Lovely Complex
16 Capítulo XVI (Season 2)
Notas iniciais
Aqui estou de novo com a continuação.
hahaha. Apesar de não responder ás reviews (porque não tenho tempo - no meu perfil fala do porque - leio todas. TODAS!!) Me xingaram, me chamaram de prostituta (COMO DESCOBRIU O MEU TRABALHO EXTERNO?! /kkkk'zoa.) e até uma leitora fantasma apareceu no último capítulo.
Eu ADORO esses reviews porque me traz força de vontade para continuar.
Me xingaram devido ao final, mas como disse: AQUI ESTÁ A SEGUNDA TEMPORADA!
E ESSA FIC É MELLO X MATT! E NÃO MELLO X LINDA (porcaria de nome) - IREI MATAR A VADIA.
Agora chega de enrolar! Vamos ao capítulo!
Cinco.
Um número significativo para mim.
Esse deveria ser o meu número da sorte. Logo antes do Sete.
Foi o número de vezes que tentei me matar.
A quantidade de letras do apelido dele...
São os anos sem Mello, Mihael ou Tomás...
Sim, já se passaram cinco anos e nada. Nem carta, nenhuma aparição, sem notícias. Talvez até estivesse morto.
Ou já casado e feliz com a garota. Talvez até com um filho.
Me arrepiei com esse último pensamento.
Argh. Como me odiava ás vezes. Deveria esquecê-lo, Não?
Então, agora se foca no livro á sua frente Mail!
— Não é á toa que quase foi reprovado. Você não estuda, e quando arranja tempo fica viajando em pensamentos. – Near disse sentando na minha frente colocando dois livros de Serial Killers na mesa. – Descobriu algo?
— Que são loucos, tem problemas mentais, um passado amedrontador, loucos, sádicos, loucos, sádicos e...
— Se você for repetir de novo nem precisa falar mais nada.
— Eu não ia repetir.
— Então continue.
— São m.a.l.u.c.o.s.
Suspirou pesadamente e olhou para mim, como olhava frequentemente, uma face de um serial killer, prestes a matar sua presa, que nesse caso sou eu.
— Quer parar de graça?
— Desculpe senhor “Não tenho humor”. É que ficar aqui na biblioteca sentado o dia inteiro enjoa. É tedioso. E... Chato.
— Eu não mandei que você viesse me ajudar.
— Mas estava na cara que iria precisar.
— Então porque escolheu esse curso?
— Achei que seria mais interessante! Se soubesse que detetives ficavam em bibliotecas teria escolhido o curso de policial. Pelo menos assim poderia atirar em alguém.
Suspirou outra vez.
— Sabe pelo menos alguma ligação entre os assassinatos?
— Além de serem todas ruivas? Não. Mas... Bem que poderiam ser loiras.
Ele apenas me ignorou.
— Talvez assim ele confundisse Mihael com uma garota e o matasse – Falei extremamente rápido e baixo.
— O que?
AGORA VOCÊ PRESTA ATENÇÃO?! MALDITO!
— Nada. – Falei e me levantei na cadeira. – Vou pesquisar em casa se tinha alguma outra ligação. Um lugar, alguma compra ou algo assim.
— Sim. Vá fazer algo que preste.
— Ah, então talvez devesse voltar a te comer.
Ele olhou raivoso para mim.
— O que? – Disse me aproximando dele.
— Achei que já tivesse crescido o bastante para esquecer isso. Mas pelo visto nada mudou. Vá logo bebezão.
Sorri e beijei sua testa.
— Até mais a.m.o.r. – Dei meia volta e saí correndo da biblioteca, ouvindo um resmungo da velha da recepção.
Ah, sim.
Entre eu e o Near rolou um lance. Mas não deu muito certo. Não sentíamos nada um pelo outro a não ser por ciúmes, inveja ou fazer o outro de bobo.
O nosso lance atualmente é somente sexo.
Nada além dessa palavra de quatro letras... O por que? Porque ainda gostava de outro alguém... Esse alguém que me deixa com raiva somente em pensar nele.
Muita coisa mudou nesse meio tempo.
Lawliet e Beyond estavam tão apaixonados que parecia que iam se casar. Doce ilusão. Depois desse pensamento L chegou lá em casa com arranhões, uma caixa de bolo de morango, falando que ele e Beyond tinham terminado e como na casa do Near não tinha ninguém, ele não teve outra escolha a não ser passar a noite comigo.
Frustrante.
Não pelo fato deles terminarem.
Mas de ser o último a ser procurado.
Realmente frustrante.
Bem, eu sei que moro no subúrbio. Mas não tinha outro lugar mais barato pra morar! E o apartamento até que era confortável.
Tirando a parte da noite onde podia-se ouvir tiros ou a cama do apartamento de cima rangendo. (Se é que me entenderam).
Enfim, o resto do dia era normal. Já que ficava fora dele. Mas ninguém nunca o arrombou ou roubou. Acho que como todos são pobres, ninguém tenta... É, pobre não rouba de pobre porque não tem nada pra roubar (Que diabos de lógica é essa?). Até Near me convidou para morar com ele. Mas não, sinto.
Parecia que eu iria estar traindo o meu muxuxo com o apartamento dele.
Saí da biblioteca pública no meu lindo (e velho) carro possante da cor vermelha e fui em direção á minha Kitinete. Mas não antes sem tragar um cigarro.
Chegando ao meu destino, entrei no apartamento e peguei o meu lindo PSP que estava ao lado da televisão, para logo depois ligá-la.
Olhei para o relógio que marcava sete da noite.
Sorri e deitei no sofá, teria mais 3 horas para jogar e depois ir para um bar na rua oeste da periferia, a quinze minutos de carro.
Menti quando falei com Near.
Sabia outra coisa que batia com as vítimas, e esse fato era que elas freqüentavam o mesmo bar.
Mas se eu falasse com ele sobre isso é quase certeza que diria que não devíamos nos intrometer e que o trabalho de inspecionar era para os mais velhos e iria ficar morgando mais naquela biblioteca.
Um pouco de aventura não faz mal, né?
E também, nada mais perfeito que capturar um seqüestrador de ruivas com um ruivo. Me sentia completamente seguro, já que era homem. Graças.
Acabei por cochilar e acordando meia-hora mais tarde que o previsto.
Saí pela casa igual á um desesperado. Peguei a chave do carro, desci as escadas de emergência quase chutando um bêbado que dormia num degrau, dei partida no carro e rumei até o bar.
Minha primeira impressão foi que aquele bar era... Normal.
Não havia muitas pessoas na rua devido á distância com a rua principal, mas mesmo assim... Aquele letreiro parecia mais uma boate de Streep do que um bar.
Arrumei meu cabelo e me andei até a entrada, pagando a minha e entrando.
Tinham mais pessoas ali dentro do que dia de liquidação. Chegava a ficar sufocado. Odeio lugares assim. Mas é para um bom motivo.
Os lugares estavam lotados, a pista estava lotada e o bar estava lotado.
Merda.
Andei um pouco e vi uma cadeira vaga no bar. Corri até lá, atropelando qualquer um que ficasse na frente e sentei. Suspirando de alívio.
Pedi Whisky para o barman e olhei em volta, era o único ruivo do local pelo que podia ver. Isso era bom, não?
Quando minha bebida chegou engoli tudo de uma vez. E logo estava cheio de novo. Olhei para o Barman com uma cara de interrogação.
— Por conta da casa – Sorriu e se virou para atender á outros clientes.
Sorri de volta para o nada.
Aquela com certeza seria uma noite longa.
Por que estava ali mesmo?
Notas finais
E irei postar á partir de 2013 nos domingos. Pode-se dizer que este capítulo é como um presente de natal atrasado.
Tentarei não demorar mas estou criando outra história (original e planejando uma one-short de Durarara!) e tirando o fato de estar no 3 ano. Para passar direto e não fazer cursinho (porque eu for fazer cursinho não irá ter uma única atualização nos primeiros 6 meses de 2014) Então por favor tenham paciência que eu irei atualizar!
Beijooo amores ~~
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