Lápide [Poemas]
23 Deus-Lua
Notas iniciais
(texto ainda em lapidação)
Procure nos aposentos celestes
e vc me achará,
fincado ao trono.
Tendo estrelas como vestes,
orgulho é o meu patrono.
Eu sou o clarão do domo sem cor,
O frio na barriga e o fulgor
Ajoelhe-se e reconheça seu salvador
Chore à noite por minha causa,
ore ao dia por minha graça.
Imperfeito por natureza,
celebre minha pequeneza.
Longe do divino,
minhas mãos são pequenas.
Irreleve minhas falhas centenas,
Ria de fraquezas terrenas,
pois sob adoração, apenas,
é que meus versos medíocres são seus.
Por quê?
Por que eu sou a porra de um deus!
o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o
Fale com o autor