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25 Capitulo 25 - Extremo
Notas iniciais
— Bom dia! – Rachel entrou no café e Quinn sorriu, deixando o café do cliente que atendia em cima da mesa e indo em direção a namorada.
— Hey, Rach. – Quinn passou os braços pelo pescoço da judia que sorriu, se inclinando para lhe dar um selinho.
— Hey, amor. Dormiu bem?
— Dormi. E você?
— Muito bem.
Rachel abraçou a loira pela cintura e as duas foram até Kitty, sentada na sua mesa de sempre.
Ficaram ali conversando sobre os planos para a noite por quase uma hora antes da porta abrir novamente.
— Eu vou...
— Relaxa, Q. É a Britt. – Kitty falou e Quinn suspirou.
— Será que eles fecharam o orfanato?
— Ela parece feliz demais pra ser isso. Hey, Britt! – a mais nova chamou e Brittany foi até elas sorrindo.
— Hey, gente. Como vão?
— Estamos bem. Britt, essa é Rachel, minha namorada. Rach, Brittany, a garota que cuida do orfanato que meus pais ajudam.
— Muito prazer, Brittany.
— O prazer é meu, Rachel.
— Então, Britt, como vão as coisas no orfanato?
— Perfeitas, Quinn. – a loira disse sentando com o grupo.
— E os problemas financeiros?
— Praticamente resolvidos.
— O que? Como? – Kitty a encarou de boca aberta.
— Uma pessoa doou o suficiente para pagarmos mais da metade das contas, e ainda está organizando uma festa beneficente pra gente, na terça-feira.
— Quem?
— Ela prefere ficar no anonimato por enquanto, até agora não entendi por que, mas vamos respeitar sua opinião. Até por que ela tá salvando o orfanato.
— Britt, isso é incrível!
— Pois é.
Rachel apenas sorria, olhando as garotas e o sorriso no rosto de Quinn. Ela sabia exatamente por que tinha feito aquilo.
***
— Festa! – Kitty disse encontrando Quinn e Rachel já prontas na sala da sua casa.
— Você sabe que não vai beber, certo? – Quinn sorriu.
— Vamos ver, Q.
— Quinn, eu e Kitty já voltamos, ok?
Rachel saiu puxando Kitty em direção ao quarto de Quinn antes que uma das duas pudesse dizer alguma coisa.
— Hey! O que foi?
— Quero sua identidade falsa.
— O que?
— Vamos lá, Kitty. Não complique as coisas, tá bem?
— Rachel...
— Só me dá sua identidade falsa, por favor, Kitty.
— Por que eu faria isso?
— Por que nós duas sabemos que isso é ilegal, e se você for pega com isso vai ter sérios problemas.
— Rachel, qual é? Eu só uso pra beber de vez em quando.
— Mesmo assim. Kitty, beber as vezes não faz mal. Mas ter uma identidade falsa é o primeiro passo pra ser pior do que eu era.
— Rachel, é só uma cerveja de vez em quando. Relaxa.
— Kitty, por favor. Me entrega isso.
— Mas...
— E se um dia a polícia te pega com isso?
— Deixa de drama, vai.
— Kitty, você é uma garota linda. Se te pegarem com isso vão te fazer passar uma noite na cadeia. Imagina o que fariam com você lá.
— Serio, Rachel? Você está exagerando.
— Só estou tentando te proteger. Por favor.
Kitty suspirou e revirou os olhos, mas pegou o documento falso na bolsa e o entregou na mão da judia.
— Feliz?
— Muito.
— Então saiba que isso me custou cinquenta dólares, Berry.
— Se se comportar a noite toda, talvez consiga um refrigerante batizado antes de voltarmos pra casa. – piscou para a cunhada antes de se afastar, a fazendo rir.
As três saíram poucos minutos depois, e Rachel dirigiu por quase quarenta antes de estacionar em frente ao lugar escolhido por Kitty e as amigas para se encontrarem.
Assim que as três entraram, Kitty as guiou até uma mesa quase no centro do bar, onde três garotas estavam sentadas com copos de cerveja na mão.
— Hey! – Kitty sorriu.
— Hey, Kitty. Quinn. – uma delas respondeu, enquanto as outras duas estavam ocupadas demais encarando Rachel de boca aberta pra isso.
— Olá, Chris. – Quinn sorriu.
— Pessoal, essa é Rachel, minha cunhada. Rachel, essas são Beth, Mad e Chris.
— Olá garotas.
— Oh, meu Deus.
— Eu não acredito que é você mesmo.
— Oi, Rachel.
As Fabrays sentaram – e as amigas de Kitty faltaram suspirar quando Rachel puxou a cadeira para Quinn e a ajudou a se acomodar – e Rachel colocou sua bolsa em uma das cadeiras.
— Eu vou pegar alguma coisa pra beber. Vocês querem alguma coisa?
— Um refrigerante. – Quinn pediu.
— É. Pode ser. – Kitty suspirou.
— Não vai beber, Kitty? – Beth perguntou e Rachel deu uma risada fraca.
— Não enquanto eu estiver perto. – a judia falou – E eu vou trazer alguma coisa sem álcool pra vocês também. – piscou e deu um beijo na bochecha da namorada antes de se afastar.
— Ela não vai deixar a gente beber, ou eu entendi errado? – Mad franziu a testa.
— Quinn não bebe e Rachel tá parando. – Kitty falou – Junte isso ao fato de sermos menor de idade e, é, Rachel não vai nos deixar beber.
— Por que Rachel tá parando de beber?
— Isso ai é pessoal dela, Beth.
— Enfim, então você tá mesmo namorando a Rachel, Quinn. – Chris disse.
— Pois é. – a loira sorriu.
— Como é? – Mad perguntou – Ela é uma boa namorada?
— Rachel é perfeita. Tá sempre preocupada comigo, me abraçando... Vem pra Los Angeles sempre que pode... – suspirou.
— Você tá mesmo apaixonada por ela. – Chris comentou.
— Completamente.
Kitty franziu a testa, vendo Chris virar a cerveja que ainda tinha no copo em um único gole.
— Hey, vai com calma, Chris. – disse, sentada ao lado dela – O que aconteceu?
— Eu preciso de alguma coisa mais forte.
A garota levantou e foi direto pro bar, enquanto a Fabray mais nova a encarava.
— O que deu nela? – perguntou para Beth, que também a olhava, enquanto Quinn e Madison pareciam entretidas demais em sua conversa para dar atenção a ela.
— Não faço ideia. Mas ela parece bem determinada a beber.
— Chris não costuma beber.
— E isso só torna as coisas mais estranhas ainda.
— Hey, gente. As bebidas de vocês. – Rachel apareceu colocando várias latas de refrigerante em cima da mesa.
— Como você trouxe tudo isso? – Kitty perguntou e a judia apenas deu de ombros.
As garotas dançaram, conversaram e beberam refrigerante durante horas, entre risadas.
Por volta de meia noite e meia, Kitty, que passou a noite toda reparando em como Chris parecia estranha, puxou a garota para o banheiro, recebendo um olhar malicioso da cunhada, e apenas riu.
— O que foi? – Chris perguntou quando Kitty encostou a porta.
— Qual o seu problema, Chris?
— O que?
— Você passou a noite toda emburrada e encarando Rachel como se fosse matar ela.
— Eu não sei do que você tá falando Kitty. – riu fraco, tentando desconversar.
— Chris, você bebeu mais que cerveja hoje. E você odeia beber.
— Eu estou muito sóbria, Fabray. Obrigada.
— Mas tem alguma coisa te incomodando. Eu sou sua amiga e estou aqui pra isso. O que aconteceu? Pensei que você também era fã da Rach.
— E eu sou. Sua cunhada é realmente uma ótima atriz.
— Chris?
— Esquece, Kitty. Não é nada.
— Certeza?
A garota apenas sorriu e saiu do banheiro, sendo seguida por Kitty logo depois.
Antes que as duas chegassem a mesa, Kitty foi puxada por Rachel para o bar, e franziu a testa.
— Quer ajuda pra levar as latas? – perguntou quando a judia pediu mais alguns refrigerantes.
— Não.
— Então?
— Sua amiga não quis?
— O que?
— Oh, qual é, Kitty? Você sabe do que eu to falando.
— Chris é só minha amiga, Rachel. Isso seria... Bizarro.
— Eu já dormi com algumas amigas.
— O que você quer, afinal? – Kitty riu.
— Quinta garota a sua direita. – Rachel não se importou em falar baixo. Sabia que a música extremamente alta impediria que a garota em questão a ouvisse.
— O que tem?
— Não tirou o olho de você a noite toda.
— Serio?
Kitty olhou discretamente para a garota, que sorriu antes de desviar o olhar.
Quando olhou novamente para a cunhada, Kitty a encontrou com a sobrancelha arqueada e um sorriso no rosto.
— O que é?
— Você não vai lá?
— Fazer o que?
— Serio?
— Você tá falando de...
— Chega nela, Kitty!
— Eu nunca fiz isso. – a loira olhou novamente para a garota, que agora pedia alguma coisa para o barman.
— Você quer falar com ela?
— Bom, ela é bem bonita.
— Eu sou uma mulher comprometida agora, então acho que tenho que passar minhas táticas pra frente, certo?
— O que?
Rachel voltou para a mesa pouco mais de dez minutos depois.
— Cadê a Kitty? – Quinn perguntou quando sentiu a morena sentar ao seu lado.
— Não se preocupe. Deixei ela bem acompanhada.
— O que?
— Digamos que Kitty se deu bem hoje. Pelo menos enquanto a gente tiver aqui.
— Você deixou minha irmã com uma qualquer?
— É uma garota bonita que estava afim dela. Além disso, eu to vendo sua irmã daqui, e te garanto que ela não vai fazer nada além dos beijos hoje.
Quinn encostou a cabeça no ombro de Rachel e suspirou.
— Tá cansada?
— Um pouco. Que horas são?
— Pouco mais de uma hora.
— Quer ir embora?
— As garotas estão se divertindo, e é tão raro Kitty sair. – suspirou.
— Vamos dar mais meia hora pra elas, certo? Depois nós vamos embora.
— Certo.
— O que acha de irmos dançar enquanto isso, hum?
— Eu to cansada, Rach.
— Tá bem. Vou me contentar com alguns beijos, então. – brincou fazendo Quinn rir.
A judia deu um selinho na namorada e passou o braço pelo seu ombro, deixando que a loira descansasse contra o seu ombro.
Alguns minutos depois a música mudou e Quinn sorriu, enquanto Rachel observava as pessoas por ali se animarem.
— Eu preciso mandar um vídeo disso pra Demi. – a judia riu pegando o celular quando identificou a voz da amiga.
— Você conhece ela?
— Claro! Faz algum tempo que a gente não conversa, mas costumamos nos falar bastante. Só que ultimamente ela tá correndo com a turnê e tudo o mais. – a judia deu de ombros, começando a gravar o vídeo – Hey, Demi! Olha o que você faz com as pessoas. – riu – Quando eu falo que você tem fã até em marte você ri, não é? Mas que sua música anima uma festa, anima. – a judia virou a câmera para si e sorriu – Saudades de você, D.Love.
— Vamos voltar um pouco. – Quinn pediu quando sentiu Rachel guardar o celular – Você conhece Demi Lovato?
— Conheço. Por que?
— Por que é Demetria Devonne Lovato, Rachel! Você tem que me apresentar ela.
— Eu não sei se dou risada por que você tá agindo como uma fã adolescente ou se fico com ciúme. – disse fazendo Quinn rir.
— Rach, você sabe que eu amo você. Mas adoro as músicas da Demi. Ela é incrível.
— É, Demi tem realmente uma voz ótima. E é uma boa pessoa também. Vou ver o que posso fazer por você qualquer dia desses, senhorita Lovatic.
Quinn passou os quinze minutos seguintes enchendo a judia de perguntas sobre sua ídolo, antes de começar a bocejar.
— Eu vou chamar as meninas e nós vamos embora, certo? Mas, antes, eu prometi uma bebida batizada pra sua irmã se ela não tentasse beber alguma outra coisa essa noite.
— Rachel!
— Relaxa, Q. Uma coca com um pouco de álcool não vai nem deixar as garotas bêbadas.
— Isso é errado, Rachel. Elas ainda não têm idade pra beber.
— Q, melhor beber um pouco com a gente vendo do que um monte sem ninguém saber, certo? – Rachel disse e Quinn apenas suspirou – Relaxa, eu inclusive vou acompanhar elas nessa, e vou estar dirigindo depois. Não vai ser um problema.
— Vou acreditar que você sabe o que faz.
— Eu sei. Quer um também?
— Eu acho que vou passar.
— Quinn, amor, você tem que relaxar um pouco. Não vamos beber até ficar bêbadas.
— Mesmo assim.
— Certeza?
— Tenho.
— Certo. Eu já volto.
Rachel foi até o bar e voltou com uma garrafa na mão.
Encheu cinco copos com os refrigerantes que ainda estavam sobre a mesa e terminou de encher os copos com um pouco da bebida da garrafa.
— Certeza que não vai querer nem experimentar? – Rachel brincou enquanto enchia o último copo e Quinn riu fraco.
— Não, obrigada.
A judia deu um beijo no rosto de Quinn antes de se afastar novamente, e, quando voltou, tinha as três garotas mais novas em seu encalço.
— Tudo bem, vamos terminar esses refrigerantes e ir embora. – mandou fazendo as garotas revirarem os olhos.
— Qual é, Rachel? Ainda não são nem duas horas. – Kitty reclamou.
— Mas sua irmã está cansada e eu levanto cedo pra voltar pra New York amanhã. Temos que ir.
— Eu e as meninas podíamos ficar.
— Uma palavra pra você, Kitty: Russel. – disse fazendo a garota e Quinn rirem. – Vamos lá! Virem seus refrigerantes.
As mais novas reviraram os olhos, mas, assim como Rachel, viraram o liquido de dentro do copo de uma só vez, garganta abaixo, fazendo uma careta quando a mais velha riu.
— Hora de ir.
— Isso tinha... O que dentro? – Beth perguntou.
— Vodca? – Mad chutou.
— O que? Vodca? Rachel, isso é muito forte! – Quinn reclamou enquanto Rachel ria.
— Não era vodca. Relaxa. Era uma bebida bem mais fraca.
— Tipo? – Quinn disse de braços cruzados e Rachel revirou os olhos.
— Tipo cerveja.
— Podia ter sido uma coisa mais forte, heim. – Kitty brincou.
— Eu te prometi uma bebida batizada, não uma pra te deixar bêbada. – brincou – Vamos lá. A conta tá paga e deu nossa hora.
Rachel deixou primeiro Mad em casa, descendo do carro para uma foto antes, depois Beth, fazendo o mesmo, e por último Chris, que saiu do carro mal dando boa noite.
— Qual o problema dela hoje? – Quinn perguntou quando Rachel começou a afastar o carro da casa da garota – Chris é sempre tão simpática.
— Eu não sei. – Kitty falou – Ela ficou assim a noite toda.
— Eu digo o que aconteceu com a sua amiga, Kitty. Ela me conheceu.
— E daí? Ela é sua fã, deveria ter ficado feliz.
— Eu vou me corrigir. Chris conheceu a namorada de Quinn Fabray.
— E daí?
— Serio, vocês são realmente tão devagar assim? Chris parecia querer arrancar minha cabeça fora cada vez que eu relava em você, Q.
— Tá dizendo que Chris gosta da Q?
— To dizendo que se sua amiga chegar perto da minha namorada eu quebro ela.
— Opa! Espera aí, Rach. É só uma garota. – Quinn franziu a testa.
— Ela tem dezessete anos e sabe muito bem o que faz, Quinn.
— Chris ainda tem dezesseis. – Kitty tentou brincar.
— Que seja. – Rachel suspirou – Quando cansaram de me fazer perguntas, Mad se arranjou com alguém rapidinho e Beth ligou pro namorado. Mas Chris ficou lá, olhando a gente interagir como se fosse um crime relar na Q.
— Talvez ela goste de você. – Quinn sugeriu e Rachel riu.
— Tá. Vamos fingir que sim. Só deixe a garota avisada, certo Kitty?
— Tá. Eu acho. – Kitty franziu a testa.
Rachel parou o carro em frente a casa dos Fabrays não muito depois.
A judia saiu do carro e deixou as Fabrays na porta.
— Eu vou entrar e vocês podem se despedir. – Kitty sorriu e abraçou a cunhada – Até mais, Rachel. Agradeça ao Sam pelos CDs.
— Pode deixar.
— Até a próxima.
— Até.
Assim que Kitty sumiu dentro da casa, Rachel suspirou e abraçou a namorada.
— Você ainda vai passar aqui amanhã antes de ir?
— Eu vou sair bem cedo. Na verdade, nem vou dormir. Meu voo sai as oito. Só vou pegar minhas coisas no hotel e ir pro aeroporto.
— Você não pode ficar um pouco, então?
— Bem, eu ainda tenho quinze minutos.
Quinn suspirou, apertando a judia ainda mais contra si e Rachel acariciou de leve suas costas.
— Eu prometo que volto logo. – falou após alguns minutos.
— Não vá deixar suas responsabilidades. – a loira sussurrou, mesmo que quisesse que ela esquecesse todas e ficasse ali com ela.
— Não vou. Só faltam quatro messes pra peça acabar. Prometo que venho pelo menos mais uma vez antes disso.
— Tá bem.
Rachel segurou o rosto da loira e lhe beijou, ouvindo um flash atrás de si.
— Q, antes de ir, você precisa saber de uma coisa.
— O que foi?
— Aquela mulher que dizia estar esperando um filho meu finalmente ganhou o bebê.
— E?
— E eu vou refazer o exame de DNA. Sei que a criança não é minha, mas vou fazer pra ela não tentar mais um escândalo.
— Tudo bem.
— Certo. Eu tenho que ir. – Rachel deu um último selinho na loira e se afastou – Até mais, Q. Amo você.
— Também amo você.
Assim como na noite anterior, Rachel só saiu da frente da casa depois que Quinn fechou a porta.
A loira tomou um banho e tateou por suas roupas até encontrar o moletom de Rachel que tinha pegado para si em sua viagem até New York e o vestindo.
Quinn dormiu sentindo o cheiro da judia, enquanto Rachel, assim como tinha dito, foi até o hotel apenas para pegar suas coisas e fechar a conta do quarto antes de ir pro aeroporto, onde mais uma vez observou as casas ficarem cada vez menores enquanto o avião decolava com a sensação que um pedaço de si ficava para trás.
***
— O que diabos você acha que está fazendo? – a morena deu um pulo ao ouvir a voz grossa soar atrás de si.
— Que susto! – reclamou depois de voltar sua atenção novamente para o computador – Só vendo as ultimas noticias.
— Rachel Berry de novo?
— Sempre é ela. Por que você ainda pergunta? – riu.
— Isso já não é mais ser fã. É uma obsessão doentia. Você sabe disso, não é?
— Sei de muito mais do que isso, meu amigo. Muito mais. – suspirou – O que você acha que eu vou fazer? Sequestrar ela?
— Faria mais o seu estilo matar a garota.
— Que horror, Michael. Você me faz parecer um monstro.
— O problema é que você não tem mais idade pra ser tão fã assim. Você sabe disso, não sabe?
— Não tem idade pra ser fã. Mas, como eu já disse várias vezes, eu não sou fã da Rachel.
— E é isso que me assusta.
— Que seja.
— Afinal, você vai me contar de onde vem essa sua obsessão por ela ou não?
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