Londres: Uma Primavera

2 Cap 2 - O Desabrochar da Rosa Negra


Notas iniciais
Heeh, eu voltei~~ *pedradas*
Desculpa pela demora, eu não tenho mais tempo para nada i-i Eu to estudando de manhã e a tarde, sobrando a noite para: digitar/ver yaoi/anime/estudar/fazer/revisar mangá
Eu sou gente, não robô e preciso dormir u.u
Entom, chega de enrolação e...
Enjoy it!

Levado.


Era a única coisa que podia argumentar, que estava sendo levado pelo caminho que Sophia estava traçando para si, não era uma boa desculpa, na verdade nem como desculpa deveria ser considerado, mas era a pura verdade. Tinha que admitir que estava deixando ser levado também, deixando por que queria fugir. Depois da briga com o albino não tinha mais coragem de encará-lo, no fundo só queria que tudo se arrumasse sozinho, que voltasse a ser como antes e que pudesse ser recebido de braços abertos novamente. Obviamente não seria assim.

Kanda tentava pensar em algo, alguma coisa que pudesse conseguir explicar de melhor forma o seu sentimento por Sophia. Ela não era o que queria, nunca chegaria ser, seu calor não era o mesmo o do pequeno, não era o mesmo sorriso. Estava tentando se enganar. Tentando encontrar um Allen na garota, mas não havia, ela era prepotente, era mandona, gostava de brincar com os sentimentos, as pessoas e as situações. Os fins justificam os meios. Era esse seu lema! Tentava ser doce, gentil e amorosa consigo, mas para os outros, para os outros era algo totalmente diferente! Continuar nessa procura era burrice.

– Você está desistindo sem lutar.

Foi o que Alma dissera. E era exatamente a verdade. Não conseguia ter forças para ir nesta guerra, algo dentro de si pedia para ficar quieto e não enfrentar Sophia. Seu mal-humor estava muito mais forte que o normal, pois não conseguia entender a si mesmo e se não podia fazer isso, não podia lutar pelo moyashi novamente. Estava perdido naquela floresta densa que a garota lhe empurrava e não havia o albino para ser a luz entre ela. Ele já não parecia mais se importar consigo e isto deixava o moreno sem entender, as coisas também haviam ocorrido demasiadamente rápido para poder entender algo. Em um dia estava na casa fazendo sexo com o pequeno, no outro fora de sua casa, dias depois ele estava em Londres. Amava, não amava? Então, não dói?

– Ele fingi que não sente a dor.

Escutava Alma falar. Outra verdade. Ou não. O via muitas vezes enquanto caminhava pelo corredor em direção à biblioteca, felizmente o seu dormitório ficava em frente a tal corredor. Podia vê-lo andar por lá normalmente, os cabelos brancos esvoaçando e o caminhar habitual. De onde estava não sabia dizer se fingia doer, ou se realmente não doía. E não conseguiria encarar os olhos cinzas para poder ter uma confirmação. Ou pensava.

Era primavera em Londres, mas o clima era agradável, caia uma leve garoa e a temperatura estava estável, fazia um pouco de frio, então um casaco um pouco mais pesado era necessário, mas apenas isso o deixaria aquecido perfeitamente. Kanda havia saído de seu dormitório em busca de um garoto com cicatriz que deveria estar trabalhando no laboratório, queria conversar com ele novamente, além de ser uma desculpa para poder sair daquele dormitório que mais parecia uma prisão do que um quarto para dormir. Descia as escadas de mármore calmamente com um casaco azul escuro e uma calça jeans clara, os cabelos tradicionalmente arrumados em seu rabo de cavalo. Atravessou calmamente o pequeno pátio que havia entre a saída do dormitório e o corredor para a biblioteca, só caia uma chuva fina, não havia o porquê de correr. Podia ver o gramado um pouco verde, coberto ora por pingos d’água, ora por uma neve fina, o clima de Londres era imprevisível, podia fazer sol e nevar no mesmo dia, não era como Nova York que tinha estações definidas.

Estava próximo a dobrar o corredor, quando notou que um criatura de cabelos ondulados escuros corria naquela direção, era tão reconhecível aqueles passos que parou alguns segundos. Que merda de perseguição é essa? Porém recomeçou a andar, dobrou até o corredor, esperando que não fosse chamado:

– Kanda! – triste pensamento. Parou e virou o rosto, vendo Sophia parar ofegante no meio do outro corredor – Oh, graças a Deus encontrei você! Venha cá, por favor... – o moreno recuou alguns passos, se aproximando dela – Me faça um favor, sim? Entregue esse livro, eu peguei em seu nome mesmo, então, por favor, eu estou atrasada para uma reunião do diretor comigo! – o maior pegou o livro – A carteira está dentro, obrigada! – então viu os lábios se direcionaram ao seus, virou subitamente o rosto e o beijo leve se fez em sua bochecha.

Então Kanda rumou para a biblioteca. Sem lutar não. A garota olhou confusa por alguns instantes, mas voltou a correr pelo caminho que o moreno traçara anteriormente. Allen estava em um corredor próximo, pôde olhar tudo, ficou sem entender tanto quanto a garota, mas precisava entregar o livro que tinha em suas mãos, pois era o ultimo dia e daqui alguns minutos a biblioteca fecharia. Respirou fundo e recomeçou a sua caminhada. O japonês entregava o livro e assinava o comprovante que dizia ter entregado o livro antes do prazo previsto, olhava um pouco entediado as estantes, até que algo atraiu sua atenção. Um albino com uma cicatriz tão característica caminhava para dentro do recinto, com um livro a mão. Ao ver que o guichê de entrega estava ocupado dobrou um corredor formado pelas estantes.

O moreno nem piscou, ou respirou, somente ao ver que tinha sido liberado, caminhou em direção aquele cabelo branco. Que passeava por entre as estantes, balançando, exibindo graciosidade, fugindo. Tentando se esconder do maior, mas ele parecia um lindo lobo que perseguia a sua presa pelo cheiro. Kanda podia dizer que sentia a essência doce que ele exalava, aquela essência de tantos chocolates e outras delícias açucaradas que ele tanto adorava. Já se encontravam nas estantes mais isoladas, que recebiam menos iluminação, o japonês apressou mais o passo, começando a cansar daquela perseguição:

– Você não pode fugir de mim para sempre, moyashi... – estava no mesmo corredor que ele, deveria ser o penúltimo daquela fileira, a biblioteca só tinha uma entrada. Allen parou.

– É, não posso... – então virou, vendo que seu ex-namorado estava tão ofegante quanto si. Por hora, não havia nada naquele olhar – Por que veio atrás de mim? – então os olhos pareceram confusos.

– Por quê? Por que quero falar com você... – o albino suspirou, estavam em uma biblioteca e não havia razão para tal discussão.

– Sobre o que? – o moreno parou alguns instantes, parecendo tomar fôlego para falar alguma coisa.

– Sobre nós... – num sussurro, como se envergonhasse pelas duas palavras ditas. O menor sentiu vontade de ri, soltou somente um sorriso irônico.

– Nós? – folheou o livro em sua mão, depois voltou o olhar para o garoto a sua frente – Não existe mais nós, Kanda... Você devia saber muito bem disso... – encarava desafiando aqueles olhos negros, que apenas lhe olhava de volta.

– Não... Eu tenho que ao menos que explicar a você...

– O quê?! Que começou a namorar Sophia e estava confundindo sentimentos quando estava comigo?! Por Deus, Kanda! Eu não quero ouvir isso! – mesmo que a voz contivesse um tom de irritação, ela não aumentou, ao contrário se tornou mais baixa e mais raivosa. Não estava lutando, mas ela estava.

– Ela mentiu para você... – o moreno em um clarão entendeu tudo, uma raiva preencheu seu ser, queria matar Sophia.

– Mentiu para mim? – desta vez foi Allen que ficou confuso.

– É, mentiu. Não estamos namorando, nem somos amigos, ela inventou isso para você para que não me escutasse e para que pudesse agir livremente – as palavras entraram na mente do albino, faziam sentido, mas a garota seria capaz disso? Sabia que algumas seriam. Mas não ia cair assim tão fácil.

– Bom, que seja, ela pode ter mentindo, mas é inegável a influência que ela tem sobre você... Seu corpo cede quando ela chega perto... Eu não preciso de um relacionamento instável como esse, se eu quisesse iria procurar o Lavi – e o pavio explodiu. Lavi. Kanda pegou os pulsos do outro, os prendendo acima da cabeça, imprensando o corpo dele contra a estande.

– Por acaso ele é melhor do que eu?! Você me trocaria por aquele caolho estúpido?! – o albino olhou para o ex-namorado totalmente incrédulo, podendo ver só raiva em seus traços. Tentou se soltar.

– M-me solta, Kanda! Você pergunta como se ainda estivéssemos juntos! – rebateu-se, porém sem sucesso, ele era forte demais, além do fato de apertar mais seus pulsos, pegando com a mão livre o queixo do pequeno levantando para que olhasse diretamente para si.

– Ele seria melhor que eu?! – o moreno aproximou os rostos, o britânico não pôde deixar de corar. Seu corpo cedia ao dele.

– Se... – nem pode terminar teve os lábios tomados com agressividade, que logo pediam a passagem de uma língua ansiosa, manteve-os fechados, mas sentia a língua passar por eles, molhando e despertando seu instinto, logo cedeu.

Beijando com força, daquela forma que somente o mal-humorado saberia fazer, vasculhando cada pedaço do espaço que mais parecia uma fabrica de doces, pois podia senti-los quase todos ali. O albino tentava não reagir, manter-se inerte a tudo aquilo, mas era impossível, vez ou outra roçava levemente sua língua com a do outro, mas lembrava-se que não podia reagir então parava. Obviamente Kanda não deixou de perceber esse fato, deliciando-se com o que podia fazer com aquele corpo. O ar se fez necessário e as bocas foram separadas, o britânico arfava consideravelmente, mas tinha uma fúria em seus olhos, zangado com o maior e principalmente consigo, pois não conseguia se controlar.

O moreno riu de canto, voltando para outro, encontrando a mesma dificuldade que a anterior, mas transpassando ela com mais rapidez. Então começava os beijos, cortados por alguns segundos, a mão do maior desceu a nuca do outro, percorrendo a linha da coluna, encontrando o cós da calça. Allen percebeu a intenção do ex, tentou pará-lo debatendo-se novamente, sem sucesso, os beijos não deixavam, sentia a mão ir para frente, circundando a linha da cintura, descendo um pouco até o botão da calça, abrindo rapidamente e voltando as costas. Agora com a peça folgada podia adentrar aquela região livremente e foi o que fez, colocando sua mão um pouco fria por dentro da cueca, direcionando a aquela entrada quente. De inicio somente tocando e circundando um dedo sobre aquele canal.

Foi o suficiente para fazer o albino gemer, sentindo se excitar no mesmo instante,. Nunca tinha sentindo sua cueca apertar tão rapidamente como agora, Kanda que mantinha o contato dos quadris, obviamente sentiu aquilo, sorrindo contra a orelha, mordendo-a segundos depois:

– Duvido que fique assim tão duro em tão pouco tempo com aquele caolho – Allen nem pôde responder, teve seu lóbulo deliciosamente mordido e um dedo penetrado em sua carne.

Um pouco incômodo, mas tinha menos de dois dias que havia estado com Lavi, então rapidamente se acostumou, logo teve um segundo dedo que adentrava e se mexia em círculos, mudando rapidamente para um vai-e-vem. Seus gemidos eram abafados por sua própria boca, que mordia os lábios fortemente para evitar que um fosse escutado em alto e bom som, naquela biblioteca seria um eco terrível, graças a deus que ela estava fechando. O japonês sorria agradavelmente aquela situação, que não poderia ser melhor, o corpo que mantinha preso reagia a cada toque seu, mesmo que fosse ao contrário da verdadeira intenção do dono dele. Os quadris do menor já ajudavam nos movimentos, movimentando-se levemente para frente e para trás, mas eram contidos já que não queria demonstrar que estava totalmente entregue.

Mas estava. Cada poro de seu ser estava entregue àquelas mãos firmes, que saiam de sua entrada caminhavam para frente e abriam seu zíper, a calça automaticamente foi ao chão. Kanda olhou para baixo vendo aquela belíssima ereção sobre a cueca verde-escuro, o albino preferiu virar o rosto, corado até a raiz do cabelo. O maior abriu o casaco rapidamente, podendo ter um acesso melhor ao pescoço do outro e assim que afastou um pouco a peça de roupa notou, viu uma pequena marca vermelha naquela pele alva. O rosto de Allen foi bruscamente virado para frente, encarando os olhos negros furiosos e já saberia dizer o porquê, a pequena lembrança do ruivo:

– Não pense que é só você que pode me satisfazer, Kanda... – então um sorriso debochado, que foi acompanhado de um aperto maior em seu pulso. Então a mão do maior desceu graciosamente até os testículos do britânico, no qual apertou com um pouco de força, depois subiu um dedo bem lentamente sobre a extensão fálica.

– Mas tenho certeza que sou eu a te satisfazer melhor... – foi a vez do moreno sorri, tomando aqueles lábios mais uma vez com agressividade, diminuindo progressivamente para uma gentileza. Sem diminuir a luxúria.

Enquanto beijava, aliviava a si, abrindo o botão de sua calça e descendo o zíper, sentindo o objeto de pano tocar seus pés, os quadris que haviam se desencostado durante o contato dos lábios, foram reencontrados de forma um pouco mais agressiva, fazendo o beijo ser cortado e o primeiro gemido ser solto em bom som pela parte do menor. O som fez um pouco de eco, mas ambos não ligaram, pois o moreno roçava-se rapidamente contra o menor, que apenas gemia com os lábios novamente fechados. Os movimentos eram tão bons para o corpo de Allen, que ele sentia que poderia gozar ali mesmo em sua cueca, seu corpo começou a dar leves espasmos e Kanda sentiu o membro pulsar cada vez mais, então parou com os movimentos.

Não queria que ele tivesse um orgasmo daquela forma. Se afastou novamente, tendo espaço o suficiente para poder baixar a cueca box verde-escuro de uma forma lenta, libertando o membro que praticamente saltou. O albino suspirou quando sentiu-se livre, parando para puxar grandes doses de oxigênio, enquanto Kanda abaixava a sua própria box azul escuro, liberando seu próprio membro. Então usou uma das pernas, para abrir as do menor, depois usou a mão livre para suspender um pouco o corpo o suficiente para penetrá-lo de uma só vez. Ao sentir o membro em sua carne, mordeu tão forte os lábios que chegaram a sangrar, prendeu a cintura do maior com suas pernas e foi então, que o japonês sabia que ele não sairia mais. Soltou os pulsos vermelhos, colocou suas duas mãos nas laterais do britânico e começou a se movimentar.

Lentamente, agora com as mãos soltas o albino podia usá-las para tampar seus gemidos, mordendo levemente seu indicador para poder conseguir tal feito, sentindo o membro em si deslizar cada vez mais forte dentro de si. Os movimentos de vai-e-vem começaram a ser mais rápidos, mas precisos, tanto que começaram a acertar um ponto especial dentro de si. Allen saltou levemente para cima quando isso aconteceu, com a mão livre procurou apoiar na estante atrás de si e assim que encontrou um apoio firme começou a ajudar nos movimentos. Sincronizando com os de Kanda, que começavam a torna-se rápidos demais para ambos, as pernas do menor faziam com que fosse mais fundo, fazendo a carga de prazer ser cada vez maior. Logo os espasmos do orgasmo e leves tremores se fizeram presentes para o albino denunciando que não aguentaria muito tempo. Então o liquido quente saiu do britânico, melando toda a camisa branca que tinha por baixo do casaco, o moreno não tardou a acompanhá-lo.

As mãos do menor caíram ao sentir a sensação pós-orgasmo lhe dominar, sua cabeça se abaixou e mais uma vez começou a puxar grandes quantidades de oxigênio, tentando regular sua respiração, suas pernas soltavam a cintura do outro, que retirava o membro. Mas ainda assim Allen tinha parte do corpo apoiado no japonês, então com a mão direita o empurrou e devido está um pouco fraco pelo que acabaram de fazer, foi afastado consideravelmente. O albino colocou as pernas no chão, mas elas não aguentaram o seu peso totalmente, vacilando um pouco, não caiu devido as estantes atrás de si que usou como apoio, para se levantar novamente. Olhou para baixo e viu que de algum jeito um lado da calça havia saído, assim como sua cueca, então tratou de arrumá-las o mais rápido que pôde e assim que conseguiu limpou a saliva que havia escorrido de sua boca com o dorso da mão. Deu uma última olhada para Kanda e saiu, pegando o livro do chão, fechando o casaco para não revelar o melado.

O moreno ajeitou a calça também, encostou-se a parede e suspirou indo ao chão. Será que tinha feito o certo? Atacá-lo assim? Pelo menos uma coisa saberia dizer.

Devia lutar.

x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x

Allen não acreditava que estava ali, caminhando pelo corredor, sentindo um certo nervosismo percorrer seu corpo. Havia três dias que ficara recluso em seu apartamento depois que Kanda lhe atacara na biblioteca, sua mente não pensava em nada além de como aquilo tinha sido bom. Tentara pensar melhor, analisar as coisas de outra forma e ver se era realmente o dono da verdade, se não podia se arriscar um pouco como fizera anteriormente. Decidiu que sim. Se a linda garota de cabelos ondulados escuros inventara que estava namorando com o japonês, então ela poderia está forçando uma relação com ele. Aquela fuga do selinho que via antes de ser devorado entre as estantes poderia ser uma grande prova, então poderia se arriscar e lutar por ele. Se ele também estivesse disposto a fazer isso.

Por isso caminhava entre aqueles blocos de concreto indo em direção ao dormitório masculino que tinha visto o moreno sair antes, mas parou ao sair do corredor de frente ao seu destino. Via que o maior estava atravessando o pátio junto ao companheiro com uma cicatriz, então a sua esquerda viu uma garota de cabelos ondulados escuros correr e saltar na direção do maior dos amigos, lhe aplicando um leve selinho.

Kanda levou poucos segundos para se livrar do peso que atracara em seu pescoço, estava em um bom humor considerável, então não repreendeu a garota, apenas a colocando de lado sem dar muita atenção a ela. Continuou caminhando e olhou para frente, jurava que tinha visto alguém ali.



Ele não estava.

Sexo é só sexo.

Alguns adicionam amor.

Outros não.

Allen escolher não adicioná-lo.

Nunca mais.

Notas finais
Iai, gostaram do lemon? Eu sempre adoro uns lugares proibidos~~
E essa coisa meio-forçada, sabe? E sempre tive vontade de fazer lemons em bibliotecas =w= (pervertida?! maginaaa)
Enfim, o proximo... Não sei quando virá e_e'
Não direi prazo para não me matarem depois u.u
Bye
Hendric