Lovely Complex

13 Capítulo XIII


Notas iniciais
Finalmenteee!!
lol
Desculpa, mil desculpas!!
minha vida anda muito agitada ultimamente.
Tenho sérios poruqês do atraso.
Primeiro: Estudos
Segundo: Já terminei essa fic e tenho começado outras.
Terceiro: Estou escrevendo um livro!
Sim, um livro. é de ficção, mas já estou no terceiro capítulo. -q
Enfim, espero que gostem do capítulo!

Fechei os olhos esperando o impacto dos pés de Jack em minha cabeça. Mas ao invés disso ouvi o barulho de alguém caindo no chão.

Abri meus olhos meio receoso com o que encontraria e me surpreendi ao ver Jack no chão olhando assustado para o Mihael em minha frente.

- Não precisa mais pagar o internato pra ele. – Disse me ajudando a levantar. Ainda não acreditava que ele estava ali. – Mas... Se você encostar um dedo nele de novo juro que te mato. – Disse com uma voz tão impactante que estremeci.

- Você não pode falar nada! – Jack já havia se levantado. – Ele é meu filho! E tenho que dar uma lição nele!

- Falando desse jeito com o filho de seu chefe? Não está com medo de que eu o demita? – Vi Jack engolir seco. – Aliás, pelo que Mail me disse, acho que ele se tornou “órfão” digamos assim. – Olhou para mim. – Enfim, não precisa mais pagar nada para ele. Mas se eu o ver perto do Mail eu juro, JURO que te mato.

Dito isso pegou meu braço e me arrastou para fora do banheiro e foi até o carro preto onde Watari nos esperava com a porta aberta.

- E seu pai? – Perguntei.

- Você não pode vê-lo desse jeito. Vai achar que fui eu que bati em você. – Disse me empurrando para dentro do carro. – Watari, quero a caixa deprimeiros socorros que está no porta-luvas. – disse entrando no carro.

- Sim, senhor. – Fechou a porta.

Depois de uns minutos Watari estendeu a pequena caixa para Mihael, que ao fazer isso fechou “aquela parede móvel”. Ainda tinha que perguntar o que era aquilo.

- Vire-se para mim. – Continuei com a cabeça reta.

- Não precisa, foi só um tapa. – Disse colocando a mão no lugar onde ainda doía.

- Pode ter sido um tapa, mas seu rosto do lado esquerdo está sangrando.

- E O SEU ESTÁ QUEIMADO! – Vi ele arregalar os olhos. Coloquei as mãos na minha cabeça. – Foi eu que fiz isso! Quem deveria ter queimado parte do rosto deveria ter sido eu... Não você... Desculpe, Desculpe...

Vou ser sincero, estava tendo um ataque naquele carro, mas o que Mello fez me assustou mais ainda... Ele me abraçou e disse algo como “pelo menos estou feliz que você não tenha se machucado naquele incidente”

- Ok, deixa para lá. – Disse me virando para ele. – Pode limpar o machucado. Está doendo muito.

Ele sorriu e começou a passar o algodão com algo que fazia o machucado arder. Pelo cheiro parecia álcool.

- Agora está bem. – Disse guardando as coisas de volta na maleta. – Você me assustou, sabia?

- Ein?

- Quem demora 20 minutos no banheiro? – Falou ele bravo. – Fui atrás de você e quando te achei... Você estava no chão de olhos fechados e aquele homem parecia que ia te chutar! – Falou aumentando a voz, mas parou e disse baixo. – Achei que você estivesse desmaiado, ou até morto. Me desesperei e a única coisa que veio na minha cabeça era empurrá-lo para depois... Depois...

Riu.

- Nem sei o que fazeria depois.

— Mihael?

- Sim?

- Você está diferente...

- E isso te assusta?

- Não... É... É bom. Gosto disso.

-Certo, vá dormir. Aqui que você vai precisar. – Fiz o que ele me pediu. Coloquei a cabeça na porta e fechei os olhos, Adentrando no escuro...

~~~~~~~~~~

Acordei com um barulho irritante de alguém batendo na porta. Levantei-me da cama incrivelmente macia e percebi que estava em um quarto que visava ser igual ao outro, porém, com mobílias novas. Na escrivaninha do lado vi umas fotos do Mihael.

Sorri. Ele era tão fofo quando criança. E tão parecido com Thomas... Não era á toa, eram gêmeos.

As batidas na porta me interromperam de novo. Suspirei e fui até a mesma. Escutei o Barulho do chuveiro. Mihael deveria estar tomando banho.

No chão bem em frente encontrei um envelope branco escrito: “Para Mail Jeevas”. Deve ser do internato, falando que vão me despachar amanhã. Destranquei a porta e para minha surpresa não havia ninguém. Devem ter desistido.

Fechei a porta, dessa vez a trancando eabri o envelope.

A caligrafia era elegante, mas não era do colégio. Era algo totalmente diferente do que esperava. Não devia acreditar naquilo, mas da forma que estava escrito... Fez uma lágrima solitária se arrastar pelo meu rosto.

Nesse momento a porta do banheiro se abriu.

Bem na hora – Pensei.

- Matt? Já acordou? – Disse ao me ver. Ele já estava vestido com um pijama visivelmente de seda.

- Porque não me disse? – Disse amassando um pouco o papel com meus dedos – Porque?

- Porque não te disse o que? – Disse se aproximando de mim.

- PORQUE NÃO ME DISSE QUE VOCÊ. VOCÊ É O THOMAS!! – Gritei e o vi me olhar com os olhos arregalados.

- Quem foi que te disse isso?

- é verdade não é? – Nesse momento as lágrimas já saíam de meu rosto sem parar.

- Foi o Beyond? – Disse visivelmente irritado.

- O BEYOND SABIA? – Ri – Eu sempre sou o único a saber das coisas por último.

- Matt.

- NÃO ME CHAMA ASSIM! NÃO QUERO NUNCA MAIS TE VER! NUNCA! – disse tacando o papel no chão me virando, destrancando a porta e correndo para o lugar onde o muro era mais baixo.

Mas no momento em que consegui saltar do muro alguém bateu algo na minha cabeça e caí desacordado no chão.

~~~~~~~~~~

Pov Mihael

Ele deixou um papel cair no chão e saiu correndo.

Queria ir atrás dele, queria mesmo. Mas não podia, não dava...

Aquilo estava muito estranho. Quem havia contado para ele?

Andei até o papel no chão e o peguei.

Comecei a ler e arregalei os olhos. Não. Ele não podia ter feito isso. Não teria coragem! – Pensei e corri para o quarto de Near segurando a carta que dizia:

Quer mesmo a verdade sobre Mihael? Oras, tem um jeito bem mais fácil do que saber por ele... Saber por outros. Estou nem aí para como você irá reagir mas estou pouco me fudendo para as pessoas então, para você não será diferente.

Thomas não existe. Thomas é Realmente Mihael e Mihael é Thomas. Engraçado não?

Se acreditar Bom, porque essa é a verdade. Se não então pergunte ao Mello como se já soubesse, e veja a reação dele.

Agora se não quiser acreditar pergunta para qualquer outro, pergunte, pergunte o porque de só haver Mihael e seu pai.

Porque.. Essa é a toda verdade.

R.

Desesperado bati na porta do Near igual a um condenado. E Ele não demorou a abri-la.

- Mihael? – Perguntou visivelmente surpreso.

- Cadê o Matt? Preciso falar com ele.

- Ele não está aqui.

- Não precisa acoberta-lo! É urgente!

- Estou falando sério. – Deu espaço – Se quiser por procurar. Não o vejo já faz um tempo.

- Aonde ele está? No quarto no Beyond!

- Acho que não... B e L estão... um pouco mais juntos ultimamente, provavelmente não abririam a porta.

- Então aonde?

- Tenta o lugar onde o muro é mais baixo.

- O que? – Não acreditava! Near estava tirando sarro de mim?! – Não estou brincando!

- Nem eu. – Suspirou. – Matt não sabe pular o muro... então...

- Certo!

Disse correndo para a parte onde o muro era com certeza mais baixo. Não tive dificuldades para pular o mesmo, mas quando saltei no chão pisei em algo que fez um barulho estranho, como se havia quebrado algo.

Peguei. Era um óculos.

Desesperei.

Não era um óculos normal. Era o óculos de Matt, e ao lado dele havia uma poça de sangue.

Me desesperei mais ainda.

Olhando para os lados desertos daquela rua.

Não acreditava que isso estava acontecendo comigo... De novo.

Notas finais
Então.
Bem, acho que vocês vão querer me matar, poruqe o sequestrador...
tharam! Não é o Raito!
Pensem pessoas, pensem!
Kissus ;*