Maipetto no Neko
37 Capítulo 37 - Planos Maquiavélicos
Notas iniciais
Enfim, a demora foi devido a: inicio de ano, as coisas acontecem numa velocidade mais lenta, e também admito que apesar de ter a história do capítulo já em mente, fiquei com um branco essas duas semanas! Não conseguia colocar uma palavra no papel, sério, fiquei frustrada!
Mas enfim, crises criativas acontecem!
Eu estou esperando para escrever esse capítulo há tempos, pq ele dá continuidade a uma cena q eu queria há mutio tempo fazer hohoho....
Ah sim, e quanto a uma pergunta q eu vi nos reviews (sim, eu leio sempre todos os reviews lindos que v6 me mandam! ^_^) a história ainda n está no final, mas pelo andar da carruagem, este seria o meio da história. Teremos uns especiais agora de fim de ano (o fim de ano da historia, lembrem-se que eles ainda estão perto da virada de ano xD)
e depois dessas caps. especiais, a história principal vai ser retomada, com drama!!!!
Sim sou a rainha do drama, amo fazer coisas tristes e melancólicas xD
Mas n se preocupem, q agora é só diversão!
Boa leitura!
Maipetto no Neko
Capítulo 37 – Planos maquiavélicos
Um vazio preencheu Renji pela manhã quando percebeu ser o único corpo deitado naquela cama. Ainda estava nu, e os lençóis revirados lhe recordavam os movimentos, as oscilações e os gemidos declarados em cima do colchão. O cheiro de suor misturado ao da bebida o extasiava ao mesmo tempo em que embrulhava o estomago. Perdera o controle, praticamente atacando seu professor. Preferia mil vezes ter acordado em casa, como acontecera noutras ocasiões, debaixo do cobertor rindo do luxurioso sonho, mas ao invés disso, lamuriava-se na beirada da cama.
Como pode como pode fazer isso! Por deus... Se saísse daquele quarto, teria de enfrentar a fúria de Byakuya, sabia disso. E Rukia? Se ela soubesse, se descobrisse o que fizera... Jamais olharia em sua cara outra vez. Que maldito dilema! Pensava se poderia viver naquele cômodo, ao menos pelos próximos anos. Ora, quanta tolice! O medo havia mesmo o dominado.
Bem, de qualquer forma, o sol já havia nascido, e não podia ficar no quarto, pelado, o dia todo. Resolveu, por fim, ir lavar o rosto. Encarou seu reflexo no espelho sentindo-se sujo. Entrou no box deixando a água escorrer pelo corpo, levando a lama lhe cobrindo para o ralo. Esfregava-se querendo limpar a alma da vergonha. No entanto, as memórias da madrugada invadiam seus pensamentos, esquentando seu interior. Byakuya era provocativo por demais. Bateu o punho na parede de azulejos sentindo o choque da pancada subir ao cotovelo.
Enxugando-se, procurou pelas roupas no chão. O terno da noite passada, amarrotado. Vestiu-o carregando nas mãos o paletó. Saiu do quarto de Byakuya vagarosamente esgueirando-se pelos cantos do corredor, esperando não ver ninguém conhecido. Chegou ao seu quarto sem nenhum problema respirando aliviado.
Esfregou a testa percebendo estar com os cabelos ainda soltos. Procurou por algum prendedor lembrando-se de tê-lo deixado dentro na gaveta na escrivaninha. Foi quando percebeu um pequeno bilhete sobre ele.
“Reunião as onze no salão principal da conferência. Seja pontual.”
Os dedos tremeram e um suor frio escorreu da testa. A cabeça maquinava inúmeros pensamentos, e nenhum dos cenários parecia o favorecer. Viu o relógio bater dez e quarenta da manhã arregalando os olhos. Tirou apenas a blusa, colocando outra qualquer. Ajeitou o cabelo no meio do caminho esperando o elevador chegar ao térreo.
Não sabia ao certo qual impulso o fizera sair dessa maneira desesperada, afinal, não tinha nenhum argumento ou idéia do que falar com Byakuya, mas não era do seu feitio ficar parado sem fazer nada.
Chegou ao salão principal, mas parou por alguns segundos as ver o rosto intacto de Byakuya lendo alguns papeias a frente dele. Poucos metros os separavam, e mesmo assim, pareciam ser quilômetros.
Os olhos cinzas nem se deram ao trabalho de erguer-se quando se aproximou. A boca de Renji abriu-se, porém nenhuma palavra saía, e nesse meio tempo, o moreno começou a falar os seus termos técnicos de sempre, no entanto, nada chegava a mente do ruivo:
–... Depois disso, haverá uma nova conferência no fim da tarde, e amanhã bem cedo começaremos a trabalhar no projeto...
– Sensei... – falou baixinho.
– Precisaremos fazer uma tabela com as escalas se quisermos entregar à tempo do ano letivo na faculdade...
– Sensei... – tornou a falar tentando chamar sua atenção, sem sucesso.
– Por sorte, os cronogramas da faculdade são bem demorados no início do ano, então teremos tempo...
– Kuchiki-sensei!
A voz num tom mais alto fez o professor levantar a cabeça. Nada, nem mesmo uma expressão de ódio desenhava sua face. Era apenas... O vazio de sempre.
– Você perdeu sua educação, Renji? – indagou parecendo irritado.
– M-me desculpe sensei... Mas... – coçou a nuca, sem graça – Nós precisamos... Eu preciso me desculpar...
Levantando-se da cadeira, Byakuya ajeitou a pasta debaixo do braço, dando a entender que se retiraria do salão. Antes de deixá-lo, Renji continuou a falar, desafiando a paciência do homem:
– Sensei eu preciso me desculpa por... Pelo o que aconteceu! Eu não devia ter... Aproveitado... Ou pior ainda... Feito aquelas coisas... Ao senhor...
O rosto estava em brasa, o coração batia feito um tambor acelerado. A cabeça havia ficado pesada e a visão turva como se estivesse perto de um desmaio. Todavia, pode ver perfeitamente bem as sobrancelhas de Byakuya envergadas, mirando-o num ar de superioridade. Dando apenas um passo a frente, ficando frente a frente com Renji, Byakuya falou, engrossando a voz, deixando a imponência de sua fala amedrontar o ruivo:
– Acaso está dizendo que as ações da noite passada ocorreram porque você se ‘aproveitou de mim’, Renji?
Sem saber se enfiava a cabeça num buraco, o tatuado apenas continuou fitando-o, sem saber se havia uma resposta adequada:
– Saiba de uma coisa: ninguém me obrigada à nada, muito menos se aproveita de mim. O que aconteceu, aconteceu, porque eu permiti. E isso também já é algo do passado. Vamos trabalhar, afinal esse é o motivo dessa viagem. E pare de ficar agindo feito uma criancinha e aja feito home, ou não é capaz disso?. Concentre-se de uma vez.
Tornando ao caminhar pesado, Byakuya deixou Renji para trás. O ruivo não entendeu nada daquilo. Se continuasse pensado seu cérebro fritaria. Viu o olhar furioso de Byakuya outra vez ser lançado contra ele, começando a acompanhá-lo a certa distância.
Claro, nenhum dos dois era nenhuma criança. Sabia muito bem que a pessoa que começou tudo aqui fora Byakuya. O beijo, as carícias, as palavras... Todas iniciativas dele. Como poderia ter resistido? Fato... O moreno jamais se poria como ‘vítima’, até porque não o era.
Quanto a Byakuya, bom, em suas próprias palavras, já era adulto o bastante para saber ignorar circunstâncias desse tipo, quer dizer, fora apenas uma noite de imprudência, nada de mais... Porém, isso não explicava a sensação desconfortável que sentia latejando dentro do peito, desnorteando a cabeça, e acima de tudo, amargurando-o por dentro.
No entanto, um vazio maior ainda parecia tomar conta de Renji. Preferia ter levado um soco na cara, do que ficar preso a uma situação onde nada acontecia. Foi coisa de uma noite apenas? Seu maior desejo seria agora preso a uma única vez de bebedeira e loucura? E o pior de tudo... Nada havia mudado entre ele e Byakuya. Continuava preso a mesma relação de sempre: ele, o fiel cachorrinho seguindo-o para cima e para baixo, enquanto seu professor prosseguia o ignorando, sem nem ao menos mudar um gesto, uma palavra, ou um sentimento.
Realmente... Havia criado a esperança de possuir alguma chance com Byakuya, uma pequena oportunidade de mudar tudo. E ela havia sido esmagada outra vez.
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A viagem de férias seguia-se calma e alegre. Inoue ia brincando com um joguinho de cartas junto de Ishida e Chad, comentando sobre as paisagens que viam pelo trem. De vez em quando tentava puxar conversa com Ichigo, mas ele sorria, dizendo ser melhor ficar quieto.
Claro, como ele poderia ignorar a grande cara de descontente que Grimmjow fazia ao seu lado? Por céus! Porque Inoue teve de aceitar esse convite! Quer dizer, havia ficado feliz em poder rever Rukia, gostava muito da amiga. Mas... Porque Renji tinha de estar nessa viagem também? E... Porque Grimmjow precisava levar tudo tão a sério?!
Ele mesmo já havia falado não ter mais nada com ele. Foi apenas uma coisa de momento. Tinha finalmente se resolvido, e outra vez parecia estar no meio de uma linha de fogo.
Tentou diversas vezes animar Grimmjow, contudo, nem mesmo as palhaçadas de Inoue conseguiam mudar a expressão de raiva dele. Conhecendo Grimmjow como conhecia, Ichigo sabia que Renji poderia muito bem sair dessa viagem hospitalizado... Droga! Como foi se meter nisso?!
Nove da manhã, em mais alguns minutos chegariam ao resort tão comentado por Rukia. Ela estaria os esperando na hora do almoço, afinal, queria deixá-los se instalar primeiro. Os quartos já haviam sido escolhidos e reservados, bastava apenas se registrarem.
Mirando o rosto enfezado de Grimmjow, Ichigo desviou o olhar ao seu pescoço. Sentia falta do cabelo grande dele. Não havia comentado nada com ele, mas seu perfil combinava muito bem com as melenas longas. No entanto, Neriell os cortou antes da viagem. Aliás, os dois ficaram um bom tempo conversando dentro da clínica, e sua curiosidade coçava, querendo saber sobre quais assuntos tanto falavam.
Na pequena mente perturbada de Grimmjow, inúmeros cenários formavam-se, a maioria deles, onde espancava certo homem ruivo, tatuado e metido a espertinho... A imagem de vê-lo ensangüentado à sua frente parecia reconfortá-lo um pouco. Mas ainda tinha as palavras de Neriell gravadas nos pensamentos. Mal a reconheceu ao entrar no quarto da clínica do pai de Ichigo. Estava muito magra, com olheiras fundas, e uma aparência frágil – quase decrépita.
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Ela sorriu fortemente ao vê-lo ali, são e salvo. Abraçou-o com as forças restantes, deixando algumas lágrimas caírem.
– Eu to bem mulher, chega de drama! – falou na sua usual delicadeza.
– Desculpa... Eu só... Estou tão feliz! – respondeu enxugando os olhos – Pensei que você tinha se perdido.
– Deixa de ser dramática, foi só uma pequena falha no controle. Agora está tudo bem.
– Foi o ichigo? – indagou-lhe, pois ficara deitada naquela cama, quase um dia inteiro, sem saber de nada à sua volta.
– É. Ele foi até lá... Ele... – ponderou as palavras, não querendo parecer meloso, e admitiu por fim – Ele me ajudou.
– Que lindo, seu cavaleiro de armadura dourada e cavalo branco! – ironizou.
– Vai se fuder! – replicou o maior, irritando-se com a comparação da amiga.
Rindo, parecendo ganhar mais animo, Neriell ajeitou-se melhor na cama. Grimmjow puxou uma pequena cadeira, sentando-se na frente dela.
– Eu... Não sei o que está acontecendo comigo Neriell... – falou – Aconteceu tanta coisa comigo nesses dias, que estou mais confuso do que... Do que... Porra, eu to confuso!.
– Pêra aí... Deixa-me ver se entendi – o interrompeu causando-lhe um olhar de dúvida – Você veio até aqui me ver, depois de tanto tempo; me encontra deitada numa cama de hospital, e quer falar sobre os seus problemas?
– Sim. – respondeu no ato – Por quê?
– Nada não... Apenas constatando um fato... Prossiga.
Constatando a total e completa falta de tato do homem. Ele só tinha tamanho, pois ainda parecia ser uma criança mimada.
Bufando sem entender nada, Grimmjow tentou elaborar uma maneira simples de se explicar, o que não seria muito difícil, afinal, a oratória não era seu forte.
– Sei lá! O jeito que eu agi com o Ichigo depois que eu... Melhorei – esgueirando o olhar até a mulher, ele esperou por alguma piadinha dela, mas apenas observou o sorriso formando-se no canto da boca da amiga – Depois que eu voltei a mim... Foi... Estranho...
– De que jeito?
– Olha você me conhece, sabe como eu sou afobado! Quer dizer... O ichigo... Porra! A gente ficava naquela história de chove não molha há séculos, e então, quando finalmente eu pude... Você sabe...
– Sei é? – riu, fazendo-se de desentendida – Olha, desculpa, mas se você não falar francamente comigo, acho que nunca saberei de qual assunto você está falando, afinal, eu estou debilitada, incoerente, minha mente está ficando turva! Oh! Acho que perderei os sentidos sem poder ouvir sua grande revelação...
– A gente nunca tinha transado antes, caralho!
Esbravejou, ficando impaciente, Neriell quase caiu da cama de tanto gargalhar. Nossa, fazia tempo não conseguia deixá-lo sem graça desse jeito.
– Desculpa, desculpa, eu não resisti! – disse enxugando as lágrimas – Mas continue... Me diga, como foi a sua primeira vez?
Mostrando-lhe o dedo do meio, Grimmjow contorceu as feições. Bufou novamente, afinal, precisava controlar-se se queria mesmo ter uma conversa séria com a mulher. Cruzou os braços virando a cabeça a fim de não encará-la, continuando:
– Como eu já falei você me conhece... Eu sou afobado e... e...
– Egoísta, narcisista, impaciente, violento, desmiolado?... – completou Neriell.
– Isso!... Ei! — exclamou ao se dar conta das implicações da mulher, contudo, resolveu por ignorar esse fato.
– Conte-me seus problemas querido.
A palhaçada de Neriell estava mesmo conseguindo o tirar do sério, no entanto, as dúvidas matutando em sua mente pareciam bem piores, continuando:
– Com o Ichigo... Quando estou do lado dele... Essas coisas parecem não importar. Mesmo que eu pense em o estrangular quando fica de palhaça, ou cheio das frescuras dele... Eu simplesmente não faço nada! Apenas... Apenas fico tentando arrumar um jeito de tirar a cara de emburrado que ele faz... E ontem... Bem... Tudo foi acontecendo de um jeito tão devagar e desengonçado... Mas eu não me importei...
Sorrindo, Neriell observou o pequeno olhar perdido de Grimmjow em meio às suas palavras, chamando a atenção dele ao responder:
– Isso é normal Grimmjow. As pessoas não pensem direito quando amam.
– Que?! – exclamou em voz alta.
‘Oh... Como ele é tolinho!’ Pensou Neriell. ‘Depois de tanto tempo nem ao menos consegue admitir estar amando alguém. Ou melhor ainda: não sabe como admitir isso a si mesmo, sendo tão egocêntrico como é.’
– Bem, não vou começar uma explicação muito longa aqui, pois ainda estou me recuperando, mas aproveite o que digo e reflita um pouco: quando a gente ama alguém de verdade, não importa mudar nossas ações, ou até mesmo o modo de pensar e agir, porque, se for para dar o mínimo de alegria que seja a essa pessoa especial, então nós nos sentimos completos e felizes. Acho que é por isso que dizem que o amor deixa as pessoas idiotas. Mas acredite em mim Grimmjow, é o tipo de idiotice mais linda que existe. Então deixa de ser tapado, e aproveite o que você tem!
Antes de replicar, ela começou a fazer perguntas sobre o cabelo longo e bagunçado dele. Riu outra vez, pois Grimmjow mal conseguia organizar os fios dentro da blusa, começando a embolá-los. Nerilel pegou uma tesoura de dentro da cabeceira ao seu lado e o fez sentar-se com a cabeça apoiada na cama. Mal terminou o serviço e o expulsou dali acusando-o de deixá-la mais cansada. Ainda precisava descansar se quisesse sair daquela cama algum dia. E claro, a comida feita por Yuzu ajudava bastante. Quando voltou a sala, os quatro amigos já estavam decidindo sobre as passagens e etc. Iriam de trem numa viagem de quatro horas, então, precisavam sair às cinco da manhã.
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Fosse esse o menor dos problemas! No meio do caminho, quando estavam dentro da estação, Inoue resolve abrir a boca e revelar o resto da companhia presente nessa viagem de merda!
Pensou nunca mais ser preciso olhar aquela cara lavada e sem vergonha de Renji! Mas ponderando melhor, teria a chance de se vingar dele. Oh sim... A mente maquiavélica e vingativa maquina inúmeros planos: todos envolvendo um fim trágico ao pequeno tatuado. Só isso mesmo pode o alegrar na viagem, porém ainda não conseguia olhar para Ichigo, muito menos falar com ele. Só de imaginar a cena dos dois se beijando... Deixava-o furioso!
O trem fez uma súbita parada apitando a campainha interna. Segundos depois uma voz eletrônica saiu da caixinha de som acima deles:
– Bem vindos a Isawa Onsen, da cidade de Fuefuki. Desejamos uma boa estadia. Obrigada por escolherem nossa linha para sua viagem, esperamos recebê-los novamente em breve.
Inoue parou na frente das duas poltronas de Ichigo e Grimmjow com um largo sorriso:
– Chegamos! Vamos rapazes!
Correndo a dianteira do trem, deixou os demais para trás. Grimmjow ergueu-se pegando as malas de cima do compartimento, e antes de Ichigo conseguir dizer alguma coisa, seguiu a garota ruiva até a saída do veículo.
Bufando, Ichigo coçou a nuca envergando as sobrancelhas. Aquela seria uma viagem mais longa do que havia pensado. Mas... Talvez... Pudesse faz alguma coisa para melhorar o humor de Grimmjow... Pegando rapidamente sua mala, adiantou-se, esperando por Ishida e Chad na estação de desembarque. O metido do seu namorado foi na frente de todos, sem nem ao menos dar alguma explicação. No entanto, o ruivo sorriu consigo mesmo. ‘Espere e verá Grimmjow, vamos ver por quanto tempo você vai conseguir se segurar... ’
Continua
Notas finais
Já disse q adoro a Neriell? Sempre a vi com esse ar meio maternal no anime e mangá de Bleach, por causa do Peche e do Don-Don-Chaka.
Grimmjow tem uma mãe de aluguel xD
Hahahahah! Ichigo seu safadinho! O que será q ele está tramando???
Spoiler: Proximo capítulo será dedicado a cenas de Grimmjow x Ichigo apenas! hahaha! Fiquem na curiosidade!
Até a próxima gt! E feliz ano novo =D
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