Notas iniciais
Batam que eu gamo hue. Desculpem pela demora, é que eu estava sem inspiração, mas pelo menos parte dela voltou. Obrigada pelos comentários anteriores, pensei que haveria mais comentários por conta do casal principal, mas né. Esse capítulo é +18, se o coração não aguenta, não leia. Porque dessa vez o bagulho tá loco heuehe. Você foi avisado. Boa Leitura.

(N/a: O nosso lema é ousadia e alegria ♪ (69'

Snape a trouxe para seu colo sem cortar o beijo. Conseguia sentir o sabor doce da geleia que ela comera com torradas. Uma de suas mãos estava nos cabelos revoltos dela, enquanto a outra lhe apertava a carne da coxa. Estava mais macia e arrepiada. Será que o sabor estava tão delicioso quanto o cheiro dela?

O corpo de Hermione se ondulava pra mais perto do corpo dele. Estava com saudades do calor dele, das mãos, do cheiro, da forma com que ele a tomava. Amoroso, possessivo, sedutor. E as palavras que ele dissera com tanta sinceridade a deixara mais sedenta por ele.

A mulher se moveu a fim de ficar numa posição mais confortável, onde pudesse sentir todo o corpo colado ao seu. Sentou-se em seu colo, de frente pra ele, com os dedos delicados começou a desabotoar o pijama que ele vestira. Por estar bêbado, os botões estavam errado. Toda a parte superior das vestes estava torta. Hermione riu na boca dele ao perceber isso.

— Desaprendeu a se vestir Severo?- zombou baixo em seu ouvido.- Talvez fosse melhor ser adepto do naturismo. Eu não me oponho.- comentou livrando-o da camisa e admirando seu peito pálido. Podia ver a marca no pescoço onde Nagini o atacara.

— Se você fizesse o mesmo...podemos começar agora.- arqueou a sobrancelha enquanto apertava seu seio por cima da roupa.

— Sevie...- murmurou sensual, tendo ondas percorrendo seu corpo.

— Hum, faz tempo que não ouço esse nome...- ronronou beijando- lhe o pescoço, afundando os dedos nos cachos dela enquanto devorava a boca rosada que arfava em seu rosto deixando-o estremecido.

Granger desceu os beijos pelo rosto do homem e mordeu sua mandíbula recebendo um rosnado de volta. Era assim que ela o instigava no passado. E ainda surtia efeito pela forma que sentiu a ereção chocar contra a sua intimidade.

Snape puxou os cabelos da morena com força para trás e segurou seu rosto apertando.

— Muito ruim de sua parte brincar comigo quando estou há muito tempo sem...- aspirou o cheiro de seu pescoço.- Sexo.- sibilou invadindo a boca entre aberta com sua língua.- Está pedindo para ser castigada.- murmurou fitando o rosto rubro da mulher.

— Hum, e o que pretende professor Snape?- indagou soando inocente, desconcertando o Sonserino. Ela fizera aquilo de propósito para lhe provocar? Fizera um bom trabalho.— Me pôr em detenção?- zombou friccionando suas intimidades.

Severo gemeu segurando-a no lugar, apreciando aquele momento. Se levantou colocando-a sentada na mesa. As mãos macias, sobre a pele nua de seu peito arranhando, estavam o levando a loucura. A beijava enquanto subia a mão pela perna de forma lenta até encontrar a lateral da calcinha. Era fina, Snape pulsou com a ideia de como seria a peça.

Granger estava mais que molhada. Os gemidos e grunhidos do homem mexiam com ela. A voz arrastada era estimulante e arrebatadora. Poderia morrer ouvindo-a, que abraçaria a morte de bom grado. Foi colocar a mão na mesa para se apoiar, no intuito de deixar livre seu pescoço e colo para a exploração do moreno, mas esbarrou na xícara que tomara café. Percebeu que a mesa ainda estava posta para o café. Se ficassem ali, tudo iria ao chão.

O empurrou pelo ombro e desceu da mesa. Ele ofegava, seus cabelos estavam bagunçados e seu corpo ardia de desejo pela Griffana.

Granger o segurou pela borda da calça do pijama que ele usava, e começou a levá-lo na direção do quarto deste. Em seu rosto um sorriso maroto.

Severo a seguia acompanhando com os olhos o movimento que o vestido fazia com o andar dela. Os quadris mais arredondados estavam chamando sua mão que foi espalmada fazendo um som alto. Um som excitante. Snape a puxou pela cintura colando seus corpos. Sua ereção roçava nas nádegas da mulher.

— Ficaste mais gostosa, Hermione.- disse rouco em seu ouvido. Granger riu gostosamente. Não se achava aquilo, mas se Severo achava...era o suficiente.

A morena voltou a rumar para o quarto. Estava com pouca claridade devido as cortinas semi-abertas. Deixou como estava, numa penumbra.

Snape procurou com os dedos o fecho do vestido dela. Queria poder olhar o corpo da mulher, senti-lo em contato com o seu, tocar do jeito que a deixaria derretida. Ele sabia seus pontos fracos, e usaria todos para lhe proporcionar prazer.

Hermione deixou que ele a despisse. Já estava ficando incomodada com aquele excesso de roupa. Aproveitou para se livrar dos sapatos. Sentiu a mão do homem adentrar sua calcinha estimulando-a.

— Sempre preparada pra mim, Hermione...- sibilou escorregando seus dedos para o interior quente e apertado dela enquanto a guiava até a cama.- Vai, goza pra mim, Hermione.- pediu estocando fundo os dedos sentindo-a apertar-lhe com um orgasmo. A morena gemeu arqueando o corpo que estremecia.- Isso.- murmurou pressionando seu membro no traseiro firme dela.

Granger ajoelha no colchão arfando. Sua intimidade pulsava molhando toda sua peça íntima. Sentia a rigidez atrás de si. Severo retirou os dedos melados e os levou para a boca dela. A mulher os chupou de forma erótica ouvindo Snape gemer encostado em seu ombro.

Terminou de lamber os dedos e virou-se para ele. Enquanto descia a calça juntamente com a cueca, ele abria o fecho de seu sutiã. Tocou o membro a sua frente, o envolvendo na mão.

Snape urrou ao ter todo o comprimento sendo sugado pela boca da mulher. Segurou pelos cabelos e movimentou o quadril investindo contra seus lábios com força. A ponta do sexo batia em sua garganta o que a fazia salivar mais umedecendo-o.

Snape arfava quando retirou seu membro da boca avassaladora que quase o fizera gozar. Estava a ponto do ápice, mas queria estar dentro dela quando chegasse ao êxtase total. Foi então, que a empurrou na cama logo, tirando a calcinha rapidamente. A entrada da morena estava brilhosa, vermelha e inchada. O professor salivou e desceu até o sexo latente. Lambeu os lábios inferiores daquela intimidade puxando-os. Ela estava pronta pra ele. Nada diferente de si, que não iria esperar mais. Deitou ao lado da mulher puxando-a de costas para seu peito.

Segurou firme a cintura da morena e se enterrou nela. Rápido e fundo. Seu corpo se moveu contra o dela, ardente e agressivo enquanto elevava a perna. Suas mãos a inclinaram para trás a fim de conseguir um melhor penetração.

Granger gemia alto, Severo parecia estar louco, tomando-a daquela forma. Ela não se importava, amava aquele jeito com que o Sonserino a invadia. Rude e profundo.

Snape se moveu na cama, sem se desconectar de Hermione. A virou de costas. A visão do corpo arqueado, o quadril empinado, o deixavam mais ereto. A acompanhava nos gemidos. Nunca achou que ela poderia tornar-se mais saborosa. Mas ali estava ela, em toda sua acetinada pele, apertando-o enquanto investia em seu interior.

Debruçou sobre a mulher, segurando-a pelo pescoço sussurrou em seu ouvido:

— Vamos passar o dia inteiro nessa cama. Quero ter você até que não aguente mais.

— Sevie...- choramingou se movendo contra ele.

— Shh.- disse tapando-lhe a boca. Puxou os cabelos trazendo-a para trás, e a sufocou com sua grande mão que vedava sua boca e nariz.- Apenas continue rebolando....- sussurrou em seu ouvido.- Gosto de te ver vermelha, ofegante...- comentou tirando a mão do rosto dela estocando mais rápido apertando o traseiro da mulher que ficava mais rubro.

Granger já havia tido outro orgasmo, quando Severo saiu de dentro dela, se deitando na cama. Sentia os espasmos enquanto subia nele. Era sua vez de comandar. Seria, se Snape não tivesse puxado seu corpo para que se sentasse em seu rosto. Granger se agarrou a cabeceira da cama para ter um apoio enquanto sentia a língua do homem percorrer sua intimidade. Tentou se levantar, mas o moreno a segurava firme no lugar. A soltou quando a sentiu contrair.

Hermione ficou de pé na cama, segurando a cabeceira, arqueada, arfando. Severo aproveitou para se acomodar, queria poder ver melhor o espetáculo que era a morena pulando sobre si.

Depois de normalizar a respiração, Granger desceu seu corpo, e com uma mão posicionou o membro dele em sua entrada. O introduziu lentamente, arrancando suspiros do professor. Começou a brincar com ele. Quando estava quase que por inteiro dentro de si, retirava para tornar a desliza-lo para dentro novamente.

Snape gostara daquela brincadeira. Parecia que seu membro inchava sempre que entrava em contato com o interior quente da professora. Apertou a cintura dela, quando a mesma o deslizou por completo para dentro. Levou sua mão até o centro sensível e começou a circular com o polegar ali, enquanto a morena pulava e gemia. A pegou trazendo seu corpo mais para perto de seu peito, deixando os seios próximos a sua boca. Então, não resistiu e o sugou mordiscando o mamilo enquanto segurava o quadril dela ajudando nas estocadas rápidas.

Granger arranhava-lhe o peito, o excitando mais. Apertou o seio e desferiu um tapa no mesmo. Não fora forte, mas o suficiente para a morena gritar. Severo apertava e logo batia nos peitos dela.

— Gosta de sentir dor, Hermione?- indagou entre os dentes.

— Pelo jeito você também, Severo.- comentou puxando os poucos pelos que havia em seu tórax.

Não demorou muito, depois de toda aquela dor excitante que ambos causavam um no outro, chegaram ao êxtase, suados, cansados, mas felizes por estarem com quem se ama.

***

Agora, já mais 'satisfeitos', por assim dizer, Hermione encontrava-se ao lado de Severo, com a cabeça deitada sobre seu peito, enquanto ele enrolava uma de suas várias madeixas com a ponta do dedo, ambos um tanto ofegantes.

— Eu ainda correspondo às suas expectativas? — Perguntou Severo.

— Continua excedendo todas. — Afirmou a mulher, sorrindo.

Fez-se silêncio. Cada um absorto em seus próprios pensamentos, aproveitando a sensação de plenitude, o prazer que era estar na companhia do outro. Os corpos conversavam sem palavras, diziam a todo momento o quanto se adoravam.

— Você já é livre... — Dizia Hermione, no mesmo instante em que passava suavemente as pontas dos dedos pelo ante-braço esquerdo do homem, lugar no qual costumava estar a marca negra. Hoje tudo o que restava era uma cicatriz como a de Harry, não mais doía ou ardia. Era apenas algo para lhe lembrar constantemente do que fizera.

Vendo o silêncio de Severo, Hermione continuou. — Pensei que já havia parado de se punir pelas coisas que aconteceram, francamente Severo, você consegue ser pior que o Dobby. — Ela tinha que falar, será que ele nunca iria se perdoar? Se perdoar pelo que, afinal, qual é o ser humano que não comete erros?

— Às coisas não são tão fáceis como você pensa, Hermione. — Retornou ríspido. Ela tinha mesmo que tocar naquele assunto? Porque simplesmente não o deixa remoer suas desgraças em paz?

— Não são tão fáceis, ou é você quem gosta de complicar? Porque é que você sempre tem que complicar tudo? — Após dizer isso, Hermione se desvencilhou dele se levantou procurando pela sua charpe que jazia no chão, pegou-a, com Severo observando-a atentamente e voltou para a cama. Jogou a peça sobre ele e disse: — Você é um elfo livre, Severo, eu estou lhe libertando de suas amarguras. Chega, é tempo de recomeçar. — Lhe sorriu, um sorriso que faria as estrelas caírem, deixaria o Sol opaco e a Lua com inveja.

Sim, não havia duvidas, definitivamente Hermione era a melhor coisa que lhe aconteceu, era tudo o que precisava. Nunca foi um homem de acreditar em sorte, mas depois que ela surgiu em sua vida começou a crer, e como sempre ela tinha razão era tempo de recomeçar.

Puxou-a para si e a beijou. E quando se separaram notou uma cesura em um de seus braços, puxando o mesmo para ver melhor, compreendeu. Sangue-ruim, era o que estava escrito, como não havia notado antes?

— Hermione... — Começou

— Bem, é apenas uma marca. Eu já tentei vários feitiços mas, nada adiantou e as cirurgias trouxas são caras...

— Maldita, não era pra ter colocado um dedo imundo em você. Eu quem deveria ter a matado, não seria sacrifício algum.

— Tudo bem, eu tive sorte de sair ilesa daquela guerra, e sobre você mata-la... não seria tão épico quanto a Molly, quero dizer, não ficaria legal se você tivesse falado " Minha filha não, sua vadia".

— Como você é engraçada, srta. Granger. Eu deixei que ela a machucasse, eu estava lá... Me perdoe. — Pediu, e logo em seguida beijou a marca, ele ainda ouvia os gritos de dor de Hermione ao ser vítima da Maldição Cruciatus.

— Ora... por favor, não se culpe. Que horas são, afinal?

— Para quê quer saber? Marcou encontro com alguém?

— Huh... é que preciso visitar meus pais, ontem foi natal e bem, eu nem apareci por lá, tenho que levar o presente da minha irmã...

— Irmã? Você nunca me contou sobre isso.

— Sim, a Emily, ela tem apenas sete anos... Depois que decidi ficar no mundo bruxo meus pais se sentiram muito sozinhos, e a Emily não podia ter chegado em circunstâncias melhores. — Explicou feliz, nunca gostou de ser filha única.
— Você poderia ir conosco, Prince e Lizz também vão.

Conhecer os pais dela? Será que não estava cedo demais?

***

Prince estava sentado no gramado dos fundos da mansão Black. Sua irmã estava com o agora namorado afagando as penas do Hipogrífo, Bicuço.

Ele estava chateado. Char não iria aparecer por ali, e tudo por culpa do Thobias. Não conseguia entender de onde surgiu aquele cara. A menina nunca o mencionara, nem nunca tinha dito que estava gostando de alguém.

O garoto achou que quando acabassem Hogwarts, poderia começar a se aproximar mais da menina. Mas agora teria de mudar os planos, ou perderia a jovem para o Thobias.

— Ferrou.- disse James olhando temeroso para um ponto atrás do Griffano. Elizabeth sorriu de lado e soltou o Hipogrífo.

Prince se virou e viu sua mãe andando em sua direção juntamente com Snape, seu pai. O coração do garoto deu um salto dentro do peito. E agora? A julgar pela expressão da sua mãe e as mãos enlaçadas, eles haviam se resolvido. Agora era a vez deles se resolverem.

— Bem...isso é conversa de família...então vou saindo...- gaguejou Potter se desvencilhando do braço da Sonserina.

— Está com medo do meu pai, James?- perguntou a menina arqueando a sobrancelha.

— Eu?- bufou revirando os olhos. No entanto, assim que olhou para o professor respondeu rapidamente.- Claro!- saiu rápido.

— Onde está a coragem Grifinória?

— Deixei na cozinha!- rebateu passando pelos recém chegados com um aceno de cabeça.

— Covarde...- riu do olhar que o homem dirigiu ao seu namorado.

Snape estava ansioso e nervoso. Ansioso para falar com seus filhos, conhecê-los além de aluno e professor. Nervoso, pois não sabia o que dizer, o que iriam achar dele. Ele não tivera um bom exemplo de como ser um pai. O seu era um traste que não servia nem pra adubo. Não saberia como agir.

— Bom dia, crianças.- saudou Hermione sorrindo.

— Mãe! Não somos mais crianças.- pontuou Lizz.

— Para mim, sempre serão. Temos assuntos a tratar aqui, não?- denotou a mulher olhando para os filhos que estavam apreensivos. Tornou a olhar para Severo.

— Bem...eu queria dizer que...bem...- o homem começou a gaguejar. Estava desprendido de toda aquela máscara que usava com as outras pessoas.

Elizabeth riu do quanto o professor estava desesperado para encontrar palavras e resolveu acabar com o sofrimento abraçando-o.

— Nunca achei que o veria sem palavras...- comentou ainda abraçada ao moreno que retribuía alisando os cabelos negros iguais aos seus.- De todos que poderiam ser nosso pai, fico feliz que seja você.- confessou depois que se separaram. Granger tinha os olhos cheios d'água vendo aquela cena.

— Eu que fico feliz com isso, senhorita. Quero dizer...filha.- o homem tinha o coração descompassado, se embaralhava com as palavras e se sentia tolo por isso. Ele que sobreviveu ao Lorde, se atrapalhando ao interagir com os filhos...

Prince se aproximou sorrindo daquilo. Enfim, seus planos deram certo. Descobrira quem era realmente seu pai, sua mãe estava feliz e agora Snape estava os aceitando.

— Acho que começamos de um jeito errado...- o Grifano sorria de lado. Severo mais uma vez se xingou por não ter prestado atenção nesses detalhes. O garoto era tão parecido consigo. E pensar que sempre o perturbou fez um amargor vir em sua boca.- Prazer Prince Granger.- estendeu-lhe a mão.

— Logo será, Prince Granger Snape.- informou o homem ignorando a mão e abraçando o menino. Nunca achou capaz de amar alguém além do que amava Granger, mas se enganara. Poderia ser precipitado dizer, mas já amava aqueles dois. Sentiu o abraço se apertar mais, então abriu os olhos e viu tanto Lizz quanto Hermione a sua volta abraçando-o. A mulher sorria, e aquilo bastou para o controle do homem. Ele riu, um riso verdadeiro como há muito tempo não se permitia dar. Hermione o beijou carinhosamente.

— Ok, vamos parar com essa melação piegas. Somos uma família, mas não estou preparada pra ficar vendo meus pais se pegarem...- anunciou Lizz soltando o pai junto do irmão.

— Me respeite, Elizabeth!- repreendeu Granger corando sem sair dos braços do homem.

— Desculpa mãe, mas essa irritante tem razão. Estamos felizes de enfim termos a família completa, mas não vamos aumentar ela por enquanto, certo.- pediu Prince com o rosto mostrando desagrado.

— Por mais engraçado que seja ver sua mãe envergonhada, vamos parando.- interveio Snape querendo por fim naquele assunto que estava indo para uma direção perigosa. Não que ele não quisesse ter outros filhos com ela, só não queria ficar falando disso com seus filhos.

— Fiquei admirada de que não queiram fazer nenhuma pergunta ao pai de vocês.- confessou Granger.- Sabe, para o conhecer melhor.

— Teremos muito tempo pra isso, mãe. E também, Prince ganhou um livro personalizado da Char. Ela reuniu infirmações sobre o professor Snape e sobre a família Prince.- informou Lizz.

— Bem, temos de ver se essas informações são verdadeiras. Eu não era bem visto pela sociedade bruxa.- pontuou o homem.

— Depois vocês fazem isso. Ainda temos de passar na casa dos meus pais.- informou a professora.

— Preciso mesmo ir, Hermione?- Snape indagou. Não estava preparado para encarar os pais da mulher. Hermione o encarou estreitando os olhos, foi então que ele soube. Teria mesmo de ir, ou ela o azararia.

Notas finais
Bem, esse foi o capítulo de hoje. Espero que vocês não tenham infartado, e quero dizer que faltam mais dois capítulos e o epílogo. Os capítulos não possuem data prevista para serem postados. Temos mais de 150 pessoas acompanhando, o quê custa favoritar, comentar ou recomendar? Pelo amor de Salazar, gente. No mais, beijos e até o próximo. ~Naomi