Lúcifer - a Casa da Rua Philgert
1 Capítulo um
Notas iniciais
Gente, sempre me falam que eu deveria começar a escrever histórias rs Resolvi começar, então, espero sinceramente que gostem desta, pois será o primeiro conto. Tenho várias histórias maravilhosas que eu gostaria de púlicar. Quando começo a escrever, parece que dou minha vida rs Enfim, boa leitura e, mais uma vez, espero que gostem, de coração.
Bruna Soave
Meu nome é Marie Munni, tenho 15 anos. Estou num lugar estranho agora. Não sei bem o que é, mas só sei que não gosto de nada disso. Me disseram para escrever um diário, e aqui estou. Bom, resolvi escrever um pouco sobre mim, e sobre as coisas que andaram acontecendo nos últimos meses. Eu não tive culpa de nada. Aquela maldita casa, e aquele maldito Phillipi. Phillipi. Só de pensar nele, um arrepio percorre toda minha espinha. Como eu pude ser tão boba? Como eu pude me deixar levar por aquele menino, ou sejá lá o que ele for. Enfim, vou parar de enrolar, e ir direto ao assunto.
Era 18 de Janeiro de 1987, e eu estava me arrumando para ir a escola. Mamãe havia acabado de preparar meu café, e o levara à mim, na minha cama.
- Filhinha, olhá o café que a mamãe preparou especialmente para você!
- Nossa, Sra. Monna Munni, que maravilha de café! — Eu disse, brincando com minha mãe.
- Claro que está. É para comemorar seu primeiro dia de aula, na nova escola. — Mamãe respondeu.
- Só você mesma, mãe! — Dei-lhe um beijo no rosto e comecei a tomar meu café.
Terminei de me arrumar, e me despedi dos meus pais. Já estava mais que atrasada para meu primeiro dia de aula. Além do mais, eu iria junto com Jessica Goutter, minha melhor amiga desde o Jardim de Infância.
A encontrei sentada no banquinho da praça em frente a minha casa. Nos cumprimentamos e fomos para a escola, em silêncio. Jessy não é do tipo que fala, ela prefere agir. É uma ótima conselheira, mas detesta essas \"conversinhas\" superficiais.
Chegamos na escola, e Jessy disse sua primeira frase.
- Espero que a gente caia na mesma sala.
- Também espero, sinceramente. — Respondi. E, no fundo, era o que eu queria. Seria bom ter uma amiga por perto, ainda mais numa escola nova.
A escola era bastante bonita. Era enorme, realmente, e haviam vários garotos bonitos, o que sempre foi meu ponto fraco. Vimos nossos nomes na lista, e, felizmente, caímos na mesma sala. Era o Primeiro ano A, do Ensino Médio.
Fomos para a sala de aula, e foi nos informado que a primeira aula seria de História. Adorava história, e esperava que a professora (ou professor) fosse realmente adequada para o cargo.
O sinal tocou, anunciando que o professor chegaria logo. Dez minutos se passaram, e foi quando eu olhei para a porta. Para minha sorte (ou não), o professor era homem e, pra piorar, muito bonito. Fiquei encarando-o até nossos olhares se cruzarem, e fixarem-se em mim. Acharia isso normal, fosse o fato de que ele era cego.
Continua...
Notas finais
Espero que tenham gostado. Este capítulo foi curto, mas acho que dá pra ter uma noção de como é a história. Gosto de reviews, mas não faço questão dos mesmos para prosseguir com minhas histórias. Enfim, queria saber a opinião de vocês sobre o primeiro capítulo. Beijos.
Bruna Soave
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