Luz Na Escuridão
27 Surpresa!
Notas iniciais
CONTINUAÇÃO POV HENRY:
Quarta-feira. Meio da semana. Acordei um pouco mais tarde e com o pau duro. Sonhei com Carolyne. Que estava dominando seu corpo enquanto ela gritava loucamente o meu nome. Preciso de um banho gelado. A manhã está quente e meu corpo está fervendo. Deixo a água do chuveiro fria e entro rapidamente debaixo dele, depois de um bom tempo eu saio. Tomo café e vou para a academia, preciso resolver algumas coisas por lá. Decido não dar sinal de vida para Carolyne, se a conheço bem, deve estar puta da vida comigo e prefiro assim. Quero ver seu rostinho lindo hoje, quando sair do trabalho.
Chego na academia e vejo a sem noção da Carla na recepção. Andando pra lá e pra cá, inquieta. Quando me vê, ela voa pra cima de mim.
– Pare aí mesmo Carla! Não comece. Estamos no meio da manhã e tenho muita coisa para fazer. Ao contrário de você, preciso trabalhar para sobreviver e manter tudo isso aqui. Digo rispidamente.
– Bom dia para você também, Henry querido. Ela sorri. O que será que está aprontando? Queria me desculpar por ontem e... Deixo-a falando sozinha e dou meia volta. Subo para minha sala e a louca consegue entrar rapidamente.
– Que saco Carla! O que você quer de mim?
– Eu estava me desculpando, mas você não... Interrompo novamente.
– Está perdoada. Satisfeita? Agora licença, tenho muito trabalho por hoje! Abro a porta e faço um gesto nada delicado para ela sair da minha sala.
– Tudo bem querido... como quiser. Diz e sai. Bato a porta e respiro tentando manter a calma. Hoje nada vai estragar meu dia, nada.
O dia passa tranquilamente. Tirando o episódio de encontrar Carla logo pela manhã, nada de anormal aconteceu. Me segurei o máximo para não mandar nenhum sinal de vida para Carolyne. Graças a Deus já está no meio da tarde, preciso ir preparar minha surpresa.
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Não sei o que fiz para Henry. Mas foda-se! Não vou correr atrás. Já fiz muito em perdoa-lo depois do que fez comigo. Estou tão irritada, que quase mandei Robert tomar naquele lugar, na sua quarta ligação. Que chato! Preferia ele aqui do que longe. Pois longe ele é ainda mais insuportável. Saio do trabalho irritada, batendo os saltos no chão. Pego o ônibus e vou para casa.
Desço do ônibus e caminho cheia de ira até a entrada de casa. Entro. O clima está estranho... sinto uma sensação diferente. Jogo a bolsa em cima da mesa, tranco a porta e caminho até meu corpo. Meu queixo cai. Vejo a imagem do paraíso. Um paraíso cheio de fogo e pecado. O quarto está escuro, apenas com a luz das várias velas espalhadas. O cheiro do ambiente é embriagador. Uma mistura doce, cítrica e de Henry. Minha cama está arrumada com lençóis de seda preto. Tudo é tão sexy, tão envolvente. Mas cadê ele?
– Oi anjo! Sinto minhas costas vibrarem. Sinto sua respiração atrás de meu cabelo e meu coração acelera, parece que vai estourar meu peito.
Viro-me lentamente. Minha respiração alterou e senti meu corpo tremer quando vi Henry apenas de cueca boxer preta, olhando-me profundamente e com um sorriso largo no rosto. Um sorriso animal, selvagem e provocante. Vou morrer!
– Henry... mas... você... Estou tão chocada que as palavras não saem de minha boca. Ele dá um passo para frente e nossos corpos se unem. Calor... muito calor!
– Shhh... acho que você está com muita roupa bebê. Meu Deus que voz! Ele beija rapidamente meus lábios e abre o roupeiro tirando algo dali. Trouxe isso para você vestir para mim.
Pego o que ele segura na mão. Uma lingerie com cinta-liga e tudo, na cor branca. Franzi a testa pois não entendi. Tudo aqui está escuro, inclusive a cueca que ele usa, só eu vou usar branco. Parecendo entender meus pensamentos, ele respondeu.
– Você vai usar branco porque é o meu anjo. Agora vista-se! Quero ver você se perder nesse desejo infernal... Suas palavras arrepiam meu corpo e minha alma. Sua voz está carregada de desejo e tesão e isso me deixa aliviada. Ele não sumiu. Ele está aqui, na minha frente e me quer. Preparou tudo isso para mim e eu vou me entregar completamente a ele.
Caminho até a entrada do banheiro. Olho rapidamente para trás e o vejo sentar na beirada da cama e seus olhos estão nos meus. Dou um sorrisinho, entro no banheiro e fecho a porta. Meus pensamentos estão a mil e meu rosto queima. Ele trouxe uma lingerie para mim! Preciso fazer valer a pena. Tiro a roupa e tomo um banho rápido. Coloco a lingerie olho-me no espelho. Estou nervosa, inquieta. Escovo meu cabelo e meus dentes. Dou graças a Deus ao ver minha nécessaire de maquiagens no armário da pia. Faço uma maquiagem leve, pois ele escolheu branco por eu ser o seu anjo e é assim que quero parecer agora. Respiro fundo e abro a porta. Henry levanta rapidamente ao me ver e seus olhos percorrem o meu corpo. Meu queimam e me fazem ficar com a respiração acelerada. Ele caminha em minha direção, pega minha mão e as leva nos lábios. Beija cada dedo e morde a palma. Esse gesto faz o meio de minhas pernas derreterem.
– Você está linda. Ficou maravilhosa de branco, com essa cinta-liga então... um anjo como eu imaginei e desejei. Solto um gemido fraco e ele toma meus lábios nos seus. Me beija ferozmente e agarra meu quadril com força. Seus dedos afundam em minha pele e ele tenta me trazer junto de si o quanto pode.
– Henry... Gemo em sua boca, sem fôlego. Ele sorri e se afasta.
– Eu vou foder você de todas as maneiras possíveis Carolyne. Quero ver seu corpo se contorcer de prazer e depois ficar dolorido, só para amanhã você lembrar que eu estive dentro de você. Meus Deus o que é isso? Sua voz rouca é de matar! Você quer isso Carolyne?
– Sim...
– O que você quer?
– Quero você dentro de mim... agora. Estou enlouquecendo de tesão e me sinto completamente molhada.
– Hum... menina gulosa! Vamos ver o que faremos com você.
Henry pega um pedaço de tecido preto e cobre os meus olhos, é seda. Suas mãos passam delicadamente por minha barriga e ele dá uma mordida em meus pescoço. Arrepio. Fogo. Expectativa. Henry continua atrás de mim e pousa suas mãos em meu ombro e dá uma leve apertada e beija ali. Morde também minha orelha e respira ofegante.
– Você está tão gostosa, tão sexy! Não sei nem por onde começar... está vendo o que você faz comigo? Quer me enlouquecer? Me confundir? Você apareceu e desviou meu caminho... quero e preciso te dar uns bons tapas por isso. Estou subindo pelas paredes. Henry sabe me excitar. Adoro suas palavras, suas promessas loucas e quentes.
– Sim, por favor... eu quero... Estou respirando descontrolada. Essa expectativa está me torturando. A sensação de não poder ver nada assusta, mas é delirante.
Henry me conduz até a parede fria e encosta minha testa nela, coloca minhas mãos acima da cabeça, encostada também na parede. Afasta minhas pernas e dá uma palmada em meu traseiro. Sinto ele se abaixar e passar as mãos em minhas pernas e acertar mais uma palmada em mim. Ele dá mordidinhas na minha bunda e em cada uma de minhas coxas. Acaricia elas na parte interna e desliza sua língua quente me fazendo delirar, arrepiar.
– Adoro seu sabor, seu cheiro, sua pele... embriaga a minha razão anjo.
– Henry... Deus... Estou explodindo.
– Abra mais as pernas, quero ver como está essa bocetinha. Faço o que ele pede sem hesitar. Quando estou com o Henry eu perco a razão e me transformo em alguém que nunca imaginei ser: insaciável.
Henry afasta a calcinha para o lado, passa o dedo de leve e sente toda minha excitação. Ele esfrega e brinca com meu clitóris, fazendo círculos e tirando-me o resto de controle que lutava para manter.
– Molhada... muito molhada. Já está pronta para minha boca e para o meu pau. Ele abre minha bunda e afasta ainda mais as minhas pernas. Coloca sua língua quente na minha abertura e começa a me torturar. Brinca, brinca e brinca. Eu estremeço. Mexo-me inquieta. Não se mexa Carolyne! Se quiser que eu continue chupando sua boceta, não se mexa mais!
– Henry, por favor! Imploro.
– Não diga nada. Apenas sinta tudo o que farei com você hoje. Sua promessa me enlouquece.
Henry continua a me chupar. Seu sexo oral é incrível! Faço um esforço danado para ficar quieta pois não quero que aquilo pare. Depois de um longo tempo, Henry interrompe o que faz, bem quando eu estava quase lá. Ele fica de pé e encosta contra meu corpo. Sinto seu pau grande e duro pressionar no meu traseiro. Ele quer que eu o sinta, então fica esfregando ele durante alguns segundos ali. Ele vira meu corpo fazendo que fiquemos de frente um para o outro. Eu não o vejo, mas sinto seus olhos sobre mim e como está excitado, já que seu membro agora está na minha barriga.
– Vou te comer na parede. O que acha?
– Acho ótimo. Digo com a pouca voz que me resta, pois o tesão está me consumindo. Henry me joga para cima, agarra minhas pernas e faz com que eu entrelace em seu quadril. Eu sou grande, mas Henry é forte o bastante para sustentar o meu corpo. Ele aperta minha bunda e me encosta completamente na parede.
– Agora eu vou te comer assim. Quero que se entregue inteiramente para mim bebê, está bem? Confirmo com um gesto de cabeça ele puxa minha calcinha para o lado, sinto a cabeça do seu pau roçar na minha entrada. Espera aí... ele já havia tirado a cueca? Ele brinca com seu pau mais um pouco até que com apenas uma estocada, firme e bruta, ele entra em mim. Solto um grito estridente e ele me beija, abafando o meu ruído. Ele soca com força e me beija ao mesmo tempo. A sensação é maravilhosa, inexplicável. Sinto uma onda me atingir, espasmos tomam conta de meu corpo. O orgasmo vem com tudo e me deixa sem fôlego. Henry solta um grunhido e goza também.
Ele me solta e quando piso no chão, sinto minhas pernas bambas. Completamente moles. Henry me abraça e beija meu pescoço. Ele não tira a venda, pega em minha mão e me deita na cama.
– Esse é só o começo bebê... só o começo. Estremeço, ainda sentindo as sensações do orgasmo que acabo de ter. Agora fica de quatro. Faço. Fico de quatro e num único golpe ele arranca minha calcinha, rasgando-a. Minha pele arde um pouco, mas isso não importa, pois sua atitude só mostra o quão selvagem ele pode ser e vai ser. Ele dá uma palmada bem forte no meu traseiro e logo acaricia o lugar atingido. Coloca dois dedos dentro de mim e soca sem parar. O fogo cresce dentro de mim novamente e eu quero mais, mais e mais!
– Isso... não para, por favor! Minha voz treme.
– Quer meu pau dentro de você de novo anjo? É gulosa mesmo... Ele enfia seu pau em mim, com força e puxa meu cabelo com uma de suas mãos, enquanto com a outra, acerta vários tapas no meu rabo. Ficamos apenas um dia sem foder, mas parece que foi uma eternidade. Que efeito é esse sobre mim Carolyne? Sinto que há um pouco de raiva em sua voz, em sua pergunta. O que você está fazendo comigo? Ele exige com fúria e desejo na voz.
– Eu não sei... Fico confusa com o rumo de nossa transa e de nossa conversa.
– Você não sabe? Ele tira o pau de dentro de mim e me vira com força, fazendo-me deitar na cama. Ele tira minha venda e deita seu corpo sobre o meu. Há algo diferente em seus olhos, uma mistura de paixão, tesão e ódio. Você não sabe? Ele insiste.
– Você sabe? Pergunto. Henry franze a testa e respira profundamente enquanto coloca seu pau em mim novamente. Passo as mãos em seu rosto e agarro seu cabelo, puxo-o para um beijo apaixonado. Você sabe? Agora eu que insisto.
Henry começa a socar loucamente e uma camada de suor se forma em sua testa franzida. Acho que eu sei o que ele está com medo de dizer. Ele já deu vários sinais de sua paixão por mim e de mim por ele. Suas estocadas violentas só provam o inevitável: ele é louco por mim.
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