Love Hurts!

15 When we fall in love


Notas iniciais
Olá flores! E lá se foram mais quinze dias! O tempo passou tão rápido que quase esqueci de postar. Contem como sábado já que minha lesma net é a culpada por só está sendo postado após a meia noite ok! rsrsrsrsrs. Por aqui, recordações de uma noite hot, momentos família dessa família cada vez mais....Família! Grata por todas as rewiews passadas....More rewiews,pleasee....Boa leitura...Bjinhos flores

“When I fall in love;

It will be forever;

Or I’ll never fall in love;

In a restless world like this is;

Love is ended before it’s begun;

And too many moon light kisses;

Seem to cool in the warmth of the sun...”

When I Fall In Love

Nat King Cole

Apartamento Connor e Sarah (Domingo, 26/3 – 08:05 a.m)

Sarah

Respiro fundo, sentando para logo em seguida deitar, esticando pernas e braços, fechando os olhos, sorrindo ao sentir os lábios de Connor tocarem minha testa, depois meus olhos, a ponta de meu nariz, roçando meus lábios numa carícia tão suave que se não estivesse acordada pensaria tratar-se de um sonho.

—Cansada? – pergunta, esfregando seu nariz ao meu num beijo de esquimó.

—Uhum... um pouco – admito, enroscando meus dedos em seu cabelo, abrindo os olhos para mergulhar nos seus.

—Desculpe, desvia ter pegado mais leve – pede, me beijando, desta vez mais firme e demoradamente.

—Uhum, uhum, estou cansada, mas satisfeita, inclusive vou querer aumentar a intensidade e o tempo na próxima vez – comunico fazendo-o arquear a sobrancelha, surpreso, um sorriso malicioso no rosto.

—Sério? – questiona, o riso aumentando ao me ver confirmar com um gesto de cabeça – Para quem estava resmungo quando começamos, descobriu entusiasmo bem rápido não foi!?! – me provoca, de dando mais um beijo, rindo quando mordo seu lábio superior de leve, fazendo uma careta gozada – Ok, mas só faremos isso depois de que fizer sua avaliação mensal. Até lá, manteremos o mesmo ritmo, e nem tente contestar! – decreta, o dedo em riste, as mãos massageando a parte interna de meus braços – Agora, o que acha de ir tomar um banho refrescante enquanto preparo nosso desjejum? – sugere.

—Bem que gostaria – digo, suspirando – Mas antes preciso cuidar delas – viro a cabeça, ele imitando meu gesto, seguindo meu olhar em direção a minhas irmãs sentados alguns metros de distância, “hipnotizadas” diante da tela da televisão assistindo às Meninas superpoderosas, o mais recente vicio delas, só perdendo para Frozen, ambos rindo ao ver Marina “brigando” para retirar os tênis novos que comparamos sem desamarrar o cadarço.

Convenceram-nos a comprar tênis próprio de caminhada para ambas no mesmo modelo e cor do meu diferenciando apenas o colorido dos cadarços: os de Marina era enfeitado com os rostos do desenho que assistiam, já os de Emma eram rosa com pequenas flores.

—Deixe elas comigo – se oferece – Banho e arrumo as duas e depois venho preparar o desjejum. É o tempo que você se apronta – conclui, erguendo-se, vindo ficar de pé a minha frente, as mãos esticadas – Vamos preguiçosa, onde está a disposição de agora a pouco? – me provoca novamente ao me ver espreguiçar soltando um gemido manhoso.

—Acho que foi dar outra caminhada sem mim! – respondo fazendo-o rir, aceitando as mãos que estendia, deixando-o me erguer com facilidade – Quero só ver até quando vai conseguir fazer isso – desafio – Estou ficando gorda e a culpa é toda sua. Sua e das comidas deliciosas que prepara! – acuso, fazendo-o gargalhar, me abraçando protetoramente.

—Não entendeu ainda que trata-se de uma tática para fazer os homens não te olharem? – questiona, e abro a boca fingindo indignação.

—Bem que eu suspeitei ser um plano maligno de sua parte meu caro! – afirmo, abraçando-o de volta – Saiba que existem homens que preferem as gordinhas, portanto, meu amor, seu plano pode muito bem sair pela culatra – argumento, mordendo seu queixo.

—Sem problemas. Ponho todos que ousarem se aproximar para correr sob o fio afiado de meu bisturi – responde, erguendo as sobrancelhas e não consigo conter a gargalhada alta, fazendo as meninas se voltarem para nós com cara de “estão malucos!” – Estão com fome meninas? – pergunto sem olha-las, ouvindo um sonoro SIM em resposta – Então desliguem a televisão e venham conosco. Vamos nos banhar para podermos comer – aviso, me soltando de seus braços com relutância, voltando-me para elas – O que estão esperando? Vamos, vamos – comando, batendo palmas, Marina levantando num salto, vindo pendurar-se no pescoço de Connor.

—Vamos lá bonecas, vou arrumar vocês e depois venho preparar no nosso café da manhã. O que acham de panquecas com geleia de frutas? – pergunta e nós três erguemos os braços soltando gritinhos de anuidade.

—E torrada, e ovos mexidos, e suco ...- Marina enumera, rindo divertida ao ser posta sobre os ombros dele enquanto caminhamos para os quartos.

—Sarah, posso tomar banho com você, no seu banheiro? – Emma pergunta, segurando minha mão, completando – Não quero tomar banho na frente do Connor! – diz, enfezada e estanco, encarando-a confusa – Tenho quase dez anos Sarah, não preciso de ninguém me ajudando a tomar banho! – reclama, cruzando os braços, embirrada.

—Tudo bem, mas por que isto agora? Quantas vezes já tomou banho sob a supervisão dele junto com Marina? Por que cismou de não querer mais ? – questiono.

—É que...bem...eles estão crescendo e eu... – balbucia levando as mãos ao peito, ficando vermelha, a “ficha” caindo antes mesmo que completasse de um folego só – Eu tenho vergonha de ficar nua na frente dele. Pronto, falei! – exclama, se apoiando a parede, suspirando aliviada – Ele é legal, não fica me encarando nem nada, mas tenho vergonha Sarah.

—Entendo meu bem, não se preocupe – garanto, afagando seu rosto – E claro que pode, a partir de hoje, tomar banho sozinha no nosso ou no seu banheiro – libero, envolvendo seus ombros, guiando-a pelo corredor, parando a porta do, agora, quarto dela e Marina – Vá indo na frente que pego sua roupa e toalha. O que vai querer vestir? – pergunto.

—Pode ser short e camiseta mesmo, não está tão frio aqui dentro né? – pede, despindo o agasalho florido (presente de Claire, que aliás, andava mimando demais as duas!), seguindo em frente enquanto entro no quarto das meninas.

—Minha menininha está realmente se tornando uma mocinha! – murmuro para mim mesma, emocionada, tentando entender como nossa mãe fora capaz de abrir mão disso tudo por...nem sei bem porquê! – Espero que não se arrependa mãe. Honestamente, espero mesmo que não se arrependa – desejo, suspirando, abrindo o zíper de meu agasalho, escutando a algazarra que Marina e Connor faziam dentro do banheiro – Nossa, por essa não esperava! – me espanto ao ver que, ao contrário do que esperava, o banheiro (e ele, admito) estava relativamente enxuto e organizado.

—O que não esperava amor? – Connor pergunta, desviando sua atenção de minha irmã caçula.

—Espera te encontrar completamente encharcado e este lugar nadando em espuma e água!- digo, recostando-me ao batente da porta, observando-o encantada.

—Sou um homem organizado meu amor – vangloria -se sem nenhuma vergonha me fazendo rir – Emma, onde está? – pergunta.

—En..tão... – desencosto indo em sua direção, me apoiando ao box, agachando o mais perto que consigo, chamando-o com o indicador – Emma, não quer mais tomar banho na sua frente – cochicho, fazendo-o inclinar a cabeça, sobrancelha arqueada, me olhando sem entender nada – Ela está com vergonha porque seu corpo está mudando e não quer que a veja nua! – sussurro, apoiando a mão em seu ombro – Minha garotinha está se tornando uma mocinha! – digo, emocionada.

—Sabia que isto iria acontecer mais dia menos dia, amor – declara, segurando e beijando minha mão, voltando a dar atenção a Marina.

—Uhum, verdade – anuo, apoiando as mãos na pia para me levantar.

—Espere, vou te ajudar – pede, segurando Marina com uma mão e apoiando minha subida.

—Vou levar a roupa para ela e depois que terminar, tomo meu banho e me arrumo – falo – Quando arrumar Marina, mande ela ir para o quarto – peço, caminhando até o armário.

—Nosso quarto – ouço-o dizer e estanco, me dando conta do quanto era verdadeira aquela afirmação.

Cada dia, cada vez mais, o quarto dele estava se tornando Nosso quarto. Quase não dormia mais no quarto reformado o qual já passara a chamar de quarto das meninas.

Mordo o lábio refletindo nas implicações que aquele reconhecimento trazia, suspirando, pegando um conjunto de short e camiseta de algodão, uma calcinha, perfume e sandália de dedo, dando uma rápida olhada em Connor e Marina antes de sair.

Entro em nosso quarto sentando na cama, distraída, despindo o casaco que usara para caminhar, recostando na cabeceira, pondo as coisas de Emma a meu lado.

A voz doce de Emma cantarolando a música do filme Frozen me faz olhar em direção ao banheiro, sorrindo minimamente, minha imagem refletida no espelho trazendo à tona lembranças de uma noite a cinco meses atrás. A noite que mudou nossas vidas para sempre.

********** Flashback on *********

Festa de formatura turma de 2016 (Outubro, 23)

Sarah

Suspiro olhando o delicado relógio em meu pulso, presente de formatura que Estela me dera, verificando a hora: 23:30.

Solto um novo e mais longo suspiro tomando o restante de meu cocktail enquanto olho a volta procurando por Kim e Adam.

—Sarah, dança comigo!! — a voz de Noah, muito próxima, me causa um sobressalto e por muito pouco não me engasgo – Anda, vamos dançar. A noite é uma criança e está só começando! – insiste, segurando em meu braço, tentando me fazer acompanha-lo.

—Não quero dançar Noah. Na verdade, estava agora mesmo procurando minha carona para ir embora – informo, procurando minha amiga mais uma vez.

—Qual é Sarah, ainda é cedo. Divirta-se um pouco, relaxe, celebre, é nossa formatura! – argumenta, estalando os dedos e dançando a minha frente – Vem, dance comigo.

—Eu realmente não estou a fim Noah – reafirmo, pondo o copo sobre o balcão, rindo quando segura minhas mãos sacudindo meus braços, tentando me fazer acompanha-lo novamente (havíamos dançado logo que cheguei a festa).

—Ok, não precisa dançar agora, mas não vá ainda. É cedo! – insiste, beijando minha mão – E prometa que não vai embora antes de me dar o prazer de outra dança – pede, juntando as mãos, me dirigindo um olhar pidão.

—Vou pensar no seu caso – prometo, rindo ao vê-lo socar o ar soltando um Yes animado, afastando-se dançando.

—Mais um drink senhorita? – a voz do barman (gato) chama minha atenção e me volto, acenando afirmativamente.

Sei que não deveria exagerar na bebida, especialmente por ser doce, mas como resistir a um cocktail primorosamente preparado com a bebida que mais amo no mundo: Vinho!

—Obrigada – agradeço, sorrindo, sorvendo o liquido espesso, refrescante e saboroso pelo canudo, voltando a perscrutar o ambiente outra vez buscando Kim e Adam outra vez, aproveitando para ver quem ainda permanecia por ali, notando, para minha surpresa, a presença de Connor Rhodes.

Ele havia chegado uns vinte e poucos minutos depois que a festa começara acompanhando Ethan Choi, que sumira após uma breve conversa com April. Pelo visto o rolo entre eles tinha se desenrolado.

Outros que davam sinais de haverem se entendido eram Natalie e Will. Dançaram praticamente a noite toda de forma bem intima, trocando sussurros ao pé do ouvido vez ou outra, rindo animadamente, o oposto do que acontecera ao irmão dele.

Jay e Erin discutiram (disfarçadamente) pouco depois de terem chegado, ela indo embora quase que imediatamente, ele enrolando um pouco antes de ir atrás. Honestamente, acho que mais esse namoro de meu amigo tem prazo de validade e, para a infelicidade dele, está dando sinais que vencerá em breve!

Outro bem animado era o doutor Stholl (o Troll, como era chamado pelo pessoal). Havia tirado Maggie para dançar pelo menos duas vezes, dando início os primeiros fuxicos. Talvez por isso doutor Abrams, recém divorciado pelo que ouvi dizer, saíra a francesa na primeira oportunidade.

—Ele que estava certo! – murmuro para mim mesma, tendo outro sobressalto ao escutar a voz grave a meu lado.

—Quem estava certo? – doutor Rhodes questiona, um braço apoiado sobre o balcão o outro segurado uma cerveja, um sorriso charmoso no rosto... “Porra, por que tinha que ser tão lindo? Deveria haver uma lei multando pais por fazerem filhos como ele...a menos que fizessem mais de um!” ... penso, sentindo um movimento familiar em meu baixo ventre – Reese, ouviu o que perguntei? – questiona, o simples fato de ouvir aquela voz sexy pronunciar meu nome aumenta a umidade entre minhas pernas sensivelmente molhando minha calcinha.

—Doutor Abrams – respondo finalmente, sorrindo sem graça – Ele aproveitou a chance que teve e saiu à francesa, sem ser notado por ninguém – conto, tomando mais um pouco do cocktail.

—Nem tão discretamente assim – rebate – Você notou...Eu notei...e Maggie também – revela – O que nos torna os fofoqueiros da vez! – brinca e rio divertida – Estava pensando em fugir de sua própria festa de formatura? – questiona, abrindo a boca surpreso quando faço uma careta confirmando com um aceno – Que coisa feia Reese! – ralha, rindo mais – Pensei que estava se divertindo – comenta, prosseguindo antes que pudesse rebater – Ao menos me pareceu quando a vi dançando com o irmão de April, depois com aquele policial amigo do irmão de Will, junto com as outras garotas – enumera.

—Estava me regulando doutor Rhodes? – a pergunta sai antes que pudesse evitar e coro, especialmente ao ver aquele sorriso lindo aumentar, minha calcinha ficando encharcada de vez!

—Talvez... Só um pouco – admite parecendo encabular-se por ter-se entregado e meu centro começa a pulsar mais forte, meu coração quase parando ante seu comentário seguinte – Está muito bonita Reese – elogia e sinto que nem todo o ar do planeta seriam suficientes para mim naquele momento! – Essa cor lhe cai bem – acresce, sinalizando para o garçom trazer-lhe outra cerveja.

—Obrigada – agradeço duplamente: pelo elogio e por não ter perdido o dom da fala! – Minhas amigas insistiram que deveria me produzir um pouco melhor hoje e acabei concordando – conto, mandando milhões de beijos mentalmente a Erin, Gabby e especialmente Kim por terem me convencido a sair do convencional deixando-as “trabalhar” meu visual para a festa – Está muito bonito também – falo, controlando a muito custo a vontade de me estapear pelo comentário idiota – Mas já deve ter escutado isso uma dezena de vezes desde que chegou, não é? – “ E pronto! Fechei com chave de ouro a bobeira que dissera!

—Algumas, admito. Mas nenhuma tão verdadeira – diz, me parecendo sincero – Oh, droga! – ouço-o xingar e me espanto – Dance comigo – pede (???), pondo a garrafa sobre o balcão, me puxando para a pista sem esperar resposta, a compreensão me atingindo ao ver Miah Bardovi e uma das enfermeiras do setor de Cardiologia aproximando-se de nós.

—Sério?? – indago ao alcançarmos o meio da pista, encarando-o de sobrancelha arqueada.

—O quê? Acaso nunca fez algo semelhante para escapar de uma companhia indesejada? – questiona, falando perto de meu ouvido enquanto começamos a nos mover no ritmo da balada que tocava.

—Ohh, sim! O tempo inteiro! – brinco, sua risada gostosa me dando a certeza de que aquele era um dos melhores sons que já ouvi na vida.

Dançamos não uma, mas quatro músicas seguidas (incluindo uma baladinha romântica que pedia estar mais juntinho), retornando ao balcão onde bebemos e conversamos, rindo das histórias de situações inusitadas que cada um já teve que enfrentar, a conversa fluindo tão agradável e naturalmente que perco a noção do tempo, assustando-me ao ver a hora.

—Tenho ir embora – declaro, procurando por Kim e Adam, sinalizando quando a vejo no lado oposto onde estava, exibindo o braço com o relógio, suspirando ao vê-la juntar as mãos pedindo mais tempo – Sem chance! Preciso ir – reitero, tomando o restante da bebida de uma vez, ficando levemente zonza, apoiando-me ao balcão.

—Se quiser, te dou uma carona. Já estava pensando em ir embora mesmo – se oferece, terminando sua cerveja – Isto é, se acha que não vai te causar problemas – diz, me encarando.

O encaro de volta refletindo se deveria ou não aceitar a oferta, a atitude de Noah ajudando-me a decidir.

—Sarah, vamos dançar agora e não aceito um não como resposta! – exclama, segurando em meu braço, praticamente me arrastando para a pista, excessivamente animado.

—Desculpa Noah, mas estou de saída – peço, libertando-me – Nos vemos em quinze dias – despeço-me, girando nos calcanhares, saindo antes que pudesse contestar, passando por doutor Rhodes sem responder.

Quando percebo a gafe, já estou no estacionamento. Estanco, me xingando pela falta de educação, voltando-me ligeiro sem prestar atenção, me chocando com o próprio, ambos quase indo ao chão não fosse o reflexo dele em me segurar recuando um passo em busca de apoio, a situação provocando um acesso de riso em nós dois.

—Desculpa! – peço entre uma risada e outra, tomando folego – Não te respondi – digo, respirando fundo – Se puder me deixar na estacão de metrô mais perto agradeceria muito.

—Quis dizer estação, não é? – corrige-me e rio mais – E não, não posso – diz, completando antes que eu dissesse algo – Vou te levar em casa. Faço questão. Não é seguro para uma jovem e bela senhorita andar sozinha em vagões de metrô a essa hora da madrugada– argumenta enquanto recomeçamos a caminhar lado a lado.

—Honestamente não precisa, estou acostumada – retruco, revelando o pé num buraco, precisando buscar apoio em seu ombro para não cair, tendo nova crise de riso – Desculpa, acho que estou um pouquinho zonza! – peço, usando os dedos para exemplificar minha fala.

— Mais um motivo para leva-la em casa – justifica, destravando seu carro ao nos aproximarmos – Damas primeiro – faz uma mesura ao abrir a porta para mim.

—Obrigada – agradeço, sorrindo encabulada, meu vestido levantando quando sento no banco do carona deixando minhas pernas à mostra por alguns segundos, atraindo seu olhar, meu corpo esquentando ante a intensidade do mesmo.

Após dar a volta pela frente, ele toma seu lugar no banco do motorista, me dirigindo um de seus sorrisos devastadores antes de dar a partida, pondo o carro em movimento.

Para minha (grata) surpresa, retomamos a conversa tão animadamente quanto antes, rindo descontraídos.

Em determinado momento (quando estávamos no centro da cidade), meu jeito atabalhoado faz-me esbarrar no painel derrubando uma pasta e outras coisas que se encontravam lá em cima, fazendo-as cair a meus pés.

Instintivamente, solto o cinto de segurança me abaixando para pegá-las sob os protestos dele. Quando estou me erguendo, outro carro ultrapassa e corta o seu obrigando-o pisar firme no freio a fim de evitar a batida iminente. Como ainda não havia posto o cinto, sou impelida contra painel e para-brisa, machucando minha boca e testa.

— Está ferida? – escuto-o perguntar quando me recosto de volta ao banco, meus olhos fechados pela dor – Reese, está ferida? – repete e abro os olhos ao sentir o toque de suas mãos em meu rosto, o seu tão perto que sinto o hálito morno tocar minha pele.

—Estou bem, não é nada grave – garanto, uma corrente elétrica espalhando-se por meu corpo quando seu polegar desliza por meu lábio inferior limpando o sangue.

Entreabro os lábios num suspiro sôfrego, retendo o ar ao olhar dentro dos dele, me perdendo no azul límpido.

—Reese!? – o tom rouco provoca uma reação imediata e quando me dou conta estou sentada em seu colo, beijando-o com sofreguidão, praticamente arrancando os botões de sua camisa, minhas mãos enfiando-se sob o tecido antes mesmo de terminar de abri-los, ávidas por sentir a pele quente.

Solto um gemido rouco ao sentir suas mãos subindo por minhas coxas por sob o vestido, alcançando minha intimidade em segundos, enfiando-se, atrevidamente, sob o tecido rendado, o polegar massageando meu clitóris. Em resposta, levo uma mão a sus virilha massageando o volume evidente por cima da jeans, deliciando-me ao escutá-lo gemer alto.

Quando as coisas estavam esquentando (mais!), uma buzinada forte seguida por xingamentos nos interrompe, fazendo-nos afastar sem, no entanto, nos separarmos, a consciência de que estávamos em uma via pública nos atingindo como um soco no estomago.

Saio de seu colo (não tão rapidamente quanto deveria), voltando ao banco do carona ainda ofegante.

—Iria a meu apartamento? – convida, ofegante.

—Sim – respondo imediatamente após o fazer, ignorando os alertas enviados por minha consciência, o brilho e as promessas contidos em seu olhar provocando arrepios de prazer por meu corpo inteiro.

Minutos depois entramos na garagem do elegante condomínio vertical onde ele mora.

Ao contrário do que pensei, a interrupção brusca seguida pelo afastamento necessário para que pudesse conduzir o veículo, não diminuíram em nada o tesão que ambos sentíramos durante o beijo. Prova disso é que mal estaciona volto a seu colo, beijando-o com ardor redobrado sendo correspondida na mesma medida.

Sem outros motoristas, contando com a privacidade da garagem, desta vez não ficamos apenas nas carícias e beijos. Em segundos minha calcinha é arrancada enquanto abro sua calça forçando o tecido para baixo, ele erguendo levemente o quadril, me ajudando no processo. Ansiosa em senti-lo dentro de mim, exponho seu membro duro, instigando-o um pouco mais antes de me posicionar sobre ele. Desço rebolando, parando para me acostumar a sua presença, iniciando uma cavalgada ritmada assim que o sinto por completo.

Cravo as unhas em seu peito, gemendo alto, nossas respirações alteradas embaçando os vidros do carro, que balança com nossa movimentação lá dentro. Meu corpo é sacudido por espasmos cada vez maiores até que gozo, amolecendo levemente, apoiando-me à direção. Recomeço a movimentar-me, rebolando mais um pouco a fim de induzi-lo ao gozo, erguendo o quadril o suficiente para que saísse de mim antes que o fizesse já que não usávamos preservativo, voltando a sentar em seu colo, a cabeça sobre o ombro direito dele.

Permanecemos nessa posição aguardando nossa respiração normalizar o suficiente para que pudéssemos descer do carro seguindo em direção ao elevador a passos largos.

Lá dentro, trocamos mais beijos e carícias ousadas sem darmos importância as câmeras de segurança, interrompendo-as apenas quando este para no andar onde fica o apartamento dele, retomando-as assim que entramos, indo direto para o quarto, nossas roupas deixando se ser um empecilho rapidamente.

Logo ele está dentro de mim novamente, investindo forte, me induzindo a gozar novamente, aproveitando minha pulsação para sair antes de gozar visto que mais uma vez não usáramos preservativo, erro que corrige em seguida, esticando o corpo suado, pegando uma camisinha dentro da gaveta no criado mudo ao lado da cama e ao fazê-lo vejo, por alguns segundos, nossa imagem refletida no espelho do banheiro, minha consciência recriminar-me pela imprudência, seu protesto sendo aniquilado quando seu corpo e sua boca me cobrem mais uma vez...

******* Flashback Off ********

—Sarah, está sentindo alguma coisa? Quer que eu chame o Connor? – a voz e a mão de minha irmã sacudindo meu braço me trazem de volta a realidade.

Sacudo a cabeça a fim de organizar as ideias e espantar as lembranças, encarando o rostinho preocupado. Os rostinhos, melhor dizendo.

—Chamo o Connor? – repete, segurando minha mão.

—Não precisa meu anjo, estou bem – tranquilizo-a, acariciando seu rosto, notando que ambas já estavam arrumadas – Já está pronta Mama? – pergunto o obvio fazendo Emma rolar os olhos.

—Nossa, você estava muito longe mesmo! – exclama, sentando na cama – Faz uns dez minutos que Marina veio para cá e outros dez que estamos falando com você e só mexe a cabeça. Pensei que estava escutando, mas pelo jeito não estava – reclama, pondo o cabelo para trás da orelha – Tem certeza que não preciso chamar Connor? – reitera, preocupada e sorrio.

—Tenho sim anjo – reafirmo – Só estava perdida em meio a lembranças. Vou tomar um banho e me arrumar. Podem esperar aqui se quiserem ou ir para a sala – libero, enquanto solto o cabelo, levantando da cama.

—Vamos ficar aqui – Emma avisa, uma ruguinha de preocupação persistindo em seu rostinho tenso.

—Estou bem, acredite – reforço, massageando o ponto entre seus olhos com o indicador – Estava apenas lembrando de umas coisas e me distrai, nada mais – explico, caminhando para o banheiro – Já que vão ficar, poderiam escolher minha roupa, o que acham? Faz tempo minhas consultoras particulares não dão palpite no que devo ou não vestir – resmungo com fingida mágoa, apoiando uma mão a pia para manter o equilíbrio enquanto tiro o moletom de algodão.

—Você que não pediu mais depois que descobriu o bebê! – Emma rebate, fazendo bico ao levantar indo em direção ao armário, parando, se voltando para mim com ar de dúvida – Tem roupas suas aqui? – questiona com o dedinho no queixo.

—Tem sim. Estão no lado direito, algumas batas e vestidos que ganhei no chá, calcinhas e sutiãs na terceira gaveta do mesmo compartimento – digo, um questionamento tomando forma em minha mente enquanto entro no box, fechando-o, o pensamento ganhando força durante o banho trazendo junto consigo um sentimento nada agradável: culpa.

Decido segui um dos conselhos que Caitlin dera no dia anterior: conversar com Connor quando algo que decidíssemos fazer (no caso já o estávamos fazendo) mexesse de alguma forma com as duas.

—Vou fazê-lo agora pela manhã mesmo antes que fuja da mente – prometo baixinho, ligando a ducha a fim de retirar a espuma – E depois ligar para aquelas amigas bandidas que me abandonaram! – resmungo lembrando que Kim, Gabby e Sylvie, que prontamente assumira (com louvor, diga-se) o lugar vago deixado por Erin, não haviam me visitado novamente após o chá.

Sai do banho retornando ao quarto onde visto a roupa escolhida por Emma: uma jardineira em algodão, branca, com dois bolsos na frente acompanhada por uma camiseta de manga três quartos azul claro. Sorrio pensando se algumas coisas realmente não seriam hereditárias já que minha irmã parecia ter herdado o talento do pai (ele era estilista de moda. Ou seria designe?).

Calço a sandália, escolhida por Marina, que mais parece uma pantufa, toda em tecido, o solado de borracha antiderrapante com flores bordadas, macia e confortável, penteio o cabelo fazendo uma trança frouxa, ponho um pouco de perfume (graças a Deus não enjoara de praticamente nenhum tipo), me voltando para as duas, que me observavam sentadas sobre o colchão abraçadas as bonecas Frozen com sorrisos nos rostinhos.

—Como estou? – pergunto, girando devagar, pondo as mãos nos bolsos e fazendo pose.

—Linda! – elogiam juntas – Connor vai ficar te olhando feito um bobo. Se bem que ele já faz isso o tempo todo mesmo! – Emma afirma, saltando da cama.

—Sério? – indago, ajudando Marina a descer, ambas sacudindo as cabeças afirmativamente — Sabe que nunca notei! – exclamo, apoiando o queixo sobre ombro, franzido o nariz numa careta engraçada, as duas rindo divertidas enquanto caminhamos lado a lado para a sala.

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Connor

Termino as panquecas no momento exato em que Sarah e as meninas retornam, sorrindo feito um bobo o vê-las.

Era inegável o quanto haviam se tornado importantes para mim a ponto de não conseguir imaginar minha vida sem elas. As três.

Evidente que Sarah e nosso filho vinham em primeiríssimo lugar, mas Emma e Marina haviam conquistado um espaço em meu coração só delas e deixariam um imenso vazio caso a mãe resolvesse aparecer para buscá-las. Em mim e evidente mais ainda em Sarah. Tenho certeza de que sofreria muito caso isto venha a acontecer. A possibilidade, ainda que remota, existe e nos ronda mesmo que não falemos sobre isto.

O pensamento me causa um calafrio não apenas por temer a reação dela, mas pelo que poderia acontecer as meninas. Apesar de não a conhecer pessoalmente e pouco saber dela visto que Sarah não falava sobre a mãe (respeito e entendo sua posição), a senhora Reese já era alvo de meu desagrado por diversas razões. As duas mais fortes eram ter sido capaz de abandonar duas criaturas que dependiam dela sem pestanejar sei lá por que razão, e por ter-se, aparentemente, envolvido com meu pai.

Eu não esquecera a acusação feita por ele logo que descobriu meu envolvimento e, por conseguinte, a gravidez de Sarah. Apenas havia relegado o assunto a um canto de minha mente por realmente, como dissera na época, não me importar com sua opinião (ou nada do que disse). Mas agora, iria aproveitar que Benny voltara e estava trabalhando no caso dela para pedir-lhe, secretamente a princípio pois temia que Sarah julgasse ter dado credito a meu pai, que investigasse a senhora Reese. A profissional Elizabeth Reese.

Pedir-lhe-ia um dossiê completo dela, suas relações, amizades e inimizades, tudo que ele conseguisse descobri inclusive se havia realmente se envolvido com o digníssimo Cornelius Rhodes, quando e quanto tempo, em caso de positivo, durara. Não queria ser pego de surpresa por meu pai novamente muito menos por ela caso resolvesse sair do buraco onde se enfiara a fim de nos perturbar (meu instinto dizia que se voltasse seria exatamente para isso).

—Connor, tudo bem? – escuto Sarah pergunta e ergo os olhos encontrando-a parada a minha frente, uma ruga entre os olhos – Algum problema? Estava sorrindo quando entramos e de repente ficou tenso. O que houve? No que estava pensando? – quer saber.

—Em como iria sofrer se por alguma razão viesse a perder minhas garotas – respondo, sincero – Tem noção do quanto te amo e o quão você, nosso filho e as meninas, nessa ordem, são importantes para mim? Como, palavras da sábia senhora Marques, trouxeram luz e alegria a minha vida até então cinza e sem graça? – enumero, tocando seu rosto numa caricia suave.

—Nossa, é muita responsabilidade! – exclama, ainda tensa – Por que pensou nisso agora? – interroga.

—Não sei bem o porquê – admito – Talvez porque nunca fui tão feliz assim até hoje e tenha medo de a vida me passar uma rasteira – confidencio, suspirando, seu sorriso doce aquecendo meu coração.

—Não tenha – diz simplesmente, aproximando seu rosto do meu até nossos lábios se tocarem num beijo casto, carinhoso, repleto de significados – Não tenha – repete após cessar o contato, me olhando intensamente – Agora, que tal deixar sua garota aqui finalizar, se é que já não o fez, nosso desjejum, ir tomar um banho e se juntar a nós para um delicioso café em família? – sugere me dando mais um beijo rápido.

—Uhum... – anuo, largando o pano de prato sobre a bancada da pia – Eu não terminei ainda. Falta o suco e as torradas – informo, roubando dois beijos rápidos antes de sair correndo em direção a nosso quarto, acenando para as meninas ao passar.

No quarto, me dispo rapidamente entrando no box para uma chuveirada relativamente rápida, refletindo se havia feito bem em dizer-lhe aquelas coisas afinal poderia estar causando uma tensão desnecessária a ela. Decido pedir-lhe desculpas e que esqueça, se possível, o que dissera.

Me visto escolhendo uma bermuda em jeans, camiseta manga curta azul claro e sandália de dedo. Penteio o cabelo, borrifo um pouco de perfume retornando à sala, encontrando-as arrumando a mesa na varanda.

—Achei que seria uma boa ideia tomar nosso café da manhã aqui fora. Não está tão frio, a vista é linda e um pouco mais de ar fresco nos fara bem – Sarah justifica ante meu olhar inquisidor.

—Sempre que quiser basta pedir amor – aviso, ajudando-as.

Tomamos a refeição num silencio acolhedor, apreciando a vista. Quando terminamos, deixamos as meninas na sala com alguns joguinhos educativos que haviam ganho de presente no chá (desligando-as da televisão um pouco) enquanto nos encarregamos da louça suja. Aproveito para fazer o que planejara.

—Sarah, me desculpe o que disse a pouco. Não quero pressioná-la ou impressioná-la com meus medos infundados – peço, organizando a louça na lavadora.

—Não fez nenhuma das duas coisas... Tá, só um pouquinho assim – corrige-se, exemplificando com os dedos após guarda o pão e a caixa de cereal no armário sobre a pia – Eu também tenho meus medos e receios de vez em quando – admite, mordendo o lábio, pensativa.

—Gostaria que os compartilhasse comigo, se sentir-se a vontade evidente – peço.

—Pra ser sincera planejava fazer isso – confessa, encostando-se ao balcão da pia – Estive pensando: será que não nos precipitamos? – pergunta.

—Precipitamos em quê? – questiono, tenso.

—Em começar a dividir o mesmo quarto – diz e respiro aliviado – Emma me perguntou se tinham roupas minhas em seu guarda roupas e fiquei imaginando o que deve se passar na cabecinha dela: um dia estou sozinha, no outro aparece um cara que ela nunca viu em nosso apartamento cheio de presentes. Depois este mesmo cara nos traz para morar com ele, no quarto de hospedes, e pouco tempo depois eu não estou mais dormindo com elas e sim com ele – enumera, erguendo os dedos a medida em que fala – Isso sem contar um bebê sobre o qual teve conhecimento apenas quando minha barriga já estava aparecendo já que olhei tanto para meu próprio umbigo que só pensei nela quando era tarde demais! Minto: pensei nela quando descobri que teria mais uma boca para alimentar e só – culpa-se, as lágrimas começando a cair – Malditos hormônios! – esbraveja, tentando conte-las.

—Venha aqui – chamo, ela obedecendo milagrosamente sem protestar, deixando-se abraçar – Entendo sua preocupação meu amor. Imagino que deva estar sendo bastante confuso para ela toda essa mudança em um tempo relativamente curto. Mas não deve se sentir culpada por nada. E ao contrário do que acabou de dizer, em momento algum deixou de pensar nas meninas. Cada escolha, cada ato seu foi pensando nelas consciente ou inconscientemente, desde a preocupação válida sobre como iria alimentá-las até a mudança para cá – a corrijo, afagando seu rosto, pondo uma pequena mecha rebelde que escapara da trança por detrás da orelha – Admito que possamos ter errado em começar a dormir juntos sem ....

—Vocês vão se separar? – a pergunta nos pega de surpresa e nos voltamos encontrando Emma parada junto a bancada, os olhinhos espertos nos perscrutando atentamente.

—Não – respondemos rápido e ao mesmo tempo – Por que pensou isso? – questiono-a.

—Estavam dizendo que foi errado a gente ter vindo morar aqui, com você! – exclama a garotinha fazendo bico – Gosto daqui Sarah, gosto do Connor. Não quero ir embora!- exclama, correndo até onde estávamos, agarrando-se a nós.

—E não vão boneca – garanto — O que dizíamos era que talvez você tivesse estranhando o fato de que sua irmã esteja dormindo em meu quarto agora e não com vocês – explico, beijando sua cabeça – Deve ser meio confuso, não é?

—Não – responde na maior simplicidade, erguendo o rosto para nós – Você ama Sarah e ela te ama, é natural que fiquem juntinhos ainda mais com o bebê chegando – simplifica com sua lógica infantil fazendo Sarah e eu nos olharmos, caindo no riso em seguida – Eu disse alguma coisa engaçada? – pergunta nos encarando confusa.

—Não meu anjo, não disse não – Sarah a tranquiliza, afagando seu rosto – Nós é que, bem, eu na verdade, complico as coisas vendo paredes onde não existem.

—Na verdade esquecemos de enxergar o mundo da forma simples que as crianças enxergam – acrescento brincando com uma mecha de cabelo de Emma – E você, princesa, nos lembrou tudo isso, obrigado! – exclamo, beijando sua bochecha.

—Por nada, quando precisarem é só pedir! – responde, abraçando nossas cinturas novamente antes de voltar saltitando para junto de Marina.

—Como é bom ser criança – suspiro, observando-as, fechando os olhos ao sentir o beijo estalado em minha bochecha – Não sei o que fiz ou disse para merecer, mas adorei! – afirmo, retribuindo o beijo, olhando dentro de seus olhos.

Durante longos minutos ficamos assim, perdidos nos olhos um do outro, em silencio até ela decidir quebra-lo.

—Não sei se já te disse isso com todas as letras – começa, segurando meu rosto entre suas mãos – Se não, direi agora: eu te amo Connor Rhodes. Muito. E se antes ainda sentia dúvidas ou inseguranças, isso tudo passou – afirma e sorrio.

—Mesmo que surjam novas meu amor, derrubarei todas, uma a uma – garanto, segurando e beijando suas mãos – Quero que confie em mim Sarah, mas principalmente, confie no que sentimos um pelo outro. Eu confio – asseguro.

—Confiarei Connor, confiarei – garante, me beijando, o riso das meninas chamando nossa atenção.

Nos voltamos para elas vendo-as rolando junto com uma das imensas bolas que ganharam, observando-as por um tempo antes de irmos nos juntar as duas..

“...When I give my heart;

It will be completely;

Or I’ll never give my heart;

And that moment I can feel that;

You feel that way too;

Is when I fall in love with you.”

Notas finais
Nos vemos em quinze dias. Bjinhos flores