Love by chance
26 capitulo 25 -Charlotte
Notas iniciais
pov. autora
–Eu quero um filho
Austin ficou um temo estático, nem piscava, tudo que lhe passava na cabeça era a imagem de Kira com uma barriga enorme, gestando o filho que supostamente era dele. Depois começou a imaginar Ally no lugar dela, seu coração se encheu de uma sensação indescritivelmente boa, mais logo essa sensação foi reprimida por uma culpa uma culpa horrível, que lhe esmagava o coração.
Ally começou a ficar nervosa, tudo lhe passou pela cabeça, ate mesmo que ele não queria u filho dela, ou que talvez não a amasse como dizia. Mais foi só olhar para os olhos de Austin que tudo mudou, como ela pode duvidar do amor dele.
– Austin, eu entenderei se não quiser isso. Foi só que... bem eu tive um sonho , uma mulher me entregava uma criança e dizia que eu deveria cuidar dela – ela suspirou, levantou-se e caminhou ate a janela abraçando o próprio corpo como se de repente o calor tivesse abandonado seu corpo – eu só... eu só fiquei mexida com isso , talvez tenha sido uma ideia falha.
Austin se aproximou dela e a envolveu em um abraço apertado, ficaram ali em silencio se abraçando por um tempo, ate Austin suspirar e falar.
– sabe Ally me surpreendi um pouco quando disse que queria um filho. Sinceramente muitas coisas passaram pela minha cabeça, mais a principal delas foi você, você gravida, carregando um filho meu, com uma linda e enorme barriga.
Ally ficou o encarando pasma, com lagrimas nos olhos.
– então... então quer dizer que...
– sim, minha rainha, eu realmente quero um herdeiro – Austin sorriu acalmando sua esposa, que já se debulhava em lagrimas de emoção abraçou-a e se curvou para cochichar em seu ouvido.
– que tal nos começarmos a fazê-los...?
2 dias depois
Austin andava de um lado para o outro apreensivo. Dez avia retornado, e exigiu conversar imediatamente com Austin, quando a criada que foi chama-lo disse que Dez avia regressado e que desejava falar imediatamente com ele soube que algo estava errado, pelo fato de que o ruivo sempre o procurava pessoalmente, e também porque a criada lhe delatou que o conde parecia bem serio, o que realmente não era normal para seu amigo ruivo.
Ele estava nos estábulos, um lugar onde ninguém poderia ouvir o dialogo dos dois, no inicio ele pensou na biblioteca ,mais logo descartou a ideia ao lembrar-se que aquele cômodo era um dos preferidos de Ally.
A demora de Dez estava deixando-o mais nervoso ainda, estava a ponto de ter um colapso nervoso. Só não enfartou por que a figura de Dez finalmente apareceu, mais o alivio inicial logo se foi ao se deparar com as expressões do ruivo.
Ele parecia nervoso, apreensivo e ate mesmo triste, não falou uma palavra apenas se aproximou de Austin e abaixou a cabeça.
– Dez o que ouve estás me afligindo. – o ruivo ainda sem encara-lo começa a falar
– o bebê esta bem, é uma menina, esta com uma ama de leite, não pude trazê-la ela ainda é muito pequena e frágil, teremos que esperar ate que complete pelo menos um mês.
Austin o encarou interrogativo, por que a criança estava com uma ama de leite? O que teria acontecido com Kira?
– E a Kira onde estas, o parto ocorreu bem?
Outra vez Dez desviou o olhar e agora de costas para o amigo falou de uma forma quase inaudível, quase um sussurro, mais mesmo assim o loiro o ouvi .
– kira morreu Austin.
Austin ficou em estado catatônico por alguns minutos, parecia te recebido a noticia de morte da um de seus irmãos, quando finalmente se recuperou agarrou Dez pelos ombros e o olhou nos olhos, como se quisesse enxergar nos olhos dele se aquela informação era verídica, e tudo que seu ato lhe trouxe foi a confirmação de que kira estava de fato morta.
Seu primeiro pensamento depois da constatação foi na criança, o que faria quanto a ela, e como contaria a Ally. Resolveu deixar para pensar depois e agir primeiro, daria um jeito em tudo.
– meu amigo, peço-lhe que me ajude quanto a criança, sei que posso estar abusando da sua amizade mais saiba que eu não confiaria em ninguém como confio em você.- Dez o olhou nos olhos, Austin estava realmente sendo serio no momento- preciso que cuide de tudo para que quando ela complete um mês ela venha para a Inglaterra, nunca poderia abandonar essa criança, e honrando a promessa que lhe fiz vou contar tudo para a Ally.
–Austin tu sabes que és como um irmão para mim, não precisa me pedir isso, ciente de do fato de que nunca teria a coragem de abandonar uma criança, já providenciei tudo ate mesmo...ate mesmo um enterro digno para kira.
–Obrigado Dez
– bem deixei a criança aos cuidado de uma ama e das criadas que prometeram zelar pelo bem estar da pequena ate que complete um mês, assim que chegar á um mês de vida elas á trarão para a Inglaterra.
– e quanto ao nome ?
– bem ainda não foi decido, esperava que você desse o nome.
–Charlotte. o nome da minha avó.
O ruivo assentiu e se retirou sem pronunciar mais nenhuma palavra.
Austin se encostou em uma da paredes do estabulo e se permitiu deslisar ate esta sentado no chão emerso em pensamentos ele ficou ali ate o crepúsculo virar noite e as estrelas surgirem esplendorosas.
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