Estava tudo escuro. Não havia nada ao meu redor, nada. Eu forçava minha visão, mas não conseguia enxergar nada. Até que um pontinho de luz surgiu no horizonte. Era brilhante, e muito bonito. Fui seguindo o ponto, até perceber que era a minha corretinha. Tentei pegá-la, mas ela foi subindo, até atingir a aultira de dois olhos. Dois olhos que eu conhecia bem. Phillipi.

Alguma coisa dizia para eu correr dali, mas eu não queria. Não havia perigo, ele era meu professor de História. Era meio estranho, mas sabia ser extremanemente gentil.

Ele me virou, delicadamente, e colocou o colar em meu pescoço. Beijou meu cabelo, e foi descendo por minha nuca. Ele cheirou meu pescoço, e dizia meu nome.

- Marie... — Ele sussurrava.

Fechei meus olhos. Ele desceu mais, indo para minhas costas. A beijou toda e subiu novamente. Passou suas mão em minha cintura, me puxando para mais perto.

- Não tenha medo de mim... — Ele sussurrava, seu hálito quente soprando em meu ouvido. — Sou tudo o que você precisa...

Ele abriu o zíper do meu vestido, que caiu sobre meus pés. Eu estava apenas de lingerie.

- Você tem medo de mim? — Ele perguntou, tão baixo que eu nem sei como escutei.

- Não... — Eu disse, num tom ainda mais baixo.

Ele retirou a parte de cima da minha lingerie, me deixando apenas de calcinha. Me virou de frente para ele.

Ele começou a tirar sua camisa, exibindo um abdomen totalmente definido. Tirou tambpem sua calça, permancendo apenas de cueca. Tudo foi rápido demais.

Eu precisava tocá-lo. Deslizei meus dedos por seus ombros, descendo até sua barriga, e parei pouco antes de atingir seu membro. Senti seu perfume. Ele tinha um cheiro gostoso.

Havia uma cama, que até então eu não percebera. Era grande, com lençóis cor de vinho sobre ela. Phillipi me segurou pela mão, e me conduziu até a cama. Se deitou, comigo por cima.

Nos beijamos intensamente, porém, com muita calma. Phillipi retirou minha calcinha, assim como fez com sua cueca.

No começo, eu me movia lentamente sobre ele. Depois, tudo foi ganhando mais força e rapidez. Eu estava completamente fora de mim, e meus gritos deviam estar sendo ouvidos à milhas de distância.

Quando estavamos chegando ao ápice do prazer, ele disse.

- Eu sabia que você voltaria.

Um som começou a tocar, um som horrível.

Despertador. 2:30 da manhã. Isso foi um sonho.

Coloquei a mão no meu pescoço, e minha correntinha não estava mais ali.

Notas finais
Pessoal, desculpe por estar no oitavo capítulo, e ainda estar nessa enrolação. A fic não está nem na metade, ainda tem muita coisa pra acontecer. Logo vocês irão descobrir uma parte da história, e o resto vai ser a segunda parte. Tenho grandes surpresas pra vocês e acho que todos irão se surpreender. Bruna Soave