Luz Na Escuridão
24 Erros e acertos.
Notas iniciais
É, eu já imaginava. A maioria quis o meu coro. E como fiquei com medo das ameaças, já vou postar mais um cap hoje!
Espero que gostem e perdoem os erros!
Bjs amadas!
=)
Aperto os olhos com força pensando ser apenas uma alucinação da minha cabeça. Abro os olhos, mas Henry continua ali. Pelado. Com seu pau duro olhando para mim. Caminho rápido até minha cama e o encaro. Cruzo os braços e ergo as sobrancelhas, faço cara de confusa.
- Como você entrou aqui? E o que você está fazendo aqui? – Não consigo disfarçar minha curiosidade e surpresa.
- Não gosta do que vê Carolyne? – Ele não responde. Isso me irrita.
- Eu não deixei a porta aberta Henry! Tenho certeza que dessa vez, eu a tranquei. – Ele sorri. Fica de pé e coloca suas mãos em minha cintura.
- Sim, trancou. Mas eu tenho uma cópia da chave de sua casa. – Henry diz isso com a maior tranquilidade do mundo. Fico muda. Não sei o que falar. De repente, lembro-me daquela noite que ele disse que a porta estava aberta e quis me castigar. Achei estranho, pois nunca esqueci de trancar a porta.
- Aquele dia... que você disse que eu não tranquei a porta... era mentira né? Você já tinha essa chave e entrou na minha casa e... – Ele me interrompe sem largar minha cintura.
- E chupei sua boceta deliciosa. Adorei ver sua expressão... o prazer estampado em sua cara. Te sentir contorcer em minha boca... ai anjo! Você é tão gostosa! – Ele morde o lábio inferior, e a luxúria acende entre nós.
- Mas quando você fez a porra da cópia da chave da MINHA CASA? – Saio de seus braços e dou alguns passos para trás para encará-lo. – Isso é crime, viu? Invasão de privacidade.
- Eu sabia onde você escondia a chave. Um dia você mesma me mostrou. E eu não fiz isso por mal. Eu queria apenas fazer algumas surpresas para você! – Ele dá um passo para frente.
- Mas aquele dia você fez eu pensar, que fui irresponsável! – Digo indignada.
- Não tive coragem de contar. Mas assim que pudesse, eu faria.
- Mas agora não temos mais nada juntos. Devolva a chave! – Estendo minha mão para ele me dar a chave.
- E o que fizemos naquele almoço? – Ele pergunta.
- Uma foda qualquer. Como você mesmo disse! Agora me dê a chave!
- Foi a foda qualquer mais deliciosa da minha vida Carolyne... – Ele fecha os olhos. Parece tentar esconder seus sentimentos.
- O que você quer Henry? Você desistiu de mim, de nós! Naquele dia, disse que não tínhamos nada e me largou aqui. Se tem alguém aqui, que quer enlouquecer alguém, é você! Você quer me deixar louca! Por que?
- E você já foi correndo para o Robert? Você disse que não suportava ele... mas correu para os seus braços!
- EU NÃO CORRI MERDA NENHUMA ATRÁS DELE! – Aumento minha voz. – ELE VEIO AQUI E PEDIU UMA CHANCE, E EU DISSE QUE IA PENSAR...
- PENSAR? VOCÊ VAI VOLTAR PARA ELE CAROLYNE! VOCÊ DEU ESPERANÇA PARA ELE! – Ele também está com a voz alterada.
- EU NÃO VOU VOLTAR PARA ELE! EU VOU ME VINGAR! – Eu grito. Henry me encara. – Eu só aceitei voltar ter contato com ele, para me vingar. Eu NUNCA vou fazer nada com ele.
- Então vocês não...
- Não fodemos Henry! Não era isso que você me perguntou diversas vezes. ELE NÃO ME COMEU E NEM VAI COMER! – Henry solta todo o ar que segurava em seu pulmão. Sua expressão é de alívio. Ele caminha até mim. Me abraça e beija minha cabeça. Sua atitude me deixa desconcertada.
- O que você está fazendo comigo anjo? – Ele fala e parece estar derrotado. Desculpa... desculpa! Eu fui um fraco, nunca quis te deixar Carolyne! – Ele me solta e me olha. Espera qualquer resposta minha.
- Eu não sei... você é descontrolado! Quando ver o Robert por perto vai surtar de novo! – Digo e sento na cama. Ainda estou enrolada na toalha e com os cabelos molhados.
- Você realmente quer se vingar? – Sua pergunta me deixa confusa. Não sei mais o que eu quero. Mas sigo meu impulso.
- Sim. Eu quero! Eu preciso disso!
- Você não precisa disso Carolyne! Seu ego acha que precisa. – Ele caminha até a cama e senta ao meu lado. É impressionante como em até momentos como esse, seu pau continua como uma rocha, grande, firme e duro.
- Isso não importa. Se é meu ego ou não!
- Juro que não vou me descontrolar... serei forte e se você realmente quer isso... eu aceito! – Não acredito no que acabo de escutar. O dominador nato, está aceitando qualquer coisa para ficar comigo.
- Admita que você gosta de mim! – Exijo.
- O quê?
- Admita. Pelo que vi, você está abrindo mão do controle para ficar comigo. Se isso não for sentimento, não sei o que é.
- Carolyne, eu... – Coloco a mão em sua boca.
- Admita ou saia da minha casa. Ah, e deixa a chave também. – Sou dura com ele. Sua respiração aumenta. Henry está nervoso. Estou colocando ele contra a parede.
- Anjo... eu... eu... não sei o que está acontecendo comigo. Me dá um tempo! Preciso organizar a minha cabeça e... – Interrompo.
- Sai da minha casa! – Fico de pé e quando vou caminhar até suas roupas para jogar na sua cara, ele segura meu braço.
- Não, por favor! É difícil para mim Carolyne, não faz isso... – Seus olhos estão confusos e vejo medo no fundo de sua alma. Sei bem como ele está se sentindo. Senti isso desde a primeira vez que o vi. Confusão, raiva e atração. – Deixa eu ficar. Estou morrendo de saudade de você!
- Mas a pouco tempo transamos na casa de seus parentes.
- Mas não foi o suficiente. Quero mais, muito mais... – Ele implora.
- Henry, eu... eu também quero mais. Mas agora com o Robert, você sabe que as coisas não serão fáceis.
- Eu sei, eu sei. Mas eu quero você!
- Como submissa? Ficante? – Pergunto.
- Do jeito que for... deixa eu te sentir.
- Sim. Eu deixo! – Digo e fecho os olhos. Henry me arrasta para o centro da cama e abre minha toalha. Passa as pontas dos dedos nos meus seios e na barriga. Fico arrepiada com seu toque.
- Abre os olhos anjo... olha para mim. – Ele pede com sofrimento. Eu faço. Seus olhos são uma mistura de desejo e desespero. Me olha com ternura e tesão. Sei que ele gosta de mim, eu sinto isso. – Você é tão linda Carol... com o cabelo molhado, como a primeira vez que vim aqui, lembra? – Claro que lembro. Foi inesquecível.
- Sim... – Respondo. Ele retira a toalha debaixo de mim e beija meus lábios. Um beijo de paixão. Depois desce pelo meu pescoço, e por todo meu corpo, deixa uma trilha de beijos quentes. Sinto o meio de minhas pernas umedecer. Henry massageia meus pés e a sensação que sinto é deliciosa. Depois, ele afasta minhas pernas e admira minha abertura.
- Sua boceta é tão desenhada, tão linda. Eu me encaixo perfeitamente nela, parece que foi feita para mim... – Henry começa a beijar minhas coxas e apertá-las. Estou derretendo de calor e tesão. Ele beija meu clitóris e eu solto um gemido. Ele brinca comigo durante alguns minutos e enfia dois dedos em mim e começa a socar. – É apertada... nossa anjo! Como você é gostosa!
- Henry... – Ele levanta minhas pernas e coloca em seus ombros. Fico completamente exposta para ele. Henry pega seu pau e começa a esfregar na minha abertura. Inclusive, no meu ânus. Ele brinca assim durante uns segundos e vai se encaixando devagar em mim. Minha boceta vai abrindo e o recebendo com todo o prazer possível. – Henry... isso... – Peço para ele continuar.
- Apertada... muito apertada. – Henry começa a socar violentamente em mim. E nos perdemos no prazer várias vezes. Henry me comeu na cama, no sofá, na cozinha e no chão da sala. Fodemos o resto do dia. Minhas pernas estão moles. Estamos cansados, exaustos. Voltamos para a cama, e depois de mais uma transa intensa, dormimos de conchinha.
Notas finais
Juro que o próximo cap será mais longo. Pq várias coisas vão acontecer.
Inté =)
Fale com o autor