Love by chance
25 Capitulo 24- mães
Notas iniciais
.
.
.
.
.
França 2h36min
Um grito de dor e angustia cortou a noite, dentro da cabana uma mulher se contorcia enquanto as contrações cada vez mais fortes a atingiam, as criadas corriam para preparar tudo para o parto e para acalentar a dor de sua patroa. A parteira fora chamada, mais a mesma ainda não avia chegado, lá fora uma nevoa expeça cobria tudo impossibilitando uma visão significante do caminho a frente.
Mais um grito. O bebê estava prestes a nascer.
Foi então que bateram á porta vigorosamente, as criadas correram para abri-la na esperança de encostarem a parteira. A velha mulher de traços cansados e rosto coberto por manchas de sol adentrou o recinto, a camponesa apesar de ser humilde já avia ajudado muitos nobres a sair e digamos ‘’ ver o mundo’’. Ela ate mesmo auxiliou no parto de Austin , por esse motivo o loiro á avia informado do estado de Kira e pós a velha mulher de prontidão. Quando as criadas a chamaram ela veio sem hesitar, apesar da bruma que cobria os prados e que lhe causava uma dor nos ossos insuportável.
As bacias de agua quente e as toalhas já estavam prontas, só faltava começar a trazer essa criança ao mundo.
A parteira se posicionou. Mais um grito de dor da jovem mãe.
– muito bem minha jovem, faça força já poço ver a cabeça da criança – disse a velha mulher incentivando.
Kira fez força, mais força. Tudo que ela queria era que aquilo acabasse logo para que ela pudesse finalmente olhar para seu bebê.
Mais uma vez Kira fez força, e foi então que toda o cômodo foi preenchido com o som estridente do bebê. A parteira então enrola a pequena garotinha em uma manta e a entrega para a mãe, que se encontra em um estado quase de entorpecimento por poder ver sua linda filhinha.
– o minha pequena princesa. – disse kira com lagrimas nos olhos enquanto envolvia o pequeno bebezinho nos braços – é uma pena que eu não lhe veja crescer , não lhe veja dar seus primeiros passos, falar suas primeiras palavras, que você não vai me chamar de mãe e que não vai me pedir conselhos sobre os garotos. – ela já estava chorando, todas as criadas choravam também todos comovidos com aquele momento – meu bebezinho você será feliz, terá um pai, ele não é seu pai de verdade, mais ele vai cuidar de você, sei que ele vai te amar, por que ele é um homem bom, e eu me arrependo de tudo de ruim que fiz para ele... mais... lembre-se meu amor... mamãe vai cuidar de você lá do céu.
E então com um sorriso, kira deu seu ultimo suspiro de vida, feliz por ter trazido ao mundo uma parte do seu coração. A mais pura parte do seu coração.
********************************************************************************************************************
Inglaterra 8h35min
Ally acordou sedo naquele dia. às 2h35min ela já se revirava na cama, teve um sonho estranho, um anjo vinha á ela e lhe entregava um bebê, uma menina, uma linda garotinha de cabelos e olhos castanhos, o anjo lhe entregava á garota, e então saia voando. Deixando para traz somente o bebê e uma mensagem.
Cuide dela para mim
Ela é a sua luz
Aquele que ama lhe decepcionará
Mais saiba, ele nunca deixou de te amar
O sonho á deixou mexida. Ficou pensando em Austin e na garotinha, decepção , aquele que ama, as palavras ecoavam em sua mente, trazendo pensamentos que ela não queria. Resolveu esquecer de tudo isso, afinal era um sonho, somente um sonho.
Era nisso que ela iria se ater. Austin estava ali ao seu lado dormindo serenamente, ela sentiu o coração se aquecer, beijou a testa do marido, e se aninhou junto a ele novamente, mais infelizmente não conseguiu dormir.
A rainha da Inglaterra ficou pensando na criança, em como seria bom ter uma pequena vida ali naquele castelo, traria mais vida, mais luz.
Ficou tão emersa em pensamento que nem percebeu seu cônjuge acordado
– já esta acordada meu amor?! Planejei lhe acorda-la com mil beijos, agora você estragou tudo- Austin fez um bico.
–Austin....eu queria lhe pedir uma coisa
Bom diga meu amor, se você pedir a lua eu lhe dou – disse ele abraçando-a e lhe dando um beijo terno nos lábios.
Ally olhou em seus olhos, bem lá no fundo como se tivesse vendo a alma do marido.
– eu quero um filho
.
.
.
.
Continua.....
Fale com o autor