Notas iniciais
Hey. Peço desculpas pelo atraso do capítulo, geralmente a culpa é toda minha, pois eu sempre deixo pra escrever em cima da hora. Enfim chegamos aos 500 comentários, 50 favoritos, 10 recomendações. Obrigada mesmo vocês são fodas. Quero dedicar o capítulo à CatrinaEvans pela brilhante recomendação, nos animou bastante e nos fez escrever com mais emoção, capítulo dedicado à você. Boa Leitura a todos.

Droga — Murmurou Prince, assim que notou o que acabara de fazer, de fato foi uma estupides sem tamanho.

Hermione e Severo afastaram-se no momento em que ouviram um certo barulho, barulho não... Uma voz, uma voz da qual Hermione conhecia bem e torcia para que estivesse enganada. Contrariando seu desejo, ela estava realmente certa.

— Prince! — Tentou fazer com que soasse em repreenda, no entanto não foi o que aconteceu, soou mais como uma voz surpresa e talvez um pouco envergonhada, pois tinha a certeza de que seus filhos e os demais haviam visto o beijo que Severo acabara de lhe dar. Sim! ele mesmo, afinal a iniciativa foi dele e ponto!

— Mãe... — Sussurrou temeroso.

Às coisas não deviam ter saído daquela maneira. Ele e os outros nem haviam se dado ao trabalho de se esconderem, sabiam que era tarde demais e tinham colocado tudo á perder, mas isso tudo tinha valido a pena, até porque Prince conseguira descobrir quem era seu pai mesmo. Não... ele não tinha real certeza, teria que rever suas pistas depois... depois que se livrasse de dois professores, sendo um sua mãe ( não poderia ser pior, Prince sentia cheiro de castigo... Adeus vídeo-game) e o outro, um traste... Bem, depois de tudo o que descobriu, de certa teria que mudar sua opinião sobre... o cara que beijou sua mãe.

— Não estou nem um pouco surpreso... já era de se esperar de Potters e Weasleys, sempre a mesma cabecinha-oca. — Exclamou Severo, se o sarcasmo não fosse intangível, decerto estaria escorrendo de sua boca.

Hermione teria o prazer de revidar, no entanto escolheu por se concentrar nos motivos que levaram as 'crianças' a estarem em seu quarto.

Cruzando os braços em frente ao corpo, e batendo a sola de seu sapato de salto no chão, num sinal claro de impaciência, esperava uma explicação plausível, ao mesmo tempo em que pensava em uma punição do mesmo nível.

— Eu estou esperando... — Disse, impaciente.

— É que... bem... eu... — Começava Prince, numa tentativa falha.

— Eu queria mostrar alguns livros que achei interessante, para eles, mãe... A ideia foi minha. — Manifestou-se Lizz tentando ajudar, afinal aquele assunto também dizia respeito à ela, era injusto deixar que seu irmão tomasse toda a culpa sozinho.

— Isso não me convence, Elizabeth, conheço vocês não é de hoje e definitivamente esperava uma desculpa mais aceitável. Pretendo descobrir o que faziam aqui sozinhos, no entanto está tarde e não prolongarei mais esse assunto.- os gêmeos abaixaram as cabeças envergonhados.- Contudo vocês devem saber que aqui eu não sou somente a mãe e a tia de vocês e como havia dito numa outra situação vocês não serão destacados dos demais, e como iguais devem ser punidos. Por isso serão descontados 20 pontos de cada um de vocês, assim como serão submetidos à detenções. Espero ter sido clara e que isso não se repita novamente.

Snape estava boquiaberto, pensou que Granger passaria a mão na cabeça dos alunos, mas isso nunca aconteceu, aquilo o deixou abismado, estava até preparado para distribuir detenções, pois tinha certeza de que as punições ficariam pra ele... Caramba, agora Snape tinha certeza de que nunca saberia o suficiente de Granger, poderia passar trinta anos ela sempre o surpreenderia... sempre.

— Mas... mãe, eles não tiveram nada com isso. — Justificava o garoto tentando livrar os amigos.

— Sem conversa, Prince. Está decidido, vocês estavam juntos nessa, nada mais justo que a punição seja simultânea também, já que gostam de ficar juntos aprontando por aí.- decretou.- E agora chega, quero que vocês se dirijam para seus dormitórios. Accio Mapa do Maroto. — O mapa imediatamente saiu das vestes de James, direto para sua mão. Hermione sabia muito bem que o artefato estava em posse de algum Potter, sendo James o mais velho, era óbvio, além do mais Harry em uma das visitas havia lhe dito algo sobre isso e foi apenas juntar um mais um. — É melhor vocês não tentarem aprontar mais uma hoje, pois se o fizerem eu saberei. Devolverei isso ao Harry, para que ele guarde no lugar de onde nunca deveria ter saído. — Disse, fazendo um gesto para que todos compreendessem que ela se referia ao Mapa. — Podem ir... — Falou, com um floreio de varinha a porta se abriu, os seis alunos passaram de cabeças-baixas, desejando Boa Noite aos dois professores que ao perceberem que estavam sozinhos se encararam.

— Que monstrinhos você está criando em, Granger! — Provocou Snape.

— Tem razão, Snape, sem duvida nenhuma são uma cópia perfeita do pai — Devolveu, entrando no jogo.

— Devemos aceitar em discordar nesse ponto. Tenho a leve impressão de quê talvez você tenha pulado a cerca...

Hermione estava com uma resposta tão afiada, que seria capaz de cortar a própria língua, mas foi impedida de solta-la por Rony, que adentrava o cômodo para pegar um de seus pertences, havia se cansado de esperar Hermione busca-lo...

— É... Desculpe, atrapalhar algo... — Dizia, um pouco sem graça, pois tinha a leve impressão de ter interrompido alguma coisa. Pegou seu cardigã, piscou para Hermione e saiu tão rápido quanto entrou...

Snape estava atônito com aquilo, qual era o idiota de marido que deixaria um homem trancado num quarto com uma mulher como a Granger? Só o Weasley mesmo, burro como era, entretanto Granger já havia lhe dito algo sobre isso alguma vez... sobre ela e o projeto de anta não terem nada... Ah Foda-se, ele não perderia a chance de irrita-la, não mesmo.

— Andas com muitos que seu marido já nem estranha, Granger?

— Ora seu... Pelo que posso notar a morte também causou sérios danos na sua capacidade de compreensão, talvez eu devesse desenhar, quem sabe assim você entenda que eu e o Rony nunca tivemos nada, quem sabe assim você entenda também que não sou como essas mulheres que você é acostumado a achar na rua, e é bom que você se lembre disso, não pretendo repetir novamente, assim como não pretendo olhar mais nessa sua cara lavada, até porque...

— Eu não estou com disposição para ouvir nada do que você tenha para me dizer. Minha cota de Hermione Granger já excedeu, se me der licença, irei me recolher. Passar bem. — Interrompeu-a, já caminhando até a porta.

Definitivamente ele não queria ouvir Hermione voltar nos mesmos pontos, de ter abandonado-a por quatro anos, por não procurado-a e fififi, como se ela realmente se importasse. Aquilo já estava cansando, embora ela não tivesse respondido nenhuma de suas perguntas até agora, Severo, já não tinha mais nada para tratar com ela, foi divertido irrita-la, um momento meio sádico, mas já era suficiente, estava esgotado amanhã teria aula e precisava dormir um pouco.

— Covarde! É sempre assim, não é? Você diz o que quer, oque acha que é certo, na hora de ouvir vira as costas, você não passa de um covarde. — Hermione tinha passado dos limites, sabia bem, mas não iria deixa-lo sair sem antes provar do próprio veneno, ele não gostava de ofender? Já era hora de ser ofendido, por uma das coisas que ele mais odiava ser chamado.

Num rompante de fúria, Severo prensava Granger contra a parede, não pretendia machuca-la... talvez um pouco. Como ela ousava?

Os olhos enegrecidos dele cintilavam em faíscas, derretendo os castanhos caramelados, que por sua vez não se submeteram as sombras da escuridão que aquelas orbes exerciam.

Não era raiva que ambos sentiam, era desejo, um desejo reprimido, reprimido pelo orgulho que se sobrepunha à qualquer outro sentimento.

Snape estava tão perto, que o calor de seu corpo envolveu-a... Sua boca estava a centímetros da sua, seus corações pulsando no mesmo ritmo desesperado. Enfim, os lábios dele encontrou os seus, famintos, desesperados, como um lobo marcando território.

A morena não sabia ainda se estava lúcida, se estava sob efeito de algum feitiço, se era o álcool falando por si. Mas ela estava se deliciando com aquela boca que há muito só a sentia em seus sonhos. Sentiu ele mordiscar seu lábio inferior. Grunhindo puxou com força os cabelos do homem, afastando-o de sua boca.

Severo desceu sua boca pelo pescoço alvo da mulher, sua língua passeou até a clavícula. As mãos apertavam-na contra seu corpo, querendo fundi-los. Colocou a boca sobre seus mamilos através do tecido do vestido e sugou com força. Sentia que seu corpo reagia, endurecendo-se e aumentando-se até que sua calça tornou-se justa e incômoda.

— Severo...- murmurou Granger como uma súplica.

— Shh.- ordenou apertando o maxilar dela fitando-lhe com os olhos escurecidos de desejo. Tornou a beijá-la vorazmente.

Snape apertava aquele corpo que se tornara mais curvilíneo, mantendo a mesma maciez de antes. A mulher puxava-lhe os cabelos sempre que mordiscava o pescoço ou quando passava a língua no vão dos seios que aquele decote do vestido mostrava.

Granger tinha a mente nublada, seu cérebro estava desligado. Só conseguia se entregar àqueles toques. Estavam se agarrando como se fossem dois bichos selvagens brigando. Havia mordidas, lambidas, grunhidos...a mulher acreditava que estava sob algum feitiço para agir daquela forma violenta. Nem percebeu como ele a despiu, mas agradeceu pelo feito.

A consciência do homem gritava a todo momento que ele devia parar, que ela era casada, que ela jamais seria dele novamente...porém, ele estava surdo para aquilo. Só conseguia ouvir os sons que arrancava da mulher.

Ergueu a professora no colo pressionando-a contra a parede. A beijava enquanto retirava rapidamente suas peças de roupa. Estava duro e desejando estar dentro dela o mais rápido possível.

Quando passou os dedos pelo sexo feminino coberto pela calcinha, foi surpreendido por uma mordida forte no queixo. Olhou para a morena, esta lhe sorriu marota lambendo seu rosto ate chegar em sua orelha.

Sem aguentar mais daquilo, Snape a levou para o quarto. A jogou no colchão e começou a tirar o restante de sua roupa. A visão do corpo da mulher fez seu membro pulsar dolorido. Se ajoelhou em frente a cama e puxou bruscamente a morena pelo tornozelo podendo ficar de frente a intimidade dela.

Granger praguejou alto ao sentir a língua do homem invadi-la. Ela nem percebera que ele havia tirado sua calcinha. Tentou levantar, mas ele segurou firme sua cintura forçando-a ficar imóvel.

Ensandecida, a professora rebolava contra a boca de Snape. Gemia alto sentindo o corpo convulsionar de prazer. Aquele desgraçado a estava deixando louca mordendo seus lábios íntimos.

Severo deixou de dar atenção a região umedecida e foi provar dos outros lábios da morena. Mal tocou em sua boca, e Granger lhe derrubou na cama com força se sentando sobre si.

— Achou que poderia brincar comigo e sair livre, Severo?- Snape sentiu seu rosto arder. Olhou indignado para a mulher. Ela lhe dera um tapa?- Vou lhe ensinar a não brincar...- murmurou segurando o lábio inferior dele com os dentes.

Hermione soltou a boca dele e desceu vagarosamente suas unhas pelo peito do professor chegando a virilha onde a ponta do membro ereto brilhava pela lubrificação que este soltava.

Snape grunhia extasiado pelos movimentos que a boca da mulher fazia sobre seu sexo. Tentou se mexer, porém, não conseguiu. Estranhou, era como se estivesse petrificado. Mas como? Feitiço sem varinha. Deduziu sentindo-se tolo por não ter notado.

Snape ficaria irritado por ter sido paralisado pela mulher numa hora como aquela, mas ela o estava deixando a ponto de explodir. Queria entrar logo dentro dela e aplacar aquela demanda que seu corpo exigia.

Aos poucos seu corpo foi se libertando do feitiço que a bruxa fizera, e bem a tempo, pois já não sabia mais como fazer para segura seu orgasmo. No momento em que a morena estava lambendo seus testículos, ele a puxou pelos cabelos escutando um gritinho de dor e susto.

Arfando, Severo a deitou de barriga para baixo. Ainda segurando seus cabelos, se posicionou em cima do corpo da professora. A ponta do membro dele procurava o úmido e acolhedor sexo. Penetrando-a de uma vez, sentindo o calor, enquanto a beijava nas costas.

Ela estava mais ardente, suave e mais apertada do que se lembrava. Esfregou o nariz contra o pescoço dela e seus dentes a mordiscaram eroticamente. Sentiu o sexo dela lhe apertando duramente com antecipação, a ferocidade em seu interior tomou o controle. Estocava duro e veloz.

O firme e arredondado traseiro dela era muito tentador para resistir. Severo acabou por deixar cair sua palma aberta, num castigo zombador. Hermione soltou uma exclamação de surpresa. Mas antes de que pudesse dizer algo, a palma da mão começou a acariciar e a apertar, um efeito totalmente diferente.

A cada palmada que Snape dava no quadril da mulher, a cada gemido dela, seu membro se esticava mais. E parecia que nunca conseguiria satisfazer aquele desejo ardente.

Severo elevou o traseiro de Hermione, deixando-a de joelhos na cama. E segurando os braços dela voltou a estocar profundamente de forma violenta e viril.

Há muito que a mulher chegara em seu ápice, no entanto, ainda não pensava em parar com aquilo. Seu corpo estava chamando por ele, pedindo mais.

Snape sentia seu orgasmo próximo. Queria fazer a morena estremecer mais uma vez. Segurando-a pelo pescoço com uma mão, a outra desceu para estimular a intimidade que se chocava com a sua.

— Goza comigo...- grunhiu em seu ouvido.

Gemeu alto sentindo ser esmagado pelo interior quente de Hermione. Aumentou as investidas e acabou por se derramar...

Notas finais
Bem, esse foi nosso presente para vocês, por termos chegado a tão alto com essa Fic, obrigada novamente u..u Huh... quero dizer também que, a nossa próxima Fic só será postada cerca de dois meses depois que finalizarmos Lost, no epílogo de Lost ( ultimo capítulo) Nós não a marcaremos como finalizada, pois anunciaremos por meio dela a Nova Fic postada. Ok? Obrigada novamente à Catrina, espero que tenha gostado do capítulo assim como os demais. Beijos e até Sexta♥ ~Naomi