Lovely Complex
15 Capítulo XV
Notas iniciais
Mesmo ás pessoas que largaram a fic (foram muitas) T.T
Mas agradeço aos poucos que estão aqui, lendo, rindo, chorando e querendo me matar.
(Não demorou, então cabeças não vão rolar!) :D Principalmente a minha. q
Leiam, chorem e não me xinguem!
Leiam as notas finais.
Levanta, estou te chamando.
Levanta.
Não faz isso.
Não me faz sentir o culpado por você ter morrido...
... Bem na minha frente
A risada do maníaco tornou mais clara e percebi que meus sentidos haviam falhado. Não queria acreditar no que estava vendo. Não queria acreditar que Mihael estava provavelmente morto.
- Quem mandou ser estúpido a vir sozinho? – Ryuuk pegou meu cabelo e o puxou para cima, provocando uma dor terrível. –Eu disse que se ele não fosse meu, não seria de mais ninguém... Mas, bem que eu podia ter matado você, né? Huhuhu. Acho que vou ter que arrumar outros afazeres não é, Mattzinho?
- N-não o chame de M-Mattzinho... Porque, você não tem permissão pra isso. – Arregalei os olhos e vi Mello olhando para mim, com a boca cheia de sangue. Instintivamente levei minha cabeça para frente.
- Mello... – Senti meus olhos lacrimejarem.
- Oun, que bonitinho. Mas tenho planos para vocês. Principalmente para você, querido Mail Jeevas. – Senti o sádico largar meus cabelos e pensei que ele fosse me deixar em paz. Doce engano. Ele somente me soltou para pegar a barra de ferro. Como eu sei disso? Porque o maldito bateu aquele objeto com tudo contra o meu rosto. Fazendo até mesmo a cadeira cair para trás com o impacto do meu corpo. – Vou acabar com o seu rostinho...
- M-Matt! Não! Ryuuk, não... – Mihael não falou mais nada, vomitando uma quantidade razoável de sangue. – D-Deixe ele fora disso...
- Não. – E bateu de novo aquele objeto em meu rosto. Senti que havia quebrado o nariz e minhas forças se esvair. Se continuar assim, irei morrer. – Hahaha, viu que bonitinho Mihael? Pelo visto você o domesticou da maneira certa, porque nem se mexer ele... Oh, haha. Não. Você não vai morrer assim não Mail.
Senti elerasgar as cordas que prendiam meus pulsos e meus tornozelos, rasgando um pouco minha pele. Para logo em seguida me pegar pelo colarinho, levantando do chão. Estava de olhos fechados, não queria abri-los. Não queria ter que encarar a verdade.
Morte.
Talvez essa palavra não se parece tão ruim.
Queria ir embora.
Queria não ser a razão de isso tudo estar acontecendo.
- LARGA ELE! – Ouvi Mello gritar.
- Você que pediu. – E me largou, fazendo eu gemer e cuspir um pouco de sangue. – hohoho, ele ainda está vivo. Olha Mihael. Vou Matá-lo agora...
- N-Não. – tentei levantar, mas o desgraçado me chutou na boca do estômago.
- Cala a boca. Então Mihael, — Disse chegando perto do outro. – Posso deixar ele ir. Mas. Agora não é tempo certo para esse tipo de conversa. Fiquei sabendo que Linda acordou. Droga, vou ter me matar a desgraçada de uma vez.
- Não mexa com a Linda! –
- Você se importa com ela ou com o Matt?
Silêncio.
Então era isso?
Eu não passava de nada além de o objeto, brinquedinho de MihaelKeehl?
Tudo até agora era mentira?
Preferia morrer, assim ele podia ficar com a garota.
Suspirei fraco demais para os dois escutarem e deixei a escuridão me envolver. Não queria viver em um mundo no qual teria que abrir mão de algo que gosto para sobreviver.
~~~~~~~~~~
O que devia responder?
Se falasse que me importava com a Linda, Matt morria.
Se falasse que me importava com o Matt, Linda morria.
- Não gosto de uma resposta em silêncio... Mail... – Se levantou e foi até o outro.
Nesse pequeno tempo me levantei com muita dificuldade.
- Vixe, você encontrou um moleque mole ein. – voltei meu olhar para ele, que segurava Matt pelo pescoço e o mesmo estava com a cabeça deitada para trás, como se estivesse morto. Meu coração apertou e em seguida o largou, fazendo o mesmo cair como se fosse uma boneca de pano. – Agora, vou te chutar até a morte.
Não, não vai.
Com uma força de vontade ainda desconhecida por mim saí correndo em direção ao sequestrador, que o empurrei, atravessando uma janela que estava logo atrás.
- Seu viado... Eu vou- Calou.
Também, quem não se calaria ao ter uma arma apontada para sua cabeça.
- Você não tem coragem... Você não é o verdadeiro Keehl que o seu pai queria que fosse. Eu sei disso, você sabe disso. – Ele se aproximou. – Eu...
Era como se meu dedo tivesse escorregado.
Não, não era isso. Eu queria vê-lo morto.
Eu... Atirei nele.
Bem, para ser mais exato na garganta dele.
Que cuspiu sangue e caiu de joelhos no chão. Mas ao contrário do que eu pensava ele começou a rir descontroladamente.
- Vai esperando pelo pior... Mihael.
- É você que está morrendo.
- Mas você acha que estou sozinho?
Engoli seco.
- O-o que?
Tanto ele quando eu cuspimos sangue.
- Você sabe a escolha que tem que ser feito. Você sabe que se não for assim... Tanto ele quanto você acabará se machucando.
E caiu no chão sem vida. Sendo seguido por mim que estava exausto.
O que deveria ser feito. Bem... E o que seria?
~~~~~~~~~~
Estava em uma cama macia e com um travesseiro super fofo. Abri os olhos e me deparei com uma parede branca.
- Estou morto?
Ouvi uma risada e me deparei com um Beyond sentado numa poltrona do outro lado do quarto.
- Você não está morto. – B disse me olhando risonho.
- Mas não foi por falta de tentativa. – L apareceu atrás dele. – Você esteve em coma durante 3 meses.
- E nesse meio tempo teve Dez paradas cardíacas.
- Três meses? E o louco sequestrador? – Perguntei. Não estava acreditando naquilo.
- Foi morto. – dessa vez foi a vez de Near falar. E este estava sentado na cama. E ou eu fiquei ruim de vista ou o rosto do Near, para ser mais específico debaixo dos olhos estava com olheiras.
- Quem...?
- Mihael. – Near falou tirando o olhar do cubo mágico e me olhando de uma maneira... Profunda?
- Cadê ele? – Near suspirou e olhou para Lawliet e Beyond que concordaram com o olhar. – Cadê ele? Ele morreu? Me falam logo. – Tentei levantar masNear me impediu.
- Não, Mihael não morreu! – Disse me segurando pelos ombros. – Calma. Ele... só nos pediu para te entregar isso. – Me estendeu uma carta.
...
- Vocês leram?
- Não precisa ler para saber o conteúdo. – Lawliet disse andando em direção á porta. – Beyond quero doces, vem comigo até a lanchonete.
Beyond levantou e seguiu L para fora do quarto.
- O que está aqui dentro é tão ruim assim?
E pela primeira vez vi Near rir de uma maneira... Única.
- Depende. Mas... Se você precisar de ajuda estarei aqui. – E logo depois saiu do quarto me deixando sozinho.
Olhei para o envelope lacrado e depois de suspirar umas quatro vezes a abri. Me deparando com uma carta aparentemente grande. Li Aquela carta com a pouca calma e paciência que tinha.
Mail Jeevas, aqui quem escreve é Mihael Keehl. E escrevo para lhe dar sua carta de alforria.
É até engraçado o fato de escrever isso.
Mas... Como realmente quero escrever é que você está livre de mim e de tudo do sobrenome Keehl.
E não quero que você venha atrás de mim. Você pode até estar morto (já que teve quatro paradas cardíacas) mas não me importo.
Saí de Londres e fui morar com Linda. Como havia prometido á ela. Mas Acho que isso seria o melhor para todos.
Faça o que bem entender com a vida.
E se você fazer algo que custe sua vida não estarei mais aí.
Já basta ter que conviver com a marca que você deixou em meu rosto.
Fique bem. E se você aprontar algo...
Arranje outro para tomar conta de você;
Não entendi aquela carta. Realmente parecia que as linhas pareciam repetidas á ponto de dizer:
Me esqueça, me esqueça, me esqueça, me esqueça – Mas, por mais que tente... Não vou esquecer você.
Mihael se sentia tão culpado á ponto de não querer me ver mais?
Ao ponto de me fazer escolher outro?
Desgraçado, me tortura me faz sentir mal e quando realmente vejo que gosto de você...
Você...
Vai embora sem nem olhar na minha cara?
Pra que? Pra não ver a dor nos meus olhos? Pra não se sentir culpado?
Por que... Sou eu que estou me sentindo culpado...
E nesse momento só queria lhe perguntar uma única coisa...
“ Você me perdoa?”
Me culpa ao ponto de me odiar?
Me culpa ao ponto de não me responder... Essa única pergunta?
Me culpa ao ponto pra mim... Encontrar outra pessoa para amar?
- Eu encontro outra pessoa para amar... – sussurrei para mim mesmo.
Mas só queria que você me perdoasse...
- Matt? – Near entrou com algo escondido na sua mão. – Adivinha o que eu trouxe? – Me mostrou um game boy.
- Eu querooo. –
- Larga de ser manhoso. – riu baixo.
... Porque eu SEMPRE irei te perdoar...
... Nem que para isso, tenha que recomeçar uma nova vida.
Á contra gosto meu.
~~~~~~~~~~
Aquele lugar estava fedendo á sangue.
- Amor... Eu lhe disse que querer vingança... Bem, o melhor jeito é ser em sigilo. Mas você não queria... é melhor usar as peças do outro lado contra o rei.
- Ciúme é com certeza o pior dos venenos.
Meu pé esbarrou em algo no chão e percebi que era peças do tabuleiro de xadrez.
Peguei quatro peças que estavam no chão e coloquei sobre o tabuleiro já empoeirado.
O Rei preto de um lado.
A Rainha, O rei e o bispo branco do outro.
- Então, que o jogo recomece.
Notas finais
Sério. Eu realmente reescrevi este capítulo 4 vezes. (E ainda acho que ficou melhor que o antigo No qual o Mello e o Matt morriam). Mas eu fiquei com uma dor no coração de ter que acabar essa fic... Que decidi fazer uma segunda temporada! mas não sei quando vai sair (Ainda tenho 3 fics na frente e 2 nem comecei). E piora porque ano que vem irei ir para o terceiro ano, então pararei de escrever para poder estudar. Porque, né.
Espero que vocês realmente tenham gostado desse capítulo. E só para deixar claro na segunda temporada é (MELLO X MATT). Apesar de ter nearxmatt. Mas... Fazer o que?
Enfim, reviews?
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Agradeço aos reviews que veio nesses 15 capítulos, ás pessoas que estão comigo desde o começo e, mesmo eu não respondendo (porque realmente não tenho tempo) eu sempre leio. Sempre choro. Sempre rio com tudo o que vocês escrevem.
Enfim, quero falar que vocês, todos vocês estão no meu coração. E eu estou chorando aqui. q. Sou muito fraca. q. (isso serve para os leitores fantasmas!!)
Sweet Dreams ~~
Kissus ;*Até em breve.
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