Notas iniciais
Oi gente estamos de volta, mais tarde do que o esperado, e pedimos desculpas por isso, porem temos motivos validos. Vamos ao que interessara. boa leitura para vocês.

O grupo todo estava parado em círculo, se encarando.

Deveriam estar fazendo um discurso antes da oração que faziam antes de entrar no palco, como havia sido em todas as outras vezes que estiveram ali, mas estavam em silencio, apenas se olhando, como se palavras não fossem mais necessárias.

Atores, direção, substitutos, banda e equipe técnica.

Quem o público via, quem o público queria ver, e quem o público nem sabia que existia.

Todos que participavam e colaboravam para que a peça pudesse acontecer ali, reunidos, talvez, não pela última vez, mas para sua última apresentação juntos.

— Acho que tudo o que tínhamos para dizer já foi dito em todos esses anos, não? – Jesse murmurou, segurando as lagrimas que ele sabia que ainda iriam cair até o final da noite – Vão lá, e façam o que fazem de melhor.

De mãos dadas, todos abaixaram suas cabeças, de olhos fechados, se concentrando nas palavras do diretor enquanto Jesse pedia a proteção dos Deuses do teatro.

Não importava a religião ou a crença de cada um presente naquele momento. Nomes nunca eram dados. Cada um poderia acreditar que aquela oração estava sendo direcionada a quem quisesse. O que bastava era acreditar, e levar a proteção e a coragem consigo para cima do palco.

Quando Jesse terminou, todos colocaram sua mão direita no meio do círculo.

— Vocês fizeram isso por anos. Podem fazer de novo.

— No três? – Rachel falou.

— Um. – Jane contou.

— Dois. – Harmony.

— Três. – Matt.

— Incrível! – o grupo entoou em uma sincronia perfeita, jogando as mãos para cima no meio da palavra, juntos.

Palmas preencheram a coxia, enquanto o grupo segurava as lagrimas, e logo depois todos começaram a correr para seus devidos lugares, seja para entrar no placo ou não.

A show ia começar.

Pela última vez.

***

O elenco estava em cima do palco, sendo ovacionado pela plateia, enquanto acenavam.

Jesse entrou pouco depois de todos os atores estarem em cima do palco, com um microfone na mão, enquanto pessoas da produção subiam uma cadeira para cada um dos oito principais e o diretor, que permaneceriam ali, enquanto o restante do elenco saia para a coxia.

Os nove sentaram e, quando a plateia voltou a sentar em seus devidos lugares, Jesse tomou a palavra.

— Último dia. Uau. – riu fraco – Eu vou chorar se falar mais do que isso, então...

O público riu, enquanto ele passava o microfone para Elliott, que encarou o objeto por alguns segundos antes de falar.

— Eu tenho muito o que dizer, e poderia ficar o resto da noite aqui, então, vou resumir. Muito obrigado a esse elenco e produção incríveis. Vou deixar meu muito obrigada pela oportunidade de representar Angel, e pelo modo como fui tratado por cada um aqui. – ele respirou fundo e Jesse apertou seu ombro de leve – Eu devo muito a todos vocês, e nunca vou me esquecer disso.

Jane, sentada ao seu lado, pegou o microfone que ele estendeu enquanto era aplaudido e sorriu.

— Joanne é uma personagem incrível, que eu nunca vou esquecer que fiz. – falou e respirou fundo, deixando as lagrimas rolarem e Noah, sentado ao seu lado, a abraçou de lado, puxando a garota para deitar a cabeça no seu ombro – Obrigada a todos que trabalharam para que esse show fosse tão incrível. Amo cada um de vocês.

Sem largar Jane, Puck pegou o microfone e o girou na mão, respirando fundo.

— Benny Coffin III. Nunca vou esquecer esse cara. É como se eu visse ele cada vez que eu me olho no espelho. – brincou, fazendo todos rirem – Mas o que eu vou levar de verdade daqui, não é esse personagem. É a experiência que cada um de vocês me proporcionaram. Vocês são incríveis, pessoal. Até você, Rachel. – disse fazendo a judia rir – Vou sentir falta disso aqui.

Sendo aplaudido, Puck passou o microfone pra Matt, sentado ao seu lado.

— Tom é um personagem incrível. Aprendi muito com ele. Mas mais incrível ainda foi trabalhar com vocês. – falou, já chorando – Obrigada a todos por isso.

Matt passou o microfone rapidamente pra Sam, que já chorava desde que Jesse havia começado a falar.

— Cara, Berry, você tinha razão ontem. Eu choro demais. – disse fazendo todos rirem.

— Eu avisei. – a judia disse.

— Bom, Roger me mostrou para o mundo. Só tenho a agradecer a essa peça, elenco e produção maravilhosos por isso, e por tudo o que passamos nesses mais de três anos que estivemos juntos. – soluçou – Vou sentir falta de vocês.

Harmony foi a próxima a pegar o microfone, e forçou um sorriso por entre as lagrimas.

— Obrigada a todos. Vocês me proporcionaram momentos que eu nunca vou esquecer. E... Caramba, eu tenho tanto pra dizer, mas é complicado me despedir de pessoas tão especiais quanto vocês se tornaram pra mim. Então, acho que vou parar por aqui, porque, sinceramente, vou acabar desidratando. – brincou.

A garota passou o microfone para Rachel, que respirou fundo antes de olhar para o público.

— Então... Uau. Foram anos maravilhosos aqui. – a judia disse, com a voz rouca pelo choro que segurava – Maureen me ensinou coisas que eu nunca vou esquecer. Mas meus colegas de elenco me mostraram coisas que vão muito além do que se pode aprender. A amizade que criamos aqui vai muito além do palco. Obrigada por estarem comigo, pessoal. Vocês são incríveis. Mas tem uma oportunidade em especifico que essa peça me deu, que eu tenho que agradecer eternamente. A oportunidade de conhecer a mulher da minha vida. Quinn, baby, eu amo você com todas as minhas forças. – a plateia gritou, e Rachel sorriu – A esse elenco e produção maravilhosos, quero agradecer a oportunidade, o carinho, o companheirismo e os puxões de orelha também. Eu sei que dei trabalho pra vocês, principalmente pra você, Jesse. Posso ver isso agora. Mas vocês me fizeram uma pessoa melhor.

Enquanto passava o microfone para Blaine, Rachel finalmente deixou as lagrimas rolarem pelo seu rosto, soluçando enquanto Harmony a abraçava.

— Obrigada ao elenco pelo apoio. Obrigada a equipe técnica por todo o trabalho duro, e obrigada Jesse, pelas dicas que eu nunca vou esquecer. Se eu falar mais vou me juntar a esses bobos chorões. – disse rindo fraco.

O microfone voltou para a mão de Jesse, que respirou fundo, antes de voltar a falar.

— Quero agradecer, em nome de toda a equipe, ao público que nos permitiu continuar essa peça. Todo o amor e carinho de vocês no levaram pra frente. Aos investidores e a todos que nos apoiaram. Foi incrível trabalhar com cada um envolvido aqui. O oposto da guerra, é a criação. – citou a própria peça – Criar pra vocês foi a nossa paz durante os últimos anos. Obrigada por nos permitir isso, e por estarem aqui com a gente até o fim.

Os nove se levantaram e se entreolharam antes de se abraçar no centro do palco, sendo, novamente, ovacionados de pé.

Quando se afastaram, os atores deram as mãos, enquanto Jesse saiu do palco e juntos, pela última vez, com lagrimas escorrendo pelo rosto, agradeceram aos aplausos com uma referência ao público, enquanto a cortina fechava.

***

Rachel sorriu ao ver a namorada e a cunhada parecendo perdidas nos bastidores.

Tinha acabado de sair do seu camarim – onde recolheu suas coisas, as deixando em um canto, prontas para serem levadas embora por seja lá quem Marley mandaria busca-las no dia seguinte – atrás das duas para poderem ir para a festa.

A maioria dos atores ainda estavam em seus camarins, provavelmente tirando suas últimas fotos com seus figurinos – coisa que a judia já havia feito antes de subir no palco – ou organizando suas coisas para que fossem levadas.

Rachel já tinha feito duas peças anteriormente, e sabia como funcionava o último dia.

Toda a pressão emocional da despedida e do que se fará depois dali.

Depois de duas peças, ela queria se manter longe daquilo e, por isso, queria ser a primeira a sair do teatro. Ela poderia lidar com aquilo na festa, onde não teria nenhum fotografo da mídia para registrar seus olhos inchados pelas despedidas.

A judia se aproximou das Fabrays sorrindo, e logo as levou para fora, em direção ao carro e aos flashes que explodiram assim que a porta foi aberta.

A gritaria lembrou Quinn do dia que ela assistiu à peça em Los Angeles.

— Deixa a gente no carro e volta pra atender eles? – Quinn perguntou.

— Exato. – a judia concordou.

E, diferente da outra vez, Rachel correu direto para o carro, abrindo a porta para Quinn e Kitty.

As duas entraram e Rachel finalmente voltou para os fãs e a mídia – dando prioridade total aos fãs.

— Rachel! Quais são seus planos agora?

— Já tem outra peça em mente?

— Existem boatos que você vai largar a Broadway. É verdade?

— Como se sente com o final da peça?

— Rachel, os boatos sobre você fazer Funny Girl são reais?

— O que você pretende fazer agora?

— Você já recebeu alguma nova proposta?

Os repórteres gritavam e Rachel apenas acenava, com um sorriso no rosto, tentando ignorar toda a gritaria e as perguntas que ela não sabia e nem queria responder.

Depois de quase vinte minutos tirando fotos e dando autógrafos, Rachel voltou a caminhar em direção ao carro, parando menos do que anteriormente para falar com os fãs, quando uma pessoa no meio da multidão lhe chamou a atenção.

Aqueles olhos. Aquele sorriso debochado.

O rosto que lhe atormentou por anos.

A judia piscou algumas vezes, a expressão de pavor tomando seu rosto.

Rachel respirou fundo e, quando olhou novamente, um fã lhe gritava onde seu pesadelo estava segundos atrás.

A judia balançou a cabeça negativamente e colocou um sorriso forçado no rosto.

Só podia ser coisa da sua cabeça.

Atendeu mais alguns fãs antes de voltar para o carro, ao mesmo tempo que Matt saia do teatro, e o foco das pessoas ali presentes mudava para o rapaz.

— Para a festa. – a judia disse para o motorista, assim que fechou a porta com uma batida fraca.

Rachel encostou a cabeça no ombro de Quinn, entrelaçando suas mãos, enquanto o carro se afastava para longe do teatro, em direção ao salão, antes de olhar para a namorada e a cunhada.

— Então, o que acharam da peça?

***

— Quinn! – Jane se aproximou da garota que sorriu, a abraçando.

— Hey, Jane. Como vai?

— Estou bem. E você?

— Ótima. Parabéns pela peça hoje, você foi incrível.

— Todos fomos. Tínhamos que ser nessa última vez, não? – brincou – E ai, Kitty!

— Olá, Jane.

— Oh, baixinha. – Sam se aproximou, passando o braço pelos ombros da Fabray mais nova – Vamos dançar! Quinn, te devolvo sua irmã... Um dia. – riu.

— Desde que me devolva ela inteira. – a loira brincou e Sam riu, arrastando Kitty pra pista de dança sem nem mesmo esperar a opinião da garota.

— Você conversou com Kitty sobre o Sam? – Rachel perguntou, sentada ao lado da loira, e encostada contra o balcão.

— Conversei.

— E então?

— E então o que?

— O que ela disse?

— Isso fica entre eu e minha irmã.

— Quinn!

— É problema dela e não meu, Rachel. – Quinn riu – Não vou te contar e não adianta continuar perguntando.

— Um jeito não muito sutil de mandar não se meter. – Jane riu quando a judia fechou a cara.

— É, é. Que seja. – Rachel reclamou.

— Rachel. – Blaine se aproximou, colocando a mão no ombro da judia – Posso falar com você? Em particular?

— Claro. Já volto, Q. – a judia avisou levantando e dando um beijo no rosto da loira, se afastando logo em seguida, a deixando conversando com Jane.

Blaine guiou a judia para a parte de trás do salão onde acontecia a festa. O lugar era pouco iluminado e vazio. O fato de o salão ser murado por causa da piscina inutilizada naquele dia garantia que nenhum fotografo tinha acesso ao lugar. Quando Blaine parou e a encarou, com uma expressão estranha, Rachel começou a realmente se preocupar com o que o amigo tinha para dizer.

— Blaine, o que aconteceu?

***

— Vodca. – Rachel pediu ao barman, parando ao lado de Quinn e Jane, sem nem olhar para as duas.

— Você vai beber? – a loira franziu a testa.

— Preciso.

— O que aconteceu?

Rachel respirou fundo e passou a mão pelo rosto, finalmente olhando para a namorada sentada ao seu lado.

— Nada. Eu só... Eu preciso beber um pouco.

— Certo. Então eu não vou nem te lembrar das merdas que você faz bêbada.

— Obrigada.

— Vou te lembrar que você deu entrada no processo de adoção da Kathy e estão no processo de investigar sua vida pública e privada, e isso inclui seus problemas com o álcool.

— Inferno. – Rachel resmungou, espalmando o balcão e respirando fundo.

A bebida que havia pedido foi colocada a sua frente, e a judia encarou o copo, franzindo a testa.

— Eu vou deixar vocês sozinhas. – Jane disse e deu um tapa de leve no ombro de Rachel – Não faça besteira.

Jane se afastou, deixando o casal em um silencio – não tão silencioso, já que a música estava tão alta que poderia dar dor de cabeça em qualquer um – incomodo.

— Vou ficar só nessa. Prometo. – a judia murmurou virando o copo em um único gole, sentindo o liquido queimar sua garganta com uma careta e balançando a cabeça negativamente.

Ela mesma estava condenando seu comportamento naquele momento, mas estava com a cabeça cheia demais para realmente pensar se deveria beber ou não.

— Vai me dizer o que aconteceu? – Rachel suspirou – Brigou com o Blaine de novo?

— Não.

— Rach...

— Conversamos em casa, tá bem?

Quinn esticou a mão para a judia, que a pegou rapidamente, e a puxou para perto de si.

— Eu amo você. – murmurou a abraçando, e Rachel se sentiu um pouco melhor quase que instantaneamente. Achava incrível o poder que a loira tinha sobre si.

— Eu amo você também. – Rachel deu um selinho na loira e encostou a cabeça no ombro da maior – Eu vou chamar Kitty para irmos embora, tá bem?

— Certeza?

— Tenho. – Rachel disse, olhando para o relógio em seu pulso – Já tá tarde, de qualquer forma. Provavelmente vou ter que tirar algumas fotos quando disser que estou indo, então posso demorar um pouco. Mas vou tentar ser rápida.

— Tudo bem. Não beba, por favor.

— Pode deixar. – Rachel deu um beijo na bochecha da loira antes de se afastar.

Como previsto, assim que Rachel disse que estava indo, um Jesse completamente bêbado resolveu que precisavam tirar algumas ultimas fotos.

Kitty aproveitou que Sam foi arrastado para elas e se aproximou da irmã.

— Temos mesmo que ir agora? – a mais nova reclamou, sentando ao lado de Quinn.

— Temos. Já tá tarde e Rachel não está muito bem. – respondeu com um suspiro.

— Eu poderia ficar mais um pouco, não? Aposto que Sam não se importa de me levar pra casa.

— É. E nem de te levar pra casa dele. – Quinn riu, levantando as sobrancelhas.

— Quinn! – Kitty sentiu as bochechas instantaneamente, enquanto o rubor se espalhava pelo seu rosto.

— O que?

— Você é muito idiota mesmo. – a mais nova reclamou, revirando os olhos.

— Não me importo que você fique, desde que vá direto pra casa e não demore tanto, tá bem? E não deixe ninguém ver você saindo daqui sem mim, principalmente se a pessoa tiver uma câmera ou ao menos parecer trabalhar na mídia. Papai me mata se souber que to te deixando sozinha aqui.

— Russel é um problema do qual nunca vou me livrar. – resmungou fazendo Quinn rir.

— Pergunta pro Sam se ele te leva, ou você vai ter que ir comigo. – avisou.

— Certo. Vou falar com ele. Assim que liberarem eles dessas fotos. – riu – Você disse que a Rachel não tá muito bem?

— É.

— O que ela tem?

— Eu não sei, realmente. Ela saiu daqui pra falar com o Blaine e voltou... Estranha.

— Estranha como?

— Não falou comigo quando chegou e foi direto pro bar pedir uma vodca.

— Será que eles brigaram?

— Não. Pelo menos, Rachel me disse que não. – Quinn balançou a cabeça negativamente – Não importa. Em casa a gente conversa e eu acalmo ela.

— É. Bom saber, assim eu não volto tão cedo.

— Porque? – a mais velha franziu a testa.

— Porque eu prefiro não ouvir os gemidos de vocês duas dessa vez, obrigada.

— Idiota. – Quinn riu, a empurrando de leve e ficando vermelha, enquanto Kitty ria.

— Usem proteção, certo? Eu quero ter sobrinhos um dia, mas acho que o papai vai ficar meio bravo se você engravidar agora. Ou nos próximos dez anos, mas tanto faz.

— Kitty, cala a boca, vai.

— Só dizendo, Quinn. Só dizendo. – Kitty riu.

— E você e Sam?

— O que tem?

Quinn virou a cabeça em direção a irmã e arqueou a sobrancelha, com um sorriso debochado.

— É sério, Quinn, você nem enxerga e me mata de medo quando faz isso. Imagina se eu soubesse que você pode me ver. – Kitty reclamou, fazendo Quinn rir – E eu já disse, Sam é um cara legal, mas somos só amigos e, pelo visto, é só isso que vamos continuar sendo. Sam não toma uma atitude e eu também não vou tomar.

— Porque você não tenta, Kitty?

— Porque eu não tenho a sua coragem. E ele e Rachel estão vindo aí, então faz o favor de mudar de assunto e não me envergonhar na frente dele. De novo.

Quinn balançou a cabeça negativamente, rindo fraco, e levantou.

Logo que se aproximaram, Rachel passou os braços em torno da cintura da loira, a abraçando por trás, enquanto Sam passou o braço em torno do pescoço de Kitty.

— Já vai também, Kitty?

— Não se você dizer que me leva pra casa depois. – a mais nova sorriu, olhando para cima para encarar o rapaz.

— Vamos voltar a dançar, então. – o loiro sorriu – Bem, tchau, Quinn. A gente se vê logo.

— Tchau, Sam. – falou abraçando o rapaz – Não leve Kitty muito tarde. – pediu.

— Pode deixar.

— E não a deixe beber.

— Não vou deixar.

— Vocês são insuportavelmente chatos. – a mais nova reclamou, cruzando os braços, e Sam a abraçou de lado novamente, arrancando um sorriso fraco da garota.

— Eu to te deixando ficar. Não reclama ou eu te faço ir embora com a gente. – Quinn disse e Sam riu.

— To quieta! – Kitty resmungou.

— Vamos, Rach?

— Vamos. Tchau, Sam. Cuide da minha cunhada ou eu acabo com você. – disse dando um tapa de leve do ombro do mais alto.

— Boa sorte tentando, Berry.

Rachel e Quinn saíram do salão, parando no meio do caminho para se despedir de algumas pessoas, e indo direto para o carro da judia, onde o motorista já as esperava, parado em frente a saída do salão, mas ainda por dentro dos murros que o cercavam.

— Você vai me falar o que aconteceu agora? – Quinn perguntou quando o carro começou a andar.

— Não podemos esperar até chegar em casa?

— Rach, eu to preocupada com você. Por favor.

— É que eu... Vi uma pessoa na saída do teatro hoje que... Eu pensei que poderia ser coisa da minha cabeça, mas... Blaine me disse que também viu, então...

— Quem?

Rachel respirou fundo, jogando a cabeça contra o banco do carro e passando a mão pelo rosto.

Notas finais
E ai o que vocês acharam do capitulo? Rachel logo vai ter uma visita indesejada. Realmente sentimos muito sobre o atraso na postagem, Nós duas estamos correndo com trabalhos de faculdade. E por falar nisso Hoje ( SEGUNDA FEIRA, dia 13/11) vai ao ar o trabalho da I am Gleek, as 21:30 nesse link aqui: https://www.youtube.com/watch?v=FO8Sliyvvlg&feature=youtu.be Assistam, divulguem e Twitem sobre o programa usando a Hastag #horageek. Até semana que vem.