Lords Of Destiny

1 The new Chapter 1


Notas iniciais
Aqui está: uma nova remessa de palavras cuidadosamente selecionada para meus adoráveis leitores. Espero realmente que gostem de verdade deste capítulo.

“Alguém pelo amor de Deus pode me explicar onde e como vim parar aqui?” eu pensei, e uma vozinha sarcástica e muito irritante (sem contar a parte nojenta, convencida, negativa, maldosa e sem escrúpulos) no fundo de minha mente, que costumo chamar de “eu do mal” — por um motivo aleatório -, mais conhecido como “subconsciente”, diz destilando veneno: “Olhe para os lados, gênio, veja se tem alguém que em sã consciência viria para uma floresta no meio da noite para brincar de pique esconde com os amiguinhos.” Apenas reviro os olhos, levantando logo em seguida ao menor farfalhar de folhas e gravetos. No mesmo instante em que levantei – totalmente em estado de alerta – ouvi passos. Não sei se era realmente passos ou minha imaginação me pregando uma peça, mas uma vez me disseram enquanto eu esperneava para não ter que tomar uma vacina da qual nem me lembrava mais para quê servia, que era melhor prevenir do que remediar. Peguei minhas coisas que ao menos haviam vindo parar nesse fim de mundo junto comigo, saquei minha faca (que roubei dos artigos de pesca de um tio nada muito interessante) e corri como se minha vida dependesse daquilo e, naquele momento, ela dependia de minhas pernas que logo se cansariam. Parei para tomar fôlego e ouvi de novo os barulhos, mas logo cessaram. Em um surto de burrice, fiz a pergunta mais cretina de todas:

– Tem alguém aí? – meu “eu do mal” revirou os olhos e respondeu com sarcasmo: “Estou aqui atrás da árvore, sou uma vovozinha indefesa com voz de homem e só quero oferecer um lanchinho para você, criança ingênua com um nível muito baixo de Q.I. para fazer uma pergunta tão imbecil.” Eu a mandei calar a boca (se é que ele, eu, ela... Foda-se! Que meu eu do mal tivesse uma) e voltei a prestar atenção ao meu redor. – Se tiver, apareça se for homem! Mentira, é zoeira, sou um pobre gatinho falante indefeso!

No mesmo instante em que eu terminei minha frase, ouvi um som de risada e fiquei puta da vida com aquilo. O cara tava rindo de mim! Ele me perseguiu e ainda teve a audácia de rir de mim! Vou te contar hein! O cavalheirismo morreu mesmo!

– Palmas! Essa foi brilhante. Confesso que, se eu fosse um assassino, você teria me matado de tanto rir! – O cara era um deus grego, nada menos que isso. Olhos azuis, cabelos escuros, musculoso o suficiente para fazer uma garota tremer e se jogar aos seus pés... Enfim, gostoso pra caramba. Logo que ele viu minha “arma mortal” fingiu medo. – Calma gracinha, você não vai querer matar um homem inocente que sem querer te assustou, não é? E, aliás, o que você está fazendo aqui sozinha? Nunca te vi na cidade.

– Eu é que pergunto, o que um cara como você está fazendo aqui? Quer assustar mais garotas? E... Onde estamos mesmo? Acho que... me perdi do meu grupo. – Ele me estudou por uns momentos e eu quase (quase mesmo) corei.

– Estamos em Mystic Falls e de que grupo você está falando? Não vi ninguém aqui.

Ótimo, ele me pegou na mentira. O que mais vou fazer senão contar a verdade e esperar que ele não me interne num manicômio? “Pedir pra leva-la à cidade e depois matá-lo, sua anta.” Como se eu fosse mesmo capaz de fazer isso com um homem como este...

– Olha, você me pegou. – Levantei os braços em sinal de rendição, mas logo me arrependi, pois senti uma fisgada no ombro e na costela e arquejei de dor, mas logo me recompus. – É o seguinte: Eu não sei como vim parar aqui, em um segundo estava em casa e no outro, quando acordei, estava aqui. Totalmente machucada e perdida. Não espero que você acredite, mas você poderia apenas me levar para a cabine telefônica mais próxima, sr... Qual é o seu nome mesmo?

–1: Meu nome é Damon Salvatore. 2- Eu acredito em você. 3- Ainda não sei o seu nome. E 4- Vamos para a minha casa, lá você explica melhor. – Ele olhava para os lados constantemente e isso me deixou nervosa, mas eu o segui.

Depois de uns minutos caminhando em um silêncio incômodo eu sussurrei:

– Anna.

– O que?

– Meu nome. É Anna Potter. E, ahn... Obrigada por me ajudar.

– Não tem de que. E por falar nisso, belo nome.

– Obrigada.

Depois de estarmos devidamente apresentados, nós demoramos somente uns 10 minutos para chegarmos à casa de Damon. Logo na entrada, todo o meu cansaço e estresse se abateram sobre mim e eu caí inconsciente, escapando por pouco de não cair no chão feito uma jaca por que Damon me segurou no ultimo segundo.

Notas finais
Bem, espero que alguns dos meus fantasminhas maravilhosos resolva compartilhar sua opinião sobre este capítulo ;)