Notas iniciais
Oi gente, estamos de volta com mais um capitulo. Espero que gostem e boa leitura.

Rachel acordou na manhã seguinte com o celular tocando.

Esticou a mão e pegou o aparelho, gemendo em desgosto quando viu o número desconhecido.

— Rach? – Quinn murmurou, deitada ao seu lado.

— Vou atender lá fora, meu amor. Pode dormir.

A loira resmungou alguma coisa que Rachel não entendeu enquanto a judia saia da cama, praticamente correndo pra o corredor.

— Alô? – atendeu praticamente sussurrando.

— Rachel Berry?

— Isso. Quem fala?

— Mercedes Jones, da...

— Sobre a adoção. – Rachel disse, sentindo o corpo ficar tenso. Mesmo com a ligação de Brittany, ainda tinha suas dúvidas quanto ao resultado real – Sim, eu lembro de você.

— Certo. – a mulher do outro da linha segurou a risada pelo claro nervosismo da judia – Bem, senhorita Berry, eu tenho boas notícias pra você. De acordo com a psicóloga, você está apta a adotar uma criança.

— Graças a Deus. – Rachel suspirou.

— De acordo com sua ficha, você já sabe a criança que quer adotar, certo?

— Sim. Kathy.

— Bom, já estamos marcando com o orfanato uma data para falar com ela sobre você. Mas, antes disso, a assistente social precisa conversar com você.

— Claro. É só me passar o endereço que...

— Não, senhorita Berry. Esse é uma visita que ela faz pra você. Na casa onde a criança vai ser criada.

— Oh, claro.

— Nós temos um horário para daqui há algumas horas...

— Oh, hoje, infelizmente, eu tenho compromissos inadiáveis. – Rachel disse, nervosa.

— Seria inconveniente eu perguntar sobre o que se trata?

— Tenho que acompanhar minha noiva em uma consulta sobre o filho que ela tá esperando. E a tarde meus pais chegam de viagem, então as coisas vão estar uma correria...

— Certo. – a mulher parecia convencida, e Rachel suspirou – Que tal... Terça a tarde, então?

— Claro. Vou estar esperando.

— Ok. Vou deixar agendado, então.

— Certo.

— Tenha um bom dia.

— Você também.

Rachel desligou e respirou fundo, antes de correr até o quarto do sogro e bater desesperadamente na porta.

— Russel!

— Espera aí. Que droga. – Russel apareceu na porta bocejando – O que você quer, Berry?

— A casa tem que estar pronta na terça.

— O que?

***

Rachel deixou Quinn em casa após a consulta e dirigiu rapidamente até a – futura – casa das duas.

A judia entrou e suspirou ao passar pela sala e a encontrar pronta – apesar de vazia.

Seguindo o barulho de maquinas e coisas batendo, Rachel foi para o fundo da casa.

— Russel? – a judia se aproximou do sogro, que desviou a atenção da planta que olhava com um dos trabalhadores para lhe encarar.

— Hey, Berry. O que tá achando da piscina?

— Pensei que a gente tinha tirado do projeto.

— Sobrou um tempo, então... – Russel deu de ombros.

— Mas...

— Olha só, você queria muito esse quintal assim. Sobrou um tempo, e dinheiro. E colocando uma cerca fica seguro pras crianças. Então, não reclama, tá bem?

— Não to reclamando. Como conseguiu terminar lá dentro tão rápido?

— Dei uma apertada no mestre de obra.

— Mais ainda?

— Deu resultado, não deu? É o que importa.

— Tudo bem. – Rachel disse, balançando a cabeça negativamente.

— Ótimo. Eles já estão acabando aqui, e muita gente não trabalha de fim de semana, então trate de ir logo atrás de alguém pra limpar essa casa. E amanhã mesmo você e Quinn vão atrás de comprar tudo o que vocês precisam. Que é basicamente tudo.

— Obrigada por isso, Russel.

— E como tá meu neto?

— Perfeitamente saudável. A médica pediu alguns exames pra Quinn, mas nada além de rotina. Ela já fez, mas os resultados saem na segunda.

— Ótimo. – Russel deu um tapa de leve no ombro de Rachel, antes de voltar para as plantas – Agora, vai atrás de quem vai limpar essa casa.

***

— Rach! – Leroy correu em direção a filha, deixando o marido para trás com as malas.

— Papai. – Rachel o abraçou rindo.

— Senti saudades, filha.

— Não faz nem um mês que a gente se viu.

— Ainda assim, fiquei com saudade.

— Eu também, papai.

Rachel se soltou do mais velho e foi em direção ao pai, o abraçando rapidamente e pegando o segundo carinho que ele tentava levar.

— Então, Rach, como andam os preparativos? Preciso saber no que estamos nos metendo. – Hiram brincou.

— Não sei muito sobre como andam os preparativos, porque tenho corrido com a casa. Vou me inteirar disso hoje, junto com vocês.

— E Quinn tem lidado com tudo sozinha?

— Não. Minha sogra e minha cunhada estão ajudando ela. E a Santana, mas pelo o que eu sei ela tá mais preocupada em provocar a Kitty do que qualquer coisa. – Rachel riu.

— E como tá a casa?

— Quase pronta! Consegui uma pessoa pra ir limpar tudo amanhã, e depois é só colocar os moveis pra dentro.

— E vocês já compraram os moveis?

— Nada. – a judia suspirou – Vamos correr com isso amanhã a tarde, depois da entrevista. Eu vou com Quinn, e provavelmente Russel. Os senhores, Judy e Kitty vão... Arrumar coisas pro casamento. Eu realmente preciso saber o que tá acontecendo em relação a esse casamento.

— Que entrevista é essa?

— Eu e Quinn vamos no GMA amanhã.

— Rachel, o Good Morning America?

— É. Porque o espanto?

— Mas ele não é gravado em New York?

Rachel parou de andar, encarando os dois com os olhos arregalados.

***

— Quinn! – Rachel entrou na casa dos Fabrays gritando desesperadamente, o que fez a loira aparecer na sua frente em segundos.

— Rach. O que foi? Aconteceu alguma coisa?

— Nós temos que ir pra New York!

— Eu sei. Vamos pegar o avião meia noite pra podermos descansar um pouco antes do programa. Marley avisou pouco depois da sua coletiva.

— Avisou?

— Sim, eu tava até arrumando uma mala pra gente, agora. Rach, tá tudo bem?

— Eu não sei. – a judia suspirou e Quinn a abraçou – Eu acho que... Devo ter esquecido.

— Você tá com a cabeça cheia, meu amor. Tem que relaxar um pouco.

— Tenho muitas coisas pra resolver, Q.

— Então me deixa te ajudar.

Rachel respirou fundo, escondendo o rosto no pescoço de Quinn, e sorriu.

— Só sua presença já me ajuda e muito.

— Nada disso. Quero ajudar de verdade.

— Bom, eu não vou negar sua ajuda.

— Ótimo. Então, primeiro, eu quero saber se pegou seus pais.

— Peguei. Eles estão conversando com os seus no café.

— Certo. Então vou descer e falar com eles, e logo depois vamos ao orfanato conversar com a Kathy. Depois vamos passar na nossa casa. Quero saber como ficou tudo, e não me importa se ainda tá uma bagunça.

— Tudo bem.

— Assim que chegarmos você vai descansar um pouco.

— Mas eu preciso...

— Você precisa descansar. Amanhã vamos no programa de manhã, e vamos chegar em casa lá pelas três e meia. Do aeroporto direto pro shopping, comprar tudo o que precisarmos pra casa. E vamos tentar fazer entregarem tudo na segunda, assim dá tempo de organizar tudo até terça. Você tem que estar descansada na terça. E na quarta vamos conversar sobre o casamento, ok? Eu e minha mãe visitamos alguns lugares para a cerimônia que eu acho que você vai gostar.

— Vocês já tiveram tempo pra isso?

— Minha mãe disse que ficamos loucas por marcar o casamento pra tão perto, e que temos que correr. – Quinn riu – Eu já disse que queremos tudo bem simples, mas...

— Sabe o que eu to louca pra ver?

— O que?

— Você vestida de noiva.

— Isso só no dia, meu amor.

— Nem uma foto?

— Nem mesmo um pedaço de uma.

— Por favor. – a judia murmurou beijando o ombro da noiva.

— Não. É uma tradição, Rach.

— E você liga pra isso?

— Podemos manter pelo menos algumas coisas.

— Nem se eu te recompensar por isso? – a judia sussurrou no ouvido da loira, que estremeceu antes de afastar a noiva de si e lhe dar um selinho.

— Veja se tem mais alguma coisa que você queira colocar na mala e feche ela. Eu vou descer pra falar com os seus pais. E vê se não esquece que só vamos ficar algumas horas.

— Tudo bem.

— Desce assim que terminar pra gente sair.

Quinn deu mais um selinho em Rachel antes de se afastar, indo em direção ao café da família.

***

Rachel observou Brittany caminhando em sua direção com Kathy no colo e apertou a mão de Quinn, que suspirou e lhe deu um beijo na bochecha.

— Eu to aqui com você, meu amor.

Rachel automaticamente sorriu, enquanto observava a loira se aproximar com a garotinha no colo.

Os cabelos castanhos, lisos e compridos caiam na frente do rosto da garota, que parecia não se importar enquanto dava um sorriso banguela para Brittany.

— Quer saber quem veio te ver? – Brittany brincou.

— Eu sei quem veio me ver! – a garotinha falou enquanto cruzava os braços.

— Ah, é? E quem foi?

— É a Rachel!

— E não é que a garota é esperta mesmo? – Rachel falou a pegando no colo, e Kathy sorriu.

— Rach!

— E aí, minha pequena grande garota. Como vai?

— Eu to bem.

— Oi, Kathy.

— Oi, Q. Vocês vão me levar pra passear hoje?

— Hum... Hoje não podemos demorar, Kathy.

— Ah. – a expressão da garota murchou automaticamente.

— Mas, hey, eu não disse que não vamos sair. E tenho boas notícias. – Rachel falou fazendo uma cosquinha fraca na garota, que se contorceu no seu colo.

— E o que é?

— O que acha de falarmos sobre isso enquanto tomamos um milk shake ali na sorveteria da rua de cima?

— Isso! – Kathy jogou os braços pra cima em comemoração, e Brittany balançou a cabeça negativamente.

— Eu não posso deixar você sair com ela, Rachel.

— O que? Porque? – Kathy fez bico, e Rachel a encarou franzindo a testa.

— Porque não, Britt? Nós já saímos com ela outras vezes. – Quinn perguntou.

— Faz parte do processo, Quinn. Sinto muito.

— Tudo bem. – Rachel suspirou – O acha de fazermos nosso próprio milk shake, então?

— Tem sorvete na cozinha. Só não deixem as outras crianças verem. – Brittany avisou.

— Mas não vai ficar igual. – Kathy reclamou.

— É claro que não. Você tem uma Fabray aqui, Kathy. Vai ficar muito melhor. – Quinn disse.

— Pra cozinha, então!

Rachel foi correndo – na realidade, apenas andando um pouco mais rápido – com Kathy na frente, dando algumas voltas para não perder Quinn, que as seguia, de vista.

Quando chegaram na cozinha Rachel colocou Kathy sentada em cima do balcão, enquanto Quinn, já acostumada ao lugar, ia pegando as coisas pelos armários.

— Então, a senhorita vai querer do que? – Rachel brincou.

— Chocolate!

— Um de chocolate saindo, então. – Quinn disse.

— Podem ser dois? – Rachel pediu e Quinn riu.

— Então serão três.

Enquanto Quinn ia preparando a bebida, Rachel brincava com Kathy, que dava gargalhadas com a judia.

— Três shakes de chocolate prontos! – Quinn avisou, sentando em uma das cadeiras em volta da pequena mesa que tinha ali, com os três copos a sua frente.

— Eba! – Rachel tirou a garota do balcão e a colocou sentada em uma das cadeiras, lhe ajudando com o milk shake antes de sentar entre ela e Quinn.

— Tá bom? – Quinn perguntou para a garota.

— Muito bom.

— Então, Kathy, vamos falar sobre o que eu vim falar, hum?

— Eu fiz arte? – a garota murmurou, e Rachel sorriu.

— Não, pequena. Você não fez nada de errado.

— Então, o que foi? Porque isso tá parecendo conversa chata de adulto.

— Olha só, menina esperta. O assunto é sério, sim. Mas eu só quero sua opinião, tá bom?

— Tá.

— Kathy... Eu e Quinn estávamos pensando... Você gosta da gente, não é?

— Gosto muito.

— Muito?

— Muitão!

— E a gente também gosta muito de você, meu amor. – Quinn falou.

— E por isso, a gente tava pensando... Será que a Kathy ia gostar que nós duas fossemos suas mães? – a garota parou de tomar o milk shake, parecendo surpresa, e Rachel suspirou – E aí? O que você acha?

— Vocês querem ser minhas mamães?

— Queremos muito, pequena. – Quinn disse.

— Você ia morar com a gente, passear... A gente te ajudaria na escola...

— Eu quero. – Kathy sorriu, e Rachel a pegou no colo.

— Mesmo?

— Mesmo.

— Então, Kathy, você sabe que a adoção é complicada, não sabe? Que, mesmo que a gente queira te levar pra casa agora, vai levar um tempo até tá tudo certo.

— Mas vocês vão ser mesmo minhas mães?

— Nós estamos tentando, pequena. Estamos fazendo o possível, então é quase certeza que sim.

— Eu amo vocês. – a garotinha murmurou, abraçando o pescoço da judia, que deixou algumas lagrimas rolarem.

— Nós também te amamos, pequena.

— Muito, meu amor. – Quinn sorria.

***

Russel observou o carro que levava sua filha e sua nora para o aeroporto pela janela, antes de voltar para a cama, deitando de barriga para cima.

Pouco depois, Judy voltou para o quarto e deitou ao lado do marido, o encarando.

— O que foi?

— Não posso mais olhar para o meu marido?

— Poder até pode, mas você não é de fazer isso. Não desse jeito. – Russel virou para a esposa e sorriu – E eu sei que não fiz nada de errado dessa vez, então me diga o que foi.

— O jeito que você tem tratado Rachel... Eu fico feliz por ver você aceitando a garota.

— Elas vão casar. O que eu poderia fazer?

— Bom, eu te conheço, e você sempre arruma alguma coisa. – Russel voltou a deitar de costas, encarando o teto, e Judy deitou sobre seu peito, o abraçando de lado – O que te fez mudar assim? E isso não é uma reclamação. Na verdade, to bem orgulhosa de você.

— Eu... Conversei com algumas pessoas.

— Conversou, é?

Com quem?

— Alguns amigos... Você sabe, o Mat, o Paul e o Rob.

— E o que eles te disseram que te fez mudar de ideia?

— A filha do Mat casou tem alguns meses, eu devo ter comentado sobre isso. E ele odeia o cara. – contou – Ele me falou sobre como tem lidado com o cara. Ele não aceita, e a filha dele... Bem, digamos que as coisas não estão boas entre eles.

— E você não quer que isso aconteça com você e Quinn.

— Não mesmo. – suspirou – E daí o Rob me disse sobre a filha dele. Ela é casada há uns anos, e o Rob também não gostava do cara, mas ele disse que o rapaz tem feito a filha dele feliz, e que o netinho dele foi a melhor coisa que aconteceu. No final das contas, ele se obrigou a aceitar o cara desde o começo, e, por mais que ele não quisesse admitir, a filha tinha feito a escolha certa.

— E o Paul?

— O Paul... Bem, ele gostava do namorado da filha mais nova, mas no final o cara era um babaca e eles se divorciaram. Em compensação ele acertou no da mais velha, que tá bem com o marido até hoje.

— E as histórias deles te fizeram aceitar Rachel?

— Não, me fizeram pensar sobre ela. Quem me fez aceitar Rachel... Sabe, a Santana realmente fala o que pensa.

— Santana? – Judy riu.

— Pois é. Aquela latina cabeça dura. – Russel riu, balançando a cabeça negativamente – Ela me fez ver que, por mais que eu ainda ache que Rachel não é a pessoa certa para Quinn, ela se esforça. Faz de tudo pela nossa filha. E eu nunca vou achar que alguém seja bom o suficiente para as nossas garotas. Então, dentre todas as opções... Eu decidi que, se eu vou ter que engolir Rachel pelo resto da minha vida, que seja da maneira mais amigável possível.

— Fico feliz por ouvir isso, Russel.

— Ela é a outra mãe do nosso primeiro neto, Judy. Os dois primeiros, se der tudo certo com Kathy. – Russel sorriu – Alguma coisa eu devo a essa garota, e não posso negar isso, não é?

— Eu acho que Quinn escolheu certo, sabe? – Judy disse, apoiando o queixo na mão, apoiada no peito do marido, e sorriu para ele.

— Eu espero que sim. Porque não importa se eu to aceitando ela ou não, ou se estão casando ou não. Ainda castro aquela garota se ela magoar nossa filha.

— Não seria você se não dissesse isso. – os dois sorriram um para o outro e Russel se inclinou para dar um selinho na esposa, que voltou a deitar a cabeça em seu peito.

***

Rachel entrou no avião bocejando.

Depois que saíram do orfanato, ela levou a noiva até a casa das duas, ainda vazia, para que Quinn já tivesse uma ideia do espaço.

Assim que voltaram, a judia deitou na cama de Quinn e dormiu quase que instantaneamente.

Quinn a acordou poucas horas depois para irem para o aeroporto, e, como quase nunca acontecia, a judia não conseguiu dormir o caminho inteiro até New York.

Quando chegaram a cidade apenas se arrumaram, tomara café da manhã, e foram para o estúdio.

Depois da entrevista, onde falaram sobre a intersexualidade de Rachel e o filho que Quinn esperava, além de contar sobre o casamento, passaram na antiga casa de Rachel apenas para pegar algumas roupas já encaixotadas a mais e voltaram para o aeroporto, onde passaram pouco menos de uma esperando pelo voo.

— Cansada? – Quinn perguntou quando as duas sentaram em seus devidos lugares, na frente do avião.

— Um pouco. Mas vou sobreviver. E você?

— Não muito. Consegui dormir durante a vinda.

— Bom, eu espero dormir agora. – Rachel brincou – Vamos passar quase vinte horas praticamente seguidas dentro de um avião. A gente podia ter ficado um pouco por aqui, não acha?

— Não podemos, Rach. Temos que comprar os moveis.

— Tem razão. – a judia suspirou – Mas não acho que faz bem pra você e pro bebê ficar viajando assim.

— Não se preocupe. Nós estamos bem.

Assim que o avião decolou e se estabilizou, Rachel relaxou no banco e dormiu.

Vários assentos para trás, quase nos últimos bancos, um dos piores pesadelos de Rachel mexia em seu computador após a compra da passagem nos últimos minutos.

Notas finais
Parece que elas vão sim conseguir adotar a Kathy! Quem vocês acham que tá no avião "com elas"? O que acharam do capítulo? Talvez a gente não consiga postar sábado que vem mas, se isso acontecer, aparecemos no domingo!