Love, my healing

2 Prazer em conhecer


Dean tinha passado o natal na casa de sua mãe, juntos dá a família, amigos e todas as pessoas queridas em volta. Foi um programa familiar, mas, no ano novo ele já tinha marcado com alguns amigos uma festa de arrasar na casa na praia.

31 de Dezembro às dez horas da manha, Sam tava sentado na janela de seu apartamento olhando as pessoas felizes se preparando para chegado do novo ano. Ele tava pensando que na sua vida inteira nunca soubera o que era ser feliz. Quando de repente alguém o chama, Gordon, seu vizinho e admirador.

Gordon sempre fez questão de dizer a Sam que era loucamente apaixonado por ele, mas Sam sempre deixou claro que entre eles só podia haver amizade.

– Sam você vai fica ai sozinho? Vamos para praia comigo! Todos do prédio já estão indo! Vamos! Eu to de carro! – Gordon disse.

– Não se preocupe Gordon! Vai à frente que eu vou depois.

Sam se sentia triste e vazio, mas ficou em silencio. Não iria estragar a felicidade de seu amigo Gordon.

Logo mais tarde Sam decide sair um pouco. Pega sua moto e saí sem rumo.

Enquanto isso, na casa de praia de Dean, a festa rolava solta. Dean estava se divertindo muito com seus amigos. Bebidas a vontade. Não tinha chegado as 23h00min e a metade de seus convidados já estavam caindo de bêbados.

Esses meus amigos não sabem beber... Vou caminhar na praia! – pensa Dean.

Sam avistou uma praia então ele estaciona sua moto, sem quaisquer preocupações, afinal que louco iria quere roubar aquele ferro-velho?

Ele decide caminhar um pouco pela aquela praia deserta, no começo ele estranhou um pouco, afinal, faltando horas pro ano acabar e uma praia está vazia, Mas ele não se importou com isso ele só caminhou até parar em frente o mar, e pensar se viver valia a perna.

Dean caminhava pela sua praia, pensando em como seus amigos eram fracos para bebidas, e avistou Sam, parado como uma estátua olhando para o mar.

– Hei garoto o que esta fazendo aqui? – ele grita, mas Sam parece não escutar.

De repente Sam começa a caminhar em direção ao mar, mergulhando, sumindo e, sua imensidão.

Dean entra em desespero, pois percebe que o garoto está tentado se suicidar. Corre em sua direção, mergulha no mar e retira Sam imediatamente, faz respiração boca a boca e o leva para o hospital mais próximo.

Na manha seguinte Dean decide ir visitar aquele garoto no hospital, nem ele sabe o porquê, apenas vai.

Chegando lá ele é atendido pelo médico Bobby.

– Bom dia doutor! Eu queria informações sobre o paciente que eu trouxe ontem.

– O que tentou se matar?

–É esse mesmo! – fala sem graça diante as palavras do médico – Posso vê-lo?

– Desculpe minha maneira de falar, mas não é a primeira vez que ele tentar ser matar! Se você quiser pode ir ver-lo. Ele esta no quarto 14 e já esta acordado.

Dean dirigiu-se imediatamente para aquele quarto bateu na porta.

– Posso entra? – pergunta.

– Pode entrar! – Sam diz simplesmente.

– Oi, meu nome é Dean e eu te salvei ontem! – diz entrando no quarto.

– O que você quer? Que eu agradeça porque você me salvou? Esqueça! Porque, primeiramente, eu não queria ser salvo! E você não deveria se meter nos problemas dos outros.

– Desculpe... Eu acho disse! – disse Dean confuso – Desculpa, mas eu não entendo porque que um jovem tão bonito pode tentar se matar. Eu sei você não me conhecer e isso não e da minha contar, mas...

– Escuta aqui! – Sam o interrompe – Você tem razão em uma coisa: “você não me conhece mesmo”! Mas eu te conheço! Você é um filhinho de papai que sempre teve de tudo na vida! Então não venha me julgar! Você já fez sua boa ação do ano, pode ir embora, acho que tem coisa melhor para fazer.

– Escuta aqui cara! Você me conhece de onde? Eu sou rico sim, mas não sou nenhum filhinho de papai! Mas isso não importa! Pelo visto você nem me conhece e já fez um perfil de mim, pelos jornais eu acho.

– Eu não conheço você, mas a historia de sua família. Eu vivi parte da minha vida na instituição criada pelos seus pais Winchester e não por á caso trabalho e uma de suas fabricas, mas nem adianta mandar me despedir por ter te chamado de filhinho de papai, pois é uma verdade, mas no momento estou de licença medica. E antes de pensar em voltar a trabalhar já estarei morto, só tava adiantando os fatos – referindo-se a tentativa de suicídio.

Nisso entra o medico Bobby.

– Não é bem assim Sam! A leucemia tem cura. Nós vamos achar um doador de medula compatível. Eu só disse que entre familiares a chance é de 80% enquanto isso você tem que se tratar.

– Ele tem leucemia? – Dean pergunta.

– Sim. A doença tem períodos de tratamento. Ele ta fazendo quimioterapia, esta no estagio final, os cabelos geralmente caiem e as pessoas ficam carecas ou com pouco cabelo que é o caso dele, esse dai e cabeludo demais – fala brincando.

– Quê que adianta se daqui a 2, 3 meses, sei lá, começa tudo de novo? Um doador... Poupe-me! É mais fácil eu ganhar na mega-sena.

– Isso que é otimismo! Então você trabalha em uma das minhas fabricas? Eu nunca mandaria despedir alguém só porque me chamou de filhinho de papai! Deixa me ver filhinho de papai e fútil... Você saber julgar as pessoas!

– Me desculpe! – sam pediu sem graça – è que não estou nos meus melhores momentos e você acabou com meus planos!

– De se matar? Você deveria acreditar mais nas pessoas! Quem sabe você consegue um doador? Muitas pessoas conseguem doadores não sangüíneos. Eu vou fazer um teste! Quem sabe eu não te salvo duas vezes?

– Você vai ficar bem. Vou chamar suas amigas Elen e Jo.

Dito e feito, Dean fez o teste, mas, infelizmente, deu negativo. Ele não era compatível, mas aquele garoto não saia de seus pensamentos.

Ate que Elen e Jo, amigas de Sam, chegam ao hospital para leva Sam para casa.