Love Strong

12 Capitulo 12: Ela é Mãe !?


Notas iniciais
Desculpinhas por não ter postado ontem, mas vocês devem saber a correria que é a véspera de natal!!! Antes de tudo Feliz Natal minhas lindas!!!! Obrigada á todas que comentaram e as que favoritaram também!!! Novas leitoras sejam bem vindas e por favor comentem!!! Capitulo grande de presente para vocês u.u Espero que gostem!!! Boa Leitura!!!

No capitulo anterior...

O tempo passou até que um tanto rápido, eu e Rose resolvemos fazer uma janta bem gostosa... que no final acabamos que nos entretendo num filme na TV e deixamos a comida queimar... pedimos uma pizza de quatro queijos, minha favorita e a de Rose e Tony também e uma Portuguesa, favorita de Jasper e James e como os pais de James viriam jantar aqui também e trazer meus pequenos pimpolhos, ao qual já estava morrendo de saudades assim como estava com saudades de Tony, aproveitei e pedi mais uma pizza de calabresa afinal duvidava que James, Jasper e o sr. Shenom iriam se satisfazer com apenas uma pizza...

Quando eles chegaram Tony me deu um beijo e foi direto para seu quarto tomar banho e fui separar seu pijama, e fiquei esperando-o sair do banheiro para que pudéssemos conversar antes que os pais de James chegassem... O mesmo estava tomando banho no meu quarto, Rose foi para seu apartamento tomar um banho assim como Jasper e logo eles voltariam... Agora eu iria saber o que meu filho estava sentindo e sua opinião sobre esse encontro com a avó e a tia...

***

Pov. Bella

Assim que Tony saiu de seu banho com a toalha envolta da cintura e os cabelos molhados automaticamente minha mente voou at´Edward, ele provavelmente teria a mesma expressão que Tony ao sair do banho... Balancei a cabeça afastando esses pensamentos...

– Seu pijama meu amor.– Falei estendo o pijama pára ele que pegou e meu deu um leve sorriso antes de se trocar rapidamente.

– Mamãe..– Começou meio temeroso.

– Pode falar meu amor.

– Hoje eu encontrei a mamãe e a irmã do Edward.– Começou e deixei que ele falasse o que quisesses, não iria dizer que já sabia, o deixaria com as rédeas da situação para que se sentisse completamente confortável ao tratar do assunto que eu sabia que era o que mais lhe doía, seu pai Edward.

– Continue meu pequeno, estou te ouvindo...

– Agente estava brincando no parque, eu, o papai James e o tio Jasper... Eu pedi para o papai comprar sorvete e ele foi comprar, o tio Jazz ficou conversando com uma babá de um bebê que estava lá... acho que ele tava paquerando ela sabe...– Ri, isso era típico de Jasper.– Então eu resolvi dar uma voltinha a mais de bicicleta enquanto o papai James não voltava com o sorvete e já que o tio Jazz estava conversando com a babá ele não se importaria... Estava correndo e estava muito divertido mesmo, mas então escutei alguém me gritando, mas era mulher então parei e vi a Alice e a Esme me olhando de longe, eu queria sair dali e pedir para vir embora... mas eu fique parado e não consegui, fiquei confuso e então fiquei com medo de que elas quisessem me levar embora e eu nunca mais fosse ver você, meu pai, ou meus tios elas chegaram perto e eu respondia sem saber ao certo o porque logo o tio Jasper chegou e depois o papai James e aí tia Rose chegou querendo matar o tio Jasper.– Ele franziu o cenho naquela hora.– A Alice pareceu ficar triste e olhava da titia Rose pro tio Jasper toda hora, depois que titia Rose se acalmou elas conversaram um pouco de mim enquanto eu tomava sorvete e aí a tia Rose veio embora mas eu queria vir com ela, mas não falei nada se não o papai e tio Jazz poderiam ficar chateados e bem... o dia de garotas ainda não tinha acabado também...

" Então elas começaram a conversar um pouco mais com o tio Jasper e o papai James, e eu não as respondia direito... papai James falou que fui muito rude com elas, mas não sei ao certo o que isso quer dizer mas eu acho que fui sim... Então depois de um tempo eu fui brincar mais, não queria saber nada do Edward e percebi que as vezes a Esme ou a Alice iriam falar mas desistiam e não queria saber se elas iriam ou não falar, aí você ligou e nos mandou vir para casa..."

– E o que mais Tony?– Sabia que ainda tinha alguma coisa que ele queria me falar.– Continue meu pequeno...

– Aí viemos embora.

– Mas... você ainda quer me falar alo, então me fale.– Insisti um pouco mais.

– Mamãe eu... – Ele respirou fundo e me olhou triste.– Eu estou com medo que o Edward queira me tirar de você.– Confessou.

– Ele jamais vai te tirar de mim meu pequeno, isso nunca vai acontecer...

– Mesmo mamãe?

– Sim meu amorzinho, e sabe o porque que isso nunca vai acontecer?– Ele negou com a cabeça.– Pois você faz parte de mim, você faz parte do meu coração e se te tirarem de mim uma parte do meu coração vai ficar faltando e só de imagina-lo sem essa parte, só de me imaginar sem você a dor já é insuportável... então eu nunca vou permitir isso, jamais vou permitir que você vá embora e que saia de perto de mim...

– Promete que eu não vou embora? Que sempre vai me amar?

– Sempre vou te amar meu amor! Eu prometo. Você não vai embora, não vou deixar...

– Te amo muito mamãe!

– Também te amo muito meu amor.

Ficamos um tempinho abraçados, era muito bom esses momentos, únicos e maravilhosos e apesar de tudo de ruim que poderia acontecer seria por meu pequeno que eu lutaria com todas as minhas forças para continuar em pé dando tudo o que ele e meus bebês merecem... Algum tempinho depois a barriga de Tony roncou o fazendo me olhar encabulado me fazendo sorrir.

– Unnn acho que alguém está com fome hein Cutuquei sua barriga e o mesmo riu.– Já está na hora do jantar... eu queria o quê?– Resmunguei olhando no relógio de pulso.

– O que vamos jantar mamãe? Estou faminto, poderia comer um boi sozinho...– Revirei os olhos, vou proibi-lo de ver programas brasileiros com a Rose, é cada coisa que os dois falam que pelo amor de Deus, nem Jesus aguenta...

– Uhnnn que tal pizza...– Ele sorriu.– Com coca-cola e depois bombons?

– Oba! Podíamos jantar isso todos os dias mamãe, é uma das melhores comidas que existe sabia?– Sim eu sabia, amava comer pizza, tomar refrigerante e comer chocolate, mas não poderia dizer isso a ele, afinal que exemplo eu estaria dando? Não podia incentivar meu filho a comer sempre porcarias, por mais gostosa que fosse.

– Pode até mesmo ser boa pequeno, porém nem pense nestas ideias mocinho, pode ir tirando isso da sua cabecinha, não podemos viver comendo pizza, tomando refrigerante e comendo doces.

– Por quê não mamãe? É tão gostoso... – Fez um bico enorme.

– Por que pizza, refri e chocolate todos os dias não são saudáveis, é só hoje pois faz tempo ué não comemos besteiras, mas é só hoje.– Frisei a última parte.

– Tudo que é bom não é saudável e faz mal.– Disse desdenhoso ainda com o bico em sua boca.– E para piorar só pode comer uma vez na vida e outra na morte, isso é uma completa injustiça...

– Onde que é que você está aprendendo a falar essas coisas garoto?– Falei chocada pelo palavreado do meu filho, daqui a pouco começa os palavrões e isso não terá fim...

– Com a tia Rose, ela vive dizendo essas coisas e nos programas que ela vê também falam bastante isso...

– Vou proibir sua tia de falar essas coisas perto de você e irei te proibir também de ficar vendo esses programas.

– Mas por que manhê?– Perguntou irritado.– Se chama língua do povo, sabia? Muitas pessoas falam assim, apesar de ser um jeito...– Ele parou para pensar um pouco em qual palavra iria usar.– Um pouco xulo sabe... Mas é algo do mundo, muitos tem suas... gírias.– Falou sorrindo.

Era óbvio que ele estava bem orgulhoso de si mesmo por ter conseguido usar palavras que segundo ele "TINHA QUE ENCAIXAR EM SEU NOVO VOCABULAR ESPECIAL" as vezes não conseguia entender o que se passava na cabeça do meu pequeno, parecia algo realmente impossível de se entender.... tão maduro pra pouca idade e ainda assim uma criança convicta... Ele era muito mais maduro e esperto que muitos adultos de vinte a trinta anos... só não tinha as experiências dos mesmos....

– Sim pequeno eu sabia, mas você ainda é novo para isso de 'língua do povo', é uma criança ainda, não tem que ficar se preocupando com essas coisas.– Falei ainda segurando o riso, eu sabia que estava sendo um tanto controladora mas a carinha dele era uma das coisas mais fofas do mundo e não poderia perder a oportunidade de ve-la e ensina-lo a não ir muito na onda da Rose.

– Tá bom então, mas vamos comer? Estou faminto...– Ri, ele sempre desviava do assunto quando percebia que eu não iria mudar de ideia, não adiantava o que ele falava.

– Vamos sim pequeno...

O abracei e descemo juntos para comer pizza, todos já estavam na sala mas primeira coisa que eu vi assim que pisei lá, foram meus bebês que já sorriam para mim benguelinhas... Caleb já tinha os dois dentinhos de cima apontando mas Carlie ainda não estava nesta fase, e acreditava que não iria demorar muito para acontecer.

– Boa noite.– Cumprimentei á todos antes de ir pegar meus nenéns que já se esticavam para que eu pudesse pega-los.– Oi bebês da mamãe.– cheirei o pescocinho de Caleb o que o fez rir mais e fiz o mesmo com Carlie, mas minha princesinha gargalhou fazendo todo rirem também.

A noite passou rapidamente, ainda eram 21:00 horas quando James pois Tony na cama e eu fiz os gêmeos dormirem, James foi cedo para casa pois seu turno começava logo cedo, seus pais foram junto dele, Jasper foi pouco tempo depois e Rose ficou aqui em casa conversando comigo, mas não demorou muito e logo foi embora também.

Caí na cama e apaguei em poucos minutos... Na manhã seguinte levei Tony até o colégio com os gêmeos ainda sonolentos, cheguei em casa amamentei meus bebês e os coloquei para dormir, vesti uma roupa comum e confortável para ficar em casa e resolvi olhar e responder alguns e-mail da escola e das redes de Hotéis da família, afinal querendo ou não eu ainda era a dona de tudo e tomava grande parte das decisões, mas a escola ainda era minha prioridade naquele momento, onde logo voltaria a lecionar... teria apenas mais um mês e meio com meus pequenos antes de voltar a dar aulas e não conseguia decidir se ficava ansiosa por voltar a salas de aula ou temerosa por ficar longe dos meus bebês...

Vi como andava minha turma em um todo e vi também o desenvolvimento e o rendimento de cada aluno através dos e-mail que minha substituta me mandava mensalmente, eles não estavam tão bem e alguns estavam possivelmente de recuperação e outros quase reprovados, isso me deixava ansiosa para retornar para minha turma logo, as vezes ia lá fazer uma visita a eles e levava os gêmeos as vezes... Acho que talvez amanhã ou ainda essa semana mesmo eu fosse lá conversar com alguns alunos, isso realmente seria muito bom.

Fui tirada de meus devaneios e planos pelo toque irritante da campainha, tinha realmente que mudar aquele barulhinho infernal... Nem sei por que deixei a Rose escolher aquilo, o achei irritante logo de início, mas é claro que ela me olhou inocentemente pedindo por favor um milhão de vezes que acabei cedendo... Mas estava estranhando, afinal quem viria aqui? E por que o porteiro não avisou que tinha alguém subindo?... Será que era algum vizinho meu? Me levantei sem pressa e olhei pelo olho mágico para ver quem era.

Quase caí para trás ao ver as pessoas que ali estavam, uma mulher baixa de cabelos castanhos escuros e olhos verdes, ao seu lado tinha um senhor alto loiro, de olhos azuis... depois tinha uma garota baixinha de cabelos repicados e olhos também azuis, ao seu lado tinha um cara que mais parecia um armário ambulante, cabelos curtos e escuros e olhos azuis ... E por último estava ele, do mesmo jeito que eu me lembrava, cabelos cor de bronze e olhos verdes esmeraldinos... Aqueles ao seu lado deveriam ser sua família, mas o que eles estavam fazendo aqui na minha casa? Por que agora?

A campainha tocou novamente e vi que o grandão que o fez e logo foi repreendido pela que deveria ser a Esme, sra. Cullen a mãe de Edward. Respirei fundo, não adiantaria fingir que eu não estava em casa, algo me dizia que eles sabiam que eu estava ali... Mas minha única preocupação eram os gêmeos dormindo em seu quarto a poucos metros de onde eles estavam, de onde ele estava.

Respirei fundo umas duas vezes antes de girar a chave que estava na porta e a abrir...

Prendi a respiração automaticamente e olhei no fundo dos olhos de cada um ali, mas um único me prendeu mais do que eu pretendia, mas com certo esforço deixei de olha-lo.

– Posso ajuda-los?– Perguntei soltando levemente o ar.

– Bem nós somos...– Começou a mãe de Edward.

– Desculpe, mas eu sei quem vocês são só queria saber o motivo de estarem aqui.

– Isabella..– Ele começou a falar.

– Não querem entrar?– Perguntei dando lugar para eles entrarem.

Apesar de estar com muita vontade de fechar a porta na cara deles, minha mãe me ensinou a ter boa educação e a sempre tratar as visitas bem... Eu não podia fazer algo ao qual ela sempre repetiu para mim.

– Fiquem á vontade.– Falei ainda no modo automático indicando os sofás, cada um se acomodou.– Aceitam algo para beber? Água? Café? Chá? Suco?– Perguntei educadamente.

– Não querida, obrigada.– Agradeceu Esme.

Me sentei de frente para eles e esperei quem fosse começar a dizer o que tinham vindo fazer aqui...

– Bem...– Começou Edward.– Antony está na escola não é?

– Sim.– De que isso te interessa? Quis perguntar mas me contive.

Pov. Edward

Fomos no horário que Laurent nos indicou, minha vó acabou desistindo de ir dizendo que iria dar uma volta e que depois iria nos esperar em casa para contarmos á ela a tudo que aconteceu na casa de Isabella.

Quando ela abriu a porta senti meu coração dar um solavanco no peito e logo em seguida acelerar de uma maneira inimaginável, percebi que ela parecia muito incomodada mas ainda assim foi educada e nos convidou para entrar e nos tratou muito bem... Ela estava agindo com frieza apesar da educação, quando eu falei com ela percebi seus olhos mudando brevemente, pareciam temerosos e ao mesmo tempo raivosos.

– Então...– recomeçou Isabella.– O que querem aqui?– perguntou devagar tentando não ser rude.

– Gostaríamos de conversar com você.– Comecei e a mesma arqueou uma sobrancelha para mim.– Sobre Antony...– Completei e ela arregalou levemente os olhos.

– Você não vai tira-lo de mim.– Falou energeticamente.

– O que? Não não... não é nada disso.– Exclamei alto entendendo o porque de estar um tanto tensa.– Jamais faria isso, você cuidou dele enquanto eu agia feito... feito...

– Um monstro?– Perguntou sarcástica, engoli seco.

– Sim, enquanto eu agia como um monstro com meu próprio filho.

– Se não veio aqui tira-lo de mim por que veio então?

– Eu bem... Nós... Eu e minha família gostaríamos de...– Eu não conseguia achar a palavra ideal pela qual estava procurando desesperadamente.

– Gostaríamos de voltar a fazer parte da vida de Antony Isabella.– Completou meu pai.

– Bella.– Falou.– me chamem apenas de Bella, não gosto quando me chamam de Isabella.

– Bella, gostaríamos apenas de voltar a fazer parte da vida de Antony.– Continuou minha mãe sorrindo meigamente.

– Bem... Quanto á vocês fazerem parte da vida de Antony é ele que vai decidir isso, não irei me opor pois querendo ou não vocês são a família dele.– Disse rapidamente.

– Então você não irá se importar?

– Não.– Falou categoricamente.– meus pais e meus irmãos sorriram mas eu ainda estava temeroso.

– Acha que ele vai permitir isso?v perguntei.

– Isso eu não sei... pelo menos ontem ele deixou sua mãe e irmã se aproximarem dele, não foi? Acho que isso já é um bom começo.

– E quanto a mim?

– Creio que aí será bem mais difícil, já que seu filho nem o chama mais de pai não é? Oh espera foi você mesmo que o mandou parar de te chamar assim não é?– Deu um sorriso irônico.

– Isabella... olha...

– O que sua esposa acha disto Edward?– Perguntou.

– Esposa? Ah Tânia... Bem ela não é minha esposa...

– Mas vocês tem um filho juntos não tem?– Maldita imprensa, maldita Tânia...

– Não temos.

– Unnn então quero ver você explicar isso para o meu filho, já que o mesmo passou semanas me perguntando porque que o pai dele estava feliz com outro filho e não estava com ele... me perguntava também se ele era um menino mal, já que matou a mãe dele e era por isso que você o odiava e ninguém da sua família o salvava de você e da madrasta.

– Querido, vamos te esperar lá em baixo.– Disse minha mãe já com lágrimas nos olhos.

– Não precisa se preocupar senhora Cullen, não vou falar tudo o que sei e tudo o que Tony sofreu apesar de imaginar que vocês tenham pelo menos uma pequena ideia...

– Sim nós temos.– Respondeu Alice.

– Então... – Ela se levantou.– Não preciso dizer o quão difícil foi para Antony confiar nas pessoas, apesar de que na minha família ele confiou direto, ainda é difícil para ele fazer amigos na escola, mas ele conseguiu superar... ele conseguiu superar... Mas ainda existe muitas cicatrizes naquela criança e a culpa é toda sua.– Falou olhando bem dentro dos meus olhos...

Eu estava segurando para não chorar, apesar de tudo eu não queria bancar o fraco na frente dela... pois além de covarde ela me acharia um fraco e provavelmente um fingindo também... Mas meu coração estava em fragalhos, estava pior a cada segundo, pois eu sabia que cada palavra que ela mencionava era verdadeira e que sempre sou eu o culpado, mas eu iria reverter isso, eu iria nem que levasse toda a minha vida para conseguir isso.

– Bem se quiserem ver o Tony hoje, ou qualquer dia só quero que me avisem antes para poder organizar tudo e se forem aparecer eu peço, pára que por favor, você liguem antes me avisando pois ou vocês podem perder a viajem por não estarmos em casa ou então por estarmos com visitas e essas coisas.

– Sem problemas querida.– Concordou minha mãe com os olhos ainda marejados.

– Como Antony está?– Perguntei tentando conversar mais com ela, e saber um pouco mais sobre meu filho.

– Ele está muito bem, animado com a festa surpresa da tia dele.– Percebi Alice se mover desconfortavelmente ao meu lado.– Ansioso com a viajem que ele fará neste final de semana com James e o pai dele.– Senti meu corpo retesar naquela hora, ele iria viajar com o homem que ele chama de 'pai' e com o... será que ele chama o pai deste cara de avô?

Respirei fundo e olhei pro meu pai... Ele sempre me pediu para levar Tony para passear, viajar, esquiar ou até mesmo pescar mas nunca permiti e agora outro estava fazendo isso por ele e por mim também...

Quando iria abrir a boca para perguntar se poderia conversar com Tony ainda hoje um som de choro foi ouvido dentro de toda a sala, o choro era mais como um lamento e resmungo, nada demais, vi Isab... vi Bella se levantar com os olhos levemente arregalado e pegar algo na mesa de centro, não consegui ver o que era já que tinha um vaso de plantas na frente, mas ela o levantou e eu vi ser uma babá eletrônica... será?

– Se me dão licença por um segundo minha filha acordou e vou busca-la... Não demoro...

Ela havia sido mãe... por isso Laurent falou que eles talvez logo iriam marcar a data do casamento, a criança provavelmente era filha dela com o noivo... isso não podia estar acontecendo... Pouco tempo depois ela entrou na sala segurando uma menininha de cabelos castanhos iguais ao dela de olhos fechados que mamava avidamente em seu seio esquerdo.

– Espero que não se importem que eu a amamente aqui.– Sua voz estava ainda mais ácida e fria do que antes...

Notas finais
Próximo capitulo dia: 02/01/2015 (Se a fic receber uma recomendação ou 30 comentários eu posto antes do ano acabar, hein) Eita e agora, o que será que vai acontecer? Vocês tem algum palpite? Preparadas para o spoiler do próximo? ~~~*~~~ Spoiler do próximo capitulo... –Só que o quê?– Questionou Emmett, ele estava tão quieto e nem falou na casa de Isab... Argh.. nem falou na casa de Bella, tenho que me acostumar com seu apelido o mais rápido possível, que tinha até mesmo me esquecido dele. –Só que eu... bem sabe, é como se algo não estivesse se encaixando, só não sei o que é... – Fala isso pois a Carlie pode ser sua filha não é?– Perguntou-me ele e o fitei assustado, isso não seria possível, ou seria? ~~~*~~~ E agora hein, ansiosas pro próximo??? Reviews? Favoritamentos? Recomendações? XOXO