Notas iniciais
Para que quiser um clima a mais na história, aqui vai o link da música que me inspirou na hora de escrever este capítulo. Só dar play :B http://www.youtube.com/watch?v=zLaLtq3i8Y8 Ah, gente, essa banda é super legal, e quem quiser ver o video clipe da música, aqui está o link: http://www.youtube.com/watch?v=GNohq2JJMQY

We kiss The Stars We writhe We are

Ele arrancou minha roupa, não lembro como, mas arrancou. Ele também tirou sua roupa, até ficarmos como viemos ao mundo.

Ele se sentou na cama, comigo por cima dele, e me beijou. Ele deslizava seus dedos por todo meu corpo, até que ele me penetrou.

No começo, senti uma certa dor, que logo foi substituída por puro prazer. Ao contrário do meu sonho, eu me movia rapidamente sobre ele. Estávamos num ritmo frenético.

Ele se deitou, comigo ainda por cima. Eu me movia alucidamente, e meus cabelos voavam de acordo com meus movimentos. Eu gritava de prazer.

- Marie... — Ele disse, me puxando para mais perto. — Eu amo você.

- Eu também amo você. — Ele abriu os olhos, e me encarou, com um meio sorriso. Me beijou, desta vez com certa urgencia.

Estávamos chegando ao ápice do prazer, e eu podia ouvir as batidas aceleradas de nossos corações. Eu podia sentir nosso sangue correndo nas veias. Eu queria sentir aquilo.

Your mouth This words Silence It turns Humming We laugh My head Falls back

Até que eu pude sentir que chegamos juntos a esse ápice.

(...)

Escuridão. De novo, não. Eu não enxergava nada, absolutamente nada. Senti uma mão deslizar por minha cintura. Ah, que ótimo, eu ainda estava nua.

Me virei, e vi Phillipi, de olhos abertos, sorrindo pra mim.

- Oi. — Ele disse.

- Oi. — Eu respondi, sorrindo.

- Dormiu bem? — Ele sussurrou, passando uma de suas mãos pelo meu cabelo. Senti um toque de malícia naquelas palavras, mas ignorei.

- Nunca dormi tão bem em toda a minha vida. — Sorri ainda mais, fechando meus olhos ao seu toque. Ele se aproximou de mim, chegando bem perto do meu ouvido, e disse:

- Nunca me senti tão bem em toda minha vida.

Abri meus olhos.

- Phillipi... isso, isso que a gente sente... é real? — Perguntei, um tanto confusa.

- Para mim, sempre foi. E para você? — Ele disse, erguendo uma sobrancelha.

- Eu... me sinto bem quando estou perto de você, mas tenho um certo medo... — Eu tentava dizer, sem ter muito sucesso.

- Medo? Medo de que? — Ele disse, me encarando seriamente.

- Hoje, conheci um outro lado seu. Embora eu não tenha compreendido quase nada do que você disse, eu sinto que isso é o certo a fazer, ficar com você. — Respondi, finalmente.

- E é exatamente assim que deve se sentir, Marie. — Ele disse, me abraçando. — É exatamente assim que deve ser.

- Essa foi a coisa mais certa que eu fiz na minha vida. — Eu disse.

- Você verá, não irá se arrepender da sua decisão. — Ele sussurrou no meu ouvido.

- Assim espero. — Eu disse.

Permanecemos ali, até amanhecer. Eu tinha feito a escolha certa, mas no fundo, sabia que alguma coisa muito ruim aconteceria. Só não sabia quando.