Love Strong
4 Capitulo 4: Arrependimentos...
Notas iniciais
No capitulo anterior...
– Consegui um emprego pra ti aqui.– Cantarolou...
– Como?
– Exatamente Bella, faça suas malas e a de meu sobrinho também maninha, vocês vão vir pra Londres baby.– Exclamou me fazendo abrir um imenso sorriso. – A escola que você trabalha já foi avisada e a sua passagem e a do pequeno já foram compradas, vocês vem em três dias...
***
~~~# 1 mês depois #~~~
Pov. Tony
(N/A: Não sei muito bem fazer um pov. de criança, mas irei tentar, então lembrem-se que a fala e modo de pensar é de uma criança de quatro anos...)
Eu estava molando em Londles com minha nova família... Ela muito bonito aqui, conheci válios lugales histólicos e já tinha ido no palquinho, no shopping, na solvetelia e em válios outlos lugales legais pla blincá. Pela plimeila vez eu me senti muito feliz e com uma família de veldadinha... Eu tinha a mamãe que me dava calinho e não me dexava de castigo num catinho isculo, quando eu fazia coisinhas eladas ela só bligava e me deixava sem ver televisão por um dia, mas nada que me fizesse ficá cum medinho ou muito assustado.
E agola tinha dois titios e eles elam os melholes titios do mundo, o titio Jazz e a titia Lose, eles elam inclíveis e muito legais, os dois tinham cabelos loilinhos igual ao Caliste, ele ela pla sê o meu vovê, mas o meu pap... mas o Edwald nunca me dexou chama-lo assim, e nem a Esme, também não... Quando eu ela pequenininho, bem pequenininho lembro do Edwald dize que eles tambem num gostavam de mim pul que eu ela um menininho muito luim, eu glitava e dizia que eles gostavam de mim mas depois eu desisti de acledita, eles nunca fizelam o papai e bluxa da Tania pala de bliga comigo, eles nunca fizelam eles palalem de me deixa com medo, entum eles nunca me amalam...
E agola eu tenho uma família linda que me ama muito muitão e do fundo do colação... Estava feliz com a mamãe Bella, e sabia que a mamãe Carol estava feliz também, po ve que tinha pessoas que me amavam de um muitão bem glandão e que eu estava muito feliz com minha família...
Pov. Edward
Fazia exatamente dois meses desde que Antony saiu da minha casa e da minha vida, mas meu completo desespero ele não saiu do meu coração, além disso também fazia dois meses que eu não conseguia tirar Isabella Swan da minha cabeça e parecia ter sido marcada a ferro em meu coração, e eu não conseguia entender isso... Afinal foi o que eu sempre quis não é? Me livrar de Antony e poder esquecer que minha Carol tinha morrido por culpa dele...
Nesses dois meses eu ainda tenho evitado o máximo que eu pudia a minha família e mais do que tudo eu estava evitado a imprensa e tudo mais... Na hora certa direi que Antony foi morar com alguém da família da mãe e pronto, mas por que parecia que isso não estava certo? Por que me sentia como se um pedaço grande de mim estivesse faltando e a cada segundo o vazio em meu coração se intensificava cada vez mais e mais? A única resposta que eu tinha era que demorei tempo demais para perceber que o problema nunca foi ele e sim eu que jamais me perdoei por não ter podido fazer nada para salva-la e acabei culpando-o e pior ainda o usei para ir pra cama com Isabella e trata-la de maneira tão fria e completamente ignorante...
Ocorreu por aí o boato que Tânia estivesse grávida... Há como se isso fosse possível, afinal a mesma é estéril, mas acha que pode me enganar... Sei que foi anti ético, mas vi na sua ficha que ela era estéril, ficou assim quando tinha uns 18 anos mais ou menos, e logo ela vem me dizer que podia estar grávida e que talvez logo um novo Cullen estaria vindo... A imprensa quando desconfiou, caiu em cima de nós dois,mas logo os boatos foram acalmados e a Tânia desistiu da ideia, mas ainda insiste que mais pra frente, quem sabe, iriamos ter um 'bebê'.
– Edward querido...
– Fale de uma vez Tânia
– Ah Edward... meu amorzinho lindo, deixe seu trabalho de lado um pouquinho só amor, e venha fazer amor gostoso comigo vem, eu já estou muito excitada e preciso de você mais do que nunca.– Disse Tânia adentrando meu escritório usando apenas um robe o qual fez questão de abrir e me mostrar a pequena lingerie vermelha que estava usando.
Amor... Quase ri na cara dela, 'amor' só me faltava essa agora, eu jamais sentiria algo parecido com isso por ela, Tânia era falsa, manipuladora, interesseira, vaidosa e traidora... Sim traidora pois a peguei transando com seu primo, Félix, á poucos dias, sei que não poderia exigir fidelidade já que a trai apenas uma vez com a Isabella, mas mesmo assim, eles estavam transando embaixo do meu próprio teto... na minha própria cama, por isso já faz uma semana que me recuso a dormir naquele quarto e a transar com ela, desde aquele dia que venho tratando-a de forma indiferente e fria, a deixando puta comigo, mas isso não fazia a mínima diferença na minha vida.
– Agora não Tânia, estou muito ocupado e não estou nenhum pouco no clima.– Disse rude voltando minha atenção ao meu trabalho.
– Mas Eddie, já faz uma semana que não fazemos amor... estou carente meu gatinho e pode deixar que te faço entrar no clima rapidinho...– Disse vindo até mim e se sentando em meu colo, para logo em seguida começar a rebolar e beijar meu pescoço.
– Por quê não vai procurar o Félix, Tânia? Já que está com um fogo tão grande assim... Tenho certeza que ele estará a sua disposição, afinal ele é seu primo e está sempre a disposição para te foder, não é?– Praticamente cuspi a fazendo ficar imóvel e tensa.
– C-como assim?– Perguntou me fitando com espanto e medo.– N-não sei do que está falando Edward, que absurdo isso meu amor, de onde você tirou essa i-ideia? Ele ainda or cima é meu primo, crescemos juntos e já faz um tempo que eu não o vejo.– Mentiu ainda mais..
– Tem certeza absoluta Tânia? Pois eu me lembro muito de bem de que há alguns dias eu cheguei mais cedo em casa e lhe vi o ouvi transando com seu primo Félix no meu quarto, mais especificadamente na minha cama.– Falei seriamente.
– N-Não é nada disso que você está pensando... ele... e-ele me forçou Ed foi isso... E-Ele já vinha me forçando á tempos, mas eu não cedi... ele a-apareceu aqui e me forçou...– Falou começando a chorar. – Eu f-falei que não queria m-mas ele não m-me ouviu e m-me f-forçou...
– Ah claro que sim, inclusive a parte em que você gemia descontroladamente o nome dele e se dizia estar com saudades de te-lo dentro de você e de ser comida por ele?– Perguntei irônico e a vi empalidecer ainda mais.
– Você não pode falar nada, você está sempre me traindo.– Disse depois de um tempo alterando seu tom de voz comigo.
– Mentira Tânia, deixe de ser hipócrita mulher, me poupe destes seus draminhas sem fundamentos...
– Ah é? E aquela professorazinha vadia do estorvo de seu filho? Vai me dizer que não me traiu com ela? Vai me dizer que não comeu ela quando era para estar comigo?– Nesta hora senti meu sangue ferver.
– CHEGA TÂNIA! JÁ CHEGA! VOCÊ QUER FALAR SOBRE ISSO? ENTÃO VAMOS FALAR SOBRE ISSO...– Exclamei alto a fazendo se assustar, eu detestava que me acusassem de coisas que eu não era e de que não fiz, sei que sempre fui um monstro e tudo mais, mas eu jamais traí Tânia antes de Isabella, ela foi exclusivamente única, um caso especial que jamais me arrependeria.– Quer comparar uma única noite perfeita que eu tive com anos de sua traição Tânia? Uma noite incrível e inesquecível? Você é que não passa de uma vadia qualquer e interesseira, que só quer saber de se dar bem na vida e que na verdade não passa de uma hipócrita metida á poderosa, uma burra, imbecil, que acha que pode alguma coisa, fui pra cama com Isabella sim e nunca havia tido noite melhor em toda a minha vida, ela me satisfez em uma noite como você não foi capaz de fazer em todo o tempo que estivemos juntos, e ainda acha que pode me enganar e querer jogar alguma coisa na minha cara, você não passa de uma iludida, por isso e muito mais que eu te quero fora do meu escritória, fora da minha casa, fora da minha vida.
– O q-que está querendo dizer? Edward v-você está muito exaltado amor... E-Eu ... me desculpe querido eu falei sem pensar... N-Não precisa ter s-sido tão rude assim... Não f-fale nada de cabeça quente...
– Chega Tânia, para de tentar reverter a situação, você entendeu entendeu muito bem, acabou Tânia. ACABOU. AGORA FORA DAQUI SUA VADIA DE QUINTA. – Explodi.
– M-Mas meu a-amor...
– Não me chame de amor Tânia... já te suportei por tempo demais, agora fora e não irei repetir novamente.– Disse apontando para a porta.– Se não sair os seguranças irão te tirar e te jogar na rua só de roupão, é isso que quer? Virar humilhação pública?– A mesma foi embora batendo o pé.
– Você vai se arrepender disso Edward Antony Cullen. Me ouviu bem? Vai se arrepender muito de ter me humilhado desta maneira e de ter terminado comigo, vai se arrepender amargamente seu monstro... Acha que por um acaso eu sou terrível? Já se olhou no espelho alguma vez? Já viu a maneira como tratava seu filho, como me deixava tratar daquela peste imprestável? Acha que vai mudar alguma coisa correr atrás daquela professora de merda e da porra do seu filho? Eles jamais vão te perdoar e se depender de mim você será infeliz pro resto da sua vida.
– Não me interessa suas promessas de me fazer infeliz, sei que fiz errado mas você é a última pessoa do mundo que pode me julgar... acha que eu não sei sobre seu passado Tânia? Acha que não sei sobre Alec? Demetri? Sam? Embry? Felix? Acha que não sei quantos abortos você já fez, acha que eu não sei sobre o que aconteceu com Jane? ou tua própria irmã? Então não venha me julgar sabendo que o buraco é mais embaixo.– Ela apenas gargalhou.
– Se sabe o que fiz com elas, por que não está com medo do que eu possa fazer com você? Ou com seu filhinho? Ou quem sabe com a adorável professora? – Ela se virou e saiu apressadamente, peguei o netbook e o taquei na parede tamanha a raiva que tinha daquela cobra em forma de mulher, miserável...
Logo pedi para a governanta da casa ligar prum chaveiro e trocar a chave de alguns cômodos da casa, proibi a entrada da Tânia e de qualquer amigo ou qualquer um da família dela em minha propriedade, ameaçando que caso isso ocorresse todos iriam ser demitidos no mesmo instante...
Naquela noite eu refleti sobre o caminho que minha vida tomou, sobre as palavras de Tânia, sobre minha família... Sobre minhas decisões e principalmente pelos erros que eu cometi e sobre meus sentimentos. E Pela primeira vez desde que Tony nasceu e Caroline morreu, chorei ao me constatar como um monstro com meu próprio filho... Com a criança que minha Carol morreu para salvar, fiquei me perguntando o por que estava tão cego? O por que que não dei o devido carinho á ele.... uma criança que não tinha culpa de nada...
Me lembrei de quando o deixei na casa de Isabella, e ele me perguntou se eu iria visita-lo... mesmo sendo terrível com o mesmo ele ainda esperava algo de mim e mesmo assim eu sempre o destratava e lhe dizia palavras duras e rudes... e Isabella, como poderia só uma noite com ela, te-la feita ficar marcada em meu coração? De uma forma que nem mesmo Carol havia conseguido...
Chorei como nunca havia feito antes, chorei tanto que caí na inconsiciencia ainda chorando, quando acordei já se passava das duas da tarde e decidi que iria lutar pelo meu filho, e quem sabe conseguiria desenvolver algo com Isabella, um relacionamento sério e verdadeiro... Lutaria para poder ser digno deles, mas não conseguiria sem ajuda, não conseguiria sozinho...
Tomei um banho demorado, para tentar tirar todo resquício que Tânia pudesse ter deixado em mim, para tirar as lágrimas que ainda manchavam meu rosto, para tentar tirar um pouco do peso da vergonha e do remorso que eu estava sentindo e quando saí fui diretamente para a casa dos meus pais... Era domingo eles e meus irmãos provavelmente estariam reunidos para o almoço em família de todo o domingo, o qual a muito tempo eu não participava e não fazia questão de participar.
Toquei a campainha e não demorou muito para a baixinha da minha irmã mais nova atender a porta, assim que me viu arregalou os olhos e abriu a boca levemente surpresa.
– Posso entrar?– Perguntei com a voz fraca devido ao tanto que chorei a noite anterior.
– Claro.– Respondeu tensa.– Antony não veio?
Apenas neguei com a cabeça sentindo meus olhos marejarem levemente, e assim entrei em casa encontrando meus pais, Carliste e Esme, sentados na sala, juntamente de meu irmão Emmett e minha avó Elizabeth, todos me fitaram espantados.
– Querido, não sabia que viria.– Disse minha mãe se levantando e me abraçando apertado, ao qual eu retribuí para o espanto de todos presentes, eu não demonstrava afeto algum com nenhum deles, jamais retribuia os abraços de minha mãe, de minha vó e de minha irmã...
– Preciso de ajuda mãe.– Falei alto o suficiente para todos ouvirem e arfarem ainda mais surpresos, afinal eu sempre fui orgulhoso demais para pedir ajuda ou a opinião deles para qualquer coisa.
– O que aconteceu filho?– Perguntou meu pai prestativo.
– Eu perdi Antony e possivelmente a mulher da minha vida.– Disse e todos me olharam sobressaltados.
– Como?– Questinou a baixinha confusa.
– Eu dei a guarda de Antony para a professora dele e creio que ela seja a mulher da minha vida Alice, jamais senti o que eu sinto por ela antes, nem mesmo pela Carol...– Respondi.– E agora eu não tenho mais nenhum dos dois.
– Eu ainda não estou entendendo bem, você deu Antony para a professora dele e descobriu que gosta dela, ou melhor, que está apaixonado por ela, vocês saíram ou algo assim? Ou você deu a guarda dele para uma pessoa que você nem conhecia? Mas assim você não teria como... Ahhh tô confuso pra caramba...– Exclamou Emmett visivelmente confuso.
Respirei fundo e comecei a contar tudo, absolutamente tudo para minha família, claro que omiti certos detalhes sórdidos demais, mas não deixei de mencionar nada... fiquei feliz em saber que eles ouviram tudo em silencio, porém tinha medo de levantar a cabeça e ver os olhares de ódio e nojo que provavelmente estariam sentindo de mim por ser um monstro.
– Filho.– Levantei a cabeça sentindo as lágrimas molharem meu rosto, olhei para meu pai.– O que está fazendo aqui que ainda não foi atrás desta moça e de seu filho?
– Mas... eu não sei o que fazer quando chegar lá... não sei o que dizer, nem como agir... duvido que Isabella queira olhar na minha cara e depois deste tempo...– Respirei fundo. – Depois deste tempo creio que Antony não queira mais me ver, ele deve ter raiva de mim ou então não deve estar sentindo minha falta e não me quer na vida dele.
– Antony não é assim Edward, ele provavelmente ainda espera que você vá visita-lo e o mínimo que tens que fazer Edward – Continuou minha irmã.– é se ajoelhar perante seu filho e lhe pedir perdão, e para esta moça, Isabella, também por te-la tratado tão mal e ter lhe feito uma proposta tão descabida.– Exclamou Alice veemente.
– Mas eu... eu...– Tentei novamente.
– Mas nada menino, você é meu neto e por isso mesmo que estou lhe mandando ir logo, então anda logo que você está perdendo tempo. Vai, vai! Antes que eu lhe dê umas devidas palmadas por ser um menino mau... – Exclamou minha vó me empurrando em direção a porta. – Vai logo, vai... e traga meu bisneto e minha futura neta para cá, quero conhecer essa moça de alma tão boa que se sujeitou a tanto para salvar Antony de você e daquela biscate da sua EX-noiva.
– Estou indo, estou indo.– Disse ainda sem muita vontade me dirigindo para a porta sem ter minha vó me empurrando, respirei fundo... ainda tinha medo do que me esperava, mas jamais pensei nos outros e nos medos deles por isso ignorei o meu... ou melhor, eu tentei ignorar.
– Depois ligue ou melhor venha logo que possível para cá, pois queremos saber de absolutamente tudo, ouviu?– Disse Alice alto, quando já estava chegando na porta.
– Ouvi sim baixinha, eu virei, não precisa se preocupar com isso.– Exclamei e a vi fechar a cara e me olhar mortalmente, os olhei dando um pequeno sorriso e saí porta á fora antes que Alice tacasse algo em mim.
Logo estava no carro em direção ao apartamento de Isabella Swan, e eu torcia sinceramente para que eu tivesse o mínimo uma conversa civilizada e que pudesse e conseguisse ver meu filho, afinal eu sabia que esse era apenas o começo do meu castigo, afinal eu fiz por merecer...
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