Lovely Complex

12 Capítulo XII


Notas iniciais
Não me culpem!!!
fiquei internada porque peguei dengue.
(Vocês devem saber aonde moro) - Se não sabe, pergunte ao seus pais a capital de goiás. Porque é o lugar onde há mais surto de dengue.
(sim, moro em goiânia)
E tenho uma notícia ruim:
A fic está acabando;
Se não me engano terá somente mais 3 ou 4 capítulos.
Vamos esperar uma segunda temporada!

- Sabe o que acontece no jogo de xadrez Mail? – Disse em frente ao um tabuleiro mexendo umas peças – Quando o rei fica sem proteção fica frágil e assim damos o Xeque-mate. E seus piões pouco a pouco irão cair. – Disse sorrindo maligno.

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- Sabe, não sei o porquê de você querer voltar tão depressa pro internato. – Disse olhando pra janela. – Se você não notou tentaram te matar.

- Sempre tentam.

- Isso é pra me fazer sentir melhor ou ficar com medo? – Falei irônico olhando pra ele.

- Se você quiser posso mudar sua pena e fazer você andar nu pelo colégio. – Olhou para mim. – Deve ser melhor do que andar comigo.

- Não disse que tinha algo contra você... É só que... Sabe, posso ser a próxima vítima.

- Não estava brincando quando disse essa proposta.

- Ok, calei a boca.

Depois dessa nossa “conversa” voltamos a ficar em silêncio. Um silêncio constrangedor. Não queria conversar porque assim provavelmente meu plano de encontrar Thomas iria por água abaixo.

Suspirei. Porque Mihael deveria ser tão cabeça quente? Aposto que se ele fosse um pouco mais gentil poderíamos até ser amigos.

Ouvi um barulho estranho e virei a cabeça, vendo Mello pegar seu celular e atende-lo.

- Alô? – Disse.

- Sim, já saí porque?

- Tem que ser agora?

- Não, certo entendi. Estou indo. – E logo depois desligou.

- Quem er... –

- Watari, siga para a fábrica de chocolate do meu pai. Agora.

- Sim senhor. – E virou drasticamente o carro.

Logo depois Mello fechou um tipo de “parede” que ficava entre nós e o motorista. Não sabia o nome daquilo. Mas era eletrônica e preta. O que fazia que eu e o Mihael ficássemos sozinhos. Engoli seco.

-Quem era? – Perguntei.

- E isso te interessa? – Disse se curvando pra cima de mim. Me fazendo deitar no banco e ele em cima de mim.

- O-O-Oque está fazendo? O seu mordomo... ele está ali na frente.

- O watari não irá nos escutar. Na cabine que estamos é contra som... Então poderá gemer á vontade. – Sorriu malicioso.

- Os vidros... – Falei baixo enquanto ele lambia meu pescoço.

- São escuros, ninguém poderá nos ver...

Ok, Fudeu.

Mihael pegou a barra de minha blusa e a ergueu, fazendo a mesma passar por minha cabeça e a jogar no chão, para logo depois me beijar com vigor. Sua língua nem pediu passagem, pois já foi entrando em minha boca, explorando cada lugar.

- Vamos... Quero ver você gemer... Geme... Geme o meu nome... – Disse mordendo o lóbulo de minha orelha.

- N-não. – Sorriu malicioso.

Sua boca passou de minha orelha para o meu pescoço, onde deu um chupão que fez eu arquear as costas e arfar. Ainda não entendia como ele tinha aquele poder sobre mim. Até parecia que já o conhecia... Ah, sim. Nós já tínhamos feito isso. Havia esquecido.

Mello continuou chupando, mordendo e lambendo o meu pescoço. Depois passou para meu peito e meus mamilos lambendo e até mordendo. Não aguentei e arqueei as costas mais uma vez deixando um gemido passar pelos meus lábios.

Ele sorriu de um modo que senti minha calça ficar apertada.

O mordomo bateu na “parede”.

Mihael saiu de cima de mim e começou á resmungar, pegou minha blusa e me entregou. Eu, sem pensar duas vezes a peguei e vesti, arrumando meus cabelos de algum modo que tampasse meu pescoço, vai se havia ficado uma marca...

- Sim? – Disse abrindo a porta.

- Já chegamos. – falou ainda em frente ao volante.

- Certo. Venha matt. – Disse saindo do carro.

-Ein? Eu tenho que ir também?!

- Sim, tenho que te apresentar pro meu pai.

Fiquei pensando ele me apresentar pro seu pai...

“ Pai esse aqui é Mail, meu escravo sexual, o comprei por 500.000 tem problema? Acho que não.

- Oh, meu filho está crescendo!!” - Definitivamente esse será o pior erro de minha vida. Saí do carro seguindo Mihael.

Continuei seguindo e olhando aquele lugar. Com certeza quase não havia mudado nada. Sorri com esse pensamento. Mas parei quando tombei em algo. Mihael havia parado em frente a uma sala.

- Fique aqui. Irei entrar. Depois te chamo.

- Posso procurar um banheiro?

Ele olhou para mim e respirou fundo, revirando os olhos.

- Á direita.

- Obrigado.- Disse e sai correndo naquela direção.

Ok, sou péssimo em achar lugares e mesmo Mello me falando aonde era o banheiro demorei uns 20 minutos para acha-lo.

Entrei e lavei meu rosto, abaixando a cabeça e suspirando. Iria conhecer o pai do Mihael. Nossa, me sinto como uma pessoa realmente importante. Sorri, será que ele era cabeça dura como o Mihael? Ou será que ele é doce como o Thomas? Thomas... capaz que ele possa me contar aonde ele estava certo?

- Certo! – Falei levantando minha cabeça com os olhos ainda fechados e um ar de: “Dessa vez irei conseguir! Vou achar o lugar onde o Thomas está escondido!”

Mas me calei quando escutei a voz...

A voz que ficava me atazanando até em meus piores sonhos.

- Errado. – Abri meus olhos me deparando com o reflexo de meu pai uns poucos metros atrás de mim. Com uma cara nada boa. – Não disse que nunca mais queria te ver?

Engoli seco.

- Fiquei sabendo que sua mãe te paga um internato... Estou certo? – Deu um passo em minha direção e tentei recuar, mas a pia atrapalhava. – Não se preocupe. Primeiro é você que irá pagar, depois ela. Sabe, odeio pessoas que fazem tudo ás costas dos outros. Principalmente quando se é meu dinheiro que está sendo gastado. E gastado para algo inútil.

Caí.

Não caí assim por nada. Mas com o impacto do tapa do Jack em meu rosto. Que ficou ardendo.

Coloquei a mão no local. Aquilo havia doído e havia doído de mais.

Somente vi a perna do Jack se erguer. Provavelmente para dar um chute em mim. Ou em minha cabeça pelo ângulo em que a perna se encontrava. Fechei os olhos esperando pelo impacto.

Mas faria de tudo se aquilo fosse outro sonho ruim.

E o pior... Era a pura verdade.

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- Não se preocupe Mail. Sua dor está apenas começando... – deslizou seu cavalo preto em frente ao rei branco. – Xeque-mate. – Se levantou da cadeira e andou até uma cesta de frutas, onde pegou uma maça. – Bem, vejo que é hora de eu começar a agir. – Disse sorrindo e dando uma mordida na fruta avermelhada.

Notas finais
Então?
Reviews?? ^.^ beijoooo