Love Strong
3 Capitulo 3: Uma noite realmente inesquecível.
Notas iniciais
No capitulo anterior...
– Bem... lhe darei a total guarda de Antony assinada e legalizada por lei, o tornando seu filho...
– E em troca... ?
– E em troca senhorita, você terá de passar uma noite comigo e saciar todos os meus desejos sexuais, por assim se dizer.– Falei firmemente ampliando meu sorriso ao ve-la empalidecer mais e dar um passo para trás..
***
Pov. Bella
Ele... Meu Deus ele realmente estava me propondo o absurdo que eu achava que estava me propondo? Só podia ser brincadeira... tudo bem que ele é lindo, parece mais um Deus grego, mas fora isso não vejo nada demais nele...
– O senhor e-está me p-propondo...
– Sim senhorita Swan, uma noite comigo e em troca lhe darei a guarda de Antony.
– M-mas...
– Sem mas nem menos, eu sempre cumpro minha palavra se é isso que a está preocupando, te darei a melhor noite e o melhor sexo da sua vida, o que for satisfazer meu prazer em te ter para mim.– Ele me analisou como se fosse um pedaço de carne.– E aí te dou a guarda total legalizada de Antony.– Falou.
– Eu.... eu...– Não sabia o que responder.
– Não tenho o dia todo senhorita Swan.– Falou grosso... Bem primeiro perguntaria oque meu pequeno Tony acha de tudo isso, logicamente que omitindo certos detalhes, afinal ele era apenas uma criança...
– Na hora que o motorista vier buscar o Tony lhe mando uma resposta.– Falei firmemente.
– Tudo bem... – Ele se aproximou dando-me um sorriso torto irritante e perfeito.– Espero lhe ver hoje á noite senhorita.
E então ele se virou e saiu andando confiante da sala, em seguida desabei na cadeira... o que eu faria meu Deus? Fiquei neste estado até o sinal do início das aulas começarem, e logo fui em direção á minha sala onde alguns dos meus alunos já se encontrava inclusive o pequeno Tony que me fitava ansiosamente.
A aula se passou rapidamente e logo bateu iria bater o sinal do intervalo das crianças, então falei que eles já podiam parar ...
– Antony quando bater o sinal espere um pouco pois preciso falar com você, tudo bem meu pequeno?– Ele assentiu e me deu o sorriso que só agora notei ser praticamente idêntico ao do pai...
Pouco tempo depois o sinal bateu e mesmo pedindo para que não corressem todos os meus alunos correram, e sorri com isso... crianças sempre seriam crianças...
– Quelia fala comigo tia Bella?– Perguntou Tony se aproximando devagar de mim, provavelmente eu estava séria demais e isso deve te-lo feito pensar coisas erradas.– Eu fiz algo elado?
– Não meu pequeno, mas queria conversar com você pois eu falei com seu pai, você sabe né?– Ele afirmou.
– Você não qué mais cê minha miga tia?– Perguntou com os olhinhos cheios de lágrimas.
– Claro que não meu anjinho.– O puxei prum abraço apertado e beijei seus cabelos.– Diga-me uma coisa Tony... você gostaria de ir morar comigo? – Perguntei e ele se afastou rapidamente, senti meu coração murchar na hora.
– Pol que tia?
– Só me responda pequeno.
– Eu quelia muito isso.– Falou.– Muito muitão mesmo.– Falou e eu sorri, isso já me faria tomar minha decisão.
– Sabia que logo você vai ir morar comigo, então?– Ele abriu um sorriso tão perfeito.
– Pla sempe?
– Se você quiser, será pra sempre sim.– Ele correu e me abraçou apertado.
– Eu te amu muito tia Bella, do fundo do colação, pla sempe.– Senti as lágrimas rolarem pelo meu rosto.
– Eu também te amo Tony, pra sempre...
– Voce vai se minha mamãe agola?– Essa pergunta me pegou desprevinida e fez meu coração se aquecer de uma maneira inigualável.
– Se você quiser meu amor, eu serei sim.
– Eu quelo...– Ele pareceu pensar em algo e logo ficou vermelhinho e abaixou a cabeça completamente constrangido.– E-eu posso t-te cama de... d-de mamãe?– Eu sorri e o abracei novamente distribuindo beijos por todo seu rosto.
– Claro que pode meu filho.– Falei radiante.
– Te amu mamãe.– Disse rindo e isso foi música para meus ouvidos.– Minha mamãe...
– Também te amo muito, muito e muito meu filho...
Depois disso ele me perguntou se o pai deixou e essa se seguiu de mais e mais perguntas, as quais fiz questão de responder todas de acordo com o que ele pudesse entender. Na hora da saída dei um tipo de recado para o Tony entregar na mão do pai, assim teria certeza de que ninguém leria... nele continha meu número de celular e minha resposta, que neste caso era um "Sim."
Cheguei em casa radiante, mas ao mesmo tempo temerosa por conta da 'condição' que teria de pagar, mas todo sacrifício tinha sua recompensa... neste caso a minha recompensa era meu filho, Anthony Cullen Swan, na verdade acho que o Cullen iria sumir de sua certidão caso o pai quisesse mas não mecheria nisso.
Mais a noite recebi uma mensagem de texto de um número desconhecido
" De: Número desconhecido.
Para: Isabella Swan.
Preciso do seu endereço, os documentos já estão prontos passo na sua casa hoje as 21:00h para jartarmos e depois para nossa noite deliciosa.
P.S: aguardo a resposta com o endereço.
Edward C."
Respirei fundo umas duas vezes para acalmar meu coração que batia descordenadamente e logo comecei a digitar a resposta, com as mãos trémulas...
" De: Bella S.
Para: Edward C.
Rua 602, prédio Higtt, centro, dois quarteirões da loja dos Newton's.
P.S: Devo vestir algo especial?
Bella S."
Fiquei esperando a mensagem que em alguns minutos apareceu...
" De: Edward C.
Para: Isabella Swan.
Ok. Passo aí as 21:00h, como já tinha escrito. Iremos jantar num lugar discreto, um vestido social e salto basta.
P.S: Coloque um vestido que eu possa retirar rapidamente, a lingerie fica a seu critério, mas não se esqueça que a mesma pose virar trapos quando eu estiver com as mãos nelas.
Edward C."
Que mania de me chamar de Isabella... aff... Arghhh que raiva, tomei um banho e em seguida fui até meu guarda-roupa e escolhi um vestido justo da cintura pra baixo, tomara que caia, azul escuro, um pouco acima do joelhos, e pus saltos de boneca... Fiquei sem sutiã pois com o vestido não tinha tal necessidade. Fiz uma maquiagem leve com os lábios marcantes, passei um perfume rápido e coloquei o essencial dentro de uma bolsa pequena. Olhei no relógio e ainda era 20:50h.
Pontualmente as 21:00h o porteiro interfonou informando que Edward já tinha chegado, desci pelo elevador sentindo a cada andar a menos um descompasso maior em meu coração.
Na portaria lá estava ele.. me esperando com seu sorriso torto vestido de calça e blusa social, um sapatenis e terno no braço... simplesmente perfeito... se não fosse na situação em que me encontrava.
Fomos jantar num restaurante muito fino e elegante, perto do deque da cidade de Port Angeles, e o mais importante ele era realmente discreto, o que era bom já que Edward Cullen era noivo, o jantar transcorreu bem, levando em conta que mal conversamos direito.
Quando fomos embora meu coração batia tão rápido que pensei que fosse saltar do meu peito a qualquer momento, logo chegamos num dos motéis mais caros e sofisticados que tinha na cidade e região, ao que parecia já estava tudo pronto. A Recepcionista entregou a chave do quarto e ele me guiou até lá em completo silencio.
Quando adentrei o quarto respirei fundo ao ver o quão belo era e quão errado e certo parecia eu estar ali dentro... errado pelas circunstâncias e certo por que era com ele e isso era algo que eu realmente não conseguia entender.
Senti sua respiração na minha nuca e isso me arrepiou por inteira , logo sua mão passeava pelo meus braços e chegaram em minha cintura onde deu um leve aperto me fazendo morder o lábio para conter um gemido que queria sair.
– Você não imagina o quanto eu quis te fuder quando te vi naquela sala com aquela saia marcando essa bunda gostosa.– Ele então apertou minha bunda me fazendo soltar um baixo gemido e molhar minha calcinha. – Tão gostosa... Quero saber se seu gosto é bom também.– Senti minha boceta piscar e quase gozei com suas palavras e suz voz rouca. – Pois seu cheiro é delicioso...
Sua mão subiu até meus seios e apertaram de maneira carinhosa e experiente me fazendo levar a cabeça pra trás e soltar um baixo gemido.
– Geme pra mim geme gostosa... Geme professorazinha... Geme alto, muito alto.– Disse ainda mais rouco.
Logo eu estava sem roupas apenas com minha fina calcinha de renda azul marinho, nos beijávamos com sofreguidão ele então se afastou e rapidamente tirou seus sapatos e em seguida sua calça blazer e blusa, e jogou tudo em algum canto do quarto e ficou só de box branca, ele era a visão do paraíso, do meu paraíso. Salivei só de ver aquele penis monumental naquela box, quase saltando pra fora de tão excitado que tava. Deus estava virando uma completa tarada isso sim...
Edward atacou a minha boca novamente, sugava e explorava a minha boca com a sua lingua, minhas mãos foram para seu cabelo acobreado e bagunçado, eu o puxava na minha direção cada vez mais e mais. Edward parou de me beijar e ficou me olhando por um tempo, seus olhos verdes agora estavam escuros de desejo e pura luxúria. Senti suas mãos nos meus seios desnudos, ele apertou-os com força e eu gemi alto.
– Quero que cavalgue no meu pau professorinha.– Falou no meu ouvido para logo em seguida morder o lóbulo da minha orelha.
Me levantei e ele se sentou na beirada da cama, eu então o empurrei para se deitar na cama e me sentei no colo dele, minha intimidade bem em cima do pau dele, senti o pau dele inchar e quase rasgar a box. Levantei apenas um pouco e ele rapidamente tirou a cueca, ficando completamente nu em minha frente, seu pau era grande e grosso o que me fez salivar ainda mais, com meus joelhos em cada lado de seu corpo me ergui e retirei minha calcinha com calma e sensualidade, o pau dele pulsava, quando terminei peguei seu pau com minha mão e o guiei até minha entrada e aos poucos fui descendo, quando chegou no meio eu desci completamente o fazendo urrar de tesão e me fazendo soltar um gemido alto, quiquei no seu pau e sua mão foi diretamente para minha cintura.
– Ahhh, você é tão apertadinha... Ahhh tão molhadinha, tão apertada... Gostosa...– Ele disse sofrego. – Hummm gostosa... Quica vai, isso quero sentir meu pau lá no teu útero, quica mais... quica.
Quase gozei só com essas palavras dele. Comecei a ir um pouco mais devagar quando ele passou a mamar em meus seios como uma criança. Sua língua rodeava minha auréola e sua outra mão trabalhava no meu outro seio, já seu pau quase que me rasgava ao meio.
– Edward... – Gemi seu nome e isso o fez urrar.– ... Edward.. Ahhh... Não vou aguentar mais... – Joguei minha cabeça pra trás e senti minha vagina apertar-lo cada vez mais e mais. – Mais forte... Ahhh... Mais...
– Tua bocetinha está mastigando meu pau professorazinha...– Rosnou e me virou na cama me fazendo ficar por baixo, começou a bombar ainda mais forte.
– Você é muito apertada, não vou aguentar – Ele meteu fundo mais umas duas vezes e gozamos juntos, tive orgasmos múltiplos, algo que nunca me proporcionaram em minha vida.
Caímos na cama lado a lado completamente ofegantes e muito suados. Me virei e o olhei mais atentamente, era simplesmente a visão do paraíso. Músculos definidos, pau grande, grosso e ainda um pouco rijo, os gominhos da barriga, coxas torneadas, bumbum arrebitado que apesar de não dar pra ver eu tinha certeza de que era.
– Pronta pra segunda rodada?– Perguntou me fitando com seu sorriso torto e eu sorri.
– Claro.– Respondi.
***
Acordei com o sol batendo em meu rosto, me virei pro lado e vi que estava sozinha na cama, me levantei e o vi terminando de vestir o terno...
– Vamos logo vadia que provavelmente os papéis da guarda do Antony já estão prontos, assim é só você ir assinar e depois passar na minha casa e pegar o moleque.
Fiquei olhando-o atônita... Onde foi parar aquele homem carinhoso e quente de ontem de noite? Quando foi que o monstro frio e sem coração tomou conta dele novamente?
– Olha eu não tenho todo o tempo do mundo, já ganhei o que eu queria, ou melhor eu já te comi e fodi do jeito que queria, e não se preocupe até que você fode bem, mas agora você tem que tirar a desgraça que é aquele menino da minha vida... á menos que queira que eu o mande para um orfanato é melhor se apressar.
Me levantei com raiva, peguei meu vestido que estava num canto do quarto e minha calcinha que estava ao pé da cama e me dirigi ao banheiro. Tomei uma ducha rápida e me vesti rapidamente e o acompanhei em silencio até se carro.
Ele dirigia igual maluco, mas me recusei a abrir a boca uma vez se quer. Logo fomos até um escritório de advocacia e assinamos os papéis, então agora Tony estava registrado como meu filho, pois na certidão dele não constava quem era a mãe e a guarda total dele era minha também, pelo menos ele cumpriu sua palavra.
No meio do caminho ele ligou para sua casa e mandou sua empregada arrumar as malas de Antony, ou pelo menos o que ele quisesse levar e para ela ser rápida. Chegando naquela mansão vi Antony parado do lado de fora sentadinho nos degraus ao lado de três malas grandes e uma bolsa que parecia conter brinquedos e ao seu lado estava uma empregada.
Quando o carro parou em frente á entrada ele levantou a cabeça e quando saí do carro ele veio correndo até mim, eu o peguei e o abracei apertado.
– Axei que não vilia bucá eu.– Falou baixinho no meu ouvido.
– Nunca meu amor.– Disse o cheirando.
– Tá tá chega disso e vamos logo que tenho que buscar minha noiva.– Disse Edward jogando mais um balde de água fria em cima de mim.
Os empregados colocaram a mala de Tony dentro de um outro carro maior, os acompanhei e coloquei Antony na cadeirinha e me sentei no banco da frente. Assim que chagamos ao meu prédio Edward tirou as malas do carro e eu tirei Antony, em seguida ele também retirou a cadeirinha e deixou tudo na calçada.
– Você vem me ver papai?– Perguntou Tony no meu colo.
– Lógico que não né moleque... Me esquece pois eu não sou seu pai, você deixou de ter um quando matou sua mãe.– Falou entrando dentro do carro e saindo em disparada.
Ouvi um soluço baixo e olhei pra Tony no em meus braços que chorava baixinho, o abracei apertado e juntamente a mim. Juntamente do porteiro e de dois moradores do prédio eu consegui levar as malas até meu apartamento, que apesar de ser pequeno era bem aconchegante.
– Vo mola ati com você?
– Vai sim.– Perguntei com medo de que ele rejeitasse por não ser um lugar grande e luxuoso quanto a sua casa.
– Vou polde mimi com você?
– Vai sim meu amor.– Exclamei e ele sorriu lindamente.
– Te amu muitão axim mamãe.– Falou abrindo os bracinhos para demonstrar sua imensidão de amor.
– Também te amo muitão assim meu anjo.– Falei o abraçando apertado.
~~~# 1 Mes depois #~~~
– MAMÃEEEEEEEEEEEEEE.
– Calma meu amor que a mamãe vai matar esse bicho.– Falei de olhos arregalados já desesperada por ver um morcego voar pela sala e logo em seguida grudar na cortina, que merda aquele bicho tinha que entrar dentro do meu apartamento...
– Num mata ele não mamãe, num pode... É o Batman mamãe.– Falou Tony levando as duas mãozinhas até o rosto olhando o morcego com os olhinhos verdes arregalados.
– Não é o Batman Tony.– Falei pegando a vassoura e tentando espantar o bicho, que parecia ter criado raízes na cortina.
– Entum é o filinho dele mamãe...
– Argh.– Exclamei quando finalmente consegui fazer o bicho sair voando pela janela, que logo em seguida foi fechada.
Assim que me virei senti uma leve tontura e um forte enjoo, saí correndo pro banheiro e coloquei tudo o que comi para fora.
– Mamãe?!
– Espera um pouquinho que a mamãe já vai meu amor.– Falei me levantando e me apoiando napia. Lavei meu rosto e escovei os dentes... Devo ter pegado uma virose pois com qualquer coisa eu me encontro vomitando.
Voltei para a sala e vi Tony fitando a televisão com os olhinhos cheios de lágrimas, segui seu olhar e entendi o motivo das lágrimas... Edward estava na Tv ao lado de Tânia e ambos estavam sorrindo e em baixo na manchete podia-se ler "Será que mais um Cullen vem aí?", a ideia de Tânia estar grávida de Edward fez meu estomago embrulhar mais uma vez, mas me segurei, pois meu pequeno Tony precisava de mim.
Cheguei perto dele e o abracei apertado e depois de muito choro ele finalmente dormiu, o levei até meu quarto e o coloquei na cama com cuidado e depois voltei pra sala... Não entendia por que eu ainda tinha esperança de que ele mudasse e viesse procurar o filho, pelo menos para manter uma relação mais saudável... uma relação de pai e filho... Não entendia o motivo deu ter esperança que Edward me procurasse e quem sabe não poderíamos... AHHHHHHH esquece Bella, isso nunca vai acontecer... Só não conseguia entender como consegui me apaixonar por um homem como ele em apenas uma noite?
Fui interrompida de meus pensamentos pelo toque de meu celular, olhei no visor e sorri ao ver quem me ligava.
Ligação On:
– Fala loira.– Exclamei assim que atendi.
– Bells.– Escutei seu gritinho animado.– Tenho novidades minha gata borralheira.
– Quais Rose?
– Consegui um emprego pra ti aqui.– Cantarolou...
– Como?
– Exatamente Bella, faça suas malas e a de meu sobrinho também maninha, vocês vão vir pra Londres baby.– Exclamou me fazendo abrir um imenso sorriso. – A escola que você trabalha já foi avisada e a sua passagem e a do pequeno já foram compradas, vocês vem em três dias...
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