Love: Consequences And Effects
5 Love: definição
Notas iniciais
Capitulo 5
Descrição: O amor é tão doce e inocente quanto uma criança. Não diferencia o que é certo do que é errado, é puro, doce, não importando como age, é algo fofo que nos faz sentir bem.
~~Sábado; 4:00pm; Casa do Georg
A menina olhou aquilo, teve vontade de desenhar cada canto do cômodo. Essa era a sala de estar. A sala tinha paredes claras, em tons pastel com moveis mais escuros, tinha um grande espaço ali, em especial decorado com quatro sofás. A iluminação era meio alaranjada.
Tinham flores artificiais vermelhas ali, a sala bem iluminada tinha duas mesas de centro, nas mesas algumas plantinhas. Havia uma grande Tv de tela plana em uma das paredes, essa era marrom, debaixo da Tv tinha um pequeno armário, em cima do armário mais algumas flores artificiais.
Havia um sofá branco com almofadas vermelhas próximos a Tv, mas de lado para ela. Ao lado oposto desse sofá branco havia outro grande como o primeiro, eram divididos pelas mesas de centro e atrás desse sofá havia uma cortina branca que tampava a parede de vidro com uma bela vista para a cidade.
De frente para a Tv havia mais um sofá branco, menor que os outros e por trás dele mais um pequeno armário. Em cima do armário haviam pequenas velas entro de alguns vidros que decoravam o lugar. Sem duvida era uma sala gigante.
Os olhos da menina brilhavam, ela já ia abrir o caderno para começar a desenhar quando Georg segurou delicadamente em seu pulso. Ela olho para ele no mesmo instante e ele disse calmamente:
- você ainda vai ter tempo para desenhar, vem vou te mostrar o seu quarto – Georg disse
A menina assentiu e seguiu ele subindo as escadas. Chegaram a um corredor, nele tinham cinco portas, ele puxou ela delicadamente até a terceira porta e abriu. A menina entrou no quarto até um pouco tímida.
Era um belo quarto, extremamente simples, com uma cama de solteiro, ao lado um pequeno armário e uma escrivaninha de frente para a janela. O quarto era claro, com cortinas claras, em cima da escrivaria tinha um pequeno vaso de flores e havia também uma pequena porta que levava ao banheiro.
Ela olhava tudo, mas se contia a apenas olhar. Georg pegou as coisas das mãos dela e colocou na escrivaria. Ele sorriu para ela pedindo que ela olhasse o quarto, timidamente ela sentou na cama e olhou cada canto. Georg saiu para dar mais privacidade a garota.
Se levantou e abriu a porta do armário que, obviamente, estava vazio. Então ela abriu a porta para o banheiro, era pequeno, mas muito bem organizado. Era branco, com azulejos tanto brancos como verdes, tudo em tons claros. Haviam algumas toalhas lá para ela, junto a sabonetes e produtos para cabelo.
Georg bateu a porta e entrou. Consigo ele estava com alguns potes de comprimidos. Ele entrou no quarto fechando a porta e colocando os comprimidos na mesa.
- o que você achou? – ele perguntou
Ela não respondeu apenas continuou a olhar o quarto. Georg disse:
- vem vamos jantar – ele disse puxando delicadamente a garota
Ela seguiu até a sala de jantar. Ela se sentou na mesa e Georg voltou com dois pratos de comida e se sentou perto dela. Samantha não havia se dado conta, mas passou quase duas examinando o quarto. Dando tempo o suficiente para Georg ir a uma farmácia e preparar o jantar.
Ela estava um pouco confusa, olho para o prato, aquele macarrão pene com molho bolonhesa e por cima queijo ralado por cima, ela olhou para a parede de vidro, já estava escuro, olhou para os talheres... “para que isso serve?” – ela pensou
Georg se segurou para não rir. Pegou na mão dela, colocou o garfo, ensinou ela passo a passo como ela usaria o objeto para comer. Meio atrapalhada ela deixou cair um pouco de macarrão na camisa branca ainda suja das marcas de sangue que pareciam que nem com Vanish poder O2 Iluminus White tiraria aquilo.
A segunda primeira vez comendo sozinha é tão difícil quanto a primeira, ainda mais quando você não se lembra de como segurar um garfo e nem do que é um macarrão.
Ao final da refeição Georg percebeu o quanto a garota precisava de um banho. Ficava meio difícil, dar um banho em uma garota que ele mal conhecia e que nem se lembrava de como segurar um garfo. Não seria algo fácil.
- vem Samantha, vamos tomar um banho – ele chamou ela
Ela sem nem saber do que se tratava seguiu ele, subiram as escadas do apartamento indo para o andar de cima, ele puxou a menina para outro quarto daquela vez, esse era o quarto de Georg. Era bem amplo, com cores um pouco mais fortes, misturando branco com tons de um azul marinho meio acinzentado.
Tinha uma Tv bem grande, de tela plana, debaixo da tv um pequeno armário, nele eram guardados Dvds de filmes, videogames como x-box e outros, e jogos para serem rodados nesses videogames. No canto do quarto tinha dois violões, um baixo e um piano.
Samantha não teve muito tempo de ver mais detalhes do quarto, logo ela foi puxada para o banheiro. Georg ia de um lado para o outro apressadamente para pegar as coisas para a menina tomar banho.
Enquanto isso ela olhava o banheiro, tinha grandes espelhos, uma banheira redonda, uma pia com uma grande bancada, nessa bancada tinham inúmeros produtos para cabelos, debaixo da pia tinha um armário onde provavelmente teriam mais desses produtos.
Georg pegou uma toalha, um sabonete, um condicionador, um xampu e uma esponja para banho. Ele pegou cada item e com alguns movimentos meio estranhos ele explicou para a menina o que ela teria que fazer.
- você tem que tirar a roupa e entrar na banheira – Georg disse bem devagar fazendo inúmeros gestos, fingindo que tiraria a camisa, que entraria na banheira – você pega a esponja e o sabonete e passa assim, depois pega o xampu e passa assim na cabeça e então você passa o condicionador depois que você tiver terminado que usar o xampu – os gestos eram hilários, se Tom estivesse por perto provavelmente ele estaria chorando de rir e gravando tudo com o celular
Samantha assentia a cabeça como se tivesse entendido tudo. No final da explicação Georg logo disse:
- você consegue sozinha? – ele perguntou
- s-sim – ela disse bem baixinho e bem tímida
- eu vou estar ali no quarto se você precisar de mim – Georg disse saindo do banheiro e fechando a porta
Ela tirou as roupas, as dobrou e colocou na bancada da pia, pegou todos os produtos que Georg havia separado e os deixou do lado da banheira. Calmamente ela entrou na banheira, a agua estava quente, a banheira estava cheia de espuma. A garota aproveitou seu banho se deliciando com cada gota de agua quente que tinha ali.
Se limpou como Georg havia explicado com seus gestos bobos. Lavou o cabelo e depois pegou a esponja para limpar a pele. Ela saiu do banho, olhou a toalha... “como se usa isso mesmo?”- ela se perguntou mentalmente
De diversas formas ela tentou vestir aquilo, mas acabou por ficar com a toalha enrolada pelo corpo. “acho que me lembrei como usa”- ela disse com a toalha enrolada no corpo e presa entre os braços. Ela abriu uma pequena brecha da porta , e toda manhosa ela disse:
- geee....
Ele estava sentado ou melhor deitado na cama, ouviu a menina chamar ele. Então ele se lembrou que a única roupa que a menina tinha eram aquelas sujas de sangue e rasgadas. No dia seguinte eles teriam que sair para comprar novas roupas para ela.
Georg procurava qualquer roupa que ela poderia usar como pijama aquela noite. Ele achou uma jeans antiga de uma amiga dele que dormiu lá há muito tempo atrás e se esqueceu dela, uma blusa feminina... essa provavelmente era de Melanie. Mas ele acabou por pegar uma de suas camisas. Ele pegou uma camisa simples, branca de mangas curtas e entregou para ela, ela voltou ao banheiro.
Se desenrolou e ficou olhando aquela blusa, “que porra... como a enfermeira disse que era... ah! É assim e depois... coloca assim e então... assim! Isso consegui” – ela pensou enquanto vestia a blusa.
Então saiu do banheiro novamente, apenas com a blusa, que para ela, parecia mais um vestido curto e largo. Seus cabelos, agora lisos porque foram molhados, molhavam a parte dos ombros da camisa.
Tímida, saiu aos poucos do banheiro, se encolhendo ao máximo. Ele levou ela até o seu quarto, ela se sentou na cama, Georg olhou para ela uma ultima vez antes de sair do quarto. A menina deitada na cama, seus cabelos molhados em contato com o travesseiro, lisos limpos, sua pele pálida repousava no colchão aquecida pelos cobertores.
Ela descansava, aparentemente tranquila e cansada. Com as mãos uma sobre a outra em cima do peito, como se ela estivesse morta. Era um jeitinho fofo e meio sombrio de se dormir.
Georg foi até seu quarto, de certa forma se deitou na cama sorrindo, a Samantha estava dormindo, algo fazia ele se sentir bem ele não sabia o que era, mas algo o fazia se sentir bem.
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