Loves Of Past Wars
1 I- O dia em que Scorpius encontrou as palavras
Notas iniciais
Eu queria fazer algo deste estilo à muito tempo, e juntatodos dois do meus casais preferidos, de gerações distintas é uma realização para mim.
Eu espero que gostem... críticas e são bem-vindas!
Scorpius Malfoy se sentou frustrado no meio da cama de casal. Pela primeira vez estava quase concordando com seu pai. A vida de escritor não era pra ele.
Scorpius Hyperion havia decidido,sentado, conversado com seus pais à dois anos. Após Hogwarts, ele iria se dedicar à aquilo que fazia seu coração bater, claro além de sua namorada; ele iria ser escritor. Sua mãe aceitou na maior calma e tranquilidade que ela sempre fora, mas seu pai precisou de uma calorosa briga para que o mais velho apoiasse os sonhos do filho.
Após a escola, Scorpius e sua namorada, Rose Weasley, decidiram que iriam morar juntos. Era um apartamento pequeno, em um condomínio da Londres Trouxa.
Ele começou seu primeiro livro uma semana depois de eles terem se organizado de forma completa. Sua maior inspiração era o mundo bruxo, o lugar onde se criou, o lugar que pertencia. Ela contava a história de um menino que crescera miseravelmente no mundo trouxa, até conhecer uma feiticeira, na qual o mesmo se apaixonara.
Fora um fracasso.
Claro,não lhe disseram de primeira, as negações vinham de uma forma bem pior: Em forma de silêncio.
Ele começou outro, não desistiu. Desta vez, se inspirou em algo:Rose.
Rose era,ele não tinha a menor sombra de dúvidas, o amor de sua vida. Ela era inteligente, a mulher mais inteligente de todas. Seus cabelos ruivos,suas sardas e olhos azuis; a transformavam na mais perfeita obra de arte já feita. Ela era professora de Defesa Contra as Artes das Trevas em Hogwarts, e fora a mais jovem que já passou pelo cargo. Seus pais, ou melhor dizendo seu pai, não apoiava no início seu relacionamento, como se era de esperar. Mas Rose praticamente conquistou o coração de Draco, e agora, o Malfoy a tratava como uma filha.
Então... Ele de repente estava escrevendo sobre se mesmo. Sobre seu amor por Rose.
O resultado fora um pouco melhor. Foi chamado para uma reunião com uma editora trouxa, que falaram a seguinte frase:
Scorpius Malfoy se sentou frustrado no meio da cama de casal. Pela primeira vez estava quase concordando com seu pai. A vida de escritor não era pra ele.
Scorpius Hyperion havia decidido,sentado, conversado com seus pais à dois anos. Após Hogwarts, ele iria se dedicar à aquilo que fazia seu coração bater, claro além de sua namorada; ele iria ser escritor. Sua mãe aceitou na maior calma e tranquilidade que ela sempre fora, mas seu pai precisou de uma calorosa briga para que o mais velho apoiasse os sonhos do filho.
Após a escola, Scorpius e sua namorada, Rose Weasley, decidiram que iriam morar juntos. Era um apartamento pequeno, em um condomínio da Londres Trouxa.
Ele começou seu primeiro livro uma semana depois de eles terem se organizado de forma completa. Sua maior inspiração era o mundo bruxo, o lugar onde se criou, o lugar que pertencia. Ela contava a história de um menino que crescera miseravelmente no mundo trouxa, até conhecer uma feiticeira, na qual o mesmo se apaixonara.
Fora um fracasso.
Claro,não lhe disseram de primeira, as negações vinham de uma forma bem pior: Em forma de silêncio.
Ele começou outro, não desistiu. Desta vez, se inspirou em algo:Rose.
Rose era,ele não tinha a menor sombra de dúvidas, o amor de sua vida. Ela era inteligente, a mulher mais inteligente de todas. Seus cabelos ruivos,suas sardas e olhos azuis; a transformavam na mais perfeita obra de arte já feita. Ela era professora de Defesa Contra as Artes das Trevas em Hogwarts, e fora a mais jovem que já passou pelo cargo. Seus pais, ou melhor dizendo seu pai, não apoiava no início seu relacionamento, como se era de esperar. Mas Rose praticamente conquistou o coração de Draco, e agora, o Malfoy a tratava como uma filha.
Então... Ele de repente estava escrevendo sobre se mesmo. Sobre seu amor por Rose.
O resultado fora um pouco melhor. Foi chamado para uma reunião com uma editora trouxa, que falaram a seguinte frase:
"Seu livro é bom, uma obra de arte. Mas não ligou é o que estamos buscando"
Então... Scorpius se encontrava assim. No meio da cama de casal de seu apartamento, com os cabelos loiros desarrumados e camiseta branca amarrotada.
Suspirou, se arrumou de forma apresentável e rumou para o lugar onde mais odiava: A Mansão Malfoy.
Quando se deu de conta já estava se rebaixando à aquele ponto.
— Eu preciso de um empréstimo.- Disse para o pai.
— Como?- Draco perguntou, um sorriso escondido no final daquela falsa cara de surpresa.
—Um empréstimo, pai. Dinheiro.
— Então... A vida de escritor não está sendo como planejada, advinho.
— Não é tão simples.
— Simples? Hyperion, a vida não é simples. Vocês precisa de um emprego.
E ele encontrou um, em uma livraria no Centro de Londres. Era atendente,buscava livros para outros,oferecia. Trabalho simples,mas ele amava apenas pelo fato de ter livros ao seu redor o dia todo.
Se casou com Rose 1 ano depois, um casamento simples, na Casa dos avós dela. Sua Lua de Mel foi em Paris, presente da sua tia Fleur e de seu tio Bill.
E foi aí que tudo começou.
Rose havia o forçado à entrar em diversos suvenis. Um com aparência mais antiga que o outro.
Aquele antiquário parecia o mais interessante dos que eles já haviam entrado, comparado aos anteriores.
—Olhe! A gente podia pedir para a tia Fleur mandar para nós na próxima vez que fosse à Inglaterra. -ela apontou para um lustre. Lindo, mas na opinião de Scorpius requintado demais para o apartamento deles.
Ele deu uma volta; e achou uma pasta. Velha, parecia que não era tocada a pelo menos três décadas.
— Uh, é bonita.-ela disse.
—Você acha?- ele enrugou o nariz, sua recente esposa tinha um gosto peculiar.
— Acho... que tem um... toque de classe. Vou comprar para você, para colocar todos os livros que vocês irá escrever.- ela o beijou na bochecha.
Ele riu, a fé de Rose nele era tudo o que tinha.
Eles voltaram para casa dois dias após a compra. Não poderiam estar mais felizes! Eram marido e mulher, e nada poderia os separar.
Scorpius começou um novo livro. Ficção científica. Eram alienígenas que viviam no nosso planeta. A baboseira sem carinho e paixão que os jovens liam.
Mandou para a editora, e logo, as cartas colocaram a chegar:
" Não temos interesse em publicar." " Não temos interesse em publicar", essa era frase que ele havia visto em todas.
Ele se desanimou,e parou de escrever por um tempo.
Em uma tarde de sábado ensolarado, ele viu aquela pasta. Suspirou, não custava nada colocar os seus fracassos lá dentro.
Mexendo ali, fuxicando ali por dentro da pasta, avistou um compartimento que parecia conter páginas de papel.
A primeira, era uma letra escrita a pena, uma caligrafia requintada que só poderia pertencer à uma mulher. Era uma carta, não havia sombra de dúvidas.
" Caro Cachorro sem-vergonha,
Sabíamos que nossos dias estavam contados. Sabíamos que com a guerra correndo solta, nosso tempo era limitado. Nosso amor pode ser infinito,mas nosso tempo que realmente confessamos e aproveitamos da companhia um do outro é curto.
Pelo menos nesses dias, tivemos ela. Tivemos nossa menininha. É uma pena que a varíola de Dragão tenha a levado de nós.
E é por isso, que eu decidi me afastar. Voldemort está mais forte,sem Alya, nossos amigos precisando de nós. É muita pressão.
Não se esqueça que eu vou te amar até o dia em que a estrela Alya deixar de brilhar.
Sempre sua,
Marlene."
Ele ficou estático. Era uma carta de uma Bruxa, provavelmente no tempo de Voldemort em ascensão.
Olhou para a próxima página, escrita em, muito provável, uma máquina de escrever.
E sem pensar duas vezes, as palavras mais belas, foram lidas por Scorpius.
"Era noite na bela Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, e a casa dos corações corajosos estava em festa..."
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