Lovesong

30 Capitulo 30


Notas iniciais
Volteeeeiii. Olha que maravilha chegamos ao capítulo 30. kkkk Bem, apesar do nome "Lovesong", essa fica sempre foi um drama, que tem muito amor lógico... o que eu to querendo dizer é que aproveitem esse capítulo na fazenda Mills... e por favor não queiram me matar no fim do capitulo, porque se isso acontecer não vão saber o que acontecerá no próximo. kkkkkkkk Não deu para revisar... Comentem,. Boa leitura.

Lidar com David foi mais fácil que com a Emma, o rapaz repetiu as ameaças que a loira fez, até parece que eles combinaram, mas pelo menos não quis bater na ruiva e no fim penas pediu para que a ruiva cuide bem de sua irmã. O restante da semana passou em pura harmonia para as duas famílias, apenas Emma que vez ou outra soltava uma indireta para a cunhada, contudo, todos estavam felizes. Cora estava feliz e acreditava que finalmente sua filha mais velha tomaria jeito, iria deixar de sair para balada e voltar para casa toda noite embriagada e na companhia de um desconhecido.

Como a ruiva iria voltar a Boston na segunda, decidiram passar o final de semana na fazenda dos Mills, com exceção de Mary que sairia em viagem com os alunos e David que ficaria na delegacia para que sua irmã aproveitasse o fim de semana com Regina e Henry e também ficasse de olho em Elsa e Zelena.

Emma, Henry e Elsa chegaram cedo na propriedade de Cora, foram recepcionados por Zelena que toda sorridente foi cumprimentar sua loira, deu-lhe um selinho, em seguida cumprimentou Emma e por último pegou seu príncipe nos braços o enchendo de beijos. Ao entrarem na casa grande encontraram Cora na sala de jantar com uma enorme xícara de café nas mãos, Henry sem demora foi abraçar a avó e logo começaram a falar sobre o passeio a cavalo que sempre faziam quando o garoto ia passar os finais de semana na fazenda. Cora informou a Emma que Regina ainda dormia, enquanto Zelena foi mostrar a fazenda a Elsa Emma foi junto a Henry acordar a morena. Deixou o garoto na porta do quarto e foi verificar se sua amada estava vestida, já que em algumas ocasiões ela dormia seminua, a loira sorriu ao ver como sua morena dormia tranquilamente e devidamente vestida, voltou a porta e chamou seu garoto para entrar no cômodo, Henry correu para a cama e deitou-se ao lado da mãe, Emma ficou em pé ao lado da cama observando a delicadeza que seu bebe utilizava ao acariciar o rosto da morena.

— Mamãe acorda. – dizia ele em um tom baixo e amorena continuava dormindo. – Ah! Mamãe, acorda sou eu Henry. – Dessa vez o garoto pousou a mão no rosto da médica e beijou os cabelos. Nesse instante Regina despertou, porém, continuou com os olhos fechados para ver até onde seu filho iria.

O garoto já estava cansado de tentar acordar a mãe que a esse altura Emma já havia percebido que a morena estava brincando com seu filho. Em um dado momento o garoto sorriu para a mãe loira, como se tivesse tido a melhor ideia de todas, ele então inclinou o corpo para frente levando seu rosto próximo do da morena.

— Mamãe... se a senhora acordar, eu te dou o maior sorvete que existir quando nós formos no parque. – A morena não resistiu a fofura do filho ao utilizar a artimanha que ele e Emma utilizam para acordá-lo, então ela agarra o garoto e o enche de beijos o fazendo gargalhar incessantemente.

— Ah!! Mamãe ... para! – Continuava a gargalhar. – Mãe ajuda aqui. – pediu auxílio a sua mãe loira que continuou apenas sorrindo.

Quando a morena percebeu que o filho estava respirando com certa dificuldade por conta das risadas ela o solta a seu lado e vira-se para Emma que a olhava com carinho.

— Bom dia amor. – disse Emma sentando na beirada da cama e selando seus lábios.

— Bom dia Emm. – Disse a médica sorrindo após o beijo.

Mesmo com a morena sorrindo a loira percebeu que havia algo incomodando sua amada. Ela tinha um semblante preocupado e até triste, possuía leves olheiras o que indicava que não havia dormido direito.

— Filho, o que acha de ir ajudar a Helena a fazer o café da manhã de sua mãe? – Perguntou a loira recebendo como resposta um lindo sorriso do garoto.

Após a saída de Henry Emma acariciou o rosto de Regina e beijou seus lábios docemente.

— O que aconteceu para você estar com essa carinha de quem não dormiu direito por estar preocupada com algo? – Perguntou a loira ao final do beijo.

A morena nada disse, apenas se jogou nos braços de Emma fazendo com que a detetive se deitasse e em seguida se aconchegou em um abraço protetor, a morena pôs o rosto no pescoço de Emma e fechou os olhos tentando afastar as imagens do pesadelo.

— O que foi vida? Teve outro pesadelo? – Perguntou Emma acariciando os fios negros.

— Foi horrível amor... o Robin, ele... ele atirava em você e... e você... ah! Amor... você... – a loira a interrompeu ao perceber que ela estava emocionada.

— Esquece isso linda. Foi só um pesadelo. Eu estou aqui e ninguém vai atirar em mim, por que eu sou demais. – escutou um sorriso discreto da morena. – e ninguém pega Emma Swan.- Concluiu.

— Besta. – falou Regina beijando seus lábios.

Ficaram na cama trocando carícias e juras de amor até ouvirem Henry chamando para o dejejum.

[...]

Zelena mostrava a fazenda a Elsa, passaram pelo pomar onde havia vários tipos de árvores frutíferas, foram pela piscina, pelos estábulos e agora estavam no celeiro onde havia uma pequena adega com vários exemplares de vinhos raros, uma paixão que a ruiva compartilha com Regina, existiam também alguns instrumentos que eram utilizados nos afazeres da propriedade e no outro canto estava o alvo de Zelena, um monte de feno onde a ruiva jogou a loirinha e deitou por cima dela capturando seus lábios de modo urgente.

— Estava morrendo de saudade dos seus lábios. – disse a ruiva ao fim do beijo.

— Eu também estava morrendo de saudades. – Disse Elsa levando a mão a nuca da ruiva e puxando-a para um beijo voraz, um beijo de saudade, de desejo e de muito, muito tesão. Zelena sentou nas pernas de Elsa, uma perna em cada lado do corpo da garota, a batalha que suas línguas travavam era coisa de outra dimensão as enlouquecendo cada vez mais, Elsa enlaçou a cintura de Zelena com um dos braços a trazendo para mais perto, quase que fundindo os corpos, a ruiva ao sentir que a garota já estava excitada começou a rebolar lentamente, fazendo Elsa gemer em seus lábios.

— Eu quero você... ahhh... eu preciso de você. – Disse Elsa levantando o vestido da ruiva a altura da cintura.

Sem demora Zelena puxou a calça e cueca de Elsa até o meio das coxas, em seguida se livrou de sua calcinha e sem demora encaixou o membro rijo da garota em sua entrada, deslizando lentamente em todo o comprimento da loira, fazendo ambas gemerem. Ali elas estavam a mercê do desejo, do tesão, precisavam se entregar urgentemente aquela sensação. Enquanto a ruiva subia e descia na velocidade perfeita para enlouquecer as duas, Elsa agarrou os cabelos ruivos trazendo o lábios de Zelena de encontro aos seus. Sem quebrar o contato a loira inverteu as posições, ficando por cima da ruiva e começou a estocá-la com força, guiada pelo desejo que a dominava. Zelena arranhava os costas da loirinha, enlouquecida de desejo, ela sabia que não aguentaria muito até atingir o orgasmo.

— El... hummm... mais rápido... ahhh...- gemia a ruiva.

A garota atendeu o pedido de sua ruiva e aumentou o ritmo das estocadas sentindo as paredes internas de Zelena pressionar seu membro já pulsante, mais algumas investidas e as duas se entregaram a uma explosão de prazer.

[...]

Passaram um manhã agradável na piscina, Emma, Regina e Henry brincando na água, Cora como sempre em uma das cadeira a beira da piscina com seu famoso Whisky nas mãos, Zelena estava abraçadinha a Elsa em uma espreguiçadeira, só desgrudava da pequena Swan “assim fora nomeada por Cora” quando Henry implorava para que a ruiva se juntasse a eles na brincadeira, como Elsa não gostava muito de mergulhar ficava observando a interação deles.

O almoço foi servido na área externa, que ficava nos fundos da casa, próximo ao pomar, onde Cora Mills adorava servir refeições quando havia visitas em sua casa. A tarde foi regada de partidas de play, onde Emma, Zelena e Henry pareciam três crianças discutindo sobre os jogos.

Regina e Elsa conversavam enquanto viam as “crianças” se divertindo na frente da tv.

— Eu sei que você e a Emma estão receosas com meu envolvimento com Zelena. Quero que vocês entendam que eu estou feliz e sinto que ela também. – Falou olhando a ruiva jogar.

— Elsa, não é que sua irmã e eu não queiramos que vocês se entendam. – Olhou para a loira a seu lado. – É só que... você é muito nova e a Zel, ela já passou por tanta coisa... ela já teve tantas pessoas a seu lado e.... eu não quero que me entenda mal, eu amo muito a minha irmã, ela é uma pessoa maravilhosa, é meu porto seguro sabe, sempre que tenho problemas ou estou feliz com algo é ela que eu procuro. Nós só não queremos que vocês saiam machucadas... você me entende? – A garota afirmou com a cabeça. – mas se no fim vocês derem certo é logico que ficaremos muito felizes. – Falou a morena com sinceridade.

[...]

Regina estava sentada na cama passando creme em suas pernas quando Emma entrou no quarto, a loira ficou hipnotizada com a visão de sua namorada, ela vestia uma camisola de seda preta quase transparente e o simples fato de ela estar passando creme nas pernas nuas estava enlouquecendo a detetive.

— O Henry dormiu amor? – perguntou Regina.

— Sim. – a loira respondeu indo em direção a cama.

— Hoje foi um ótimo sábado em família não é? – falou a morena distraída no que estava fazendo.

— Sim. – Emma respondeu ajoelhando-se na cama e pegando o pote de creme das mãos de Regina.

— Emm, o que ta fazendo?

— Deita amor... eu vou terminar de passar creme em você. – disse a loira derramando o creme nas mãos e esfregado uma na outra para espalhar o líquido.

Emma passou as mãos nas pernas de Regina e começou a massagear lentamente, com leves movimentos circulares e em determinado momento dava leves apertões, a loira foi subindo os movimentos bem devagar, ao alcançar as coxas da morena Emma começou a fazer círculos maiores, vez ou outra os polegares tocavam os grandes lábios por cima da calcinha de renda da morena, fazendo Regina arfar com o toque. A loira continuou subindo com as mãos que agora estava dando leves apertões na barriga de Regina, Emma nem lembrava mais de por mais creme nas mãos, seu interesse era puramente desfrutar daquele corpo que a enlouquecia. Conforme sua mãos foram subindo pelo corpo de Regina a camisola era retirada, ao chegar aos seios da morena Emma não resistiu e apertou os mamilos que já estavam bastante sensíveis fazendo assim a morena soltar um gemido sôfrego. A loira tirou por completo a roupa que cobria a morena e inclinou o corpo para sussurrar no ouvido de sua amada.

— Vira para mim amor... – Falou quase que em um gemido.

E assim a morena fez, deitou com a barriga na cama dando a visão da bunda que Emma tanto amava e desta vez Regina usava um fio dental o que fez Emma salivar.

— Você só pode estar querendo me enlouquecer com essa lingerie. – Disse Swan deitando seu corpo em cima da morena.

A loira distribuiu beijos por toda a extensão das costas de Regina que só gemia e apertava os lençóis da cama. Emma fez uma trilha molhada com a língua até alcançar a bunda de sua amada, a loira beijava, mordia, lambia e apertava a bunda de Regina mais e mais, lentamente deslizou a lingerie para baixo até tirá-la por completo e voltou a morder as nádegas da morena, a detetive levou dois dedos ao sexo de Regina e gemeu alto ao constatar o quão molhada sua namorada estava. Ela começou a fazer movimentos circulares no clitóris de Regina que rebolava no ritmo dos dedos de Swan. Emma não resistindo mais penetrou sua morena com dois dedos, recebendo em troca um grito acompanhado de um gemido arrastado.

— Ahhhh..... amor.... que gosto... so. – dizia Regina enlouquecida.

Enquanto a loira estocava com força, ela deslizava a língua da vagina ao anus da morena, que se contorcia na cama. Emma sentiu seus dedos serem pressionados no interior de Regina e assim inseriu mais um dedo e aumentou as estocadas. Regina chamava o nome da loira descontroladamente, a loira sabia que todos poderiam estar ouvindo tal escândalo, mas no momento ela só se importava com sua mulher enlouquecida em seus braços. Só foram necessário mais quatro estocadas para Regina se desmanchar de prazer lambuzando os dedos de Swan com seu líquido quente. Emma virou sua morena de costas para cama, pôs sua cabeça no meio das pernas da morena e começou a chupar todo o liquido que dali emanava, Regina estava tão sensível que gozou novamente na boca de Swan. Após recuperar o fôlego Regina tomou sua mulher como ela gosta e a fez gozar deliciosamente gritando seu nome. E assim seguiu a noite até que elas exaustas se renderem ao sono.

[...]

Regina desperta com o barulho incessante de um telefone tocando, ela verifica o seu no criado mudo mas não é ele, então olha para o móvel que tem do lado e Emma e vê o aparelho com o visor acesso.

— Emma... Emma... – Chama a loira que ainda dormia.

— Hum...- resmunga a detetive.

— Amor... o telefone. – Diz a médica empurrando a namorada de leve.

Emma estende o braço ainda de olhos fechados e atende sem nem ao menos ver quem é.

— Swan... – fala.

Emma, preciso que você venha pra cá agora.

— Ah Dave... hoje é minha folga, onde está o Jones.

Ele sumiu, tentei ligar para ele e está desligado.

— O que é de tão urgente que você precisa de mim.

Os assaltantes do banco da cidade, estão assaltando o banco da cidade vizinha eu não posso ir sozinho. – ao ouvir a informação Emma levantou de súbito e começou a se vestir.

— Ok, chego em 30 minutos. – disse e desligou.

— Amor, onde você vai? – disse a morena sentando na cama.

— O Dave precisa de mim amor. – Emma sentou próximo a Regina e beijou seus lábios.

— Ah não Emm... fica aqui comigo, não vai por favor. – Disse Regina abraçando forte a loira, estava com um mal pressentimento desde o sonho da noite passada.

— Ei, ei. – disse a loira afastando a médica fazendo os olhos se conectarem. – Tá tudo bem meu amor, não vai acontecer nada. Eu prometo voltar para você. – Regina capturou os lábios de Emma de forma doce, saboreando cada parte da boca rosada, era como se fosse a última vez que os estavam saboreando, pôs as mãos nas madeixas loiras aprofundando o beijo, línguas se tocando, respirações ofegando, corações acelerados cada vez mais aumentando a magia do momento. Terminaram o beijo com selinhos, a loira acariciou o rosto da amada e partiu para ajudar o irmão a prender os delinquentes.

Regina ficou deitada na cama por mais alguns minutos após a saída de Emma, ele sentia que algo de ruim estava para acontecer, mas o que ela poderia fazer era torcer para estar enganada.

Como haviam combinado, todos foram cavalgar, com exceção a Regina que com o chamado de Emma perdera a vontade de sair de casa, estava preocupada e não queria que os outros percebessem, então informou que ficaria para preparar sua famosa lasanha para o almoço, já que Cora dera folga para Helena, Marcos e Graham que foram visitar alguns amigos na cidade.

Henry estava só sorrisos montado em Valente ao lado de Cora que montava seu lindo puro sangue que tem por nome Duque. Zelena montava Esmeralda a égua mais bela da fazenda e trazia consigo Elsa sentada a sua frente, Zelena não permitiu que Elsa montasse sozinha, queria sua loirinha colada nela por todo o domingo, as duas distribuíam caricias e beijos por todo o caminho. A sua frente Cora ia ao lado do neto, mostrando os lugares em que ele podia cavalgar, passaram pelo riacho onde a Sra Mills e o neto nadavam no momento. Zelena e Elsa estavam abraçadas abaixo de uma árvore.

— Vou sentir sua falta. – Declarou a loira.

— Também sentirei minha menina. – Disse Zelena beijando o pescoço da loira.

— Quando você virá novamente a Storybrooke? – Elsa deslizava delicadamente a ponta de seu indicador no rosto da ruiva.

— Farei o possível para ser rápido. – Disse a ruiva sorrindo. De repente seu sorriso sumiu e ela começou sentir um aperto no peito, uma sensação estranha, uma tristeza que não sabia explicar.

— O que foi ruivinha? Tá sentindo alguma coisa? – Perguntou Elsa ao perceber a mudança de Zelena.

— Um aperto no peito, um mal pressentimento. – Olhou em volta procurando pela mãe e pelo sobrinho. Ambos estavam se divertindo na água. – Eu preciso voltar loirinha, vou voltar para a fazenda.

Em poucos minutos Zelena e Elsa estavam voltando a galope para a casa grande, Cora resolveu ficar um pouco mais com o neto que estava se divertindo bastante. Ao chegarem no destino a ruiva entrou correndo chamando pela irmã, não teve resposta então pediu para Elsa ver se ela estava no quarto enquanto ela iria ver na cozinha. Zelena seguiu chamando por Regina mas sem obter resposta – “calma Zel, foi só um mal pressentimento, nada de mais certo?” pensou ela. – Esse pensamento veio por terra quando ela adentrou a cozinha, o que ela viu ali a deixou sem chão, o cômodo estava destruído, louças quebradas no chão, panelas e utensílios espalhados, parecia que havia tido um terremoto naquele lugar. Ela sentiu seu corpo enrijecer quando ela notou manchas de sangue no chão.

— Regina... – pronunciou e começou a adentrar o cômodo devagar.

Mas alguns passos a frente e teve que se segurar na mesa para não cair. Sua irmã estava caída por cima dos vidros quebrados, estava desacordada e muito machucada.

— Regina...- choramingou ajoelhando ao lado da irmã e com as mãos tremulas tocou os dedos no pescoço da morena verificando se havia pulso, e deixou suas lágrimas descerem ao perceber que eram quase nulos seus batimentos.

— Regina, fala comigo. – dizia a ruiva com a mão no rosto da irmã. – Por favor irmãzinha. – mas não obteve reação alguma por parte da morena.

— Elsa... – Chamava, ela sabia que teriam que levar Regina para o hospital. – Elsa... – tentou mais uma vez, porém, sua voz era um sussurro, buscando folego de onde não existia, puxou o ar com força e conseguiu soltar o grito da garganta. — Elsaaaaaa.

Notas finais
Bem quero informar que nesse exato momento estou em um esconderijo anti-terrorismo, porque eu prezo por minha vida....kkkkkkk Comentem. Até o próximo.