Mais Uma Vez

6 Capítulo 5: A Intrusa


Notas iniciais
Disclaimer: Twilight não me pertence, mas essa história, assim como a filha da Bella e do Edward sim, portanto respeitem. . Obrigada a Cella, minha beta fofuxa e safaduxa. Aqui vai um capítulo com um pouquinho de Edward...

Capítulo 5: A Intrusa

Claire

Assim que a sala clareou, um grito fino ensurdecedor quase estourou meus tímpanos e eu gritei ao mesmo tempo, por reflexo. Em questão de segundos, consegui dar um passo para trás, tropeçar no tapete e cair no chão. Meu coração veio até a boca e voltou antes que eu pudesse olhar para frente e perceber a origem do grito.

E parecia uma cena de filme terror, eu juro.

No grande sofá preto encostado na parede, estava Tanya, a Vaca. Deitada de bruços – bem, mais ou menos torta agora — e seminua.

Seminua. De lingerie preta e totalmente indecente. Meu Deus, o que eu fiz pra merecer isso?

— O que você está fazendo aqui? – eu berrei para ela, enquanto Tanya puxava um robe vermelho transparente de trás do sofá para tentar se cobrir.

Tente o quanto quiser, querida Tanya, mas essa imagem iria ficar gravada para sempre na minha memória. Argh, que nojo!

— Eu que te pergunto! Quem mandou você entrar aqui? – esbravejou ela com sua voz de jararaca no cio, sentando-se no sofá e amarrando o robe na cintura antes de ficar de pé. Me levantei do chão para confrontá-la.

— Não sei se você se deu conta, mas é o meu pai que mora aqui e eu sou a filha dele e tenho a chave. E por acaso, eu vim aqui passar o fim de semana, como faço há sete anos, desde quando ele e a minha mãe foram morar em casas diferentes. E você? Não sabe respeitar o espaço alheio?

— Não, sua pirralha, quem está invadindo o espaço alheio é você! Hoje é o meu dia com Edward, o único dia da semana em que podemos dormir juntos e você vem atrapalhar tudo! Eu não estou acreditando nisso.

— Argh! Eu não preciso saber do calendário amoroso de vocês. Já basta saber que você usa a cama dele! – falei cheia de nojo na voz. Meu estômago estava mais embrulhado do que nunca e minha vontade era de vomitar sobre os saltos altíssimos que Tanya vestia nos pés de unhas vermelhas. Tinha como ela ser mais biscate?

— Ah, eu uso sim, e uso muitos outros luga… – Antes que ela pudesse terminar a frase, graças a Deus, a porta da sala se abriu bruscamente e de repente meu pai estava em casa. Olhou para mim com o cenho franzido, completamente confuso antes de lançar o olhar para onde Tanya estava.

Eu nunca vi seus olhos arregalarem tanto, ou sua pele ficar tão pálida.

— O-o quê? O que-que é isso? O que significa? Por quê? – ele gaguejou enquanto ficava boquiaberto ao olhar sua noiva de cima a baixo.

Ok, eu tinha mentido. Meu pai não era exatamente solteiro. Mas eu me recusava a aceitar, até o terrível dia em que aceitar fosse inevitável, o fato de que ele estava noivo de uma piriguete barata como Tanya Denali.

— Meu benzinho, eu é que devo lhe perguntar isso. Como você me explica essa… essa garota ter entrado aqui justo no dia que nós temos só pra nós dois? – ela choramingou, tapeando irritantemente seu sapato no chão. Ridícula.

— Tanya, por favor, nós combinamos que eu iria te ligar. O que você pretendia com isso aqui? – meu pai perguntou, dando uma olhada ao redor na sala, seus olhos parando sobre a mesa de jantar no canto, que estava posta para dois, com direito a velas e tudo. Ele franziu o nariz. – E, por Deus, que cheiro horrível é esse? Parece um bicho morto.

— São ostras! E isso aqui deveria ser uma surpresa pra você. Mas essa pirralha veio e estragou tudo.

— Tanya, essa pirralha é a minha filha. Me desculpe por priorizá-la, mas você sempre soube que ela vinha primeiro na minha vida. Agora, por favor, não me deixe mais constrangido ainda. Vista uma roupa e vá para casa.

— Eu me recuso a sair! Eu tenho o direito sobre você hoje, não ela! – a biscate da Tanya apontou o dedo para mim e bateu o pé com mais força, como uma criança mimada. Alô, queridinha, a adolescente imatura aqui sou eu, tá?

Eu juro, era nessas horas que eu sentia saudades de Maggie, Chelsea, Corinne e todas as outras ex-namoradas do papai. Onde ele estava com a cabeça para querer viver para sempre com uma mulher tão tosca quanto Tanya? Era a pergunta que não queria calar.

— Você está passando dos limites, Tanya. Já chega! Eu não sou sua propriedade e eu convidei minha filha para ficar aqui hoje. Por favor, coloque uma roupa e saia. Nos vemos no domingo. – disse ele com a voz grave. Eu reconhecia o tom de quando ele me dava os maiores sermões por qualquer besteira que eu fizesse na escola. Como se eu tivesse culpa de ser neta da diretora e todos me vigiarem o tempo inteiro.

— Eu não acredito que você está fazendo isso, Edward. – a BiscaTanya murmurou enquanto se movia a contra gosto em direção ao quarto do meu pai. Seus saltos bateram incessantes no chão e eu tive que tapar meus ouvidos para não perder minha audição. No caminho, ela deixou cair alguma coisa ao passar por mim e se abaixou para pegar.

Bem na frente da minha cara.

A visão de sua enorme bunda branca naquele fio-dental quando ela se inclinou para pegar a coisa do chão iria ficar para sempre congelada nas minhas retinas, eu tinha certeza. E lá se vai a minha inocência.

Alguém tem uma água sanitária por aí? Talvez se eu bebesse conseguiria apagar todo esse episódio da minha mente.

Enquanto ela vestia a roupa e aparentemente destruía o quarto, como eu pude ouvir da sala, meu pai apenas olhou para mim com olhos cheios de remorso e embaraço. Eu bufei e rolei os olhos. Pois se eu tinha manchado a minha memória permanentemente com cenas de terror ao presenciar Tanya daquele jeito – deitada sensualmente sobre o sofá da casa do meu pai — então a culpa era toda dele por esquecer de me avisar que havia dado a chave do apartamento a ela, e que ela viria fazer uma surpresinha logo hoje.

Não me importava se ele mesmo não soubesse da surpresa, ainda sim era culpa dele.

BiscaTanya voltou do quarto um pouco mais decente do que antes — ah, e eu estou sendo bastante legal aqui, porque se ela achava que esse decote era decente para andar na rua, então nem queria imaginar o que ela consideraria indecência.

Ela passou por mim olhando-me com fúria, mas eu apenas mostrei a língua em resposta, não estando nem aí para sua provocação. Eu queria mesmo era mostrar meu dedo do meio, mas da última vez que isso aconteceu, fiquei sem internet na casa do papai por quase um mês.

Quando meu pai trancou a porta, peguei minha mochila que havia caído no chão junto comigo quando eu havia levado o maior susto da minha vida. Ele olhou para mim por um momento e o silêncio desconfortável que tomou conta da sala foi o suficiente para me fazer ansiar pelo domingo. Maldita seja Tanya por deixar as coisas tensas entre meu pai e eu.

Ele abriu a boca duas vezes antes de balbuciar.

— Clarie, eu… eu peço desculpas por isso. Eu realmente não fazia ideia.

— Tá bom, pai, tá bom. Você podia pelo menos ter dito que deu uma cópia da chave pra ela. Assim eu iria tomar mais cuidado ao entrar na sua casa.

— Eu sei, me desculpe. – ele pediu novamente, e dei de ombros antes de ir até o meu quarto deixar minhas coisas e quem sabe tentar dormir eternamente para esquecer do fato que eu teria que chamar aquela mulher de madrasta em breve.

Eu ainda lembrava de como minha mãe conseguia fazer meu pai feliz e vice-versa, e como os dois juntos me faziam feliz. Em momentos como esse, eu desejava poder ter meus sete anos de volta, quando eu era uma criança e a vida era tão perfeita quanto podia ser.

— Posso entrar? – meu pai bateu na porta aberta, enquanto eu debatia entre tomar um banho ou ligar o computador. Dei de ombros.

— Vou pedir uma pizza pro jantar, que tal? Eu ouvi alguém dizendo hoje que mais tarde terá a final do American Idol, podemos assistir enquanto comemos. – sugeriu ele e eu quase me animei com a proposta, mas meu estômago reclamou quando lembrei da porcaria que tinha infestado a casa com aquele cheiro.

— Pode ser. Mas por favor, antes de mais nada, tire aquelas ostras do inferno de cima da mesa. – grunhi, e após um aceno de cabeça, ele saiu para fazer o que eu pedi.

Decidi tomar um banho rápido e logo eu estava sentada secando o cabelo na frente do computador, esperando a pizza chegar e o American Idol começar.

O banho havia ajudado a refrescar um pouco minha cabeça, mesmo que as imagens e o som de Tanya berrando estivessem entranhadas e volta e meia retornavam para me assombrar.

Quando não havia nenhuma porcaria de intrusa por aqui, eu até que adorava estar na casa do meu pai. O que eu mais gostava era o fato de que, primeiramente, ele não estava nem aí se eu ficasse na internet até altas horas cuidando do meu blog sobre o McSky; em segundo lugar, eu amava o quarto que minha vó Esme e minha tia Alice tinham me ajudado a montar aqui. Era perfeito e bem mais espaçoso do que o da casa da minha mãe.

Possuía uma cama de viúva que ficava sob os véus que eu sempre sonhei em ter, uma TV enorme, uma penteadeira em modelo antigo, muitas fotos dos meus artistas favoritos, e as paredes tinham texturas e cores diferentes — uma coisa que minha mãe vetou completamente depois de saber do custo de uma obra assim.

Eu não me importava se ela dizia que tudo isso aqui era uma manobra do meu pai para "me comprar". Não é como se ele nadasse em dinheiro ou algo do tipo, ou mesmo precisasse que eu fosse comprada: eu o amava de graça. E eu também nunca soube quem havia pagado por tudo, mas eu estava mais do que grata por esse quarto que recebi de presente no aniversário do ano passado.

Quando o campainha tocou, eu senti meu estômago roncar e respirei de alívio. Era só o que me faltava se Tanya tivesse, além de tudo, estragado o meu apetite permanentemente. Se aquela bagunça toda na cozinha tinha sido feita por ela, então pobre do meu pai, que teria que conviver com isso todos os dias.

Saí do quarto e meu humor melhorou consideravelmente quando minhas narinas foram invadidas pelo cheiro de pepperoni e não daquela coisa nojenta de antes. A mesa já estava livre de qualquer vestígio, mas o mesmo não podia ser dito da cozinha.

— Acho melhor você pedir pra alguém arrumar aquela bagunça amanhã, porque vai ser difícil tentar fazer até mesmo um café lá. – eu comentei com o papai, enquanto pegávamos nossas fatias de pizza com guardanapos. Ninguém precisava de mais louça suja pra lavar.

— Eu sei, já deixei um aviso na portaria. – ele falou, tomando um gole de sua cerveja. Eu nunca entendi como ele gostava tanto dessa bendita bebida; eu já havia provado e podia jurar que era a coisa mais amarga da face da terra. Já tinha conseguido fazer meu pai largar aquela coisa fedorenta que era o cigarro, e meu plano era fazê-lo parar de beber cerveja.

Jogado no sofá do jeito que estava agora – ainda vestido com as roupas do trabalho e gravata afrouxada, tipicamente descabelado, cercado por três latas de cerveja e uma pizza gordurosa em mãos -, a próxima coisa que eu esperaria era que sua barriga começasse a crescer monstruosamente e ele ficasse careca, amarelo e burro feito o Homer Simpson. Sorte dele que a genética tinha sido boazinha o bastante para mantê-lo na mesma boa forma desde que eu me entendo por gente.

— Tá vendo o que aí? – perguntei ao me sentar ao seu lado. Confesso que me encolhi de nojo quando lembrei exatamente o quê ocupava aquele sofá mais cedo. Será que estava infectado com veneno de mocréia?

Ignorando o impulso de sair correndo, encostei-me desconfortável e rigidamente no recosto e puxei o controle para mudar de canal.

— Eu estava vendo o resumo das partidas da NBA da semana. – ele resmungou, e eu rolei os olhos.

— Acho que depois de hoje, o mínimo que eu mereço é poder escolher os canais. Falando nisso, acho que já está quase na hora. – disse, colocando no canal do American Idol.

Os habituais comerciais já haviam começado a passar, indicando que o início se aproximava. Senti uma pontada de ansiedade, que então foi destruída quando eu olhei para o lado e vi a indiferença no rosto do meu pai. Nesse momento, desejei mais do que nunca poder compartilhar esse momento com minha mãe, porém com um suspiro, decidi que iria me virar para me divertir sozinha mesmo assim.

O programa começou e a abertura com todos os participantes cantando juntos me deixou com arrepios nos braços. Aumentei o som da TV e mastiguei meu segundo pedaço de pizza.

— Está tudo bem aí, filha? – ouvi meu pai perguntando. Eu assenti a cabeça sem desgrudar os olhos da tela. — Você está quase quicando no sofá.

— Estou ótima!

— Até hoje não entendi qual é a graça desse negócio. Quer dizer, eles nem são tão bons assim. – murmurou.

— Pai! Em primeiro lugar, eles são ótimos. Em segundo, fica quieto senão eu não vou conseguir ouvir!

— Mas a televisão já está berrando, até os vizinhos devem estar ouvindo essa cantoria desafinada. – ele disse em desdém, de boca cheia. Olhei boquiaberta para ele.

— Ok, então tá, eu vou pro meu quarto. Boa noite. – avisei enquanto levantava com minha pizza e minha garrafinha de Coca. Ele rolou os olhos para mim.

Estava fechando a porta quando ele me chamou.

— Claire. – chamou novamente quando eu não respondi. Estava começando a ligar a minha TV, mas ele abriu a porta. — Tá bom, tá bom. Eu vou ficar quieto. Volta pra lá.

— Você tem certeza?

— Toda. Eu quero sua companhia, filha. – ele falou com aquela cara de cachorro pidão que só usava para me deixar com peso na consciência e de coração mole. Nota mental: pegar umas dicas sobre chantagem emocional com meu pai.

Bufando, voltei a sentar na sala e dessa vez ele cumpriu sua parte do trato. Ambos os finalistas – um casal — tinham se saído tão bem, que eu já nem sabia mais para quem torcer. Quem ganhasse, eu ficaria feliz. Para minha surpresa, papai fez um comentário quase positivo durante o intervalo antes de ser anunciado o vencedor.

— Até que essa loirinha não é tão ruim assim. Gostei dela, tem atitude. Pena que vai ser corrompida rapidinho pela mídia e virará só mais uma cantora pop descartável.

— A Gerrie é uma diva, pai! Estou louca pra ela gravar um álbum de rock. – eu sorri. Meu pai já tinha me dado umas boas lições sobre música, as quais eu guardei para a vida; aparentemente, todo o bom gosto dele foi gasto com suas preferências musicais de qualidade, já que seu bom gosto para mulheres, depois da minha mãe, era uma desgraça.

O intervalou terminou antes que eu pudesse convencê-lo de que Gerrie Wanderwood tinha personalidade suficiente para não se vender à indústria. Após muito suspense, rufar de tambores e minhas unhas roídas, o apresentador Bryan Secrets anunciou que a vencedora era Gerrie.

Meu pai se assustou com o grito que dei quando pulei do sofá para comemorar. Eu devo ter pulado e gritado durante uns dois minutos antes que meu celular tocasse, me interrompendo.

Corri até o quarto para pegá-lo na mochila, e ao atender, quase tive o tímpano estourado pela segunda vez no dia quando o grito da minha mãe ressoou. Eu só entendi palavras soltas, como "consegui", "Idol" e "Gerrie venceu".

— Mãe, calma. – eu falei rindo. — Por favor, me diga que você está sozinha em casa e não em público com o cara do seu encontro. Porque se estiver…

— Não, não, estou sozinha. Consegui chegar a tempo de ver o anúncio final. Eu nem acredito, filha. Ela ganhou! Finalmente alguém pra quem eu torço ganha, e eu não sou pé frio! O quão legal isso é?

— Eu sei! – exclamei, rindo da animação dela. Tudo bem que eu devia parecer igualmente ridícula, mas quem se importa? — Ei, espere aí, não está um pouco cedo pra você já estar em casa? Nem quando sai com seus amigos você chega a essa hora.

— É… acho que não vai ser dessa vez. – ela falou e ouvi sua empolgação sumir aos poucos. Eu suspirei.

— Sinto muito, mãe. Mas espero que tenha pelo menos se divertido.

— Me diverti na medida do possível. Mas enfim, vou terminar de trocar de roupa e tirar esse salto que está me esmagando.

— Ok. Obrigada por ligar, porque certas pessoas, – enfatizei, pondo a cabeça para fora do quarto e olhando propositadamente para o meu pai na sala, que por sua vez, fingiu não estar prestando atenção à nossa conversa. – Certas pessoas por aqui não tem o menor pingo de emoção e não sabem apreciar um bom reality show.

— É, filha, eu duvido que muitos adultos gostem desse tipo de coisa. Só a sua mãe doida. – ela riu e deixou escapar um bocejo.

— É melhor você ir dormir.

— Sim, acho que já vou dormir.

— Um beijo, mãe!

— Um beijo. Boa noite, minha querida. – e desligamos.

Voltei e sentei no sofá infectado mais uma vez, para apenas ficar olhando o canal de fofocas. Com a minha ansiedade e empolgação diminuídas, o sentimento que tomou conta foi estranho. Eu não sabia o que dizer ao meu pai, e ao que parece, nem ele a mim. Caímos, novamente, num silêncio desconfortável. Ele ainda estava visivelmente constrangido pelos acontecimentos de hoje.

— Acho que vou tomar um banho e ir pra cama. – ele comentou de repente.

— Tá bom.

— Amanhã podemos dar uma volta no parque antes de eu ir pro trabalho. – ele falou, levantando-se e coçando a cabeça com uma mão.

— Pode ser.

— Está bem. Se precisar de alguma coisa, é só bater na porta. Boa noite, Claire. – se despediu enquanto abaixava-se para deixar um beijo na minha testa.

— Boa noite, pai.

Eu me aprontei para a noite e adormeci rapidamente. Porém às 5 da manhã, meus olhos se abriram. Eu estava suada e com o coração acelerado, após quase ter sido asfixiada por peitos imensos cobertos por lingerie preta e vulgar no meu mais terrível pesadelo.

Grunhi de frustração e chutei minha cama até a raiva passar. A biscaTanya estava invadindo até os meus sonhos.

Essa mulherzinha ainda me paga! Jurei a mim mesma antes de pegar no sono novamente. Dessa vez, sem pesadelos.

Notas finais
Não, você não leu errado. Tanya - ou melhor, a biscaTanya - tem o mesmo sobrenome de Carmen, e uma hora isso se explicará. Todos os acontecimentos na história têm um porquê, tudo é "friamente calculado" hahaha . Pobre Claire, pobre garota rica que tem uma madrasta em potencial como ela, não? Mas levem em conta que essa é a visão de uma garota que não simpatizou com Tanya desde o início. Antes de julgarem, lembrem-se que se Edward a escolheu, algum bom motivo deve ter! *vou saindo pra não dar mais spoilers! haha* . Então, vocês pirariam se estivessem no lugar de Marie Claire ao encontrar Tanya? Qual o seu cantor do American Idol favorito? Me contem! . Próximo capítulo tem a continuação desse fim de semana, que resolvi dividir em dois capítulos, senão ficaria enormemente enfadonho. Beijos, até lá!