Notas iniciais
Bom, se essa fic não ficar tão boa quanto estava antes, me avisem que eu volto a postar a outra, tenho tudo salvo no pc. Bom, espero que gostem! E vou ter que dar um jeito na capa depois... E só avisando, vou excluir os comentários pra que vocês possam escrever o que acharam desse cap ;)

POV JOHN

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Estamos todos no apartamento de Nove, em Chicago – Eu, Seis, Marina, Oito, Nove, Ella, Sam, Sarah, Malcolm, Henri e Crayton. Demorou para que todos nos encontrássemos, faltando apenas o/a Número Cinco. Vou explicar o que aconteceu...

Depois da batalha na escola em Paradise, Ohio, consegui salvar Henri a tempo. Quando vencemos, eu, Henri, Seis, Sarah e Sam saímos de lá o mais rápido possível e fomos dirigindo a caminhonete do pai de Sam até o sul de Kentucky. Ficamos uma semana numa casinha abandonada treinando e tentando achar pistas sobre os outros. Seis e Henri nos ensinaram várias técnicas de lutas. Os dois até trocaram algumas táticas entre si. Acho que Henri estava mais animado que eu por termos outra Garde conosco.

Enfim, nos últimos dias em que permanecemos em Kentucky, com a ajuda do “sistema solar lórico” que eu tenho em minha Arca, descobrimos outra Garde na Espanha. Ela estava pedindo por socorro, mas, obviamente, falava em Espanhol. Pegamos um avião imediatamente e fomos para lá. Chegamos a tempo e ajudamos Marina, a Número Sete, a escapar de um pequeno exército de mogs. Conhecemos então Ella, a Número Dez, e Crayton, seu Cêpan. Então, com a ajuda de Seis e sua invisibilidade, roubamos uma van, para cabermos todos, e fomos para a Índia, onde Crayton achava que havia outro Garde, um que poderia ser aquele com os mesmos Legados de Pittacus Lore.

Acabou que quase fomos aniquilados por um exército (humano), mas conseguimos encontrar o Número Oito. Ele quis nos mostrar uma caverna lórica que ele havia encontrado nas cordilheiras do Himalaia, mas acabou que perdi minha Arca e Seis foi teletransportada, sem querer, para o deserto do Novo México. Então eu, Sarah e Henri fomos para West Virginia, procurar a base mogadoriana onde Seis uma vez nos disse que foi aprisionada. Enquanto isso, os outros foram para o Novo México procurar por Seis. Mantemos contato pelo novo Legado de Ella: a telepatia.

Em West Virginia, eu, Henri e Sarah encontramos o Número Nove, recuperamos nossas Arcas (e vimos uns bichos bem aterrorizantes, devo acrescentar) e fomos direto para o Novo México, onde Ella nos disse que estavam tendo uns problemas para encontrar Seis.

Todos nos reencontramos (exceto Seis, que estava em algum lugar do Novo México). Enquanto pensávamos num plano, Sam se lembrou de um poço que seu pai havia “construído” muitos anos antes. Então nos separamos novamente: Sam, Sarah, Marina, Oito e Crayton foram para Paradise, e eu, Ella, Nove e Henri continuamos no Novo México. Ella conseguiu contatar Seis, mas apenas por alguns segundos, mas descobrimos que Seis estava em uma base secreta do governo. Foi difícil, mas encontramos o lugar. Achamos Seis (e encontramos o pai de Sam por acaso) e descobrimos que o nojento do Setrákus Ra havia chegado à Terra.

Nos primeiros minutos, Nove, com seu “jeitinho meigo de ser”, já deu em cima de Seis, que não gostou muito, obviamente... Aliás, ela o rejeitou educadamente, do jeitinho dela (deu um pequeno chute inesperado bem no peito de Nove. Mas ele apenas sorriu, o que deixou Seis ainda mais irritada...

Mas enfim, nos comunicamos com o pessoal que estava em Paradise e eles disseram que tiveram uns probleminhas com mogs, mas que acharam coisas bem legais no poço, antes de ele desmoronar. Havia um tablet que mostrava nossa localização exata e mostrava a localização de nossas naves. Enfim, depois todos nos reunimos em Chicago, no apartamento de Nove, onde estamos agora há mais ou menos um mês.

Ok, agora deixa eu explicar melhor quem somos. Eu, Seis, Marina, Oito, Nove e Ella somos parte da Garde. Nós desenvolvemos Legados, que são poderes, que nos ajudarão na salvação de Lorien. Estamos sendo caçados pelos mogadorianos – ou mogs –, que destruíram o nosso planeta. Henri e Crayton são Cêpans, eles não têm Legados e ajudam os Gardes a desenvolverem os seus. Cada um de nós tivemos Cêpans, mas apenas Henri e Crayton estão vivos ainda. Bom, eles e o Cêpan de Cinco, que não sabemos se está vivo ou não. Sam, Malcolm e Sarah são humanos e estão nos ajudando a salvar nosso planeta. Sarah é minha namorada. Nos conhecemos em Paradise.

Agora, estamos na cobertura de Nove, pensando em como acharemos Cinco, o último Garde. Sabemos a exata localização dele, mas cada dia ele aparece num local diferente. Eu estava tentando pensar num plano, mas Henri interrompe meus pensamentos:

– Ella, – ele diz olhando para Ella, que estava no sofá assistindo TV ao meu lado. – pode chamar o resto da Garde aqui? Eu e Crayton queremos falar uma coisa.

Ella balança a cabeça, em sentido afirmativo, e em poucos segundos, todos estão reunidos na sala de estar.

– Bom, – começa Crayton. – eu e Henri andamos discutindo sobre vocês irem à escola. Nenhum mog jamais pensaria nisso, e alguns de vocês, que nunca estudaram fora antes, como Seis e Oito, poderão aproveitar a experiência e aprender um pouco sobre o povo da Terra.

– Então, após os estudos, umas 18h mais ou menos, todos faremos uma sessão de treinamento. – Completa Henri. – Mas vai ser treinamento pesado, de verdade. E os treinos vão durar aproximadamente duas horas. O que acham?

– Acordar cedo não é meu forte, mas acho que eu poderia viver com isso... – Seis diz, claramente curiosa pra saber como é ir à escola.

Todos murmuraram em concordância. Afinal, ninguém queria passar 24h, 7 dias por semana trancados em casa.

– Bom, como eu, Crayton e Malcolm somos mestres da tecnologia, conseguimos impedir seus rostos de serem procurados pela polícia, mas vamos precisar criar novas identidades, embora não seja realmente necessário... Mas se alguém quiser mudar de nome, essa é a hora. – Disse Henri. – Bom, enfim, vamos por ordem numérica. John, quer mudar de nome ou vai continuar sendo John Smith?

Penso por um momento. Gosto de John Smith. Não acho que me acostumaria com qualquer outro nome.

– Acho que vou continuar com John Smith. É parte de quem eu sou agora. – Digo.

– Ok, anotado. – Diz Crayton, com uma pequena prancheta. – Seis?

Seis pensa, inspira profundamente e solta o ar devagar.

– Acho que Maren Elizabeth é bom. – Ela diz. Então reparo que eu não sabia qual era o nome antigo de Seis... – Foi o último nome que Katarina escolheu pra mim. – Bom, agora eu sei...

– Anotado. Marina? – Diz Crayton.

– Posso continuar com Marina? Aí eu escolho um sobrenome diferente. – Ela diz.

– Claro, pode escolher.

– Hum, escolho Marina Emmalina. – Ela diz. – Adelina costumava gostar de Emmalina...

– Anotado. Oito?

– Você acha que eu tenho muita aparência de indiano? Porque senão eu vou ficar com Joseph, o nome que meu Cêpan me deu antes de morrer. – Oito diz. – Mas se eu tiver muita cara de indiano, fico com Naveen.

– Bom, se você escolher Naveen, aí vai ficar com cara de indiano. – Henri diz. – Eu aconselharia a ficar com Joseph mesmo, pois assim não geraria muitas perguntas sobre sua origem.

– Joseph então. – Oito diz, sorrindo.

– Anotado. – Diz Crayton. – Nove?

– Poxa, se todos vão ser tão emotivos assim com seus Cêpans mortos, vou ficar com Stanley Worthington, que foi meu último nome. – Nove diz. Esse nome é realmente muito escroto. Acho que não fui o único a achar isso, pois Seis franziu as sobrancelhas e Oito se segurou pra não rir. Ainda bem que ele segurou, senão tomaria uma surra de Nove. – E os porteiros me conhecem por esse nome, de qualquer jeito...

– Hum, ok, anotado. – Diz Crayton, também achando o nome estranho. – Ella?

– Ah, poxa, já que todos mantiveram seus nomes antigos vou continuar com Ella mesmo. Acho que não conseguiria me acostumar com outro nome de qualquer forma... – Ella diz.

– Ok. Sam, Sarah e Malcolm, querem mudar algo também? Acho que não será necessário...

– O que acham de Eagle Goode? – Sam pergunta. Então Seis começa a rir descontroladamente, contagiando todo mundo.

– Pelas calças de Pittacus! Eu não queria falar nada, mas é um nome tão escroto quanto o do Nove! – Nove a encara, fingindo-se de ofendido. Quando conheci Nove, achei que ele era um babaca arrogante. Mas ele é gente boa e não leva as coisas tão a sério. – Parece até marca de queijo...

Então todos nós começamos a rir, inclusive Sam...

– Poxa, então vou ficar com Sam mesmo...

– Ok, alguém quer trocar? – Crayton pergunta. Todos balançam a cabeça em sentido negativo. – Ok então. Suas aulas começam em uma semana. Nesse período vamos comprar materiais e celulares pra mantermos contato.

Assentimos e voltamos ao que estávamos fazendo antes.

Notas finais
Críticas são sempre bem-vindas =)