Luz Na Escuridão
23 Matando a saudade...
Notas iniciais
Tudo bem com vcs? Queria agradecer o carinho e os comentários de todas! Vcs são demais!!!
Então... hoje vcs vão matar a saudade desse casal perturbado. Kkkkk!
Espero que gostem...
E desculpem os erros por favooooooooor! Escrevi esse cap tão ansiosa, que com certeza vai ter erro pra caramba! rsrsrssrs...
Então segura coração! =)
Estamos ofegantes. Um olhando para o outro. A intensidade dos nos nossos olhares, é uma mistura de raiva, desejo e paixão. Sim, paixão! Isso que Henry acaba de fazer, só mostra o quanto é louco por mim. Mas ainda estou decepcionado com o modo que falou comigo, quando me deixou.
- O que você pensa que está fazendo? – Pergunto irritada.
- Eu que te pergunto! Você quer me enlouquecer? Pois conseguiu Carolyne... que joguinho é esse, hein? – Henry está nervoso.
- Joguinho? Não, não é joguinho não. Você não queria deixar o Robert ganhar essa? Deixar o caminho livre?
- Você deu uma chance para ele? – Os olhos de Henry se entristecem e isso parte meu coração, mas não dou o braço a torcer.
- Não é de sua conta. Me você me largou, me deixou de lado. Agora com licença, preciso voltar. – Henry não deixa eu passar. Me segura firme na parede novamente e começa a passar sua deliciosa língua em meu pescoço. Ele não diz nada, mas sua respiração descontrolada, mostra que está fervendo e precisando me comer. – Não Henry... para! Eu não quero mais você e alguém pode aparecer e... – Ele não deixa eu terminar de falar e me beija loucamente. Sinto-me ficar molhada e excitada. Corpo traidor! E de novo me entrego ao fogo, nosso fogo. Incontrolável. Delicioso fogo. Eu quero esse homem! Quero dentro de mim agora! Ele começa a passar a língua em meu pescoço novamente. Morde minha orelha, morde meus lábios, enquanto acaricia meus seios. Ele está louco de tesão e eu também.
- Tudo bem anjo... mas vamos ver se ele é capaz de fazer isso aqui com você! – Ele sussurra em meu ouvido e eu fico arrepiada. Claro que Robert jamais fará a metade do que ele faz. Bom, é o que eu acho. Henry me surpreende. Fica de joelhos e esfrega seu nariz em mim.. Sente meu cheiro e seus olhos se enchem de luxúria. – Adoro seu cheiro... é tão bom!
- Henry, aqui não é lugar para... – Ele não me escuta. Abaixa minha legging e afasta minhas pernas uma da outra. Estou desesperada por seu toque e ele corresponde meu desejo. Passa um dedo em minha abertura e me encara.
- Está sempre pronta pra mim anjo. Que molhada está sua bocetinha!- Suas palavras faz eu soltar um gemido. De repente, Henry me beija deliciosamente naquela região sedenta. Suga meus lábios e brinca com meus clitóris. Começo a mexer meu quadril contra sua boca, pois eu quero mais. Muito mais! Coloco uma perna sobre seu ombro, para que melhor ele possa explorar minha boceta com sua língua. Puxo seu cabelo com uma mão, enquanto com o outra, estimulo meus seios. – Ele já fez isso em você? Já te deu esse prazer? – Sua voz é rouca.
- Não...não... – Não consigo dizer mais nada além disso. Henry tira sua boca de mim e fica novamente de pé. Minha legging continua na altura dos tornozelos e ele me vira para a parede. Fazendo meu traseiro ficar exposto para ele.
- Belo rabinho Carolyne... – Ele alisa minha bunda durante alguns segundos, até que estoura um tapa em mim. Ele me pressiona contra a parede e posso sentir sua ereção grande e dura no meu rabo. – Nem agora ele te fez sentir assim? – Ele sussurra de uma maneira provocante. Eu não respondo. Não quero que ele saiba que não transei com Robert. Por mim, quero que ele fique morrendo de curiosidade, até admitir que me quer só para ele. Fico calada. – Responde Carolyne... ele não te fez gozar nem agora? – Continuo sem falar nada. – Menina travessa. Você merece um belo castigo por não me responder...
- Não estamos mais juntos! – Disparo. Henry se afasta de mim. Viro-me para encará-lo. Ele ignora o que digo e tira sua calça e cueca.
- Você tem razão... não estamos mais juntos. Isso aqui só vai ser uma foda qualquer! – Ele deita no chão e não posso deixar de notar seu grande membro. – Vem! Senta em mim. – Não sei o que fazer. Se o deixo ele ali, deitado com o pau duro e volto para a sala, como se nada tivesse acontecido. Ou se monto nele e galopo até gozar bem gostoso. – Vem anjo... eu sei que você quer!
- Uma foda qualquer? Sim, eu quero! – Digo e tirou meus sapatos e fico nua da cintura para baixo, igual Henry. Passo a língua em seu pau. Henry solta um gemido desesperado. Sento. Com uma perna em cada lado se sua cintura, eu sento. Me encaixo nele e nós dois ofegamos. Começo a mexer devagar, até o ritmo ir aumentando aos poucos. Henry agarra minha cintura e começa a socar forte e eu adoro isso.
- Isso anjo... que boceta deliciosa e apertada! – Suas palavras me deixam ainda mais louca. – Ele faz assim Carolyne? Faz? – Não consigo falar. Minha respiração está descontrolado. Henry soca seu pau em mim com mais força. Soca, soca, soca... sinto meu orgasmo cada vez mais perto. – Vai melar meu cacete Carolyne? Vai dar sua porra para mim? – Me contorço e sinto uma onda invadir meu corpo. Gozo como uma louca e Henry aumenta o ritmo. – Agora sou eu que vou dar minha porra... – E com uma estocada fatal, ele goza ainda mais louco que eu.
Saio de cima dele e não o olho. Que vergonha! Acabei de transar com o primo do Robert, na casa de seus pais. Mas meu lado negro comemora. Nada melhor que isso para uma boa vingança. Só faltou ele assistir tudo. Chacoalho a cabeça em negativo e afasto esses pensamentos de mim. Agora estou confusa, sem saber o que fazer. Visto minha roupa e com o canto do olho, vejo que Henry também se veste, e como eu, não me olha. Calço meus sapatos e saio daquele lugar sem dizer nada. Ando rápido até o banheiro. Preciso me limpar e ajeitar meu cabelo. Depois de alguns minutos decido que já está na hora de voltar para a festa, quando abro a porta do banheiro, Robert está ali, me esperando.
- Que demora Carol... aconteceu alguma coisa? Você está vermelha! – Seu comentário me faz ficar ainda mais vermelha, mas agora de vergonha. – Henry também sumiu... viu ele?
- Não, não vi. Demorei porque passei mal. Fiquei aqui até ter certeza que estava melhor... – Invento uma desculpa.
- Nossa... mas agora está bem? – Ele fica preocupado.
- Sim estou. Preciso de uma bebida. – Digo. Voltamos para a sala, onde todos estão. Depois de Robert explicar aos seus pais onde eu supostamente estava, eu tomo alguns coquetéis. Henry não voltou mais, sinto meu coração apertar. Quando vejo, Carla está ao meu lado, inquieta.
- Eu vou matar o Henry! – Ela está brava. Sei bem o por quê. Ele foi embora e saiu sem a avisar. Bem feito! Eles não têm mais nada juntos.
- O que houve Carla? – Pergunto na maior cara de pau.
- Henry sumiu... fui lá fora, e um segurança disse que viu ele indo embora no seu carro. – Me seguro para não gargalhar.
- Esses homens são assim mesmo Carla... – Digo e dou de ombros.
- É, mas parece que Robert está doidinho por você! – Ela comenta. – Dá para ver o jeito que ele te olha. Eu soube que no passado, vocês namoraram durante anos e agora, depois de tanto tempo, estão juntos novamente. Porque Henry não pode ser como o Robert? – Ela indaga indignada. Ainda bem que eles não são iguais. Penso. Carla nem sabe de minha história e acha que tudo é simples assim!
- Não estamos juntos Carla. Apenas voltamos a ter contato. Só isso. E sobre o Henry, porque quer tanto voltar com ele? – Pergunto. A curiosidade é mais forte que eu.
- Nós namoramos um tempo. Mas sempre fui ciumenta demais, e Henry cansou. Fui embora e agora decidi voltar e reconquistá-lo, nunca deixei de amá-lo. Mas eu era louca demais... uma vez pulei nele com uma faca! – Ela sussurra.
- Uma faca? Porque? – Pergunto.
- Achei que ele tinha outra... foi quando ele terminou tudo comigo. Fiquei alguns meses fazendo tratamento. Estava louquinha da silva! – Seu comentário me faz rir. Embora realmente, sua atitude foi de uma desiquilibrada. Logo sinto raiva dela e aos poucos me afasto, encerrando nossa conversa.
Depois de algum tempo muito chato, peço para que Robert me leve para casa. Já no carro, ele dirige animado e comenta o quanto está feliz com minha presença em sua vida. Esforço ao máximo um sorriso amarelo. Chegamos em casa. Ele me acompanha até a porta e sorri.
- Você gostou de hoje? – A única coisa que vem na minha cabeça, é a cena minha com Henry, fodendo loucamente na casa dos pais de Robert. Eu rio com a lembrança.
- Sim, adorei. – Digo, mas me refiro ao que aconteceu. Robert sorri, pois nem imagina o que estou pensando.
- Que bom... então vou indo Carol... – Ele me dá um selinho rápido e sorri. – Eu adorei ter você comigo hoje. Espero que mais dias como esse, se repitam. – E com o pensamento ainda em seu primo respondo.
- Eu também!
Nos despedimos e vou direto para o banho. Quando saio do banheiro, levo um susto. Henry está pelado em minha cama e me devorando com seus lindos olhos cor de mel.
Notas finais
Sinto informar, mas agora só no próximo cap irão saber! Kkkkkk!
Amadas, espero que tenham gostado desse cap.
Bjs, inté!
=)
Fale com o autor