente. – Artie suspirou – Ela não disse nada sobre isso quando vocês conversaram?
— Não. – a judia suspirou – Quem te mandou isso, afinal?
— John. – Marley respondeu.
— O cara do blog?
— O cara do blog. – concordou – E ele também me mandou um print com todos os e-mails pros quais a mensagem foi enviada. Ou, pelo menos, todos os que foram enviados nessa cópia dele.
— E o que podemos fazer?
— Pedir uma ordem pra que todos esses meios sejam obrigados a não divulgar essa foto. Nem inteira, nem parcialmente. E processar Jessica. – Artie falou.
— Então faça isso.
— Já fiz. Mas a ordem pode não sair a tempo.
— Como assim, não sair a tempo?
— São muitos meios, Rachel. Jornais, revistas, blogs... Até pra canal de youtube ela mandou isso. – Artie disse – Eu fiz o pedido antes de pegar o avião, está tudo encaminhado e a ordem vai sair logo. Mas o máximo que eu consigo tão rápido é a ordem pra essa lista de e-mail que o rapaz mandou pra gente.
— E daí?
— Primeiro que se ela mandou pra mais alguém, não vamos estar atingindo todos que tem a foto com essa ordem. Alguém ainda pode publicar. E...
— E?
— Temos sorte de ainda não ter saído nada. – Marley falou – John, por exemplo, tem um blog, Rachel. Se outra pessoa com um blog recebeu esse e-mail... Pode estar liberando uma matéria com ela agora mesmo.
Rachel passou a mão pelo rosto, balançando a cabeça negativamente.
— Eu realmente pensei que não existia mais nenhuma cópia dessa foto.
— Nós vamos dar um jeito nisso. – Artie garantiu.
***
Rachel se jogou no sofá de sua casa e respirou fundo, se afundando ali.
— Rach? – Quinn chamou descendo as escadas e Rachel suspirou.
— Estou aqui.
— O que houve?
— Jessica. De novo.
— O que ela fez?
— Lembra que eu te contei como ela me expos pra escola toda? Com aquela... Foto.
— Lembro
Rachel levantou e deixou Quinn sentar, apoiando a cabeça em suas pernas. Automaticamente, Quinn começou a fazer um carinho de leve nos cabelos da judia.
— Bom, ela tá querendo fazer a mesma coisa. Mas em escala nacional, dessa vez.
— Como assim?
— Ela mandou um e-mail com a foto pra... Bem, dezenas de meios de comunicação.
Quinn parou seus movimentos por um segundo, respirando fundo antes de voltar a mexer nos cabelos da noiva.
— Isso é injusto. Todo mundo vai poder ver minha noiva nua, e eu não posso.
Rachel sorriu, se virando para esconder o rosto na barriga de Quinn.
— Serio que é nisso que você tá pensando?
— Não. – Quinn riu fraco – O que eu estou pensando de verdade é em como e porque ela guardou essa foto por tanto tempo.
— Eu nem quero saber. – a judia murmurou – Eu só... Eu não queria ter que passar por isso de novo. É como estar de volta ao colegial.
— O que seu advogado tá fazendo?
— Pediu uma ordem pra que a foto não seja divulgada, mas pode ser que ela não saia a tempo.
— Então temos que resolver isso antes da lei. E acelerar a lei.
— O que?
Quinn pegou o celular no bolso da calça, discando o número já conhecido rapidamente e o levando ao ouvido.
— O que você vai fazer?
— Você vai ver. Hey, San! Eu e Rachel precisamos da sua ajuda.
***
Artie, Rachel e Marley observavam Quinn de boca aberta, enquanto Santana a olhava com um sorriso orgulhoso no rosto.
Os cinco estavam sentados na sala da casa das duas, e Quinn tinha acabado de contar a sua ideia para impedir que a foto fosse divulgada. Ou, ao menos, ganhasse grandes promoções.
— Isso pode funcionar. – Marley murmurou.
— Você consegue mesmo fazer isso? – Artie encarou Santana, que arqueou a sobrancelha para o rapaz.
— Eu já fiz. Antes mesmo de vocês chegarem dei alguns telefonemas e ainda hoje você vai receber o e-mail. E pode ir buscar o documento amanhã.
— Como?
— Contatos, meu amigo. Contatos.
— Eu sempre ouvi falar sobre você, mas nunca pensei que fosse tão boa. Ou jovem. Conheço advogados com quatro vezes a sua idade que não tem metade das suas conquistas.
— Obrigada. – Santana sorriu – Mas já podemos falar sobre o marketing, agora que a parte jurídica já tá resolvida.
— A ideia é genial, Quinn. Quero dizer... Muita gente vai querer ver a foto, mas a força dos fãs, somada a ordem que Santana já conseguiu, provavelmente vai parar todos os meios de comunicação.
— Como você pensou nisso? – Rachel murmurou, e Quinn deu de ombros, sentindo a judia lhe dar um beijo na bochecha.
— Bom, você prefere que eu faça o texto, Rachel?
— Não, eu... Eu faço e te mando, ok? Você... Aprova, ou sei lá. Isso é um pouco pessoal demais pra outra pessoa escrever.
— Ok. Faça isso ainda hoje, certo? – pediu, levantando – Eu tenho que ir.
— Tem compromisso? – Artie arqueou a sobrancelha.
— Tenho, sim. Tá na hora de parar de gastar o dinheiro da Rachel com aluguel.
— Não tá fazendo falta, mas o que você quis dizer com isso? – Rachel perguntou.
— Você se mudou definitivamente, e tá claro que eu vou ficar por aqui também, então, vou comprar um apartamento.
— Isso é uma boa ideia. Se quiser uma opinião...
— Kitty tá me ajudando, mas agradeço.
— Você e Kitty estão bem próximas ultimamente, não? – Quinn comentou.
— Ih, Marley. Corre. – Rachel brincou e Marley riu.
— Kitty é uma ótima garota, mas o interesse dela é outro.
— Sei bem. O interesse dela é um babaca. – Quinn suspirou.
— Um babaca que tava arrebentado. – Rachel contou.
— Como assim?
— Sam apareceu no aeroporto logo depois que vocês embarcaram em New York. – contou – Ele tava um trapo.
— Bom, não importa. Ele é um babaca e aposto que mereceu seja lá o que tenha acontecido com ele.
— Sam é um cara legal, Q. – Rachel disse, puxando a noiva para o seu colo – Ele só... Precisa de um tempo pra se entender.
— Ele que se entendesse antes de levar minha irmã pro meio da confusão dele.
— Bom, seja como for, eu tenho que ir. – Marley disse – Rachel, nós vamos resolver isso antes que chegue na mídia, ok?
— Certo. Te mando o texto o mais rápido possível.
***
Rachel respirou fundo, encarando o texto na tela do seu notebook.
Até pouco tempo nunca tinha dito nada sobre aquilo para a mídia. E agora estava falando sobre uma foto sua nua que poderia ser espalhada por aí.
Odiou Jessica com todas as suas forças.
Não sabia porque as coisas não poderiam simplesmente dar certo de um jeito bom na sua vida.
Leu o texto novamente antes de manda-lo para Marley.
Fechou o aparelho e observou Quinn atrás do balcão do café.
Ok. Algo tinha dado certo da melhor maneira possível na sua vida.
Ouviu seu celular tocar e o buscou dentro da mochila que tinha levado o computador.
— Alô? – atendeu sem olhar quem era.
— Rachel?
— D. Love! À que devo a honra da sua ligação?
— Preciso de um favor. – pediu, nervosa.
Rachel franziu a testa, se arrumando melhor na cadeira.
— O que aconteceu?
— Espera aí. – pediu, e Rachel pode ouvi-la gritar algo sobre alguns documentos para Ally, antes de voltar ao telefone – Rach, eu e Ally estamos indo pra Los Angeles o mais rápido que podemos, mas provavelmente só vamos chegar de madrugada, ou amanhã. Nós sabemos que Brittany é responsável e vai fazer de tudo pra ajudar, mas... Você pode cuidar da Mandi pra gente até chegarmos?
— O que aconteceu com ela?
— Não sei muito bem. Brittany estava muito nervosa no telefone, e Ally não conseguiu entender o que aconteceu, só sabemos que ela está no hospital, e o bebê tá em perigo.
— Meu Deus, Demi. Me fala o hospital que eu to indo pra lá agora.
— Te mando uma mensagem, ok? Eu... Obrigada, Rach. Eu nem sei como agradecer.
— Não precisa. Como a Ally tá?
— Terminando de pegar nossos documentos para sairmos. – Demi suspirou – Ela não parou de chorar desde a hora que recebemos a ligação. – sussurrou, e Rachel apostava que estava se afastando da mais nova – Eu não sei o que vou fazer se algo acontecer com o bebê, Rach. Mas Ally... Ela não vai aguentar perder essa criança também.
— Vai ficar tudo bem, Demi. Cuida da sua garota e eu te ligo assim que tiver notícias da Amanda e do bebê.
— Ok. Obrigada.
— Se cuida.
A judia desligou o telefone e guardou suas coisas espalhadas em cima da mesa rapidamente.
Quando estava terminando, seu celular vibrou indicando a chegada de uma mensagem, e a judia a abriu.
Com o nome do hospital em mãos foi até Quinn, que parou o que fazia assim que percebeu que ela se aproximava.
— Amor, Demi me ligou. Amanda está no hospital e ela pediu pra que eu fosse ver como estão as coisas.
— O que aconteceu?
— Ela não soube me dizer ao certo. Britt tava nervosa e ela e Ally não entenderam muito bem.
— Espera um pouco. Kitty já deve estar chegando. Vou ligar pra ela e perguntar. Quero ir com você.
— Ok. Mas seja rápida, por favor.
Quinn estava se afastando em direção ao outro oposto do balcão quando a porta do café abriu, e Marley e Kitty passaram por ela rindo.
— Hey, gente. – Kitty cumprimentou e Quinn suspirou.
— Kitty, preciso que assuma o café.
— Mas eu acabei de chegar, e...
— Eu e Rachel precisamos ir para o hospital.
— O que houve? – a mais nova perguntou, já indo para o outro lado do balcão.
— Algo com Amanda. Demi me pediu pra verificar.
— Deem notícias. – Marley pediu, enquanto as duas praticamente corriam porta afora.
***
Assim que chegaram em frente ao hospital Rachel viu Brittany andando de um lado para o outro na calçada, e suspirou, se aproximando e puxando Quinn consigo.
— Britt. – chamou.
— Garotas. – a loira suspirou, tirando o celular do ouvido e as encarando – Demi ligou?
— Foi. O que aconteceu? – Quinn perguntou.
— Amanda escorregou na escola e caiu. Não sei como aconteceu, mas ela tava com sangramento quando chegou aqui. Não me falaram muita coisa, só que estavam fazendo o possível para salvar a bebê.
— Vamos entrar. Eu vou ver se consigo alguma coisa. – Rachel disse.
— Eu vou em alguns minutos. Estou tentando falar com Kurt.
— Tudo bem.
Quinn e Rachel entraram e foram direto para a recepção, onde uma garota por volta dos vinte e cinco digitava freneticamente no computador.
— Com licença. Gostaria de saber sobre uma paciente.
A recepcionista desviou o olhar do computador para as duas e piscou algumas vezes, de boca aberta.
— Oh, meu Deus. Eu... Hum... Desculpe, senhorita Berry, eu... Sobre quem querem saber?
Rachel sorriu. Ótimo. Uma fã.
— Amanda... Você sabe o sobrenome dela, Quinn?
— Não. – Quinn murmurou, aflita.
— Uma adolescente gravida que deu entrada após uma queda. Amanda. Não sabemos o sobrenome.
A garota mexeu no computador por alguns segundos antes de olhar para as duas novamente.
— Só um minuto. Vou ver o que posso fazer.
Rachel acenou positivamente e abraçou Quinn, suspirando.
— Ally deve estar aos pedaços. – Rachel murmurou – Espero que nada aconteça com elas. Demi e Ally estavam tão felizes e... Ally não aguentaria.
— E Demi também não. – Quinn falou – As duas já se apegaram tanto ao bebê. E Amanda... – a loira suspirou.
— Mas seria mil vezes pior para a Ally. – Rachel disse – Ela não aguentaria perder outro filho. Seria devastador pra ela.
— Outro? – Quinn franziu a testa.
— É um assunto delicado, e ela não gosta de falar sobre. Foi Demi quem me contou. Ela raramente toca no assunto.
— Como assim?
— É uma longa história, mas Ally engravidou, uma vez. Antes de conhecer Demi. A criança nem chegou a nascer.
— Nossa. – Quinn murmurou.
— Senhorita Berry. – a recepcionista chamou e Rachel se virou para ela – A garota está passando por alguns exames delicados, mas, por hora, ela e o bebê estão fora de perigo. Vocês podem esperar na recepção do terceiro andar. Ela está lá e logo o médico vai falar com vocês e explicar a situação melhor.
— Obrigada.
A garota sorriu e Rachel pegou a mão de Quinn, a levando até o elevador.
— Manda uma mensagem pra Britt, falando pra ela subir. – Quinn pediu assim que entraram na caixa de metal.
— Pode deixar.
Rachel digitou rapidamente, e, quando chegaram ao terceiro andar, ela já enviava a mensagem.
A judia deixou Quinn sentada em uma das cadeiras e se afastou para ligar para Demi e falar o que já sabia.
Não era muito, mas já tranquilizaria as amigas.
Quando voltou para perto de Quinn, Brittany já estava com ela.
Agora, era só esperar.
***
Ally e Demi entraram no hospital com as expressões cansadas.
Tinham passado um bom tempo no aeroporto atrás de um voo, e, quando conseguiram embarcar, mal conseguiam ficar paradas em suas poltronas.
Assim que desceram, pegaram sua bagagem de mão e foram direto para o hospital – já que tiveram o cuidado de não precisar despachar nada, para não perderem tempo com as malas.
Passaram na recepção rapidamente, logo subindo para o decimo andar, onde Amanda estava, já no quarto.
Ally bateu de leve na porta antes de abrir, encontrando Amanda deitada, com uma bolsa de sangue já no final pingando em sua veia, enquanto Rachel e Quinn dividiam uma poltrona, com a loira no colo da mais velha.
— Hey. – Demi murmurou, e Amanda sorriu fraco para elas.
— Olá, garotas. Desculpe preocupar vocês.
— Tudo bem. Como você está? – Ally perguntou, se aproximando e da maca e dando um beijo na testa da garota, com Demi ao seu lado.
— Eu estou bem, na medida do possível. E a bebê também.
— O médico disse quando você vai ter alta? Nós queremos te levar para New York com a gente. Não vamos mais tirar o olho de você. – Demi falou, claramente preocupada.
— Bem... – Amanda suspirou – Não precisam se preocupar com isso.
— Porque diz isso?
Amanda buscou Quinn e Rachel com o olhar, como se pedisse ajuda, e a judia suspirou.
— Amanda talvez não consiga segurar a bebê por muito tempo. – Rachel disse, chamando a atenção das duas.
— O que?
— Os médicos vão manter ela aqui pelas próximas semanas, pelo menos até completar sete meses. Se a neném já estiver em condições, vão fazer uma cessaria.
— Estão esperando para ver se conseguem liberar ela pra descansar em casa e tentar chegar aos nove meses, mesmo que em uma gravidez de risco. – Quinn completou – Mas, provavelmente, vão ter que fazer o parto antes.
— Eu sinto muito. – Amanda murmurou – Eu juro que não queria fazer nenhum mal a ela.
— Nós sabemos, Mandi. – Ally a tranquilizou, apertando de leve sua mão.
— Sabemos que nunca faria nada contra ela. Você a ama tanto quanto nós. – Demi disse.
— Me desculpem. – murmurou, deixando algumas lagrimas escorrerem.
— Não chora, Mandi. – Demi pediu, a abraçando com cuidado – Vai ficar tudo bem, ok? Nós vamos cuidar de vocês.
— Bom, nós já vamos. – Rachel disse, enquanto ela e Quinn levantavam – Temos que levantar cedo amanhã... Bem, em algumas horas, para uma consulta de Quinn. E eu preciso ver o que andou saindo sobre mim por ai.
— Aprontou alguma? – Demi brincou.
— Antes fosse. – Rachel balançou a cabeça negativamente – Jessica tá tentando me infernizar a vida.
— Quem?
— Fico feliz por saber que nem mesmo falou dela pra ninguém. – Quinn brincou e Rachel riu.
— A vadia que fez da minha vida um inferno no colegial.
— Também conhecida como ex namorada. – Quinn completou.
— É uma longa história. Eu prometo contar depois.
— Vamos ter muito tempo pra ouvir. – Ally falou – Já que não vamos deixar Mandi sozinha.
— Claro. – Rachel sorriu – Bem, nós voltamos amanhã. Qualquer coisa, me liguem.
— Claro. Obrigada por cuidarem dela pra gente. – Demi disse, abraçando as duas, assim como Ally.
— Não foi nada.
Rachel e Quinn saíram e Demi e Ally olharam para a garota, deitada na cama e parecendo nervosa.
— Vai ficar tudo bem, Mandi. Nós vamos proteger vocês.
A garota forçou um sorriso, sentindo o nó na garganta.
Logo seu filho nasceria. E não seria mais dela.
***
— A repercussão foi grande. – Rachel comentou, olhando as ultimas noticias que haviam saído sobre si enquanto mexia em suas redes sociais – Caramba, meu nome tá no trending topics mundial.
— E o que estão dizendo? – Quinn perguntou, deitando ao lado da judia, que estava encostada contra a cabeceira da cama com o notebook no colo.
— Todas as matérias estão falando sobre o texto que Marley público hoje, e todos afirmam ter recebido a foto. A maioria falado também sobre estarem proibidos de publicarem ela. Santana foi rápida nessa.
— E no twitter?
— Algumas pessoas estão falando que gostariam de ver a foto. Mas a maioria diz que minha vontade deve ser respeitada. Alguns querem Jessica na cadeia e... – Rachel riu – E essa aqui tá querendo se divertir olhando minha foto.
— Que continue querendo. – Quinn resmungou e Rachel suspirou.
— A notícia boa é que, mesmo que Jessica dê um jeito de divulgar essa foto, meus fãs vão cair matando em cima dela.
— É muita maldade querer que isso aconteça literalmente?
— Se for, então eu sou uma pessoa horrível.
Quinn riu e Rachel desligou o computador, levantando para colocá-lo no seu devido lugar antes de voltar para a cama, apagando as luzes no caminho.
A judia abraçou Quinn, que se aconchegou contra si, e lhe deu um selinho.
— Boa noite, meu amor.
— Boa noite, meu anjo. – Rachel murmurou.
As duas dormiram rapidamente, tendo uma noite de sono tranquila.
Enquanto tivessem uma a outra, o mundo poderia explodir lá fora. Elas não ligariam.
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