Love Cook, Love Food

10 Clima de sensações


Estavam os quatro reunidos na casa do cozinheiro. Garp foi descansar no quarto, já que sua coluna não estava tão boa quanto ele pensava. Sabo e Luffy finalmente tiveram o reencontro de nove anos atrás e Sanji fumava um cigarro para se acalmar, como de costume.

– Tem certeza que você vai cuidar bem do meu irmão, Sanji? Eu acho melhor levá-lo ao hospital.

– Eu já cuidei uma vez dele, sabia? E além do mais seria injusto você tirá-lo de mim depois de todas as merdas que esse carinha fez.

Basicamente, Sabo queria cuidar do irmão e levá-lo a um hospital, para tratar todas as marcas de agressão por ele sofridas. Porém, Sanji negou o pedido do irmão mais velho e fez questão de manter Luffy em sua casa.

No começo foi difícil, Sabo ainda não confiava muito em Sanji devido a sua personalidade horrível. Ele tinha medo do irmão acabar sendo influenciado negativamente pelo loiro.

– Onii-chan, eu vou ficar bem. O Sanji não é tão ruim quanto parece!

– Viu só? Ele vai ficar bem, irmão de merda. — Completa Sanji.

– Tá, tá, mas eu ainda não gosto de você, Sanji! Eu vou vir aqui visitar meu irmão com frequência, ok? Pra garantir que você não fez nada com ele.

– É assim que você fala com quem salvou o Luffy DUAS vezes? Você e aquele seu avô são realmente inúteis...

– Hã? Você quer brigar, maldito?!

Os dois loiros começaram a brigar novamente, até que foram interrompidos por Luffy, que já não aguentava mais ver tanto conflito no mesmo dia. E assim, Sabo foi acordar seu avô para voltarem a sua cidade.

– Ei, Luffy, se esse cozinheiro fizer alguma coisa ruim com você me liga, tá? Eu venho aqui imediatamente para matá-lo!

– Vocês precisam mesmo ir embora agora? Fiquem mais um pouco! — Disse Luffy, já com saudade de seu avô e irmão.

– Nós precisamos ir, Luffy. — Responde Garp. — Tem muita coisa pra resolver lá na cidade agora que Teach foi preso.

– Mas, Luffy! — Interrompe Sabo. — Se acontecer alguma coisa, me ligue ok? Eu venho aqui imediatamente!

– Ok! Ele finaliza com um sorriso.

E assim eles se despediram, fazendo com que Sanji e Luffy finalmente pudessem ficar sozinhos em casa. Antes de qualquer coisa, os dois foram para a cozinha realizar os desejos alimentícios do menor, já que a comida que Teach lhe dava era horrível.

– Coma mais devagar, Luffy, desse jeito vai acabar tudo rápido. A comida precisa ser apreciada antes de ser ingerida!

– Mas a sua comida é tão boa, Sanji... se eu pudesse eu comeria o dia todo...

Ele estava com a voz bem fraca e parecia estar realmente muito cansado, principalmente depois de passar a noite toda acordado enquanto estava sendo feito de refém.

– Ei, Luffy... tá tudo bem com você?

Sanji colocou uma mão em baixo da testa do garoto. Ele estava quente, muito quente.

– Sanji... eu me sinto fraco...

– Idiota, você tá ardendo em febre!

Luffy desmaiou e foi levado para o quarto do cozinheiro rapidamente, onde foi posto em sua cama para descansar. Sanji ficou apreensivo ao ver o estado do outro e permaneceu ao seu lado, sentado em uma cadeira próxima à cama, segurando sua mão com bastante força, até começar a dormir ali mesmo.

Demorou um pouco, mas logo Luffy foi acordando. Mesmo que os dois tenham ficado dormindo por aproximadamente três horas, em nenhum momento suas mãos se desgrudaram.

– Huh, eu dormi?

Luffy foi despertando e percebeu que Sanji segurava sua mão enquanto dormia na cadeira. Imediatamente, ele deu um beijo na testa do loiro e o trouxe para cama, voltando a dormir, mas dessa vez abraçado ao amigo.

– Obrigado, Sanji...

~ X ~

Eles dormiram a tarde inteira bem juntinhos e abraçados, de conchinha, até acordarem com o celular de Sanji que começou a tocar.

– Hum... Luffy? Acho que eu acabei dormindo aqui.

– Bom dia... Sanji...

Ambos ainda estavam bem sonolentos, mas, pela primeira vez o cozinheiro não pareceu se incomodar em acordar ao lado do garoto. Ele acabou atendendo ao telefone normalmente, sem dar maiores ataques.

– Paula, é você? Quanto tempo.

"Tempo? Nós tínhamos marcado um encontro para hoje né, Sr. Harris? Ou o Sr. se esqueceu de mim?"

– Encontro...? AAAH, SIM, SIM! Hoje é sábado ainda, eu esqueci completamente!

"Então o Sr. se esqueceu de mim mesmo? Eu me sinto tão inútil!"

– N-Não, é que aconteceram várias coisas! Eu vou te buscar aí imediatamente!

O cozinheiro apaixonado levantou-se da cama com pressa, já vestindo seu terno.

"Não precisa se dar ao trabalho, eu te liguei justamente pra cancelar nosso encontro!"

– Eu já estou indo pro carro, em cinco minutos eu chego a... pera, o que você disse?!

"Apareceu nos jornais que você tem passagem pela polícia e que seu pai te deserdou! Eu não saio com pobres!"

– DESERD... EI, PERA! COMO ASSIM?!

Ela desligou o celular. Sanji ainda estava no quarto, acabando de se vestir e se deu conta de tudo o que havia acontecido. Ele havia esquecido completamente que tinha sido deserdado pelo pai ontem!

– Ei, Sanji! — Luffy interrompeu, com raiva. — Você vai mesmo se encontrar com uma mulher depois de tudo o que aconteceu?!

– Ela me deu... um fora... uma mulher... me deu um fora...

O cozinheiro estava completamente traumatizado. Essa foi a primeira vez que ele havia levado um fora de uma mulher. Era como se o mundo dele estivesse sendo destruído em sua frente!

– Ei, o que houve? Ela cancelou o encontro? — Luffy saiu da cama e foi em direção ao amigo, tentando consolá-lo.

– Você... — Sanji lançou um olhar de raiva para o garoto. — SAI DA MINHA CASA, AGORA!

– C-Como assim? Você tinha pedido pra eu ficar!

– É? Eu mudei de ideia! Por sua causa o meu pai tirou tudo o que eu tinha!

– M-Mas, Sanji...

– CALA BOCA! Eu já não tinha pedido pra você não se meter mais na minha vida?! Você estragou tudo!

– Do que você tá falando? — Luffy começa a ficar com raiva e cerrar os punhos. — Hoje mesmo... você não tinha dito que me amava?!

Criou-se um silencio esmagador no quarto. Os dois estavam com raiva, chegando a tremer de tanta excitação, como se fossem explodir a qualquer momento.

Luffy não entendia o motivo do outro ficar daquele jeito de repente, já que pareciam tão juntos há poucos segundos.

– Amar você? Não me faça rir, Luffy! Eu nunca amaria alguém como você!

– MENTIRA! Se não, como você explica o fato de ficar segurando a minha mão enquanto eu dormia? De me abraçar deitado junto comigo?

– Eu tive pena, só isso! Pena de ver você todo machucado!

– Então por que me beijou naquela hora? Foi por pena também?

FOI! Não existe outro motivo pra eu ter feito aquilo! AGORA SAI DA MINHA CASA!

– NÃO! Não vou sair daqui até você admitir!

– Admitir o quê? Você ficou louco!

– Admitir que me ama, Sanji!

Mais uma vez o silenciou alastrou no local. Já com muito ódio daquela situação e com medo de perder seu orgulho, Sanji foi correndo em direção ao garoto e levantou seu punho, desferindo um soco no meio do rosto de Luffy, que caiu no chão com o impacto.

– PARA DE FALAR MERDA! EU NÃO SOU COMO VOCÊ!

O loiro ficou sentado em cima do garoto, imobilizando-o. Luffy, que já estava cansado de tanto brigar, preferiu não reagir ao ataque. Ele apenas respondeu aos gritos do loiro.

– Pode me bater à vontade, Sanji... isso não vai mudar nada!

– Não tem nada pra mudar, Luffy!

Ele se preparou novamente para dar outro soco nele, começando a levantar seu braço e cerrar seus punhos, mas dessa vez... ao invés de finalmente desferir outro golpe no garoto, lágrimas começaram a cair de seus olhos.

– O que foi? Cansou de ficar fugindo?!

– Luffy... por que eu não consigo ficar com raiva de você?

Sanji desistiu de tentar atacar o outro e se pôs a chorar ainda em cima dele. Luffy olhava para ele bem triste, começando a falar com uma voz baixa e suave.

– Não tem problema nenhum você ser sincero consigo mesmo, Sanji. Só estamos nós dois aqui no quarto.

– E o que você quer que eu faça? — Ele ficou zangado de novo. — Quer que eu te beije, me case com você e fuja para algum lugar distante, onde possamos adotar dois filhos e viver felizes para sempre?!

– É a segunda vez que você diz isso! É uma ideia tão ruim assim?

– Não é que seja ruim, é que é uma ideia impossível!

– Impossível por qual motivo?

– É muito complicado... só isso.

– Então por que não começamos aos poucos?

– C-Como assim?!

– Esquece a parte do casamento e dos filhos por enquanto, isso nós decidimos depois.

– E o que faremos agora então?

– Por que você mesmo não decide, Sanji? O que você realmente quer fazer agora?

– O que eu realmente.. quero fazer agora..?

Nem ele mesmo sabia o que queria. Sua raiva sem sentido já tinha passado, mas Sanji ainda não sentia-se pronto o suficiente para encarar seus verdadeiros sentimentos.

Ele começou a descer com a coluna até ficar bem próximo a Luffy, meio sem perceber o que estava fazendo. Era como se o seu corpo se mexesse sozinho, nem o próprio cozinheiro tinha noção de suas ações.

E foi chegando com seu rosto cada vez mais próximo do garoto, até que finalmente seus lábios começaram a se encostar, seus olhos foram fechando e ele só sentia os braços de Luffy por volta de suas costas, bem apertado, deixando Sanji livre para fazer o que quisesse consigo.

Os dois aumentavam o ritmo de seus beijos, que começaram bem lentos e calmos mas que agora já estavam bem mais profundos e apaixonados. Eles só se afastaram mesmo em busca do maldito oxigênio, já que ambos não conseguiam respirar direito.

– Sanji...

– Luffy, me perdoa... — O loiro deita no ombro do moreno, sussurrando em seus ouvidos. — Eu fui um idiota...

– Tudo bem, não pense nisso agora. — Ele dá um sorriso bem largo como de costume.

Eles voltaram a se beijar, saindo do chão e indo para cama, onde podiam ficar mais confortáveis. Sanji estava por cima de Luffy, segurando suas mãos na altura da cabeça e foi começando a dar beijos em seu pescoço.

– Luffy, eu não sei direito, mas eu acho que...

– Você acha que..?

– N-Não, eu tenho certeza! Eu amo você, Luffy!

Sanji P.O.V

N-Nem acredito que eu consegui dizer isso... tá certo que eu já tinha falado isso antes, mas é totalmente diferente. Agora nós dois estávamos bem mais juntos e... sozinhos...

O Luffy simplesmente abriu um sorriso gigantesco para mim de novo, como se aquelas simples palavras tivessem sido de grande importancia para ele.

– Eu também te amo, Sanji! Kishishishi!

Ele é tão simplista... como alguém pode dizer isso com tanta facilidade e depois rir de um jeito estranho como esse? Foi tão difícil pra mim falar uma coisa dessas e pro Luffy parecia ser a coisa mais natural do mundo!

Mesmo assim... ouvi-lo dizer essas palavras me deixava feliz.

Voltei a beijá-lo nos lábios, descendo até seu pescoço e indo na altura de seus ombros. Ele me abraçava forte, provavelmente para deixar nossos corpos colados um no outro, sem nenhum espaço sobrando.

Mesmo ele sendo um homem... era tão bom beijá-lo. A única coisa que me incomodava realmente eram essas malditas marcas em seu corpo!

– Ei, Luffy...

– Hum?

– Aquele desgraçado do Teach... ele tocou em você? — Perguntei, já temendo a resposta.

– Não... eu prometi pra você que não deixaria ninguém me tocar, né? Então eu mordi ele quando ele tentou.

– Mordeu..?

– É, já que as minhas mãos estavam amarradas! Kishsishishi, mas não pense nisso agora, Sanji.

– Desculpa, é inevitável não pensar com essas marcas no seu corpo...

Eu queria saber. O que é essa sensação que eu sinto quando estou com ele? É como se eu quisesse protegê-lo a todo custo, mesmo ele sendo muito mais forte que eu. Provavelmente porque ele é sequestrado praticamente toda hora...

Mas isso não é hora de ficar pensando em coisas tristes! Eu preciso dessa chance para ter certeza se eu consigo ou não fazer essas coisas com outro homem!

Comecei a tirar a camisa vermelha que ele insistia em vestir, mesmo tendo várias roupas melhores no guarda-roupa. Seu peito era incrivelmente definido e seus mamilos eram bem rosinhas, completamente mordíveis.

Enquanto eu dava pequenos chupões em seu peito, Luffy ia soltando alguns gemidos abafados que me faziam ficar mais excitado ainda. A voz suave dele batia em meus ouvidos como uma canção, como um verdadeiro anjo!

Fui continuando a beijar seu corpo, até ir gentilmente com minha mão no volume de suas calças, começando a abaixá-las e a deixá-lo somente de cueca.

E-Eu não sei se consigo continuar daqui... da última vez eu congelei nessa parte! S-Será que dá pra perceber que eu to morrendo de medo?

– Sanji, se você quiser não precisa ir tão longe...

– Luffy, se eu não quisesse fazer eu não teria nem começado.

Não sei de onde eu tirei coragem pra dizer uma coisa dessas e muito menos de fazer uma coisa dessas! M-Mas... até que não era tão ruim assim...

Fui a beijando seu volume, ainda por cima da cueca até ir me acostumando e começando a tirá-la bem devagar, deixando seu membro duro e rígido exposto. É a primeira vez que eu vejo um tão de perto...

Foi difícil, mas eu finalmente comecei a dar pequenas lambidas e chupadas em volta dele. Eu não sabia direito como fazer, nunca tinha visto nenhum vídeo ou coisa do gênero, mas... eu tentei fazer do jeito que ele tinha feito em mim antes.

– Aahn..n.. Sanji..!

Era tão bom ouvir os gemidos dele... fazer a pessoa que você ama feliz da a melhor sensação do mundo. Se eu soubesse que amar alguém era assim, jamais teria arrumado tantas mulheres na minha vida. Agora eu entendi o motivo dele ficar chateado quando eu disse que tinha várias namoradas.

O que eu tô fazendo? Não é hora de pensar nisso agora, Sanji!

– Luffy... você é incrivelmente gostoso...

E-E-E-u disse isso em voz alta?! P-Por que eu disse uma coisa dessas? Era pra ter ficado só na mente! S-Saiu sem eu nem perceber! Que vergonha... acho que eu vou me esconder debaixo da cama!

– S-Sanji...

Luffy ficou com o rosto mais corado do que já estava anteriormente. Ele começou a passar seus dedos entre meus fios loiros de cabelo e me puxar para cima, ficando perto dele novamente.

Ele foi desabotoando minha blusa social enquanto nos beijávamos. Em seguida, se pôs a me virar e a ficar por cima de mim, começando a beijar meu pescoço e morder minha orelha.

– Aahn.. Lu..ffy..!

Minhas mãos seguravam o lençol da cama com bastante força. Sempre que ele sussurrava em meus ouvidos eu sentia uma sensação única e meu corpo se arrepiava por inteiro! Essa sensação eu só conseguia sentir com ele e ninguém mais.

Sanji... eu amo você..!

Ele sussurrou no meu ouvido e foi descendo seus beijos até o meu peito, começando a abaixar meu zíper enquanto beliscava meus mamilos.

Até hoje o Luffy foi a única pessoa a dizer essa frase pra mim. Antes eu achava que era só besteira de filmes americanos, mas... ouvir ele dizer isso, não importa quantas vezes forem, é a melhor coisa do mundo.

– Eu amo você também, Luffy..! Aahn...!

Ele foi descendo mais ainda até chegar em minhas calças, abaixando-as junto com a cueca e beijando minha virilha, arrancando-me gemidos que iam ficando cada vez mais altos.

A boca dele é tão boa, tão gostosa...! Nem se compara às pessoas que eu fiquei anteriormente! Como alguém consegue ser tão incrivelmente irresistível assim? Ou melhor, como um homem poderia ser tão incrivelmente irresistível assim?!

Apesar de que ser homem ou não, isso já não importava para mim. É como aquele irmão de merda tinha falado antes... o que importa é a pessoa. Finalmente eu pude compreender o significado de tais palavras.

Luffy ia me masturbando enquanto me chupava, rodando com a língua pela minha glande e dando pequenos beijos em volta do meu membro, indo da base até a parte superior.

– Ne, Sanji...

– Huh?

Ele subiu e me beijou mais uma vez. Nossos corpos despidos ficaram se esfregando um no outro, me deixando mais excitado do que já estava. Sua pele também era extremamente macia ao toque e ele tem um cheiro muito bom.

– Eu quero você... Sanji...

– C-Como assim..?

– Você sabe, eu quero que você...

Ele começou a sussurrar várias coisas indecentes no meu ouvido. C-Céus... eu não faço a menor ideia do que fazer agora! Acho que depois de hoje eu vou precisar assistir alguns filmes se quiser ficar com ele...

– E-E-Eu não sei se consigo fazer tudo isso..

– Você consegue, Sanji! Eu vou te ensinar!

– M-Mas não vai doer não?

– Relaxa, deixa isso comigo.

Nossa, ele fala com tanta experiência e propriedade no assunto. Será que ele é algum tipo de ninfomaníaco?! Hum, se bem que isso pode ser bom pra mim.

Ele se virou de costas para mim e foi a me chupando novamente, em posição de 69, conforme havia me dito que faria entre os sussurros.

Luffy também havia me pedido para que, enquanto ele fizesse isso, eu começasse a lubrificá-lo com o dedo e a língua, e foi o que eu fiz.

É tão apertado... sério que dá pra entrar alguma coisa aqui dentro? Eu não quero machucá-lo mais do que ele já está!

– Acho que já tá bem lubrificado, Luffy.

– Yosh!

Ele se virou, ainda por cima de mim e começou a sentar em meu membro, abrindo espaço com os seus dedos.

– Aahn...! L-Lu..ffy...!!

– San..ji..! Você é maravilhoso..!

– V-Você que é.. Luffy..!

Dava pra sentir... era incrivelmente apertado, mas ele conseguiu colocar tudo dentro de si mesmo e começou a se mexer. Ele ia para cima e para baixo, de um lado para o outro e de bônus ainda rebolava ao mesmo tempo... era incrivelmente delicioso!

Eu fui ajudando-o a se mexer com minhas mãos, segurando sua cintura e levando ele cada vez mais fundo enquanto o masturbava. Luffy dava gemidos realmente altos, tão altos que provavelmente a França inteira já tinha nos ouvido! Só espero que não saia nos jornais...

Eu só conseguia sentir meu peito pulsando com tamanho tesão que esse garoto me dava. Mas não era só pelo sexo, tinha sentimentos reais envolvidos. Sentimentos bem profundos e ardentes que me faziam ainda mais feliz..!

– S-Sanji... eu vou..!

– Vamos juntos.. Luffy..!

Nós dois gozamos ao mesmo tempo, eu dentro dele e ele em minhas mãos, manchando minha cama com o líquido branco gosmento. Já cansado e ofegante, Luffy deitou-se ao meu lado novamente e nós ficamos trocando carícias bem de leve até quase dormimos.

– Sanji...

– O que foi, meu anjo?

– É que... eu to com um pouco de fome...

– ... Sério? Agora?

– Não precisa cozinhar se estiver cansado, eu peço uma pizza!

– Até parece que eu vou deixar você fazer isso. Eu cozinho pra você.

– S-Séeeerio? Obrigado, Saaanji!

– Já vi que eu vou ter muito trabalho daqui pra frente...