Mais do que se pode ver
24 Capitulo 24 - Do que você gosta.
Notas iniciais
— Eu posso saber pra onde vamos? – Quinn perguntou quando Rachel ligou o carro.
— Estamos indo jantar.
— Agora você pode me contar algo que eu não sei, Rachel. – Quinn reclamou e a judia riu.
— Vamos ao Exterior Lotus. – disse e Quinn sorriu – Já vi que você lembra.
— Como eu esqueceria?
A judia riu e aproveitou o sinal vermelho no qual havia acabado de parar para se inclinar e dar um beijo na bochecha de Quinn.
— Então, quais os planos pra depois do jantar?
— Bom, pra ser bem realista, pensei em irmos pro hotel. – murmurou.
— Parece bom pra mim.
— Bem, infelizmente, Russel quer que você volte até a uma. E, acredite, esse horário foi um grande avanço.
— Rachel, meu pai não controla meus horários.
— Eu sei, Q. Mas... Viu como ele está começando a aceitar nosso namoro? Quero que ele confie em mim. Sei que por mais que você fale que não se importa, você quer que ele aprove a gente.
— É claro que eu quero. – suspirou – Mas eu impus os limites, Rachel. Russel não controla meu horário.
— Eu sei que não. Mas... Pode parecer besteira, mas eu quero agradar ele. Pelo menos dessa vez, ok?
Quinn balançou a cabeça negativamente, mas sorriu.
— Temos até a uma para estar em casa, então. Você vai ficar hoje de novo, certo?
— Não. Hoje eu vou dormir no hotel.
— Rachel!
— Hey! Eu não estou pagando aquele quarto atoa.
— Pensei que a gente ia usar hoje. – Quinn deu um sorriso de lado e Rachel riu.
— E vamos. E depois eu vou voltar pra dormir lá.
Quinn passou o resto do caminho tentando convencer Rachel a dormir com ela, enquanto a judia se mantinha irredutível, dizendo já ter abusado da “bondade” de Russel de deixa-la ficar no dia anterior.
— Chegamos. – Rachel falou estacionando em frente ao restaurante – Espera aí.
A judia desceu do carro e abriu a porta para a loira antes de entregar a chave para o manobrista.
Assim como da primeira vez, assim que entraram as duas foram diretamente encaminhadas até a mesa, e Rachel escolheu um prato para Quinn.
— Eu lembro que, quando a gente veio aqui pela primeira vez, eu faltava tremer de nervoso. – Quinn disse quando o garçom se afastou com os pedidos.
— Serio. Por que? – Rachel perguntou segurando uma das mãos da namorada entre as suas.
— Por que era meu primeiro encontro. E por que era com você. Eu realmente não sabia o que esperar.
— Superei as expectativas?
— Com certeza. – Rachel sorriu e se inclinou para dar um selinho em Quinn.
— Quando eu te pedi em namoro, eu realmente me surpreendi.
— Você se surpreendeu? – Quinn riu.
— É. Como eu te disse aquele dia, eu não planejei isso quando te chamei pra um encontro. E eu estava nervosa também. Me senti... Uma adolescente com seu primeiro amor de novo. Isso é idiota, eu sei, mas...
— É fofo, Rachel. Você não tinha motivos pra tá nervosa.
— Mas eu sentia um nervosismo que nunca senti. Nem mesmo com Jéssica. Você é especial, Quinn. Eu amo você.
— Eu também amo você. – Quinn sorriu.
A comida chegou logo depois, e as duas comeram entre conversas e risadas.
Quando estavam saindo Rachel suspirou, parando na porta com o braço entrelaçado ao de Quinn.
— O que foi? – a loira perguntou.
— Tem um monte de fotógrafos lá fora. Eu não queria chamar a atenção.
— O que pretende fazer?
— Espera um minuto.
Rachel se afastou de Quinn, e foi até a recepcionista, falou com ela por alguns segundos antes de voltar e entrelaçar seu braço ao da loira. Enquanto isso, a garota saiu e falou com o manobrista. Conversou com ele por alguns segundos antes de entrar novamente e ir até as garotas.
— Senhorita Berry, ele vai levar o carro pelos fundos.
— Obrigada. – Rachel sorriu.
A garota levou as duas até uma porta nos fundos, passando pela cozinha – onde Rachel cumprimentou o chef – e saindo em um beco que Rachel descreveu como assustador sem precisar pensar duas vezes.
Logo que elas saíram o carro que Rachel havia alugado parou em frente a porta e o manobrista saiu dele com um sorriso no rosto.
— Senhorita Berry. – disse entregando as chaves para a judia.
— Obrigada. Me dê um segundo, sim?
A judia ajudou Quinn a entrar no carro e fechou a porta antes de voltar a olhar para o manobrista.
— Aqui. – disse entregando algumas notas para ele e outras para a recepcionista, parada ao seu lado – Obrigada pela ajuda.
— Não precisava disso, senhorita Berry. – a garota disse encarando a maior gorjeta que já havia ganhado na vida.
Rachel apenas sorriu para os dois antes de entrar no carro.
Fechou a porta, colocou o cinto e a chave na ignição antes de se inclinar para Quinn e lhe dar um selinho.
— Onde estamos?
— Na parte de trás do restaurante. Os fotógrafos não vão nos incomodar aqui. – sorriu – Para onde agora, senhorita Fabray?
— Eu pensei que os planos da noite tinham ficado claros.
— Só pra ter certeza. – a judia disse antes de dar mais um beijo na loira e ligar o carro.
Quando as duas finalmente saíram do beco, o manobrista e a recepcionista voltaram ao seu trabalho, e Rachel ainda observou pelo retrovisor o sorriso no rosto dos dois – é, a gorjeta havia sido bem generosa.
A judia dirigiu rapidamente pelas ruas de Los Angeles, com a mão de Quinn pousada sobre sua coxa e o dedo traçando desenhos aleatórios por ela.
Assim que Rachel estacionou em frente ao hotel, soltou o cinto e se inclinou sobre Quinn, a puxando para um beijo.
— Alguém tá com mais presa do que o necessário. – Quinn riu.
— Alguém me provocou o caminho inteiro.
— Eu não fiz nada. – Quinn franziu a testa e Rachel riu fraco.
— Vamos descer.
As duas entraram no hotel com os braços entrelaçados, e Rachel guiou Quinn até o elevador.
— Estamos no mesmo hotel que ficamos com o pessoal?
— E no quarto que você ficou. – Rachel disse dando um beijo na bochecha da loira antes ajudá-la a entrar no elevador.
Subir alguns andares dentro daquele elevador foi quase uma tortura para Rachel, que olhava a namorada encostada a parede.
— Você está perfeita, Quinn.
— Você já disse isso, Rach. – a loira sorriu – Parece que Santana e Kitty fizeram um bom trabalho de novo, não?
— To sentindo como se tivéssemos misturado nosso primeiro encontro com a nossa primeira vez. – Rachel brincou e as duas riram.
Quando as portas do elevador finalmente se abriram a judia entrelaçou novamente seus braços e guiou Quinn até a porta. A abriu rapidamente e deixou que a loira entrasse na frente, trancando a porta em uma velocidade que nem ela mesma sabia que tinha.
— Eu es.. – Quinn foi interrompida pela boca da judia na sua.
A judia puxou Quinn pela cintura, andando de costas até a cama, onde sentou, puxando a loira para o seu colo.
Quinn suspirou e jogou o corpo ainda mais contra o da judia, que gemeu fraco.
— Eu senti tanta falta de você. – Rachel murmurou.
— Eu também. Senti muito sua falta, Rach.
A judia sorriu e levou as mãos até os óculos de Quinn, que as segurou.
— O que?
— Tem certeza que vai querer... Ver meus olhos?
— Eles são lindos, Quinn. É claro que quero ver eles.
Quinn apenas suspirou e soltou as mãos de Rachel, que tirou os óculos escuro do rosto da namorada e se esticou para coloca-lo no móvel ao lado da cama.
Rachel se voltou para a loira e olhou para seus olhos.
— Eles são lindos, você não devia esconder.
— Não é isso que as pessoas costumam dizer.
— As pessoas não deveriam importar pra você. Se eu to dizendo que são lindos, é por que são.
— Eu amo você.
— Eu também amo você.
As duas voltaram a se beijar e Rachel subiu na cama, deitando com Quinn por cima de si.
Quando o ar se fez necessário a loira desceu os beijos para o pescoço da judia, que gemeu.
— Q... Roupa de mais.
Quinn riu contra o pescoço de Rachel, mas ergueu o corpo logo depois, tirando o vestido lentamente, sentindo o olhar da namorada queimar cada pedaço de pele que era exposto.
— Porra, Quinn. – Rachel gemeu quando a loira jogou o vestido ao lado da cama, ficando apenas com um conjunto de lingerie preta.
— Gosta do que vê?
Como resposta Rachel arqueou as costas, chocando seu quadril contra o da namorada, que suspirou ao sentir o volume que se formava na calça da judia.
Quinn curvou o corpo para frente, apoiando as mãos nos ombros da judia.
— Pelo o que eu posso sentir, é você quem tem muita roupa, agora.
Rachel empurrou Quinn contra a cama e sorriu para a loira, sentindo suas mãos passearem pela frente da sua camisa, desabotoando botão por botão com cuidado, enquanto a olhava nos olhos.
Assim que o ultimo botão foi desabotoado Rachel jogou sua blusa para algum lugar – e ela não se importava onde – enquanto as mãos de Quinn continuaram descendo, tirando seu cinto e roçando acidentalmente – ou não – o volume já presente ali enquanto abria o zíper.
A judia levantou rapidamente, se livrando da calça e da cueca antes de voltar a deitar sobre a namorada.
As duas se beijaram, enquanto Rachel acariciava o corpo de Quinn praticamente com devoção, e a loira apertava seus ombros, começando a sentir o efeito dos carinhos da menor em seu corpo.
Ainda entre beijos, Rachel se livrou do próprio sutiã e do da namorada, arrancando um gemido das duas quando os seios se tocaram.
A judia desceu os beijos pelo corpo da loira, parando para se livrar da última peça de roupa entre elas quando chegou a barriga da namorada, antes de continuar descendo.
— Rachel. – Quinn colocou a mão na nuca da namorada quando percebeu que ela iria parar, e Rachel suspirou, olhando para cima.
— Relaxa, Q. Você vai gostar.
— Eu... Não sei se é uma boa ideia.
— Hey. – Rachel se arrumou em cima da namorada novamente, a olhando nos olhos, mesmo que a loira não pudesse vê-la. Ela sabia que Quinn sentiria – Eu provavelmente não vou aguentar muito tempo depois que estiver em você. E me recuso a não te dar prazer essa noite. Confia em mim, ok?
— Ok. – Quinn suspirou.
— Relaxa. – Rachel deu um selinho na loira e voltou a distribuir beijos pelo seu corpo, dando uma atenção especial aos seus seios.
Quando chegou ao seu destino, Rachel começou a distribuir os beijos de leve pelas coxas da loira, que gemeu.
Rachel sorriu e levou a boca até a intimidade de loira, que jogou a cabeça para trás, respirando fundo quando sentiu a língua da judia passar por sua entrada.
Quinn se contorcia de prazer, apertando o lençol entre os dedos enquanto sentia a língua de Rachel brincar em sua intimidade.
Não demorou para a mais velha sentir as paredes da intimidade da loira se contraírem contra a sua língua e sorriu levantando o olhar para a namorada, observando sua expressão de prazer enquanto se derramava em sua boca.
Rachel se impulsionou para cima, pairando sobre a namorada apoiada nos cotovelos e sorriu para a expressão ainda presente no rosto da loira.
— Até seu gosto é perfeito. – sussurrou no ouvido da mais nova, a fazendo gemer fraco.
Rachel a beijou com calma, descendo as mãos para massagear os seios da loira, que suspirou contra sua boca antes de descer a mão direita por entre seus corpos lentamente.
Quinn sorriu ao sentir o gemido de Rachel morrer contra sua boca quando segurou seu membro, o acariciando devagar.
— Q... – a judia murmurou.
— Eu preciso de você. – Quinn sussurrou no ouvido da menor – Agora.
Rachel rapidamente se arrumou entre as pernas da namorada antes de se inclinar e beija-la novamente, enquanto a invadia lentamente.
A judia sentiu as mãos da loira apertarem seu ombro e se focou em beija-la, esperando a namorada se acostumar com ela.
Não demorou para Quinn arquear os quadris, em um pedido silencioso que ela continuasse, e assim ela fez.
Os corpos suados se chocavam um contra o outro e os gemidos de ambas preenchiam o quarto enquanto Rachel se movia lentamente contra loira, a sentindo arranhar suas costas.
Rachel sentiu seu orgasmo chegar antes do que ela planejava, mas continuou se movendo até sentir Quinn tremer em baixo de si – o que acabou quase lhe causando outra ereção, mas ela não se importou.
A judia continuou dentro da loira por alguns segundos, distribuindo leves beijos por seu rosto, antes de sair da namorada lentamente e deitar ao lado dela.
Quinn suspirou e se acomodou contra a namorada, com um leve sorriso no rosto.
— Melhor do que a primeira vez, não? – Rachel brincou e Quinn riu.
— Você é perfeita, Rach. – murmurou.
— Só com você. – a judia respondeu no mesmo tom – Está cansada?
— Um pouco. – confessou – Você sabe, não estou acostumada com o seu pique. – disse a fazendo rir.
— Oh, eu acho que preciso fazer você se acostumar, então. – disse dando um beijo na testa da loira – Dorme um pouco. Eu te chamo em meia hora pra te levar pra casa.
— Não quero dormir. Ainda tenho meia hora com você, e quero aproveitar.
— E o que tem em mente?
Quinn jogou as pernas por cima do quadril de Rachel, sentando sobre a namorada e arrancando um sorriso malicioso da judia.
— Pensei que você tava cansada.
— Isso não vai me impedir de me aproveitar um pouco mais de você.
— Eu gosto de como isso soa.
Quinn deu uma risada fraca, se inclinando sobre Rachel para beija-la, mas o toque do celular da judia a impediu de continuar.
— Atendo? – Rachel perguntou vendo a loira sair do seu colo.
— Só seja rápida.
Rachel pegou o celular e atendeu sem nem mesmo olhar quem era.
— Alô? Oi Marley. Sim, eu sei. E desde antes de você, aparentemente. Eu só quero essa mulher calada, Marley. Ok. Certo. Marley, eu realmente estou ocupada no momento. Será que tem como você ligar daqui umas duas horas? Não é da sua conta o que eu tava fazendo. Calada. – Rachel riu – Muito obrigada. Te vejo na segunda. Rápido, Marley. Rápido. Certo. É um valor bem grande. Não vai me prejudicar? Se você está dizendo, pode mandar. Agora, me deixa voltar pra minha namorada. Até segunda, Marley. Eu sempre uso... – a judia se interrompeu no meio da frase – Marley, falo com você depois.
Rachel desligou o celular e sentou na cama, encarando a namorada.
— O que aconteceu?
— Muitas coisas. Antes de mais nada, Q, esquecemos a camisinha.
— Tudo bem, Rach. Eu to tomando anticoncepcional.
Rachel suspirou, puxando a namorada para sentar entre suas pernas, encostada contra seu tronco, enquanto fazia um carinho de leve em seus cabelos.
— Desde quando você tá tomando?
— Lembra quando eu fui pra New York, e disse que tinha médico?
— Lembro.
— Ginecologista.
— Por que você não me disse?
— Não sei. – Quinn corou, dando de ombros – Acho que fiquei com vergonha.
— Não tem que ter vergonha de mim, Quinn.
— Eu sei. – suspirou – Rach... O que você... Fez por mim hoje...
— Você tá falando de eu ter te ch...
— É, Rachel, é isso mesmo. – a interrompeu, ficando vermelha e Rachel riu fraco.
— O que tem? – perguntou ficando seria de repente – Você não gostou?
— Não é isso. Eu... Foi muito bom na verdade.
— Então, o que foi?
— Eu fiquei pensando... O que mais você... Gosta?
— Você tá me perguntando o que eu gosto na cama?
— É. – Quinn já estava tão corada que Rachel teve que se segurar para não rir.
— Eu já experimentei muitas coisas, Quinn, que eu não reclamaria de fazer com você. Mas... Você tem certeza que quer ter essa conversa?
— Por que não teria?
— Só pra confirmar. – Rachel disse começando a distribuir beijos pelo pescoço da namorada enquanto acariciava seus ombros, a fazendo relaxar em seus braços – Tem algo que você queria tentar, Q?
— Eu... Nunca parei pra pensar sobre isso, na verdade.
— Então pensa um pouquinho. Alguma coisa que você ouviu falar, ou... Você leu cinquenta tom de cinzas, não é? Vai que você tem inclinação pro sadomasoquismo. – disse rindo, e Quinn lhe deu um tapa na perna, ficando ainda mais vermelha – Tá vendo. Dá até pra desconfiar...
— Rachel!
— Eu to brincando, amor. Só pra descontrair um pouco.
— Você... Já tentou?
— O que? Sadomasoquismo? – perguntou e Quinn acenou positivamente – Não. Quero dizer, um tapa ou outro em uma garota que gostava já, mas nunca nada além disso. Você tá mesmo interessada nisso?
— Não. Eu... Foi só curiosidade.
— Não tem que ter vergonha, Quinn. Muitas pessoas acham isso excitante.
— Esse definitivamente não era o assunto no qual eu queria entrar. – a loira riu balançando a cabeça negativamente.
— Então, tem algo que você quer fazer?
— Não me vem nada a mente, no momento. Do que você gosta?
— De muitas coisas. Gosto do que fizemos hoje. Gosto de sexo mais selvagem de vez em quando. Gosto da ideia de você montando em mim. De te ver de quatro... – Rachel continuava com a massagem nos ombros da loira e os beijos pelo pescoço dela, e a loira acabou gemendo – Isso te excita?
— Bem... – Quinn murmurou, e Rachel tinha certeza que a loira ia ficar com as bochechas coradas pro resto da vida.
— Tem uma coisa que eu gosto, e ainda temos tempo de experimentar hoje, se você quiser.
— O que?
— O que acha de sexo no chuveiro?
— Quanto tempo nós temos?
— Tempo o suficiente pra eu te dar um orgasmo incrível. – a judia murmurou no ouvido da mais nova, que gemeu – Vem comigo.
Rachel guiou Quinn até o banheiro e ligou o chuveiro ajustando a agua para o que ela considerava a temperatura ideal.
— Vê se a agua tá boa pra você, Q. – pediu dando espaço para que a loira, ainda extremamente corada, entrasse no box.
Quinn esticou a mão, deixando que a agua escorresse por entre seus dedos, e Rachel a abraçou por trás, fazendo um carinho de leve em seus braços enquanto seu membro pressionava a bunda da loira, que gemeu.
— O que achou da agua?
A resposta da loira foi virar, beijando Rachel com vontade.
A judia riu fraco, afastando um pouco e esticando a mão para pegar o sabonete.
— Relaxa, Quinn. Me deixa ensaboar você, sim?
— Tudo bem.
Rachel levou as duas para debaixo do chuveiro e começou a ensaboar a loira, massageando primeiramente suas costas e ombros, para depois passar a ensaboar seus seios em uma massagem lenta, fazendo a loira gemer.
Demorou mais do que o necessário ali antes de descer suas mãos, lavando as pernas da loira antes de subir novamente.
Esfregou o sabonete nas mãos, fazendo espuma, antes de levar uma delas até a intimidade da loira.
— Tudo isso pra mim, Q? – murmurou sentindo a intimidade encharcada da namorada.
Quinn passou os braços pelos ombros de Rachel quando ela lhe invadiu com um dedo lentamente, gemendo contra o ouvido da judia, que a empurrou para trás, a encostando na parede gelada.
Rachel logo acrescentou um segundo dedo, fazendo movimentos rápidos e precisos enquanto Quinn se contorcia contra sua mão.
— Vem pra mim, Q. – a judia pediu quando sentiu a intimidade da loira se contrair contra seus dedos, e logo a loira tremia contra ela.
Rachel abraçou a namorada e esperou alguns minutos para que seu corpo se recuperasse.
— E você? – Quinn sussurrou contra o pescoço da judia, sentindo seu membro ainda ereto.
— Eu posso dar um jeito nisso depois.
— Nada disso.
Quinn empurrou Rachel contra a parede, parando de frente para ela e a judia sorriu.
— Me diga se eu fizer algo errado, ok?
— O que vai fazer? – perguntou e Quinn apenas se ajoelhou em frente a ela – Quinn você não precisa...
— Eu quero, Rachel.
Rachel suspirou, sentindo a mais nova segurar seu membro e o levar até a boca.
A judia jogou a cabeça para trás, a apoiando na parede enquanto Quinn trabalhava lentamente em seu membro.
— Quinn... Oh, céus. – gemeu levando uma das mãos aos cabelos da mais nova.
Não demorou para a judia afastar a loira de si, a puxando para cima e a beijando desesperadamente.
— Hum... Rach...
— Eu não vou aguentar muito mais, Q. – a judia falou distribuindo beijos pelo pescoço da loira.
— E daí?
— A não ser que você queira... Bem, eu acho melhor você terminar isso com as mãos, certo?
Quinn apenas a beijou, levando sua mão ao membro da judia.
Não demorou para que Rachel chegasse ao seu ápice, se apoiando nos ombros da loira com um sorriso no rosto.
— Tem certeza que nunca fez isso antes? – brincou recebendo um tapa da loira.
A judia riu e se afastou da namorada e da parede, pegando o sabonete já esquecido no chão e se voltando para a loira.
— O que acha de tomarmos um banho e voltar para o quarto?
— Pensei que já estávamos tomando banho. – Quinn brincou e Rachel riu, lhe dando um selinho.
***
— Está entregue. – Rachel falou quando pararam em frente ao café, quando faltavam apenas cinco minutos para a uma da manhã.
— Tem certeza que não quer ficar essa noite?
— Tenho, Quinn. Mas prometo vir direto pra cá depois de acordar, ok?
— Certo. – Quinn disse e se inclinou, beijando a namorada – Eu te amo.
— Também te amo.
— Até amanhã. – disse descendo do carro.
— Até.
Rachel observou com preocupação enquanto Quinn subia as escadas e entrava em casa.
Somente quando a loira fechou a porta ela ligou o carro e fez seu caminho de volta para o hotel.
Quinn entrou sem fazer barulho, indo direto para o seu quarto, onde apenas se jogou na cama e se cobriu após tirar os óculos.
Naquela noite, as duas dormiram com um sorriso no rosto, enquanto se perguntavam como tinham conseguido ficar sem a outra por tanto tempo.
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