Love Hurts!

27 We’ve got a baby!


Notas iniciais
Olá flores! Voltando para mais um capitulo, mais uma fic sendo atualizada!! Não vou me demorar muito porque estou em fase de revisão/correção/alterações nos demais capítulos de minhas outras bebês além de estar as voltas com uma nova criação ( a louca!rsrsrsrsrs). Por aqui, hora do Max chegar chegando! Um novo amigo, uma enfermeira sem noção, muitos apertos fortes...Uma madrugada bem corrida para nosso casal e seus amigos e que terminara com juras de amor! Grata por todas as rewiews passadas (que espero ter respondido. Se não, me cobrem!)...Grata por não desistirem da historia...Aguardo mais rewiews, pleaseee!...Boa leitura....Bjinhos flores!

“When your legs don’t work like;

They used to before;

And I can’t sweep you off of your feet;

Will your mouth still remember the taste of my love?

Will your eyes still smile from your cheeks;

Darlin’ I will be lovin’ you;

Till we’re seventy...”

Thinking Out Loud

Ed Sheeran

Apartamento Connor e Sarah (quinta-feira, 6/6 – 2:17 a.m)

Connor

—Connor! – resmungo, virando de lado em resposta ao chamado distante, abraçando o travesseiro – Connor, acorde! – a voz de anjo repete e sorrio -Connor! ACORDE! – desta vez o pedido é mais alto e forte, quase um grito e seguido por um cravar de unhas em meu braço – Chegou....a hora! – sopra.

—Hora...certo....chegou.... A HORA??? – sento de supetão, voltando-me para a mulher a meu lado que, recostada a cabeceira, cadenciava sua respiração puxando lufadas de ar e expelindo-as com o máximo de calma que conseguia – Como assim a hora? Sarah, o que há? Chegou a hora de que? Do bebê nascer? – questiono-a, pondo a mão sobre sua barriga, o que se mostrou um erro.

—Não, de ser devolvido ao lugar de onde veio!! – bufa, segurando e apertando minha mão com tanta força que sinto meus dedos ficarem dormentes – Evidente que de nascer Connor! – exclama, fazendo uma careta de dor.

—Ok...ok...ele vai nascer! Agora....temos que ...pegar sua mala, ligar para Caitlin, ir pro hospital...- enumero, ficando de joelhos sobre o colchão na tentativa de levantar – Amor, preciso de minhas duas mãos para começar tomar as providencias – digo, fazendo uma careta ante o aperto que dá ao sentir nova contração, ela liberando-me quando a onda de dor passa.

Imediatamente ponho-me de pé, correndo até o armário em nosso quarto aonde uma valise com tudo que ela e o bebê iriam precisar já estava preparada, agradecendo mentalmente a praticidade de minha irmã.

—Claire! – exclamo, estancando no meio do quarto – Preciso ligar para Claire vir ficar com as meninas...e ligar para Will e Nat e Kimberly e Maggie...- recomeço minha lista de lembretes.

—Connor, neste momento organizar uma festa não é exatamente minha prioridade! – Sarah reclama, deslizando para a lateral da cama com dificuldade.

—O que esta fazendo? – questiono-a, largando a valise, que cai ruidosamente contra o solo, indo até ela.

—O que acha? Tenho que trocar de roupa, melhor dizendo, por uma decente. Não posso sair usando apenas este camisetão e ...- para, segurando e apertando meu braço, as unhas cravando-se na pele, curvando-se minimamente, soprando de olhos fechados, demorando alguns dolorosos segundos nesta posição – Não posso ir para o hospital desse jeito – refaz sua frase anterior, endireitando-se, respirando fundo – Pare de me olhar com essa cara de pânico e me ajuda a vestir algo! – esbraveja, apertando meu braço outra vez.

—Como não ficar em pânico meu amor. Nosso filho vai nascer! – retruco, ajudando-a caminhar até o armário onde pega uma bata que também deixara previamente separada, calçando uma pantufa que encontra pelo caminho.

Ajudo-a vestir-se e depois sentar-se enquanto busco meu celular e a cadeira de rodas.

Minha primeira ligação é para Caitlin Harris, que orienta-me marcar o intervalo entre as contrações, recomendando orientar Sarah a fazer os exercícios de respiração indicados bem como verificar com ela se a bolsa já rompera, minha noiva informando de que isto Ainda não acontecera. A segunda é para Maggie, que por sorte encontrava-se de plantão aquela madrugada, avisando-a de que estaríamos a caminho dentro em pouco. A terceira para Claire, esta fazendo-me perder a paciência posto que não atendeu a chamada indo direto caixa postal todas as cinco vezes que tentei.

—Merda Claire, atende a droga do telefone!! – xingo, remexendo a gaveta da cômoda em busca de algo para vestir enquanto tento uma sexta vez.

—Connor largue este maldito telefone e me leve para o hospital! – Sarah esbraveja novamente, fazendo os exercícios de respiração.

Aproveito para marcar tempo de duração e intervalo: quarenta e sete segundos dura esta primeira que consigo marcar, uma segunda vindo em menos de dez minutos e com duração semelhante o que significava dizer que a hora do parto estava cada vez mais perto.

Deixo uma mensagem para Claire, optando por não perder mais tempo com ligações. Levaria as meninas conosco e daria um jeito em tudo.

—Venha, sente-se na cadeira – peço assim que ela relaxa após nova onda de contrações, correndo a buscar o objeto para perto dela – Vou te levar para a sala e acordar as meninas. Não quero perder mais tempo tentando encontrar alguém que venha ficar com elas e não poderíamos esperar mesmo – aviso, ajudando-a sentar.

—Faço o que quiser, mas me leve para o hospital ou me dê algo para a dor agora! – pede, fazendo careta.

—Certo amor – anuo, tentando lembrar se poderia (ou deveria) dar-lhe algo para a dor enquanto a conduzo para a sala, aproveitando e abrindo a porta do quarto das meninas na passagem, chamando-as muito embora soubesse que dificilmente acordariam sem uma ajudinha – Vou pegar seu analgésico e já volto – aviso, posicionando a cadeira no meio da sala, correndo de volta para nosso quarto, parando na metade do caminho defronte o quarto das meninas, entrando – Emma, acorde meu anjo. Temos que sair – chamo, sacudindo-a levemente, deixando-a quando a vejo abrir os olhos e bocejar indo até Marina – Marina, meu bem acorde. Temos que ir – chamo, ela acordando mais rápido do que a irmã .

—O que foi Connor? – ouço Emma pergunta já sentada, esfregando os olhos.

—O bebê vai nascer. Temos que levar Sarah para o hospital agora – conto, vestindo um casaco em Marina, que sentara com a cabeça apoiada em meu ombro, pondo-a em meus braços ao terminar – Vista um casaco e venha comigo – peço, estancando ao escuta-la chorar – O que foi meu bem?

—Quero Olaff e Anna – pede, esticando os braços para os bonecos.

—Certo – anuo, pegando ambos e lhe entregando – Emma, pegue uma sandália para sua irmã por favor meu anjo, enquanto vou ao nosso quarto pegar analgésico para Sarah. Quando terminar vá para a sala ficar com ela – peço, não aguardando sua resposta.

Adentro nosso quarto indo direto a caixa na cabeceira aonde guardávamos a medicação que Sarah fazia uso diariamente. Pego o analgésico e ao voltar-me para sair me dou conta que esquecera tanto a valise quanto de terminar de vestir-me. Xingo-me mentalmente pondo Marina, que cochilava, sobre o colchão, vestido a camiseta que pegara antes de parar para marcar as contrações. Calço uma sandália, ponho um par de pantufas para Sarah em uma sacola, estico o extensor da valise e por fim pego Marina em meus braços novamente.

—Connor, Sarah tá falando que as contrações estão mais próximas e se não vier agora não precisa vir mais – ouço Emma gritar da sala e fecho os olhos respirando profunda e lentamente, rindo de nervoso, segurando firme a extensão, quase esquecendo o bendito analgésico quando saia.

Apresso-me em direção a sala pondo Marina no sofá, pedindo a Emma que tomasse conta da irmã enquanto corro a cozinha a pegar um copo com água o qual entrego a Sarah juntamente com a medicação contra dor. Em seguida, me inclino a fim de acomodar a valise no espaço embaixo da cadeira de rodas e acabo recebendo um puxão de cabelo tão forte momento em que ela sente nova contração, que lágrimas involuntárias surgem em meus olhos.

—Amor, precisa me soltar para que possamos ir – peço, acariciando seu braço, sentindo-a relaxar, soltando-me – Tente manter a frequência dos exercícios de respiração amor. Inspire e expire devagar como Caitlin ensinou – relembro recebendo um mortal em resposta.

—O que acha que estou fazendo desde que acordei!! – rosna (sim, ela rosnou para mim!).

—Certo...melhor irmos andando – digo, indo ao sofá pegar Marina que graças a Deus acordara, facilitando as coisas para mim – Coelhinha, hoje quero que seja a macaquinha da qual Jay falou ok? Quero que se agarre a mim o mais forte que conseguir e não largue – recomendo, voltando-me para Emma – Meu bem, será que...

—Eu levo a sacola e a valise e não vou me afastar de vocês – antecipa-se, organizando-se para sair, um sorriso bobo e orgulhoso surgindo em meu rosto.

—CONNOR RAPIDO!! – Sarah grita, curvando-se abraçando o ventre.

—Agora meu amor – concordo, segurando a cadeira de forma a fazer Marina sentar em meu antebraço esquerdo, permitindo-me empurra-la com agilidade e rapidez – Emma abra a porta meu anjo – peço, ela correndo com a valise, obedecendo-me.

Saímos para o corredor vazio, melhor dizendo, quase vazio.

—Connor, Sarah, tudo bem? – Lívia, nossa vizinha que chegava (ou saia, sei lá!) questiona, olhando-nos preocupada.

—Max vai nascer! – Marina adianta-se, movendo-se de forma abrupta, obrigando-me apoiar a cadeira para não deixa-la cair.

—Céus, cuidado ai – ouço Lívia dizer ao mesmo tempo em aproxima-se de nós.

—Connor!! – Sarah geme.

—Vamos meninas – chamo, tentando trancar a porta, nossa vizinha intervindo.

—Deixa comigo – diz, adiantando-se em fazer o que não conseguira – Te ajudamos a chegar ao carro, não é amor – oferece-se, estendendo os braços para Marina – Vem comigo boneca, quando chegar lá embaixo te devolvo a seu papai – convida, minha pequena hesitando um segundo antes de aceitar.

—Que água é esta? – escuto Emma perguntar e gelo.

—A bolsa...

—Rompeu...- Lívia e eu dizemos praticamente ao mesmo tempo – Precisa apressar-se – recomenda ela, voltando-se para o namorado enquanto recomeço empurrar a cadeira – Mike o que está esperando? Ajude aqui – chama, impaciente.

—Mas é que...eu...vamos nos atrasar amor – ainda ouço-o dizer mas sigo adiante parando apenas quando alcanço os elevadores, somente então buscando-a com o olhar, respirando aliviado ao vê-la aproximar-se com Marina nos braços.

—Obrigado pela ajuda Lívia. Pode deixar que daqui em diante sigo sozinho, não quero atrapalhar sua noite – libero, empurrando a cadeira para dentro mal as portas abrem, retendo-as a fim de permitir Emma entrar e pega Marina de volta, espantando-me quando Lívia ignora-me, adentrando.

—Terei outras noites para sair – diz simplesmente – Melhor deixar as portas fecharem para podemos ir – recomenda e me afasto, agachando-me junto a Sarah ao escuta-la gemer outra vez.

—Como está o intervalo? – pergunto, cometendo o erro de colocar a mão no apoio da cadeira, Sarah cobrindo-a com a sua, apertando com força.

—Rápido...muito...rápido – sopra, me encarando em desespero.

—Vai dar tudo certo meu amor, não se preocupe. Já estão a nossa espera. Assim que chegarmos vamos direto para a SO e nosso menino vai nascer em segurança. Estarei a seu lado o tempo inteiro, do começo ao fim – discurso vendo sua fisionomia amenizar, um sorriso pequeno formando-se em seus lábios mesmo ante nova onda de contrações.

Concentro-me em marcar o intervalo tentando não transparecer minha preocupação visto que estavam cada vez mais fortes e frequentes.

—Chegamos Connor – Lívia anuncia e tento levantar, estancando ao sentir-me puxado por ela.

—Estamos indo amor, estamos indo – tranquilizo-a, pondo-me de pé sem no entanto conseguir que liberasse minha mão.

Apoio o braço ao encosto usando-o para ajudar empurrar a cadeira enquanto Emma acompanha Lívia garagem afora rumo a nosso carro.

—Melhor me dá as chaves Connor – sugere nossa vizinha quando alcançamos o veiculo fazendo-me levar a mão livre ao bolso, um calafrio percorrendo minha espinha – O que foi? – questiona ela, enrugando o cenho, a compreensão do que se passava atingindo-a antes que a mim – Não pegou as chaves! – exclama, atônita.

—ELE O QUÊ?? – Sarah grita, assustando-nos – Sério Connor?? Esqueceu a chave do carro!? Justo do carro? – interroga, fechando os olhos e apertando minha mão com mais força ainda.

—E a carteira também – admito, contorcendo-me de dor, meus dedos começando a ficarem dormentes.

—Não ...acredito nisso! – Sarah bufa, me dirigindo um olhar assassino.

—Esperem que vou...- tento dizer, calando-me quando ela grita novamente, por dor desta feita – Ok, amor, relaxe....tente relaxar e respirar – peço, agachado a seu lado, o pânico ameaçando toma-me.

—O que está acontecendo aqui? – uma voz grave chega a meus ouvidos e ergo a cabeça visualizando um homem loiro e alto a nos observar.

—Estamos tendo um bebê! -Emma adianta-se.

—Ele esqueceu a careteira e achave do carro – Lívia acresce – Pode nos ajudar? – pergunta de repente.

—Claro. Venham comigo – prontifica-se o sujeito de imediato, assumindo a tarefa de conduzir a cadeira de rodas – Melhor se concentrar em sua esposa amigão...antes que ela decepe sua mão! – recomenda em tom divertido e rio nervoso – Meu carro é este aqui – avisa, parando ao lado de uma SUV prata – Vou por vocês dois e pequena atrás. Vocês duas vão comigo na frente – organiza, destravando e abrindo o automóvel.

—Não, ela não...- tento falar mas me calo ao ter a mão apertada mais uma vez, retendo o ar, soltando-o quando Sarah afrouxa o aperto – Amor, importa-se em trocar de mão? Não estou sentindo meus dedos – peço enquanto a ajudo entrar no veículo, sentando-me de maneira a poder apoia-la contra meu corpo, Marina surgindo pela outra porta agarrada aos bonecos, sentando-se tranquilamente enquanto o estranho coloca o cinto de segurança nela. Faço o mesmo, puxando-o até que envolvesse Sarah e a mim, vendo-o dar a volta assumindo o assento do motorista após haver guardado tudo, inclusive a cadeira de rodas, na mala.

—Para onde? – pergunta, pondo o cinto, encarando Lívia, que já se acomodara juntamente com Emma no banco da frente.

—Gaffiney Chicago Medical – respondo antes dela.

— Certo, mas terão de me guiar porque não conheço a cidade. Mudei pra cá ontem — comunica, ligando o carro, o novo grito de Sarah preocupando-o – Acha que dá tempo? – quer saber, olhando-me pelo retrovisor interno enquanto manobra.

—Dá sim – garanto, voltando a concentrar-me em minha noiva.

—Pode deixar que eu te guio – Emma diz.

—Pode confiar. Ela sabe o caminho de olhos vendados – Lívia tranquiliza-o.

—Ok. Vamos lá então. Guie-me senhorita – o estranho pede, deixando a garagem de nosso prédio, acelerando rumo ao Med enquanto rezo para não ter-lhe mentido.

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Claire(2:10 a.m)

Recosto-me ao batente da porta do banheiro perdendo alguns segundos para admirar o homem deitado em minha cama.

Quando conheci Jay Halstead tive raiva. Muita raiva. Afinal ele estava espancando meu irmão em pleno corredor do hospital aonde Connor trabalhava por causa de uma mulher com a qual tivera um relacionamento no passado e agora estava com meu irmão, melhor dizendo, grávida dele já que na época ainda não haviam assumido a relação. Mas, depois disto, muita coisa aconteceu.

Sorrio ao vê-lo mudar de posição abraçando meu travesseiro. Caminho em direção a cama, engatinhando sobre o colchão até deitar-me a seu lado.

Quando estou me preparando para abraça-lo, meu celular vibra em cima do criado mudo com o sinal de mensagem. Pego-o resmungando, abrindo o aplicativo, enrugando o cenho ao ver a mensagem relativamente agressiva de Kimberly, amiga de Sarah: “Atendam a droga dos celulares!”.

Estou prestes a responder na mesma moeda quando vejo as seis ligações de meu irmão e uma mensagem de voz. Ouço-a, saltando, literalmente, da cama.

—Jay acorde, temos que ir – chamo, correndo em direção a meu closet, pegando a primeira roupa que visualizo: um conjunto em moletom azul e branco, vestindo-o por cima da blusa, única peça que usava além da calcinha, retornando ao quarto – JAY! – grito ao mesmo tempo que praticamente o empurro para fora da cama.

—O que foi? O que aconteceu? – pergunta ele, sentando-se, me olhando confuso.

—Meu sobrinho vai nascer!!! – aviso vendo o entendimento da frase formar-se em seu semblante lentamente, sua boca linda e deliciosa, abrindo-se num perfeito "OH" de espanto e surpresa – Isso mesmo. Max vai nascer!! – reitero, escutando o celular dele tocar – Deve ser Kimberly. Ela tentou ligar pra mim, pra você, o Connor ligou seis vezes...AI MEU DEUS!! – grito, assustando-o – As meninas Jay! Connor deveria estar ligando para ir ficar com as meninas enquanto levava a Sarah para o hospital. Oh, merda!! Meu irmão deve estar louco da vida comigo! – exclamo, levando uma mão a testa, atendendo meu celular – Oi Kim, só vi as mensagens, sua e do Connor agora. Jay e eu já estamos a caminho do apartamento....- paro escutando-a.

< Não, não, vão direto para o Med. Eles estão a caminho. E nós também, Adam e eu, com a obstetra de Sarah >

—Vocês que estão levando ela? Por que? – questiono, olhando Jay, que zanzava pelo quarto usando apenas sua box branca – Dá pra parar de desfilar seminu na minha frente? Assim fica difícil concentrar no que Kimberly esta dizendo – reclamo, impaciente.

—Eu não acho minha calça! – reclama de volta, agachando-se junto a cama.

< Está me ouvindo Claire? > Kimberly pergunta, não me dando chance responder < Estamos levando a doutora Harris porque o marido está fora da cidade e o carro dela na revisão, então Maggie nos pediu para leva-la e estamos tentando fazer >

—Tentando? Como assim tentando? – questiono-a, retornando ao closet, pegando outro moletom, a calça apenas, voltando ao quarto outra vez, atirando-a contra Jay, que me dirige um olhar inquisidor – Veste e não discute!!! — ordeno com o dedo em riste, ele obedecendo ressabiado.

< Houve um acidente e o transito deu uma complicada. Mas a coisa já está começando a fluir > garante < Olha só, vou desligar. Nos encontramos no hospital >

—Certo. Até já – despeço-me, desligando, apertando os lábios a fim de segurar o riso ao ver meu namorado usando um moletom pelo menos dois números menor do que o ideal.

—Não dá pra sair assim Claire! – resmunga ele, olhando em volta – Onde raios foi parar minha calça? – interroga, vestindo sua camiseta.

—Não sei e não temos tempo para procurar meu querido. Temos que correr porque nem imagino como meu irmão conseguiu se virar sozinho para levar a Sarah e duas crianças pequenas isto sem contar ter que lidar com toda ansiedade que deve estar sentindo – pondero enquanto busco as chaves de casa e do meu carro – Suas chaves estão fáceis? Não lembro onde pus as minhas – pergunto.

—Devem estar de braços dados com a minha calça em algum buraco negro neste quarto!– Jay ironiza de maneira descontraída e ambos rimos – Estão na mesinha. As minhas ao menos. Vamos no meu carro – convida, pegando-as juntamente com o casaco – Eles já estão a caminho do hospital ou saindo de casa? – quer saber enquanto andamos pelo corredor.

—A caminho do hospital – informo, seguindo-o o mais rápido que consigo – Meu sobrinho vai nascer! Não acredito! – vibro, pulando no pescoço de Jay, lhe dando um selinho quando paramos em frente ao elevadores.

—Antes da hora, pra variar. Todos os Rhodes são apressados assim ou será que herdou a pressa do lado materno?! – questiona ele e rio pelo nariz.

—Bom, do lado materno nada posso dizer. Da parte dos Rhodes posso te dizer que Connor e eu não tivemos pressa, mas sei de primos que nasceram antes da hora então acho que pode ter herdado sim de nossa família – digo, ainda com os braços em volta de seu pescoço – O importante é que corra tudo bem e nasça com saúde na medida do possível para um prematuro – afirmo, a preocupação com ambos, mãe e filho, assaltando-me – Jay, acha que está tudo bem? Quer dizer...se Sarah e o bebê estivessem correndo risco de morte meu irmão diria não é? – questiono-o, tensa, toda alegria de a pouco esvaindo-se.

—Com certeza meu amor – diz, entrando no elevador ainda abraçado a mim – Relaxe Claire, vai dá tudo certo – tranquiliza-me com um selinho.

—Fale pela boca de um anjo meu amor! – exclamo, suspirando, rezando mentalmente para tudo estar bem com minha cunhada e meu sobrinho.

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Chicago Med (3:07 a.m)

Narrador

A SUV prata estaciona no limite da calçada defronte ao Med, o motorista e as duas caronas descendo mal o carro para, correndo lateralmente ao veículo, ele indo direto para a traseira do veiculo enquanto a mulher e a menina abrem as portas permitindo aos passageiros descerem.

—Emma, segure sua irmã – Sarah recomenda, apoiada ao noivo – Desculpa por seu carro – pede, olhando desolada o banco completamente encharcado pelo liquido placentário, sentando-se na cadeira de rodas com a ajuda do noivo.

—Nada que uma boa lavagem não resolva – declara o loiro, sorrindo gentil – Vou pegar a valise e travar o carro enquanto entram com ela – avisa, caminhando de volta a traseira do automóvel.

—Ok – Connor anui, empurrando a cadeira tendo as duas pequenas cunhadas e a vizinha ladeando-os, Will e Maggie surgindo mal adentram a área de triagem.

—Por que demoraram tanto? – interroga o ruivo, estendendo a mão para Sarah, que a segura com força fazendo-o abrir a boca fazendo uma careta de dor ao mesmo tempo em que inclina-se levemente sem no entanto pararem de andar.

—Esta foi uma das razões – Connor diz, sorrindo de forma travessa.

—Já estão à sua espera – avisa a enfermeira, aproximando-se do cirurgião – Caitlin atrasou um pouco. Está chegando em cinco minutos mas pediu para subirmos e irmos agilizando tudo. Nat veio para ajudar – cochicha recebendo um aceno positivo dele, adiantando-se a apertar o botão do elevador, agachando-se a fim de falar com a médica – Não se preocupe meu bem, vai dar tudo certo. Já preparamos tudo para você e este rapazinho apressado! – brinca, arrancando um sorriso curto da jovem, que fecha os olhos mais uma vez, apertando a mão que segurava com força.

—Puta que....- Will solta, mordendo a livre, contendo o palavrão.

—Pois é...imagina sentir isto e ainda ter que empurrar uma cadeira e segurar uma menina de seis anos nos braços! – Connor exclama fazendo Sarah voltar o rosto em sua direção, fuzilando-o – Não que esteja reclamando meu amor – apressasse a dizer, conduzindo a cadeira para dentro do elevador assim que as portas abrem.

—Olha tia Maggie, trouxe o Olaff e a Ana para conhecerem o Max – Marina diz, chamando atenção da enfermeira para ela.

—Que bom meu anjinho. Aposto que ele amar, especialmente o Olaff! – exclama a enfermeira, piscando para ela, franzindo o cenho, olhando da garota que a tinha nos braços para o homem que imprensava-se num canto segurando a valise de Sarah.

—A Lívia ajudou a gente a descer pra garagem e o...- Emma começa dizer, voltando-se para o loiro de forma inquisidora – Ainda não sabemos seu nome – lembra.

—Scott Covington – apresenta-se, erguendo parcialmente as mãos ocupadas, um sorriso brejeiro no rosto.

— O Scott teve que nos trazer porque o Connor esqueceu a carteira e a chave do carro no apartamento e só percebeu quando estávamos na garagem e a bolsa já tinha estourado – completa a menina, abrindo parte do casaco que vestia.

—Esqueceu a chave do carro? Sério? – Will inquire, rindo divertido.

—Eu já falei Tudo que tive de providenciar Sozinho enquanto tentava acalmar minha noiva e a mim?? – devolve o cirurgião.

—Connor, amor, me dá sua mão – Sarah pede, dirigindo-lhe um olhar autoritário, ele obedecendo, hesitante, puxando o ar de forma ruidosa quando ela a segura – Se reclamar de mais alguma coisa, juro que te esgano assim que nosso filho nascer!! – ameaça fazendo os demais reterem o riso com muito esforço.

—Chegamos ao andar da Obstetrícia graças a Deus!! – Will comemora.

—Por que Will tá alegre Liv? – Marina pergunta enquanto saem do elevador.

—Porque pensava que ganharia a liberdade – responde a jovem, ambas tapando a boca escondendo o riso.

—Sigam direto para a SO, Sarah tem que ser preparada para o parto quer seja natural ou cessaria – Maggie avisa, os dois médicos a obedecendo – Vou conduzir vocês a sala de espera. Aqui, dê-me esta valise, vou providenciar para que seja levada ao quarto dela – pede, chamando os acompanhantes com a mão.

—Não podemos ficar com a Sarah? – Marina pergunta, tristonha.

—Porque ela vai ter um bebê Mama. Não podemos ficar na sala de cirurgia. Só os médicos podem – Emma explica caminhando lado a lado com Lívia, que carrega a menina nos braços, e de Scott, que decide permanecer mesmo tendo sido liberado, o grupo estancando boquiaberto ao verem Claire e Jay aproximarem-se.

—Onde ela está? Chegamos a tempo? Ele já nasceu? – dispara a empresaria, ansiosa.

—Acabam de entrar na SO – Maggie informa, segurando o riso.

—Vamos esperar na sala – Marina informa, olhando o policial de alto a baixo – Que roupa estranha Jay – comenta a menina.

—Pensava o mesmo! – Lívia assume, espremendo os lábios para conter o riso.

—Pressa – resume o detetive, seguindo-os.

Após deixar o grupo na sala de espera, Maggie retorna a SO a fim de auxiliar no parto, vestindo-se adequadamente antes de adentrar a sala, notando a ausência de Caitlin.

—A doutora Harris esta fazendo sua assepsia neste momento. Estará conosco dentro de alguns minutos – informa a auxiliar da Obstetra – Enquanto isto, vamos continuar fazendo os exercícios de respiração e controlar nossa força para o bebê não nascer antes da hora, certo mãe? – pergunta a jovem, Sarah, Connor, Natalie e Maggie encarando-a.

—Hã...está sabendo que este bebê é prematuro não está? – Will, que encontrava-se as costas da mesma.

—Quis dizer antes de a doutora Harris chegar – esclarece a enfermeira.

—Nat e Maggie Já estão aqui e tenho certeza de que a doutora Harris não irá opor-se em que comecem – retruca o médico, irritado, o grito de Sarah sobressaltando-os.

—Mãe, precisa empurrar e não gritar. O bebê não vai sair pela boca! – a jovem surpreende-os com o comentário.

—Tira. Ela. Daqui. Agora – Sarah ordena entredentes, dirigindo um olhar assassino a garota, que recua.

—Desculpe mas quem é você mesmo? – Connor questiona, olhando-a por sobre a cabeça da noiva, que começa a mexer-se inquieta, gemendo cada vez maus alto – Estou aqui amor, estou aqui – avisa, beijando-lhe o topo da cabeça.

—Ok Sarah, inspire...expire....inspire...expire – Natalie orienta, dando as costas a enfermeira – Quando sentir a contração quero que empurre o mais forte que conseguir ok? – pede a Pediatra posicionando-se de frente para a médica tendo Maggie mais à direita da mesma – Está pronta?- pergunta, ela respondendo com um aceno afirmativo – Então vamos lá....inspire...expire – orienta mais uma vez, a médica seguindo suas orientações.

—Como vamos indo? – Caitlin Harris pergunta, adentrado a SO.

—Em contagem regressiva – Maggie avisa, a atenção de todos sendo chamada pelo grito forte que Sarah emite – Aguente firme minha querida, aguente firme – diz carinhosamente.

Durante os minutos seguintes, Sarah esforça-se em seguir as orientações de sua Obstetra reforçadas por Nat, Connor apoiando-a com palavras carinhosas

—Esta indo bem meu amor!- sopra em seu ouvido, deixando um beijo terno.

—Não posso mais. Não vou conseguir Connor – sussurra a médica, cansada.

—Vai sim meu amor, eu sei que vai – declara ele, segurando suas mãos – Só mais um pouquinho amor. Só mais um pouquinho – diz, respirando profundamente – Estou aqui com você.

—Só mais um pouco Sarah. Ele está vindo – Nat incentiva – Vamos lá minha amiga, você consegue – repete as palavras do cirurgião.

Num ultimo esforço, a médica reúne suas forças, empurrando forte.

—Ele esta vindo! Está vindo Sarah! – Caitlin Harris comemora – Só mais um pouquinho – pede, segundos antes de o choro do bebê ecoar pelo ambiente, emocionando a todos.

Delicadamente, a Obstetra ampara o recém nascido enquanto Maggie prende o cordão permitindo o corte. Harris leva o bebê a mesa próxima, pesando-o, fazendo sucção dos restos de placenta de sua boca e nariz, a enfermeira, agora quieta, ajudando-a limpar e envolver o pequeno na manta previamente colocada no local antes de leva-lo ao encontro dos pais.

—Oi papai, oi mamãe. Cheguei! Estou muito bem apesar de ter vindo ao mundo antes do previsto. Peso um quilo e seiscentas e cinquenta e cinco gramas o que vai me permitir ficar a seu lado no quarto – Caitlin apresenta-o enquanto caminha até eles, pondo-o nos braços de Sarah – Ele é lindo e saudável. Meus parabéns papai e mamãe – declara, sorridente.

—Olha Connor, nosso filhinho! Nós conseguimos meu amor! – exclama a médica, soluçando, olhando o filho emocionada.

—Não meu amor, você conseguiu – corrige-a o cirurgião – Eu só dei uma ajudinha! – brinca, olhando mãe e filho enlevado – Amo você Sarah. Amo – declara, beijando-a sob os olhares encantados da Obstetra, Maggie, Natalie, Will e da jovem e emocionada enfermeira.

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Connor (5:13 a.m)

Volto-me para o interior do quarto ao escutar o suspiro de Sarah e sorrio ao vê-la abrir os olhos, sorrindo-me de volta.

Levanto-me do dormente da janela aonde me encontrava sentado, indo a seu encontro desviando-me de nossos amigos, que encontravam-se espalhados pelo quarto.

Nenhum deles quis ir embora após o parto haver terminado. Nem mesmo Jay, que estava simplesmente ridículo usando a calça moletom de minha irmã pra lá de justa nele! Até Lívia, nossa vizinha, insistira em permanecer, caso pudesse, conosco depois de me apresentar o cara do carro que nos trouxe, único a deixar o hospital.

O resultado é que Maggie se desdobrou para nos colocar em um quarto mais amplo aonde pusemos uma cama extra para as meninas enquanto os demais dividiam o sofá, a poltrona e dois colchonetes que Maggie conseguira com a promessa de irem embora assim que o dia raiasse pra evitar problemas com Miss Goodwin.

—Oi – saúdo-a parando ao lado do leito, afagando seu rosto gentilmente.

—Oi – responde, sorrindo de volta, esticando o pescoço a fim de olhar a volta – Mas o que eles estão fazendo aqui? – questiona, admirada.

—Pois é meu amor, ninguém quis ir embora – conto, explicando o acordo feito com Maggie, ela rindo ainda mais – Como está se sentindo? – quero saber, acariciando seu braço até alcançar a mão, enlaçando nossos dedos.

—Cansada. Muito cansada, mas feliz. Muito feliz – declara, suspirando, ainda sorridente – E nosso filho, onde está? – pergunta, tencionando levantar-se.

—Bem aqui – respondo, pondo-me de lado de modo que pudesse ver o berço em acrílico sobre a armação de metal com rodas que permitia move-lo – Por estar acima de um quilo e meio e estar com os pulmões e o sistema digestivo praticamente prontos, não precisou ficar na incubadora – explico vendo-a sorrir – Quer que o pegue? – indago, ela assentindo com um gesto de cabeça, emocionada.

Trago o berço para mais perto. Com cuidado, seguro nosso filho da forma que Maggie ensinara-me fazer, conversando com ele quando “resmunga”, pondo-o nos braços de Sarah delicadamente.

—Ele é tão pequeno, tão delicado e lindo! – diz, deslizando seu dedo indicador pelo rostinho de nosso filho, que faz uma caretinha engraçada – Oi meu amor! – Sarah fala baixinho, levando-o bem perto de seu rosto cheirando e tocando-o com os lábios num beijo delicado, afastando-o logo em seguida, olhando-o enlevada – É a mamãe meu bem! Estou tão feliz em ter você aqui, com saúde meu amor! – conversa com ele em tom doce e baixo — Será que está com fome? – questiona ante os muxoxos que faz.

—Pouco provável já que a enfermeira lhe deu o suplemento uns dez minutos atrás – informo, ela se voltando para mim, séria.

—E por que não me acordou? Queria ter participado deste momento! – ralha fazendo bico.

—Por que precisava descansar meu amor. E estava dormindo tão lindo que não tive coragem de te acordar além do mais, ela irá retornar dentro de duas horas para repetir o processo junto com você – justifico-me, tocando a ponta de seu nariz – Não precisa ter pressa amor, teremos muito tempo para aprender tudo que precisamos para cuidar de nosso menino – tranquilizo-a.

—Eu sei amor. É só que...bem, não queria perder nada, por mínimo que seja – diz, franzindo o nariz numa careta engraçada e rio junto, ela voltando-se para ele novamente, acariciando as bochechas — Ele riu Connor! Riu para mim – exclama, emocionada.

—É bem risonho nosso menino! – anuo, encostando meu rosto no dele com cuidado para a barba não irritar sua pele sensível (iria tira-la na primeira oportunidade mesmo Caitlin e Nat garantindo que no tamanho que estava no era prejudicial) – E lindo! – repito o que dissera segundos atrás — E fomos nós que fizemos!! – exclamo, lhe dando um selinho – Vamos fazer outro Sarah?! Muitos outros!!! – peço, contornando o leito, ouvindo-a rir suave enquanto me acomodo no espaço mínimo a seu lado apoiando meu corpo em um braço, envolvendo-a com o outro.

—Vamos sim, mas daqui um ano ou dois!! – concorda, virando o rosto para olhar o meu – Isto se ainda me quiser caso esteja gorda ou flácida ou as duas coisas! – dramatiza e rio baixinho, beijando-a novamente.

—Sabe aquela canção popular do Ed Sheeran:...Darling I’ll be loving you till we’re seventy...- cantarolo em seu ouvido fazendo-a corar levemente-...and baby my heart, could still fall for you as hard every day...- declaro, alterando a letra, fazendo seu sorriso aumentar – Vou te amar cada dia mais e mais até ficarmos velhinhos e rabugentos! – brinco.

—Você que vai ficar rabugento! Eu ficarei, talvez, apenas um pouquinho só! – devolve no mesmo tom, empinando o nariz, atrevida, me dando um selinho.

—A é?? Então quer dizer que...When my hair’s all but gone and my memorie fades ...- recomeço cantar em seu ouvido alterando levemente a letra mais uma vez-...And I can’t even remember my name...- rimos juntos e lhe dou mais um selinho antes de continuar -...when my hands don’t play your body the same way...

...I know I’ll stil love you the same!! – responde, me interrompendo, também cantarolando — ...Cause honey, your soul, could never grow old, it’s evergreen; and baby, your smile’s forever in my mind and memory...I thinkin’ bout how..— para, tocando meu rosto com a mão livre antes de cantarolarmos o refrão da canção juntos, olhando um nos olhos do outro...

...People fall in love in misterious ways, maybe just the touch of a hand; Me I fall in love with you every single day, I just wanna tell you I am...I'm thinking out loud, maybe we found love right where we are...! – silenciamos, nos encarando por um tempo indeterminado, unindo nossos lábios num beijo repleto de promessas, carinho e amor...

“...Baby, now;

Take me into your loving arms;

Kiss me under the light of a Thousand stars(oh, darling);

Place your head on my beating heart;

I’m thinking out loud;

Maybe we found love right where we are;

Maybe we found love right where we are;

Maybe...we ...found ...love...right;

Where we are!”

Notas finais
Até breve. Bjinhos flores!