Londres: Uma Primavera
3 Cap. 03 - Montando um Jardim
Notas iniciais
Take easy, guys!~ Tem capitulo! *ainda pedradas e tiros* Ok i-i
Desculpa a demora, eu tava ocupada com um projeto do YH e sem inspiração para digitar.
Espero que gostem.
Enjoy it!
Fazia uma bela manhã em Londres, o sol estava no céu, mas ao contrário do que provavelmente deveria fazer calor, fazia um frio agradável. O sol estava lá apenas para enfeitar a passagem, para clarear o dia, para dizer que era manhã. Allen Walker acordou de sua belíssima e confortável cama de casal e olhou pela janela, a vista era a Universidade da Ordem Negra, em seus cálculos ainda devia ter umas duas semanas de férias e que deveria aproveitar com sabedoria. Alguns alunos adentravam a universidade, provavelmente aqueles que tinham estágios no local, ou os novos alunos. O albino sorriu, eram novas presas naquela instituição.
Saiu da janela deixando as cortinas abertas, adentrou no banheiro e fez sua higiene pessoal, refletindo durante o banho o que faria naquele belíssimo dia de sol. Ao terminar foi até a pia e começou a escovar os dentes, somente uma toalha branca enrolada na cintura, pequena por sinal. Enquanto fazia a higiene bucal, notou que a região abaixo de seus olhos trazia uma escuridão característica de olheiras, sorriu retirando a escova de dentes da boca:
- Que isso, Allen! Olheiras! Um jovem de sua idade e com sua graciosidade não deve ter isso no seu rosto – colocou a escova na lateral da pia, procurando sobre a mesma um tubo preto. Corretivo.
Aplicou uma fina camada sobre o local, espalhando com jeito que invejaria a qualquer mulher, após terminado o serviço, as olheiras já não existiam mais. O garoto sorriu e terminou de escovar os dentes, saindo em direção a seu guarda-roupa, abrindo um lado que há algum tempo não fazia. Começou a procurar alguma roupa, decidido a dar uma volta pelo parque que ficava ao sul de seu apartamento, vestiu uma cueca box preta, procurando uma calça da mesma cor, quando escutou sua campainha tocar. Lembrou que Lavi disse que passaria em sua casa pela manhã, para tomarem café juntos, sem vestir uma peça a mais o jovem Walker andou até a entrada do apartamento, abrindo a porta:
- Bom dia! – o albino deu seu sorriso habitual, afastando-se da porta e voltando ao seu quarto, o ruivo entrou com uma sobrancelha arqueada.
- Bom dia... – colocou o seu pacote de rosquinhas caramelizadas que o menor tanto adorava, sobre o balcão e retirou o sobretudo marrom que usava, colocando em cima do sofá.
- Ah, Lavi! – viu a cabeça branca aparecer na porta – Prepare o café, sim? Eu acabei de acordar e vou me vestir por que preciso sair... – o ruivo caminhava até o quarto, mas parou voltando-se para cozinha.
- Certo... Café? Ou chocolate quente? – chegou perto do fogão, procurando os ingredientes necessários.
- Chocolate quente! – escutou Allen gritar, enquanto vasculhava o guarda-roupa.
Achou uma calça preta de algodão, que se ajustava em seus quadris e coxas, apertando levemente, ressaltando o bumbum e na medida em que ia descendo pelas pernas folgava um pouco. Pegou uma camisa de algodão com mangas, que não era muito apertada, como se fosse feita perfeitamente para seu tronco, pegou uma jaqueta preta jogando sobre a cama. Indo para debaixo dela, pegou umas botas masculinas com cadarços e apertou firmemente, saindo do quarto. Ao sair do recinto pode sentir o cheiro do chocolate derretido misturado ao leite, sentou-se em um dos bancos próximos ao balcão, colocando sua jaqueta ao seu lado. Notou o saco plástico e logo sua mente curiosa procurou saber o que era, descobrindo ser suas rosquinhas caramelizadas:
- Oh, Lavi! Obrigado pelas rosquinhas! – o ruivo se assustou, virando-se e viu aquele sorriso agradável em sua frente.
- D-de nada... – Lavi olhou enquanto o outro levava uma rosquinha na boca e mordia... Com certa malícia? Preferiu voltar a terminar o chocolate quente, colocando dentro da garrafa térmica – Vai sair para onde? – perguntou normalmente, virando-se e colocando a garrafa sobre o balcão.
- Vou dar uma volta no parque... – Allen esperou pacientemente as xícaras virem e colocar seu preciso chocolate nela.
- Humn... Quer alguma companhia? – do outro lado do balcão o ruivo olhava para a roupa do seu amigo, ele estava vestido demais para somente um passeio.
- Eu já tenho, vou encontrar alguém no parque... – a curiosidade foi atiçada pela parte do maior, um sorriso de canto surgiu nos lábios do menor, vendo o rosto que seu amigo fazia a frase dita.
- Poderia me contar quem seria esse alguém? – Lavi não aguentou a curiosidade, perguntou arqueando uma sobrancelha, o albino se segurou para não dar uma boa risada.
- É só o meu tutor idiota... Ele disse que tem assuntos para falar comigo... Deve ser algum problema com dinheiro – Allen olhou para o relógio de parede acima da cabeça vermelha, constatando que estava atrasado – Ah! Tenho que ir... Feche a casa está bem, vou levar uma chave – pegou uma ultima rosquinha e a jaqueta saindo da casa.
Quando a porta da casa bateu, o ruivo suspirou. Pegando o celular no bolso, discando um número conhecido:
- Lenalee? – falou ao ouvir um fraco “Alô” do outro lado da linha.
- Ela mesmo, é você, Lavi? – a doce garota de cabelos longos se levantou da cama, sentando-se, que horas seriam?
- Sim, desculpe se te acordei, mas tenho algo a falar... – a morena olhou pelo relógio em seu criado-mudo e viu que era quase nove horas.
- O que foi? Algum problema com o Allen? – Lenalee sabia que o garoto ruivo só ligava para si quando algo de realmente grave acontecia com o pequeno.
- Sim... Ele voltou... – a garota ficou sem fala, sabia do que falava, levantou-se da cama em um salto.
- O-onde você está? C-como você sabe? – a morena correu para o banheiro, tratando de fazer sua higiene bucal.
- Estou na casa dele, eu o acabei de ver com meus olhos Lenalee... É ele mesmo – a bela garota se segurou na pia pelo choque, ficando sem fala por alguns segundos, até encarar o espelho.
- Me espere aí... Eu estou indo, vamos conversar...
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Um garoto caminhava pelo parque, como se fizesse uma caminhada matinal, com um sorriso convidativo no rosto, seu passo não era rápido demais, ou lento, era na medida, na verdade tudo estava na medida. Seu caminhar, suas roupas, seu rosto, tudo dentro de si, qualquer que passasse por ele sentia o doce perfume de delícias açucaradas, dando um ar infantil, mas dizendo que podia ser comestível. Um moreno passou por este garoto, sentindo a fragrância que tanto atraiu sua atenção, parou olhando dos pés a cabeça o dono dela, parando em seu bumbum espetacularmente empinado. Arrumou o casaco amarronzado e os óculos, seguindo seu caminho, era um pedaço de mau caminho e de pouca idade.
Allen Walker sorriu, sabia que aquele senhor — senhor por educação, pois devia ter acabado de completar os trinta – tinha parado e dado uma boa olhada em seu traseiro, olhou para trás quando ele parou de encarar e sorriu malicioso, talvez devesse retornar e convidá-lo para um almoço quem sabe. Mas não era só ele, sentia os olhares de algumas mulheres sobre si, homens também, então o sorriso agradável aumentava em seu rosto, ah... Adorava aquilo, aqueles olhares loucos para usar as mãos e tirar peça por peça as roupas de seu corpo. Uma garota de cabelos curtos mel, arrumados numa espécie de bagunça e pontas desregulares, fixou seus olhos azuis em si, enquanto colocava o copo de café fora, seu rosto denunciava uma idade de vinte e poucos anos. Os olhos cinzas trataram de retribuir o olhar, até acenou, decidindo em segundos ir até lá:
- Nova em Londres? – a garota vestia somente um camisa rosada e uma calça jeans, obviamente não era o suficiente para confortá-la do frio que fazia.
- Sim, me mudei há pouco tempo para uma universidade nova... – seu sorriso foi de forma doce, o albino fez o mesmo sorriso, que encantou a jovem automaticamente.
- Entendo, eu estudo em uma universidade aqui perto... Prazer, Allen Walker – o garoto estendeu a mão, que foi rapidamente apertada, as mãos da garota eram frias.
- Prazer, Lilian Morrinnan... – o belo cavalheiro ergueu o dorso da mão da garota e encostou seus lábios frios e macios, num beijo leve, fazendo a donzela corar automaticamente.
- Lilian... Belo nome... – Allen soltou a mão da garota, ela pareceu acordar de um transe e sorriu bobamente, estava encantada.
- Obrigada... A sua universidade é a da Ordem Negra? – o albino confirmou com a cabeça que sim, ela quase saltitou – É a minha também, espero que nós encontremos lá... – o garoto apenas soltou mais de uns de seus sorrisos gentis, olhando por trás da garota, notando um homem vestido de preto.
- Eu também espero, senhorita, agora se você me dá a licença preciso falar com alguém... – então o albino inclinou a cabeça para frente, num gesto cordial e saiu andando, sem esperar pela resposta da jovem. Que também começou a caminhar sorrindo.
O homem no qual o albino tinha visto antes tinha longos cabelos vermelhos, que lhe cobriam metade do rosto, um óculos retangulares finos com uma armação dourada, um cigarro que cheirava caro na boca. Suas pernas estavam cruzadas e seus olhos um pouco puxados tinham um quê de curiosidade, encarando a cena que se passara. Cross Marian via seu pupilo caminhar em sua direção com o mesmo rosto de sempre, entediado e zangado, sentando-se ao seu lado:
- Não sabia que conhecia a jovem... – podia não parecer, mas o tutor gostava de saber os passos de seu protegido. Allen soltou um sorriso de canto.
- Eu também não... Acabei de conhecê-la... Mas fale logo o que quer... – o albino não fazia questão de encarar o tutor, preferindo olhar os homens de terno que caminhavam apressados para seu trabalho.
- E seu namorado? Eu sei que ele é um ciumento de primeira... – o pupilo se irritou com a pergunta, mas apenas suspirou de leve, jogando o cabelo para trás e se encostando no banco.
- Eu não namoro mais... Será que dá para contar que merda é que você quer me falar... – um sorriso de canto se formou no ruivo, jogando o cigarro na lata ao lado.
- O que sempre venho falar... Dinheiro, seu dinheiro... – apesar de ser quem era, o jovem albino confiava sua herança nas mãos do seu tutor, ele administrava tudo que entrava e saía, todo dinheiro investido na bolsa. Claro que o mais jovem conferia de vez em quando só para garantir.
- Qual foi o problema dessa vez? – mesmo que perguntasse o menor já saberia responder, tiveram muitas baixas nos últimos meses.
- A bolsa não é um objeto tão confiável e você já está sabendo disso, acho bom começar a procurar um emprego, para que caso algo aconteça você está prevenido... – o jovem pupilo se levantou, colocando as mãos nos bolsos, o tutor apenas o encarou.
- Entendo... Acho bom que seu vicio por mulheres e bebidas diminuam também... – Marian sorriu, sem dizer qualquer palavra a mais o outro se retirou caminhando de volta ao seu belo apartamento.
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Allen Walker vestiu a mesma roupa que pela manhã, trocando apenas a camisa escolhendo uma mais escura, algo que fizesse seus belos cabelos prateados se ressaltarem. Pegou um dos seus melhores perfumes e esborrifou pelo corpo, olhou-se mais uma vez no espelho e sorriu. Estava lindo. Pegou as chaves sobre a mesinha de centro e deu uma ultima revisão em seu apartamento, estava tudo limpo e arrumado, passara a tarde fazendo algumas arrumações e da forma que estava era perfeito. Trancou o apartamento com um destino em mente.
Noah’s Bar.
O belo letreiro em neon podia ser identificado ao longe, mas para o jovem albino não precisava dele para saber que aquele prédio de três andares significava, já saberia de cor e salteado. O bar era conhecido por toda a Londres, contendo franquias fora da cidade, sempre comandados por aqueles que se denominavam “Noahs”, tendo um único chefe que era conhecido como “Conde do Milênio”. Ao adentrar o bar, parecia como qualquer casa noturna, havia um pequeno corredor com um balcão ao lado e mesas do outro, sendo que ali serviam todas as bebidas que procurasse. Ao fundo uma ala para dança com alguns mastros de pole dance e mais fundo um pequeno palco para que os DJs tocassem suas músicas. De onde estava o som não parecia ser tão alto, mas ao chegar perto da pista quase não era possível escutar seus próprios pensamentos.
Porém o bar não era famoso por apenas fornecer boas músicas e as melhores bebidas, outro tipo de fornecimento atraía muito os clientes, a venda de corpos. A maioria dos garçons que trabalhavam ali fazia um fornecimento do corpo para ganhar alguns trocados a mais, muitos trocados a mais. Entretanto havia aqueles que não gostavam desse tipo de coisa, tal identificação era feitos por suas gravatas borboletas, os que vendiam era reconhecidos pelas gravatas vermelhas e os que não por gravatas pretas. Todos que vinham ao local sabiam de tal fato, nada era obrigado pela parte dos garçons se eles quisessem recebiam 45% do dinheiro e as gorjetas pelo serviço, as vezes as gorjetas chegavam a dobra o valor real, dependo do serviço fornecido.
Entretanto não era isso que o jovem com a cicatriz em seu olho procurava hoje, ao lado do balcão, próximo à entrada havia uma escada que dava acesso ao segundo andar e foi por ela que o jovem subiu. O segundo andar também era um longo corredor, no qual havia um balcão à direita e à esquerda varias cabines, nelas eram feitas alguns dos tais serviços dos garçons, mas para pessoas mais excêntricas. Aqueles que gostavam de misturar bebidas, caudas e sexo, mas também não queriam digamos assim, um serviço por completo, ali podia ser feita a troca entre garçons. Ao que se possa pensar havia tanto garçons homens quanto mulheres, mantendo sempre o mesmo número, para que não houvesse nenhum problema com o cliente e quase 100% deles eram bissexuais.
Novamente não era o que o jovem Walker procurava, continuou seguindo a escada, subindo até o ultimo andar e aquele que continha uma maior privacidade, consequentemente a maior perversão. Ali ficavam alguns quartos, neles eram servidos todo o tipo de coisa para fazer sexo o mais erótico possível, havia o sadomasoquismo, mastros de pole dance para um bom sript-tease, até um serviço de doces para os amantes destas delícias. Allen caminhava pelo corredor que continha os quartos com um sorriso travesso em sua boca, dirigindo-se para última porta que ficava de frente para o corredor, nela continha a gerencia do local. Pelo que sabia o jovem Tyki Mikk ainda comandava o lugar acompanhado da sua belíssima sobrinha Road Kamelot, a jovem garota filha de Cyril Kamelot que comanda outro bar da mesma companhia.
Á aqueles que se perguntam como o jovem albino sabia de tais coisas, uma simples resposta: ele trabalhou neste local. O garoto tinha lá seus dezesseis anos, perto de completar dezessete, quando decidiu visitar tal bar que muitos garotos acima de dezoito comentavam ser um dos melhores. O garoto com uma estranha cicatriz já vendia seu corpo pela escola que estudava e sendo seus principais clientes homens, forjou com a ajuda de um colega uma identidade falsa, por só ser permitido a entrada de maiores de idade. Conheceu os que as línguas falavam sobre as maravilhas do local, sabia do sistema dos garçons e adorou cada centímetro do espaço. Caminhando pela pista de dança acabou esbarrando em um dos garçons, melando sua camisa de algum tipo de whisky, o homem gentilmente lhe caminhou para o banheiro e lhe deu uma de suas camisas, que por acaso vinha com uma gravata vermelha.
Allen não perdeu a oportunidade, colocou tal fita em seu pescoço arrumando numa preguiçosa borboleta, saiu com um sorriso até as mesas do bar e rapidamente um cliente apareceu. Ele lhe convidou para o terceiro andar e pôde oferecer os melhores serviços para o tal, conseguiu o dinheiro, uma quantia de oito mil reais. Obviamente o dono do estabelecimento ficou curioso para saber quem foi o garçom, pois o cliente em questão de agradar havia dado três mil de gorjeta. O senhor Mikk parou o garçom em questão, vendo que era apenas um garoto, mas um garoto que tinha um sorriso travesso e tinha seu dinheiro balançando em suas mãos:
- Deixe-me trabalhar aqui e terá muito mais do que isso... – o tal garoto estava sentado com um morango na boca somente de cueca.
- Trabalhar aqui? Você tem certeza disso, garoto?! – o albino sorriu travesso, mostrando a gravata vermelha.
- É claro que tenho... – Mikk sabia dos problemas que teria, mas também sabia do dinheiro que arrecadaria, então acabou por aceitar.
Então começou uma grande parceria entre ambos, forçada principalmente pelo jovem, mas que dera certo durante muito tempo. Agora o jovem Walker batia a porta novamente, com o um sorriso pretensioso, escutou um baixo “entre”, abrindo e fechando a porta logo em seguida. Tyki Mikk possuía pele morena bem escura, seus olhos dourado finos e cabelos lisos escuros, sempre bagunçados e na altura dos ombros. Sempre trazia na boca um cigarro com cheiro barato, mas que ele adorava, que no momento quase caía sobre seu colo pela visita que recebia. Seus olhos agora arregalados piscavam várias vezes até voltar ao estado normal, com um sorriso travesso em seus lábios, enquanto uma jovem garota saltava em seu pescoço:
- ALLEEEN! – a garota em questão lhe aplicava um beijo, sem línguas, depois desaproximando os rostos com um sorriso que beirava a infantilidade.
- Boa noite, Road... – a Kamelot possuía um pele branca, cabelos azuis espetados e arrumados parecendo uma estrela, seus olhos azuis como seus cabelos.
- O bom filho pródigo a casa retorna... – Mikk se levantou esticando a mão coberta por uma luva branca, o menor aceitou o cumprimento, sentando-se logo em seguida. Na época que em trabalhava o moreno tinha seus vinte e cinco anos, a garota tinha sua idade, hoje mais velho, mas ainda com o rosto belo e jovial.
- Sim... Os filhos sempre retornam... – um sorriso travesso apareceu no rosto de Allen enquanto admirava a garota ao seu lado, sentada no sofá, trazia no corpo um vestido branco e em suas pernas fitas escuras enroladas na forma de “x”.
- E o que o trás aqui, garoto? – o apelido dado por Tyki não desaparecera mesmo depois de ter crescido e deixado de ser um garoto.
- O mesmo de sempre... Quero trabalhar aqui novamente, tempos de difíceis sabe... – o bar não parecia conhecer esses tempos, mas como dizem há sempre dinheiro para sexo e bebidas.
- Trabalhar aqui? Seria um honra recebê-lo de volta, garoto! – o moreno colocou uma mão sobre a mesa, aproximando-se mais do albino a sua frente – Qual a cor da sua gravata? – Walker sorriu novamente travesso.
- Vermelha.
Notas finais
Continuo no mesmo sistema, sem tempo para porra nenhuma, ainda digitando, entom nem farei previsão para o próximo.
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