Notas iniciais
Demoramos mas ó, aparecemos! Espero que a postagem seja mais rápida e frequente, já que a fic está na reta final! Nos vemos nas notas finais =D

Samantha abre os olhos. Não estava mais na rua dos fundos do bar skin. Não havia mais carro ou bar ou Mordred. Ela e o filho estavam, por incrível que parecesse, num quarto de castelo, feito de pedra e ricamente decorado. A varanda, perto do quarto, dava vista para o lado de fora.

– Chegamos!

– Noah? Noah! Como você fez isso meu filho? — Ela caminha pelo quarto.

– Eu só... fiz. É como o tio Mordred fala. Eu não sou uma criança comum. Eu sei... fazer as coisas acontecerem.

– Eu percebi... — Samantha sorri e abraça ele. — Bom, agora estamos no nosso castelo.

– Sim! Eu sou o Príncipe Noah, e a senhora é a bondosa Rainha Samantha. Nosso povo está nos esperando, vamos! — E ele puxa ela na direção da varanda.

Samantha ri e acompanha ele.

– Vamos acenar para nosso povo.

Eles chegam à varanda e Samantha vê todo o contexto do castelo. Havia uma igrejinha, campos de plantação, casas pequenas, moinhos... e ao pé do castelo, centenas de pessoas olhavam para cima, esperando para ver seus soberanos. A imensa maioria deles, Samantha percebeu, não era propriamente humana, mas carniçais. Não os que ela estava acostumada a ver, no entanto, comparados àqueles estes eram até bonitos. Todos usavam roupas de época, e alguns até usavam armaduras brilhantes. O corpo em decomposição avançada, marca registrada deles, não estava presente em todos, alguns eram quase perfeitamente humanos, no máximo pálidos. Assim que os dois apareceram, a ovação começou, e todos os súditos gritavam e aplaudiam os soberanos, enquanto Noah sorria e acenava para eles.

Samantha sente seu estômago embrulhar ao ver os carniçais. Ela acena para eles e volta a entrar rapidamente no quarto.

– Noah, o Mordred vai nos encontrar.

Noah sorri.

– Não vai mamãe. Por que ele encontraria?

– Porque é impossível se esconder dele. — Ela suspira e senta na cama. — Ele vai nos encontrar pontinho.

– Não vai, não vai! — Noah começa a chorar. — Ele quer nos separar, e eu não vou deixar! — Um relâmpago estoura no céu, causando um trovão ensurdecedor. Lá fora, os carniçais gritam ainda mais alto, como um exército pronto para a batalha.

Samantha se levanta e pega o filho no colo.

– Ele não vai nos separar, eu prometo isso. — Ela limpa o rosto dele.

Ouve-se um batido na porta.

Samantha olha para a porta e depois para Noah.

– Fica aqui. — Ela coloca ele sentado na cama e vai até a porta. — Quem é?

– Sir Nicholas.

– Sir Nicholas? — Samantha abre a porta confusa.

Ao abrir a porta, um cavaleiro entra na sala, mas não um cavaleiro comum, pois a armadura azul reluzente protegia um homem com pelos grossos espalhados por todo o corpo e um elmo protegendo a cabeça, mas ainda o focinho ficava à mostra. Era um cachorro dentro da armadura. Um cachorro grande, humanoide e... falante.

– Precisava saber se o Príncipe ou a rainha precisavam de algo.

– Hum... É, não? — Samantha olha para ele surpresa. "Um cachorro falante?"

– Desculpe incomodar. — Ele faz uma reverência tão exagerada que o focinho toca o chão. — Estarei nas guarnições, caso precisem de algo. Qualquer coisa.

– As guarnições! Mesmo se o tio Mordred nos encontrasse, ele nunca passaria pelos carniçais protegendo o nosso castelo. — Noah ri e pula na cama.

– Sir Nicholas, temos uma cozinha aqui? — Samantha olha para o filho animado e tem uma idéia.

– Temos sim. Posso acompanhá-los até ela?

– Por favor. — Samantha sorri e estende a mão para o filho. — Vamos Noah.

O cão vestindo armadura guiou mãe e filho através das galerias do castelo. Orientando-se pelo tempo em que estiveram andando, podia-se imaginar que tratava-se de um castelo realmente grande. Um castelo medieval, mas apesar disso, quando ele parou à frente de uma porta marrom e pesada e abriu-a, enunciando a cozinha, depararam não com um monte de aparelhagem da idade do castelo. O que havia ali era uma cozinha branca e perfeitamente equipada, destoando de tudo o que viram até então no castelo. Sir Nicholas indicou o cômodo com a pata e saiu, virando-se sobre os calcanhares.

– Chegamos mãe! — Noah falou animado.

– Chegamos! — Samantha olha para a cozinha surpresa. — O que deseja comer Príncipe Noah? — Ela sorri para o filho.

– Panquecas! — Noah fala, depois de manter, por alguns segundos, uma careta de concentração.

– O que aconteceu filho? — Samantha olha ele depois de pegar as coisas na geladeira.

– Como o que aconteceu? — Noah responde o olhar, aparentemente confuso.

– Você tinha feito uma careta... Quer saber, deixa pra lá e vem me ajudar. — Ela pega um banquinho para que ele suba e alcance o balcão da cozinha.

– O que eu vou fazer? — Ele fala, abrindo um sorriso e subindo no banquinho.

– Misturar os ingredientes. — Samantha sorri e coloca a farinha em uma tigela.

– Ok! Vou misturar tudinho!

– Pronto, misture para mim meu amor. — Samantha termina de colocar os ingredientes na tigela e vai até o armário para pegar uma panela. Após encontra-la ela coloca no fogão para esquenta-la.

– Quanto tempo leva até ficar pronto, mamãe?

– É bem rápido filho. — Samantha pega a massa e coloca na frigideira. — Olha só. — Ela balança a panela e joga a panqueca para cima para virá-la.

– Irado! — Noah arregala os olhos. — Eu posso tentar?

– Claro! Vem cá. — Ela coloca mais um pouco de massa na panela e arrasta o banquinho até o fogão.

Noah pega o cabo da panela sem jeito, e tenta virar a massa como Samantha, mas joga a panqueca no chão.

– É melhor eu continuar só misturando os ingredientes — Noah ri sem graça.

– É assim mesmo filho. — Samantha sorri para ele. — Não quer tentar de novo? Eu te ajudo.

– Quero!

– Vamos lá então. — Samantha coloca um pouco mais de massa na panela e segura o cabo da panela com o filho. — No 3 ok?

Noah acompanha Samantha com os olhos e se concentra na panela. O garoto segura o cabo junto com ela e meneia a cabeça positivamente esperando pela mãe

– 1, 2 e... 3. — Samantha joga a panqueca para cima com ele e ela volta para a panela. — Conseguiu filhote!

– Consegui! — Noah ri. — Somos gênios das panquecas!

– Sabe no que mais somos gênios? — Samantha monta os pratos para eles e pega calda de chocolate e chantilly na geladeira.

– No que?

– Em devorar panquecas e se sujar! — Samantha passa o dedo da calda de chocolate e suja ele.

– Nisso eu sou o melhor! — O garoto ri e pega chantilly.

– Ah é? Então vamos ver! — Samantha suja ele ainda mais e ri.

Samantha sente o cheiro do chantilly bem quando ele é atirado pelo filho direto no rosto dela. Noah apressa-se a descer do banco e esconder-se atrás do balcão da cozinha.

– Bem... — Samantha tira o chantilly do rosto e come o doce. — Isso ta bom... — Ela caminha pela cozinha. — Achei! — Ela levanta o pano da mesa. — Ué...

– Arrá! — Noah pula do seu esconderijo e espirra mais chantilly na mãe. — Te peguei!

– Ah não! — Samantha se senta no chão e joga mais calda nele. — Estou perdendo as forças! — Ela brinca com ele.

– Desista e eu pouparei você! — O chantilly da lata acaba e Noah sai correndo.

– Rá! — Samantha sai correndo atrás dele. — Eu vou te pegar!

– Não vai não! — Noah corre dela e tenta achar, em vão, mais munição para substituir o seu chantilly. — Ninguém é mais rápido que o capitão Noah!

– Talvez sua imediata seja! — Samantha corre um pouco mais rápido tentando alcançar ele.

Noah olha para os lados procurando por um lugar para se esconder, ao perceber que não havia mais munição. A única coisa que havia para ser usada era a que já estava na mão da mãe dele, e isso deu-o uma ideia. O garoto parou de repente.

– Eu me rendo, eu me rendo!

– Ah rá! A sua imediata é mais rápida! — Samantha ri e para na frente dele.

– Sim... — Ele suspira, cansado. — Mas como capitão, eu sou mais esperto! — Então ele pula e aperta a garrafa de calda, espirrando calda pra cima e sujando Samantha, em meio às suas risadas de satisfação.

– Muito esperto mesmo. — Ela gargalha e lambe os dedos sujos de calda. — Acho que temos que tomar um banho agora capitão.

– Sim. — Noah concorda, olhando como ambos estavam sujos.

– Então vamos encontrar um banheiro. — Samantha olha em volta confusa e caminha com o filho, atrás de um banheiro.

Maximillian olhou para cima ao deparar-se com as construções. As pedras encaixadas formavam muralhas com mais de cinco metros de altura e com aparência de séculos de idade. Ainda não entendia o que diabos acontecia ali, mas sabia que deveria eliminar os demônios, pelo bem de Londres e acabar de uma vez com aquilo. Talvez a mídia não tenha noticiado nada porque foi atacada pelos carniçais assim que entrou aqui. Perscrutou o ambiente e viu, nas ameias das muralhas, um indivíduo no mínimo peculiar que vestia armaduras aparentemente muito pesadas que faziam-no curvar-se um pouco e a roupa de pele misturada com a luz do sol que batia por trás dele, davam-no uma aparência no mínimo bestial. Ainda não tinha detalhes, mas uma coisa era certa: Aquilo guardava o lugar. Tratou de convocar a lâmina e manter-se pronto.

Sir Nicholas analisou a fisionomia que se aproximava, ao farejá-lo percebeu que não era uma presença amistosa. As garras rasgando o gramado e um forte rosnado foram o sinal para Max de que uma batalha estava por vir.

– Prepare-se para o que está por vir. — Max sussurrou, mais para si mesmo do que para qualquer outro, e então precipitou-se correndo para mais perto dos muros de pedra. Um arrepio lhe subia a espinha. Algo parecia realmente errado sobre esse demônio.

A fera rosnou ainda mais forte e começou a correr em direção ao inimigo, surpreendente um vulto era a única coisa que podia se ver.

Tudo o que o especialista teve tenacidade para fazer foi saltar para o lado e criar uma pequena parede de sombra. Atrás dela, ele suspirou e começou a pensar no que poderia fazer para vencer esse tipo de adversário.

A fera deslizou na grama para poder mudar a direção de sua investida, tal manobra demorou menos tempo do que parecia e o vulto procurou um ataque furtivo em seu oponente, sem usar as garras e mordidas por enquanto.

E a surpresa do ruivo ao ver a massa corpórea romper a sombra foi tamanha que ele sequer conseguiu juntar força para defender-se bem, sendo jogado para trás quando as patas bateram contra seu peito, e só então percebeu quem enfrentava.

– Patas? — Ele sussurrou, olhando atenciosamente o cavaleiro armado. Também viu que não eram roupas de pele que ele usava, era pele mesmo. Como de um animal. Mais especificamente um cachorro, vendo o focinho comprido que saía pelo elmo.

Sir Nicholas saltou e mirou as garras de suas patas dianteiras no rosto de seu inimigo, o ataque seria mortal. Apesar de ser quase imperceptível correndo, saltando era totalmente o oposto.

Maximillian começou a ter ideia do que fazer contra aquele inimigo mortal enquanto via as garras abrirem-se para seu rosto. Criou uma parede de sombra como antes, mas agora precipitou-se para o lado enquanto fazia isso, pois já sabia que a parede não era suficiente para parar a fera.

A barreira mais uma vez estourou, porém dessa vez atordoou o cão, mesmo que por alguns segundos. Uma sacudia de cabeça foi a forma que ele encontrou para se recuperar disso.

– Especialistas não entrarão no reino de meu Senhor!

O garoto engoliu em seco ao ouvir aquilo e desenhou um arco com a sua espada para atingir o cachorro. Existiria então ali algo ainda pior do que isso?

Uma rajada de vento foi o que Max sentiu ao terminar o movimento. O cão havia esquivado e com um movimento brusco deu uma patada no estômago do rapaz.

– Mas o que... — Max recuou e sentiu o estômago doer e revirar enquanto o ar lhe fugia com o golpe. Já conseguira o que queria e o chão estava agora coberto da névoa espessa e negra que ele produzia. — Agora... — Ele fez um movimento com a mão para produzir um tentáculo que enveredou na direção de Sir Nicholas.

Frustrantemente o cão havia sumido, podia se ouvir a sua forte respiração canina, no entanto ele não estava em lugar algum. A única informação que Max tinha era que ele estava próximo.

– Agora essa... — Max tremeu. Mas já tinha ideia do que fazer. — Se eu não posso te ver, você também não pode me ver! — E assim que disse isso, ampliou a névoa, tornando ela uma imensa nuvem preta que encobria o lugar e impedia a luz de circular. Lembrou-se, porém, de manter uma barreira de sombra ao seu redor, e começou a concentrar-se. Não só o sucesso da missão, mas a sua vida dependia disso.

– Eu não sou um cavaleiro comum, lembre-se disso. — ao farejar o demônio correu velozmente ao seu alvo, dessa vez numa velocidade um pouco maior.

Maximillian então pôs seu plano em prática.deixou a espada contar-lhe a direção de onde o demônio se aproximava, criou uma parede para diminuir a velocidade dele, e desferiu um golpe direto, a espada movendo-se como um ferrão.

Apesar de forte e ter incríveis habilidades, tratava-se de uma fera. Seus instintos dominavam grande parte de suas ações. Sir Nicholas, sucumbiu a lâmina e caiu por cima de Max.

– hum... hm... — Max arfava, afinal tudo tinha saído como planejado. Ele liberou todas as sombras, devolvendo a luz ao lugar, olhou o monte maciço de carne sobre ele, e jogou o cachorro inconsciente para o lado. Respirou fundo, reuniu coragem e perpassou o coração do demônio com a lâmina, saraivando ainda mais sangue sobre si.

Samantha depois de dar banho no filho e também tomar um banho, o levou até uma das salas do castelo, ela sorriu ao ver uma TV e alguns DVDS de desenho animado.

– Que tal o Rei Leão, Noah?

– Sim! É perfeito!

– Então ação. — Ela ri ao colocar o filme no aparelho e se deita ao lado do filho. — Como eu senti falta disso. — Ela abraça ele, o aconchegando nela.

– Mamãe... A gente vai ficar junto pra sempre?

– Claro que vamos filho! — Samantha tira o cabelo dele da testa dele. — Eu te prometo isso.

Noah sorri e se aconchega na mãe, olhando para a tela e prestando atenção no filme que começava.

Samantha olha para a TV e fica fazendo carinho no filho, estava preocupada e com medo de Mordred encontra-los, mas ela iria enfrenta-lo se fosse preciso.

E como o destino zombasse dela, a porta abriu-se de repente num estrondo. A um olhar mais atento, porém, ela viu que não tratava-se de Mordred, e sim de um garoto ruivo com as roupas sujas de sangue, segurando uma espada que apontava pro teto.

Samantha se levanta em um salto e olha para o garoto.

– Quem é você? O que faz aqui?

– Maximillian. Sou um especialista e estou aqui pra pegar o demônio que está fazendo isso!

– Fazendo o que? Meu filho não fez mal a ninguém!

– Filho? — Os olhos do ruivo andam até porem-se sobre Noah. Parecia apenas uma criança. — Não fez mal? Já deu uma olhada no que está acontecendo? Tem carniçais por toda parte!

– E eles atacaram alguém? Se eles te atacaram foi porque você chegou se achando, bem feito! – Samantha retruca.

– Eles tomaram um bairro inteiro! Enfield agora é um deserto, só restaram carniçais.

Samantha se aproxima dele e o puxa para fora.

– Temos que conversar. — Ela fecha a porta.

– Ei! Ei! — Apesar de ter uma espada enorme na mão, Max não parece lembrar de atacar, tamanha a impulsividade da mulher. O que ela estava pensando?

– Fique quieto. Vamos deixar algumas coisas claras aqui. — Ela olha para ele. — Primeiro, faça sua espada sumir da mesma maneira que a invoca, segundo, você não vai atacar meu filho e terceiro, Noah fez tudo isso porque aprendeu com o Mordred. — A médica suspira.

– Com o Mordred? Então ele é um dos servos dele? — Max dá um salto pra trás, desconfiado ao ouvir o nome do seu arquinimigo. — O que... O que são vocês?

– A história é longa e por mais difícil que seja, tente confiar em mim. Meu nome é Samantha e há muito tempo fiz um pacto com o Mordred, jurei minha eterna lealdade em troca de um poder, eu poderia curar quem quer que fosse. Mas esse pacto me custou algo, a pureza do meu filho, ele não é uma criança comum, ele é um demônio, que foi criado pelo Mordred.

– Hum... demônio criança? Mas... — Max faz a espada sumir.

– Entende a minha situação agora? Mordred criou ele desde o momento em que o meu filho veio ao mundo! Se eu passasse meia hora com ele, uma vez por semana, era muito!

– Mas ainda assim... Ele é perigoso. Vai saber pra onde foi toda a população daqui. — Max suspira. — Algo tem que ser feito.

– Você não vai matá-lo!

– Não falei isso! — Max realmente duvidava que fosse capaz de matar aquela criança, mesmo sabendo que tratava-se de um demônio. — Mas... Ele está machucando as pessoas.

– Então o que eu faço?

– Leve-o daqui! Para algum lugar onde não possa machucar ninguém e onde o Mordred não o encontre!

– Difícil fugir do Mordred, mas eu darei um jeito. — Ela olha ele. — Obrigada por poupar meu filho.

– Acho que se não fizesse isso, eu seria tão vil quanto ele... — Max suspira.

– Obrigada! — Samantha abraça ele. — E tome cuidado quando enfrentar ele.

– Mas... Temos que desfazer isso antes de vocês irem. Não podemos deixar uma bolha da idade média no meio de Londres.

– Tudo bem, arrumarei nossas coisas e iremos embora Maximillian.

– Obrigado.

– Boa sorte Max. — Samantha sorri e abre a porta, voltando a entrar na sala. — Hey, Noah, vamos viajar.

– Viajar? — Noah parece desanimado. — Mas eu queria ficar no castelo!

– Ah meu amor, podemos construir nosso castelo em outro lugar. — Samantha sorri para ele.

– E pra onde vamos?

– Pra onde você quiser pontinho.

– Eu posso ter meu próprio navio? Com canhões, velas grandes, uma bandeira bem alta?

– Tudo o que você quiser meu amor. — Samantha pega ele no colo. — Tudo o que você quiser.

– E a senhora poderá ser a minha imediata! — Noah pulava sorrindo, aparentemente esquecendo de como se sentia sobre deixar o castelo. — E encontraremos muitos tesouros!

– Isso! Muitos tesouros! — Samantha sorri para ele e sai do quarto aliviada por não encontrar Max ali.

Noah corre para acompanhar a mãe, e já usava um chapéu preto cobrindo uma bandana vermelha.

– Quando estiver pronta, mamãe.

Samantha pega sua bolsa e segura na mão dele.

– Pronta capitão!

Noah segura a mão da mãe forte e sorri. Samantha sente o cheiro do mar, e então os dois somem, deixando para trás a velha Enfield, do jeito que costumava ser antes de voltar no tempo.

Notas finais
Gostaram? Reviews? Favoritos? Recomendações? #FaçamOsAutoresFelizes Gente, so so sorry pela demora! Não tem uma explicação, bom na verdade tem. A fic foi abandonada e não seria mais concluída, porém entrei na mente do Deilton e ele permitiu que eu (Vanessa) terminasse ela. Então eu espero que vocês gostem do meu modo de escrever e eu espero agradar a gregos e troianos, não, mentira, agradando vocês e ele já tá de bom tamanho =D Nos vemos no próximo :*